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Editorial: A quantas andam o cenário político na cidade?

Por Alessandro Ribeiro

É sempre bom termos em nossa cidade o ar de renovação e otimismo. Toda via, esta renovação não se pode confundir com conclusões precipitadas, pois é como diz o ditado “nem tudo que reluz é ouro”, nada mais cristalino que o tempo para darmos algum “pitaco” ou sacrificar A ou B.

Brasília tem 24 parlamentares na Câmara Legislativa do DF e é de competência de cada parlamentar de zelar de nossa cidade bem como as demais, uma vez que eles são deputados do Distrito Federal e tem por obrigação de assistir as mais de 30 RA’s.

É natural que o parlamentar da cidade seja o mais cobrado, por ser morador da cidade e, subentende-se, que ele sabe a realidade de sua cidade. Entretanto o que chega ser “usar de má fé” é o fato de os assessores de vários parlamentares presentes na cidade, que ganham superbem, não fazerem o devido papel de “dar a cara pra bater”, ou seja, promover encontros, reuniões e/ou audiências públicas para colherem demandas da comunidade. Desta forma dar satisfação à comunidade da forma qual o mandado de A ou B está beneficiando a cidade.

Portanto, o que se vê e percebe é o sentimento de que se o povo quer saber como o Deputado X e Y está trabalhando vá a Câmara ou Acesse o portal da CLDF e veja você mesmo com seus próprios meios.
E a pergunta que não quer calar: será que Brazlândia só serve para compor a somatória de votos?

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