3dez/190

José Gomes é condenado a 4 anos de prisão por corrupção eleitoral

HUGO BARRETO/METRÓPOLES

O deputado distrital José Gomes Ferreira Filho (PSB) foi condenado pela 10ª Zona Regional Eleitoral a quatro anos, cinco meses e 16 dias de cadeia em regime fechado por corrupção eleitoral, além do pagamento de 45 dias-multa. A decisão foi publicada, em 29 de novembro, no Diário do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-DF).

O parlamentar e o primo Douglas Ferreira Laet são acusados de obrigar funcionários da empresa Real JG Serviços Gerais a votarem nele, no pleito de 2018, sob ameaça de demissão. Em abril, o TRE-DF já havia cassado o mandato de Gomes, mas a defesa recorreu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e agora aguarda a análise do processo.

Para a juíza Andréia Lemos Gonçalves de Oliveira, as investidas contra os funcionários da empresa Real JG teve caráter continuado. Na decisão, ela não encontrou motivos para reduzir a pena dos réus, mas apontou pelo menos sete crimes do parlamentar.

De acordo com a decisão, o distrital usou e se deixou ser usado por Douglas para se beneficiar dos atos do primo. A juíza destacou a forma como Douglas se dirigia aos funcionários da empresa: “Quem coloca comida na mesa de vocês?”.

Segundo a juíza, a pena foi agravada porque o empresário era patrão das pessoas e, em pelo menos três oportunidades, teria participado das ações. Por serem réus primários, tanto o distrital quando o primo poderão recorrer em liberdade até o trânsito em julgado.

Em nota, o deputado disse que “não cometeu nenhum ato ilícito, e se encontra julgado por supostas atitudes que, se cometidas, o foram por terceiros e jamais sob seu comando”. Além disso, alegou que a sentença contém “vícios que serão suplantados pelo TRE. Os advogados já trabalham com a tese recursal”.

O caso

Conforme revelado pelo Metrópoles, José Gomes foi acusado de abuso de poder econômico e coação de funcionários da empresa Real JG Serviços Gerais durante a campanha de 2018. O socialista teria ameaçado de demissão aqueles que não o apoiassem à Câmara Legislativa. Pelo menos 12 empregados da Real JG teriam sido desligados da empresa por esse motivo. O parlamentar nega todas as acusações.

Para o Ministério Público Eleitoral (MPE), “há comprovação robusta e contundente da concretização de ações que denotam emprego nocivo de recursos patrimoniais geridos ou controlados por agente com a finalidade de afetar a legitimidade e a normalidade do pleito em benefício do candidato”. No entendimento do órgão, a atitude comprometeu a lisura do processo eleitoral.

“Odioso processo de assédio”
De acordo com o procurador regional eleitoral do DF, José Jairo Gomes, a campanha de José Gomes resultou em “odioso processo de assédio e coação”.

“Os empregados da empresa Real JG Serviços Gerais, desde o instante em que o réu lançou-se pré-candidato ao cargo de deputado distrital, foram submetidos a odioso processo de assédio e coação para manifestarem seu apoio político em favor daquela candidatura e trabalharem por sua eleição, sob pena de virem a sofrer prejuízos em suas relações de emprego”, afirmou o procurador.

A acusação aponta que José Gomes pedia para os funcionários da empresa “vestirem a camisa”. As comunicações eram enviadas pelo empresário por meio de mensagens de texto aos trabalhadores. Para o MPE, elas eram claramente direcionadas para fins eleitorais.

O processo também ressalta a participação do diretor operacional Douglas Ferreira Laet, primo de José Gomes, no processo de coação dos funcionários. Em um dos momentos descritos na peça, Douglas teria iniciado um recadastramento com o pretexto de ser uma exigência do governo.

Áudios

Durante uma reunião, Douglas Laet teria dito que os trabalhadores deveriam “demonstrar gratidão pelo emprego, pelo salário, e lealdade por seu empregador, empenhando-se em sua candidatura, nos mesmos moldes da missiva disparada pelo próprio réu”. E acrescentou que “a retribuição pelo trabalho seria aferida pelo número de votos obtidos pelo réu na seção de votação dos funcionários de sua empresa”, ainda de acordo com documento do MPE.

