17jul/180

Para Filippelli, saída de Frejat “traz grande prejuízo” às eleições

O grupo formado pelo PR, MDB, DEM, Avante e PP busca uma alternativa para continuar na corrida pelo Governo do Distrito Federal (GDF)

Michael Melo/Metrópoles

Filippelli é um dos articuladores da chapa da qual o ex-secretário de Saúde desistiu. Para o emedebista, agora é um momento “de reflexão e interlocução com os demais parceiros que estavam solidários ao projeto”.

O grupo formado pelo PR, MDB, DEM, Avante e PP busca uma alternativa para continuar na campanha. “Na medida em que as discussões forem evoluindo, todos serão informados do andamento”, afirmou.

Frejat comunicou na manhã desta terça ao presidente nacional do PR, Valdemar Costa Neto, sua decisão de desistir definitivamente da pré-candidatura ao Governo do Distrito Federal (GDF). Metropóles.

 

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17jul/180

Órfãos de Frejat se reúnem em almoço e buscam nova composição

Aliados da chapa que era encabeçada pelo ex-secretário de Saúde decidem se lançam novo pré-candidato ao GDF. Fraga é cotado

Caio Barbieri/Metrópoles

CAIO BARBIERI/METRÓPOLES

Por volta das 13h desta terça-feira (17/7), os deputados federais Alberto Fraga (DEM) e Rôney Nemer (PP); o presidente do Avante no DF, Paco Britto; o presidente do MDB Tadeu Filippelli; o ex-deputado distrital Benício Tavares (MDB) e outros aliados se encontraram em um restaurante luxuoso da cidade.

O menu do almoço, em uma sala reservada do Figueira da Villa, na Vila Planalto, tinha como prato principal a sucessão de Frejat na chapa. O nome mais cotado é o de Alberto Fraga (DEM), que figura como pré-candidato ao Senado na coalizão.

Integrantes do grupo afirmaram que não vão se separar mesmo com a saída do ex-secretário de Saúde.

“Ratificamos a união e o fortalecimento do grupo formado por MDB, PP, DEM, Avante e PHS”, disse  Paco Britto ao Metrópoles.

Desistência

Frejat revelou à coluna Grande Angular que comunicou nesta manhã ao presidente nacional do PR, Valdemar Costa Neto, sua decisão de desistir definitivamente da pré-candidatura ao GDF.

“Não sou Dom Pedro. Diante de tudo o que encontrei, digo ao povo que não fico. Não estou disposto a concorrer ao Governo nestas condições”, afirmou.

O médico disse que Valdemar ainda tentou argumentar e demovê-lo da ideia de desistência, mas a investida não surtiu efeito. “As pressões são muito grandes. Se não tenho condição de tomar as decisões sobre minha própria candidatura, não há sentido em continuar”, alegou. Metropoles.

 

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17jul/180

Frejat desiste de candidatura: “Digo ao povo que não fico”

O ex-secretário de Saúde Jofran Frejat (PR) revelou à coluna que comunicou nesta manhã de terça-feira (17/7) ao presidente nacional do partido, Valdemar Costa Neto, sua decisão de desistir definitivamente da pré-candidatura ao Governo do Distrito Federal (GDF).

“Não sou Dom Pedro. Diante de tudo o que encontrei, digo ao povo que não fico. Não estou disposto a concorrer ao Governo nestas condições”, afirmou Frejat.

O médico disse que Valdemar ainda tentou argumentar e demovê-lo da ideia de desistência, mas a investida não surtiu efeito. “As pressões são muito grandes. Se não tenho condição de tomar as decisões sobre minha própria candidatura, não há sentido em continuar”, alegou.

Frejat telefonou para todos os integrantes dos partidos que compõem sua coalizão e comunicou a decisão. Ele está, neste momento, reunido com Rogério Rosso, presidente do PSD no DF e deputado federal.