Áudios de Douglas em reunião com funcionários, divulgados em primeira mão pelo Metrópoles, foram destacados pela acusação. O aparelho que fez a gravação não pode ser periciado, pois a origem não foi revelada, mas o MPE afirma que as provas são claras, pois demonstram o interesse dos réus em coagir os trabalhadores.

Ouça os áudios:

Na inicial do processo, Douglas chegou a negar que seria sua voz, mas aos promotores a versão foi mudada. O primo de José Gomes admitiu ser o autor, mas negou a intenção de coagir os empregados da Real JG.

Funcionários foram ouvidos pelo MPE e relataram ter sido pressionados a fazer campanha para José Gomes. Além da pressão exercida por Douglas, outras pessoas lotadas em postos estratégicos e em cargos de chefia também pediam para os trabalhadores aderirem à campanha de José Gomes.

Os atos de campanha em favor da candidatura de José Gomes eram realizados em diversos ambientes. De acordo com as acusações, os trabalhadores cediam suas casas para reuniões políticas. O mesmo ocorria em locais onde a empresa mantinha funcionários, mas durante o expediente realizava as conversas.

O MPE demonstrou estranheza quanto ao expressivo número de votos obtidos pelo deputado distrital José Gomes. A representação questiona como um novato na política, sem exposição nos meios de comunicação, teria condições de alcançar a marca de 16.537 votos em sua primeira tentativa. Para o Ministério Público, o fato seria decorrente de sua força sobre os mais de 10 mil empregados que Gomes mantém em sua empresa.

No pedido de condenação, o MPE afirma que não há diferença se José Gomes teria feito ou não os atos pessoalmente. Para o Ministério Público, devido ao uso de suas empresas e ao abuso de poder econômico, o distrital deve ser condenado.

Metropoles

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3dez/190

Política: Distrital Iolando Almeida recebeu a Medalha Mérito Buriti

O distrital Iolando Almeida recebeu na manhã dessa terça-feira (3) a Medalha do Mérito Buriti, concedida pelo governador Ibaneis Rocha.

A condecoração ao parlamentar do PSC é o reconhecimento por parte do GDF pela a atuação de Iolando Almeida no parlamento do DF e em defesa da comunidade em 2019.

O distrital garantiu ao blogdogbu que continuará firme na Câmara Legislativa;" Continuarei  trabalhando em defesa da família, da pessoa com deficiência, da cidade de Brazlândia e toda população!", Salientou Iolando Almeida.

 

Redação

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3dez/190

Edberg Lopes;”A política só se tornará inclusiva quando todos puderem participar

A política só se tornará inclusiva quando todos puderem participar”, afirma Edberg Lopes Secretário Nacional do PROS Mais Inclusão

Comemorado anualmente em 3 de dezembro, o Dia Mundial das Pessoas com Deficiência, é celebrado com o objetivo de propor à sociedade uma reflexão sobre importância de inserir as pessoas com deficiência em diferentes aspectos da vida social.

Aproveitando que os olhares estão mais atentos a essa questão, em virtude da data, o Secretário Nacional do PROS Mais Inclusão, Edberg Lopes, que milita nesta causa há mais de 10 anos, fala sobre medidas de inclusão. “As pessoas com deficiência não querem privilégio, nós queremos igualdades e oportunidades tanto no poder público quanto na sociedade. Queremos acessibilidade, mas quando falamos de acesso não estamos nos referindo a rampa. E sim, em acesso à educação, à saúde, à segurança, à cultura, ao mercado de trabalho, ao lazer, ao transporte público de qualidade, ao esporte e ao processo político. É preciso que a sociedade pare de nos olhar como coitadinhos e passe a nos enxergar como pessoas normais e capazes”, destacou.

O Secretário comenta sobre os principais desafios enfrentados, cotidianamente, pelas pessoas com deficiência no Brasil. “Um dos maiores desafios que temos é a inclusão no mercado de trabalho. Embora exista a lei, ainda assim, é difícil. Nós estamos temendo um grande retrocesso que pode vir acontecer caso seja aprovado o Projeto de Lei 6159 que acaba com a cota de pessoas com deficiência no mercado de trabalho. Estamos perdendo direitos que foram conquistados com muita luta e com muita garra”, ponderou Edberg Lopes.

Sobre a participação dos deficientes na política, Edberg ressalta o trabalho de inclusão que vem sendo realizado pelo PROS, uma vez que esta é uma das bandeiras defendida pelo partido. “A política só se tornará inclusiva quando todos, sem exceção, puderem participar. O nosso partido tem, de fato, levantado a bandeira da pessoa com deficiência e apoiado a nossa luta. Sinto muito orgulho de fazer parte do PROS e aproveito para convidar as pessoas com deficiência para conhecer a Secretaria Mais Inclusão”, finalizou o secretário.

Fonte: PROS

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2dez/190

Águas Lindas: Dr. Lucas e Benevides abrem diálogo

Dr. Lucas e Benevides avaliam o futuro de Águas Lindas em conversa sem vaidades ou disputas antecipadas

As movimentações políticas na região do entorno começam a se  ampliarem e futuros nomes nas disputas majoritárias buscam aproximação que poderá finalizar nos chamados entendimentos.

Em Águas Lindas os pré-candidatos a prefeitura do município, Benevides (Avante) e Dr. Lucas (MDB) tiveram uma conversa amistosa e porque não dizer animadora no quesito futuro da cidade.

Os líderes partidários demonstraram desprendimento com relação as questões políticas e avaliaram que a pré-campanha deve ser de muito respeito e uma prévia do processo político de 2020.

O empresário Benevides acredita que não se pode fazer campanha em 2020 com ataques pessoais esquecendo das propostas de interesse coletivo;" Eu vejo com muito respeito a pré-candidatura do Dr. Lucas assim como dos demais. Precisamos fazer uma disputa no futuro avaliando antes de mais nada o que a comunidade precisa e o que podemos contribuir nessa direção", declarou Benevides.

 

Redação

 

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2dez/190

Entrevista: Luís Felipe Belmonte » Um partido conservador em fase final de criação

Um partido conservador em fase final de criação. Suplente de senador, o advogado é o terceiro na hierarquia do novo partido de Bolsonaro, atrás apenas do presidente e de seu primogênito, Flávio Bolsonaro. Com discurso afinado com o Planalto, diz que combate "cartilha de Lenin"e defende valores cristãos

"O meu interesse financeiro na política é zero. Não quero nenhum centavo. Tenho minhas atividades empresariais

O advogado Luís Felipe Belmonte é um dos nomes fortes do novo partido do presidente Jair Bolsonaro, o Aliança pelo Brasil. O político do DF participa da gestação da legenda, que precisa ser oficializada, e ganhou lugar de destaque no cenário nacional nos últimos dias. Depois de passar mais de 8 anos e meio na Inglaterra, Belmonte voltou ao Brasil recentemente e se lançou direto na política com ascensão rápida ao centro do poder.

Com patrimônio declarado nas eleições do ano passado em R$ 65 milhões, ele disputou o pleito como suplente de Izalci Lucas (PSDB), que se elegeu ao Senado. A mulher dele, Paula Belmonte (Cidadania-DF), também foi candidata e conquistou uma vaga na Câmara.

Em entrevista ao Correio, ele diz que entrou na política também porque sentia ter uma dívida social com o Brasil e pela vontade de realizar um trabalho a favor das crianças. “Talvez o bom senso recomendasse que deveria cuidar da minha vida. O meu interesse financeiro na política é zero. Não quero nenhum centavo”, disse.