Rosso se coloca como uma alternativa a Frejat na corrida ao Buriti. Metropóles

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17jul/180

Candidatura de Rosso é certa

Resultado de imagem para rosso deputado
A desistência de Jofran Frejat (PR) ao Palácio do Buriti é certa a candidatura do deputado Rogério Rosso (PSD) ao governo. Tudo isso com apoio e mentoria  de Frejat  Algumas conjunturas  - Wanderley Tavares de vice  - É certo que Rosso abadona a candidatura de Izalci...
fonte: blogdoodir
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16jul/180

Frejat afirma que não fez qualquer convite para Ibaneis

Segundo o jornalista e radialista Ricardo Noronha, Frejat afirmou minutos atrás o seguinte: “Tenho respeito pelo Ibaneis, mas até o momento não fiz qualquer convite para ele”. A semana promete…

 

Fonte: Donny Silva

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16jul/180

PF Avança Em Inquérito Da Panatenaico Sobre Obras Do Setor Habitacional Jardins Mangueiral E Centrad

ANA MARIA CAMPOS

 

 

Após deflagrar duas fases da Operação Panatenaico para investigar o superfaturamento das obras do Estádio Nacional Mané Garrincha e do BRT Sul, a Polícia Federal mira desvios na construção do Centro Administrativo de Brasília (Centrad) e de 8 mil unidades residenciais no Setor Habitacional Jardins Mangueiral, projetos inaugurados em governos anteriores. Delegada responsável pelos inquéritos, Fernanda Costa de Oliveira enviou ao GDF pedidos de informações sobre os processos licitatórios dos empreendimentos. O prazo para a resposta sobre o Mangueiral é curto: cinco dias. A menos de três meses das eleições, o aprofundamento das investigações pode mover peças do jogo pela sucessão ao Palácio do Buriti, pois envolve importantes lideranças políticas do Distrito Federal.

Em um dos ofícios, a Polícia Federal requisitou a íntegra das propostas das demais empresas licitantes da concorrência pelo Jardins Mangueiral, primeira parceria público-privada habitacional do Brasil. A delegada pede, ainda, as avaliações que embasaram a destinação do valor de R$ 34,1 milhões às áreas comerciais, estimado na proposta das empresas vencedoras; as planilhas orçamentárias descritivas do montante de R$ 424 milhões indicado para a construção das unidades residenciais e de infraestrutura; a descrição do uso dos R$ 47 milhões investidos na manutenção das áreas públicas do empreendimento; e as listagens dos desembolsos de entes financiadores, como o Banco de Brasília (BRB) e a Caixa Econômica Federal (CEF). A requisição de informações sobre Jardins Mangueiral saiu da PF em 25 de junho e o prazo para resposta termina nesta semana.

O inquérito policial é embasado por delações de executivos da Odebrecht à Força Tarefa da Lava-Jato. Em delação premiada homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e divulgada em 2017, Paul Elie Altit apontou o suposto pagamento de propina a agentes públicos do GDF para que a empresa ficasse à frente da construção das unidades habitacionais em São Sebastião. A licitação aconteceu em 2008, na gestão do ex-governador José Roberto Arruda (PR), e teve como vencedores a Odebrecht Realizações Imobiliárias e o Consórcio Vida Nova – grupo formado pela Silco Engenharia, Cidade Jardins Incorporação, Vilela e Carvalho, Soltec, Emplavi e Geológica Consultoria Ambiental.

De acordo com Paul Altit, para viabilizar o empreendimento, Arruda exigiu R$ 8 milhões, por meio de um intermediário. O empresário da Soltec e ex-presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do DF (Sinduscon) Adalberto Valadão seria o responsável pela interlocução. Aos procuradores, o executivo da Odebrecht entregou comprovantes de pagamentos nos valores de R$ 318 mil e R$ 180 mil. “Esses pagamentos solicitados por Arruda tiveram como contrapartida específica o bom desenvolvimento do projeto, sem qualquer entrave”, contou.