Cotado para dirigir a nova sigla no DF, Belmonte se mostra alinhado com Bolsonaro nos valores professados pelo presidente.  A defesa da família, dos valores cristãos e a luta contra ideais, segundo ele, do Foro de São Paulo, são prioridade. “Têm determinados princípios e conceitos, chamados judaico-cristãos, que nós honramos e achamos que devem ser respeitados. Afinal, se respeitamos as opções de outras pessoas, elas devem respeitar as nossas”, afirma.

O senhor morou na Inglaterra por muito tempo. O que o fez voltar? Tinha nascido nosso quinto filho e queríamos trazê-los para cá, para ter contato com a cultura brasileira. A segunda razão é que estávamos muito empolgados em  criar um instituto para cuidar de crianças, fazer um trabalho social e tirar meninos da rua. Além disso, víamos um vento novo de defesa da família e da moralidade. Havia um sentimento de patriotismo. Nós tínhamos uma dívida social com o Brasil.

E por que já entrar na política? Quando olhamos a situação dessas crianças em locais como o Sol Nascente, vimos que o problema era muito mais grave. Entendemos que o meio da política seria o mais eficaz para tentar resolver as questões. Qualquer outro meio seria paliativo.

Na última eleição, o senhor deu apoio financeiro (R$ 3,9 milhões) para mais de 30 candidatos, qual foi o critério e a motivação? A convicção de que não se faz nada sozinho. É preciso formar um grupo. Nós nunca tínhamos tido uma atividade eleitoral. A primeira coisa a se fazer era formar um grupo e começarmos a fazer contatos. Uma das condições era de que não apoiaríamos quem tivesse mandato. Fizemos um sistema de entrevista para entender o que as motivava. Não busco a nova política, mas a política de raiz, da Grécia, que era cuidar da polis, da cidade. Assim, selecionamos pessoas que acreditávamos estar imbuídas desses mesmos ideais.

Pensando como empresário, dedicar-se à política atrapalha os negócios? Se fosse meramente pela situação que vivo hoje, não teria qualquer motivação ou vontade de entrar na política. Tenho minha vida profissional bem resolvida. Temos o suficiente para uma vida bem confortável. Tudo indicava que eu devesse me dedicar à família e às minhas atividades. Talvez o bom senso recomendasse que deveria cuidar da minha vida. O meu interesse financeiro na política é zero. Tenho minhas atividades empresariais. Acho  importante um conceito de Margaret Thatcher de que o dinheiro é público e deve ser muito bem usado, com transparência.

Quando alguém com patrimônio entra na política, há  o receio de que o dinheiro possa influenciar o resultado ou a chance de abuso do poder econômico. O senhor não teme ser visto assim? Não. Primeiro porque não tenho tanto dinheiro quanto as pessoas acham que tenho. Apenas o suficiente para viver bem. Na eleição, todos os valores que usei foram dentro dos limites legais. Qualquer pessoa que tivesse disponibilidade entraria em igualdade comigo. Claro que a pessoa com mais recursos tem mais facilidade, mas, por isso mesmo, a Justiça estabeleceu os limites.

Como o senhor tem acompanhado o trabalho da sua mulher, a deputada federal Paula Belmonte? Estou tendo que dividir o tempo com a dedicação dela à sociedade. O tempo que temos para lazer e filhos e fazer coisas que a gente quer é menor, mas é em prol de uma causa nobre. A Paula é uma pessoa sincera, leal e que tem um compromisso efetivo com a palavra dela. Ela não precisa prometer nada porque realmente se empenha. É da natureza dela. E ela tem tido resultados extraordinários, uma participação muito elogiada na CPI do BNDES, com resultados concretos, o que é raro numa CPI. Ela conquistou uma harmonia muito grande com os colegas de parlamento. Recebeu alguns reconhecimentos, como ter sido eleita a melhor parlamentar do DF.

Como se deu a aproximação do senhor com Bolsonaro? Por intermédio de uma amiga, fui apresentado à Karina Kufa, advogada do presidente. Nas primeiras conversas, tivemos muita afinidade, porque temos as mesmas propostas, as mesmas formas de agir. Quando surgiu a crise do PSL, ela comentou que o presidente estava desconfortável porque queria a auditoria nas contas. Ele achava importante saber quem fez o quê e quem era responsável. Nesse tempo, também chegou o Admar Gonzaga, ex-ministro do TSE, e nós começamos a pensar em soluções para aquela situação partidária. Entendemos que o melhor seria que ele criasse um partido.  Verificamos que faltava uma sigla de natureza conservadora, que preservasse os valores de família, da tradição cristã.

O senhor falou sobre valores do presidente. Compartilha os mesmos que ele? Compartilho dos valores cristãos, de honestidade, de defesa da família. Também sou a favor da oportunidade de que as crianças possam ser crianças e defendo o combate à ideologia de gênero. Até porque isso é um problema que afeta 0,01% das crianças, não é justo botar na cabeça das outras um problema que elas não têm. Também compartilho o combate às práticas do Foro de São Paulo e da cartilha de Lenin.

Mas não há algo que o senhor não concorde. A questão do armamento, por exemplo... Nunca usei, não uso e não pretendo usarem armas, mas sou absolutamente contra proibir as pessoas de usar. Eu tenho uma fazenda. Ela foi assaltada por pessoas fortemente armadas e nós não tínhamos como nos defender. Elas chegaram com a certeza de que todo mundo estava desarmado. No mínimo, o bandido deve ter dúvida. A questão do desarmamento foi discutida em 2005 e, de 2006 para frente, o índice de criminalidade aumentou muito. Quando você vai à cartilha de Lenin, está lá: “Desarme o povo. Assim, ele não reagirá quando a revolução for implantada”. Então, é claro que nós temos de combater esse tipo de preceito.

O senhor fala em Foro de São Paulo e da cartilha de Lenin. Acredita que existem mesmo no Brasil pessoas imbuídas em colocar esses ideais em prática? Isso foi aplicado no Brasil há  14 anos rigorosamente. As atas do Foro de São Paulo estão disponíveis. Isso é uma coisa clara. Começaram a esconder recentemente porque a coisa começou a ficar visível. Envolvia inclusive o controle dos meios de comunicação.  Talvez, se tivessem tido êxito, você não estaria nem libertos para me entrevistar. Não é uma questão se acredito. Apenas constatei a aplicação, a tentativa de aplicação disso em diversos setores. “Dê liberdade sexual à juventude, destrua seus valores morais”. Era o que estava sendo feito. E ainda tinha o nome de arte. Não concordamos com isso. Têm determinados princípios e conceitos, chamados judaico-cristãos, que nós honramos e achamos que devem ser respeitados.

Como o senhor avalia o governo Bolsonaro até agora? Extraordinário. Não vou dizer que tudo seja perfeito porque seria exigir demais de um ser humano. Ele tem uma visão, um objetivo muito claro. Tem um senso estratégico bem definido, um planejamento bem-feito e uma execução de qualidade. Tivemos uma redução da taxa Selic que vai a 4,5% em dezembro com a previsão de chegar a 4. Isso significa que o capital especulativo passou a ser capital produtivo. Isso significa geração de emprego e possibilita acesso ao crédito para o consumidor. A inflação está sob controle. Houve uma redução fortíssima dos índices de criminalidade. O trabalho do ministro (da Justiça) Sergio Moro é extraordinário, à altura do que ele fez antes. O ministro Tarcísio (Gomes de Freitas), na infraestrutura, está fazendo um trabalho extraordinário. Há 30 mil obras no Brasil e, só este ano, foram 126 concluídas, por um único motivo: porque não teve roubalheira. O presidente conseguiu aprovar a Reforma da Previdência, ninguém fazia e ele conseguiu. Tenho falado que o problema do Brasil não é tanto desmatamento, mas o “desmamento”, porque muita gente se valia de benefícios do Estado e o governo está tratando essas pessoas de forma republicana. Estou confiante de que o ano que vem será de grande progresso, porque o governo estará trabalhando com o orçamento produzido por ele.