Na gestão seguinte, o então secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Geraldo Magela (PT), também teria obtido vantagens com as obras. Segundo Paul Elie, a Odebrecht doou à campanha do petista ao Senado, em 2014, R$ 1,4 milhão – parte repassada por meio de Adalberto Valadão e parte com recursos não contabilizados, em espécie. “Ele nunca disse ‘me dê dinheiro para campanha, que vou dar as 50 mil unidades’. Mas havia o entendimento implícito de que, com isso, conseguiríamos uma relação mais próxima para anos vindouros”, contou Paul Altit, se referindo à possibilidade de a Odebrecht e o GDF replicarem o modelo de PPP em outros projetos habitacionais.

 

A delegada Fernanda Costa foi responsável por duas etapas da Operação Panatenaico. Na primeira, houve prisões dos ex-governadores Agnelo Queiroz e José Roberto Arruda e do ex-vice-governador Tadeu Filippelli, além de buscas e apreensões nas casas desses políticos. Na segunda fase, ela chegou a representar com pedido de prisão dos mesmos alvos, mas a Justiça concedeu apenas novos mandados de buscas.

Obra bilionária

Com custo de R$ 1 bilhão, o Centrad também foi usado para ratear propina, garantiram executivos da Odebrecht. Em delação premiada, João Antônio Pacífico afirmou que negociou R$ 15 milhões em valores indevidos com o ex-governador Agnelo Queiroz (PT) e o ex-vice Tadeu Filippelli (MDB) para agilizar o processo de ocupação do empreendimento.

Intermediadas pelo ex-secretário de Desenvolvimento Econômico Hermano Carvalho, as tratativas buscavam arrecadar recursos para a reeleição da dupla, conforme o delator. Pacífico afirmou ter indicado o funcionário Ricardo Ferraz para participar das negociações. Conforme documentação entregue à força-tarefa da Lava-Jato, Ferraz e Hermano trocaram dez telefonemas, entre 19 de agosto e 22 de setembro de 2014.

De acordo com as declarações, havia um cronograma de liberação de recursos. Após a entrega da primeira fase das obras e do início das contraprestações fixas, Agnelo receberia R$ 1 milhão e Filippelli, R$ 2 milhões, por exemplo. Quando o GDF aprovasse um aditivo para incluir a compra de mobiliário, o petista embolsaria mais R$ 1 milhão. Casa o governo assinasse aditivo para ampliar o alcance do contrato, com a inclusão de serviços para a operação, Filippelli garantiria R$ 1 milhão e a dupla ganharia mais R$ 2,5 milhões. A aprovação do reequilíbrio econômico-financeiro do contrato, prevendo o pagamento pela defasagem do índice de reajuste, renderia R$ 2,5 milhões a Agnelo Queiroz.

 

No último dia de seu mandato como governador, Agnelo liberou o habite-se, mas a autorização para a ocupação foi depois questionada pelo Ministério Público do DF e suspensa pela Justiça. Por isso, o espaço segue vazio. Uma comissão administrativa do governo avalia a possibilidade de declarar nulo o contrato, viabilizando, assim, o uso do local.

“Delações vazias”

Ao Correio, Luis Henrique Machado, advogado de Arruda, declarou que as delações são “vazias e sem amparo em provas”. “Oportunamente, a defesa demonstrará, em juízo, as contradições e as inverdades ditas de forma irresponsável motivadas pelo propósito de obter o benefício da delação”, disse. Alexandre Queiroz, defensor de Filippelli, alegou que não teve acesso aos autos do inquérito e, portanto, não se manifestaria.

Paulo Guimarães, advogado de Agnelo Queiroz, disse que a defesa já externou diversas vezes que as acusações não procedem e destacou que há contradições entre as versões prestadas pelos executivos que fizeram a delação premiada.