Quais os planos para o partido no DF? Primeiro, vamos criar comissões provisórias em cada estado porque hoje o partido precisa da coleta de assinaturas e isso demanda um certo trabalho braçal. Tem de se ter muita cautela, com pessoas de confiança para evitar boicotes. Haverá, então, primeiro um presidente dessa comissão provisória e, só depois do registro, o presidente do partido de fato. No DF, temos lideranças como a deputada Bia Kicis. Há algumas outras pessoas que querem participar desse trabalho. Então, debateremos quem assumirá a presidência de forma harmônica.

Como está a relação com o senador Izalci Lucas (PSDB), de quem o senhor é suplente? É uma relação excelente. Uma pessoa que admiro muito. Grande trabalhador. Pessoa muito preparada e que tem muito a ensinar na política. Ele me acolheu no PSDB. Saí porque precisava participar da criação do novo partido, precisava não estar filiado a nenhum outro. Isso foi conversado com ele, com respeito.

Há a possibilidade de acordo para que o senhor assuma o Senado? Isso é uma consequência natural, mas não é algo que tenho como ansiedade.

O que o senhor acha do desempenho do governador Ibaneis Rocha? Eu lhe confesso que não tenho acompanhado tanto. Até porque me envolvi com o Congresso, com a Paula e outros amigos. A percepção que tenho é que ele montou uma equipe de alta qualidade. São pessoas que demonstram muita capacidade. Isso, para a cidade, é muito bom. É um acerto por parte dele. Há alguns reclames da sociedade com relação a metas que não foram ainda atingidas, uma deficiência no aspecto da saúde bastante gritante. Sei que não há possibilidade de, num curto tempo, solucionar tudo. Também enxergo a necessidade de alguns ajustes na área de educação. Mas sou entusiasta da militarização das escolas, porque precisamos garantir segurança, disciplina, respeito aos professores e aos alunos. O transporte público também não está no patamar que se pretende. Faço uma avaliação boa, apesar dessas questões e de algumas divergências pontuais.

Quais divergências? Sou liberal, a favor do estado mínimo, mas discordo de algumas privatizações, como a da Caesb. Isso precisa ser pensado. É uma área muito estratégica, com muitas restrições. Na campanha, também vi muito a situação dos profissionais da segurança, policiais militares, civis e bombeiros. Vi a realidade deles e pessoas com necessidades gravíssimas. Essas pessoas precisam ter tranquilidade porque cuidam de uma área nevrálgica. Queria muito que o governador desse uma atenção muito especial.

Por Alexandre de Paula - Correio Braziliense

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29nov/190

Sofrimento e dor, marcam derrubada no Capãozinho em Brazlândia

A cidade de Brazlândia amanheceu na manhã dessa sexta-feira (29) com máquinas e servidores da GDF na região do Capãozinho na área rural da cidade com ordem de demolições sem aviso prévio.

Os moradores foram pegos de surpresa e até o administrador da cidade Jesiel Costa alegou desconhecer a operação que trouxe choro, tristeza e desespero aos moradores que tiveram suas casas demolidas.

 

No ato das demolições os moradores exigiram a presença dos representantes políticos da região e até do governador Ibaneis Rocha que no período eleitoral garantiu que não iria ter derrubadas de casa de pessoas mais humildes em seu governo.

O blogdogbu estará acompanhando o desenrolar de tudo e manterá os nossos leitores informados.

 

Redação

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25nov/190

Adiando problema

Ao menos cinco deputados distritais torcem muito para que 2019 acabe logo. Afinal de contas, estão sendo investigados e logo serão alvos de holofotes. Pelo visto, em 2020 teremos fortes emoções na Câmara Legislativa do Distrito Federal. Enquanto isso, os suplentes rezam…
donnysilva
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25nov/190

Namorado pede a mão do deputado Fábio Felix em casamento

 

O deputado distrital Fábio Felix teve neste domingo (24), um dia muito especial. Ele foi surpreendido com um pedido de casamento pelo namorado, o jovem Leonardo Domiciano.

Em seu primeiro mandato, o parlamentar do PSOL, foi eleito o primeiro LGBT assumido com mais de 10 mil votos.

Felix postou o momento do pedido nas redes sociais e claro que a resposta foi SIM. O post recebeu muitos comentários de parabéns e elogios ao casal.

Confira:

 

*com informações do Gay1

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25nov/190

Com vitória apertada, Lacalle derrota a esquerda, no poder há 15 anos

Com 100% dos votos apurados, futuro presidente livra o Uruguai do domínio da Frente Ampla

O advogado Luis Lacalle Pou, candidato do Partido Nacional, põe fim a quinze anos de domínio da esquerda no Uruguai, nas eleições presidenciais disputadas em segundo turno. Com 100% dos votos apurados, Lacalle somava 48,7% do total, contra 47,5% do governista Daniel Martínez, da Frente Ampla, confirmando pesquisas de boca de urna divulgadas logo após o encerramento da votação.

Alegando a lei eleitoral uruguaia, as autoridades diferença reduzia a impede de proclamar o resultado final. Mais cedo, as pesquisas de boca de urna indicavam vitória apertada de Lacalle Pou. O instituto Cifra apontou Lacalle Pou com 49%, contra 47% de Martínez, enquanto o Opción registrava 48,8% contyra 47,2% e o Factum cravou empate em 48,2%. O mandato do atual presidente, Tabaré Vázquez, termina em janeiro.

No primeiro turno, Lacalle Pou obteve menos votos que Matínez, mas as pesquisas já indicavam sua vitória contra a esquerda no segundo turno das eleições presidenciais do Uruguai.

Lacalle obteve apoio do liberal Ernesto Talvi e do nacionalista Guido Manini Ríos, os dois candidatos derrotados mais bem votados no primeiro turno.

Diáriodopoder

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23nov/190

Política: Iolando deverá receber apoio de Benicio Tavares em 2022

O distrital Iolando Almeida certamente vem buscando formas para não errar na busca da reeleição em 2022.

Dentro de Brazlândia o parlamentar está surfando sozinho no mar eleitoral da cidade, até porque até esse momento não surgiu um adversário competitivo que possa atrapalhar seu sonho de renovar o mandato daqui a três anos.

Benício Tavares não será candidato

A onda favorável ao distrital Iolando Almeida aumentou depois que Benício Tavares deixou claro que não disputará mais eleição e que vem mantendo uma relação de futuro entendimento com o parlamentar de Brazlândia.

Entre os aliados de Benicio Tavares tem aqueles que entendem que a dobradinha é pela causa da Pessoa com deficiência;"A união do Iolando Almeida e do Benício Tavares é um avanço para a luta da pessoa com deficiência", declarou, Maria Auxiliadora ao blogdogbu.

 

Redação

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23nov/190

MDB-DF realiza convenção e elege os presidentes dos Núcleos da Mulher e Juventude

 

O MDB-DF realiza convenção e elege os presidentes dos núcleos da mulher e juventude

Nesta semana, foi realizada a Convenção Estadual do MDB-DF, em que Ericka Filippelli foi eleita novamente como presidente do MDB MULHER. Na juventude emedebista, Leonardo Resende assume o posto como presidente do primeiro diretório do MDB JOVEM da capital. O evento contou com a presença de vários integrantes de partido, além do presidente do MDB local e da Câmara legislativa do DF, o deputado distrital Rafael Prudente; o presidente de honra, Tadeu Filippelli; e o deputado distrital e emedebista, Hermeto.

Com a proposta de renovação e de fortalecimento do partido, o presidente Rafael Prudente aproveitou a ocasião para anunciar uma grande campanha de filiação e outros projetos programados para o próximo ano.

“Precisamos levar o MDB aos quatro cantos do Distrito Federal. O papel das mulheres e da juventude é extremamente importante. Vamos nos manter unidos e engajados num só objetivo, que é fortalecer o nosso partido cada vez mais.” disse.

Um grande evento para a cerimônia de posse dos novos eleitos está marcado para a próxima quarta- feira, dia 27 de novembro.

Assessoria de Comunicação do MDB

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23nov/190

Saúde: Novembro azul chama atenção dos homens para a sua saúde

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