Ex-secretário de Habitação, Geraldo Magela garantiu que “recebeu do PT recursos provenientes de subsidiárias da Odebrecht somente em Caixa 1”. “As contas foram prestadas e aprovadas pela Justiça Eleitoral. A investigação será positiva para esclarecer a situação”, pontuou.

Fonte: Correio Braziliense
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16jul/180

Favorito Frejat rompe com Arruda e ameaçar abandonar campanha no DF

Arruda envolveu até Alckmin e Perillo para tentar impor seu vice

Frejat cancelou sua agenda e mandou dizer que na terça decide se continuará pré-candidato.

O candidato favorito ao governo do Distrito Federal, Jofran Frejat (PR), decidiu romper com o ex-governador José Roberto Arruda, por suas tentativas de assumir o controle da campanha, e chegou a desistir de disputar a eleição de outubro, mas acabou por suspender a decisão para refletir mais e anunciar na próxima terça-feira (17) se seguirá com o projeto.

Arruda ignorou o acordo de Frejat com o MDB para indicação do seu vice, e tentou emplacar seu mais recente candidato ao posto: o tucano Izalci Lucas. Para isso, Arruda usou o pré-candidato do PSDB a presidente, Geraldo Alckmin, por meio do coordenador de sua campanha, Marconi Perillo, governador de Goiás, para constranger Frejat a aceitar Izalci.

Essa manobra de Arruda representou a “gota d’água”, levando Frejat à decisão de romper com ele em definitivo. Afastado do cargo pela Operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal, o ex-governador continua tendo forte participação política.

Arruda tentou inicialmente indicar como vice de Frejat sua própria mulher, Flávia, mas o pré-candidato não aceitou porque já havia fechado entendimento para que o MDB o indique. O presidente do partido no DF, Tadeu Fillippeli, apontou seu aliado deputado Rônei Nemer, mas Frejat prefere um nome que não esteja envolvido em denúncias e investigações.

A reação de Frejat ocorre ao final de um longo processo de choques com Arruda que, inicialmente, nem sequer queria sua candidatura, até porque alimentava, e ainda alimenta, a esperança de vir a ser ele o candidato a governador. Arruda espera que a Justiça autorize o registro da candidatura presidencial de Lula, abrindo precedente para o seu caso.

Agenda cancelada

Jofran Frejat cancelou sua participação em eventos agendados para este fim de semana, nos quais foi representado pela irmã Adélia, e disse a aliados que na próxima terça-feira (17) decidirá de leva adiante sua candidatura. Ele está muito irritado.

Arruda acha que um acordo com Izalci garantiria os votos tucanos, mas, com desempenho modesto nas pesquisas (4,9% no mais recente levantamento Paraná Pesquisa para o Diário do Poder), o comando da campanha que lidera as pesquisas acha que a vice seria um custo alto demais em troca desse apoio.

Frejat já tem vice referido

Ninguém parece disposto a deixar Frejat à vontade para escolher o próprio vice. Se ele precisasse definir o vice neste momento o escolhido certamente seria Fernando Leite, ex-presidente da Caesb, filiado ao MDB e um dos melhores quadros técnicos do seu grupo político. Leite integra a coordenação da sua campanha. Frejat já avisou que só vai aceitar fichas limpas em seu eventual governo.

O pré-candidato do PR é um político veterano que foi deputado federal e secretário de Saúde por quatro vezes e aos, 81 anos, orgulha-se da sua ficha limpa. “Não vou vender a alma ao diabo”, tem dito ele, muito espantado com o comportamento de alguns aliados. “Tem gente que não percebeu o que aconteceu com o país”, espanta-se, numa referência a políticos que até torcem por ele, mas estão enrolados em investigações e processos criminais. Blogdoclaudiohumberto

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12jul/180

Eliana Ataca Proibições E Sai Em Defesa Dos Servidores Públicos

Eliana Pedrosa, pré-candidata ao Governo do Distrito Federal,  esteve com a bancada do PROS no final da tarde desta quarta-feira  (11) quando protocolou pedido contra a aprovação artigo da nova LDO que proíbe reajustes aos servidores públicos, realização de novos concursos, e nomeação de aprovados. No Distrito Federal, Eliana é reconhecida defensora dos servidores públicos.

 

FONTE: Blogdonnysilva

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29jun/180

Brazlândia: Empresário deixa pré- candidato e abandono começa á 100 dias da eleição

Aliados do empresário Zé Carlos do Gás, começam a abandonar a pré- campanha de Iolando Almeida depois do rompimento entre os dois


O lider politico e empresarial, Zé Carlos do Gás, principal opositor ao distrital Juarezão na região de Brazlândia, decidiu que não vai mais caminhar e nem apoiar o pré- candidato Iolando Almeida.

A decisão do empresário vem causando um tremendo abandono a pré- candidatura de Iolando Almeida na pacata cidade de Brazlândia e em algumas cidades do DF. Procurado pelo o blogdogbu o popular Zé Carlos declarou que não tem volta na sua tomada de decisão;" Vou ligar, mandar mensagem e avisar para todos aqueles que estão apoiando o Iolando a meu pedido que não faço mais parte desse projeto em Brazlândia.", declarou Zé Carlos ao gbu.

 

 

fonte: Redação

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28jun/180

Ministros do Supremo devem manter Lula preso por 6×5 votos

O ex-presidente foi preso na Lava Jato em abril. Foto: ABr

Animou os petistas, em relação à pretendida soltura do presidiário Luiz Inácio Lula da Silva, as mais recentes decisões da Segunda Turma, mas estimativas de juristas experientes, com atuação em tribunais superiores, ouvidos pela coluna, apontam placar apertado, mas desfavorável ao ex-presidente, no Supremo Tribunal Federal: 6×5 votos. A tendência é manter decisões anteriores relativas ao caso. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Os petistas não se animaram à toa: a Segunda Turma inocentou Gleisi Hoffmann e livrou da cadeia o ex-ministro José Dirceu.

A Turma também anulou a busca e apreensão de provas contra Paulo Bernardo, o “PB”, acusado de roubar os endividados dos consignados.

Animou lulistas o voto de Dias Toffoli sobre “plausibilidade jurídica” no questionamento da dosimetria de Dirceu. Mas isso não se aplica a Lula.

É forte a chance de o plenário do STF nem examinar isso em agosto. É que já o fez ao negar habeas corpus que tentou adiar a prisão de Lula. Diáriodopoder.

 

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27jun/180

STF teme que ‘trio ternura’ da Segunda Turma desconstrua a Lava Jato

Ministros do STF Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes

O temor de ministros do Supremo Tribunal Federal, manifestado em conversas reservadas, é que a sua Segunda Turma esteja determinada a “desconstruir” a Lava Jato, por meio da suspensão de sentenças, como no caso do ex-ministro José Dirceu, ou através de medidas que enfraquecem a acusação do Ministério Público Federal (MPF). No STF, os ministros Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes e Dias Toffoli, cujos votos sempre coincidem, são chamados jocosamente de “trio ternura”. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Em contraposição à Primeira Turma, mais rigorosa nos julgamentos, a Segunda Turma tem exarado sentenças predominantemente amenas.

Anulando a busca e apreensão na casa de Gleisi Hoffmann, a 2ª Turma enfraquece a acusação e ajuda o marido Paulo Bernardo, alvo central.

Bernardo foi preso na Operação Custo Brasil, que investiga o roubo a tomadores de empréstimo consignado. Ele seria solto por Dias Toffoli.

Segundo o MPF, a administradora roubava 1 real de cada tomador de empréstimo consignado. A pilhagem passou dos R$100 milhões.

 

fonte: Diariodopoder

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19jun/180

Terceira via: Cristovam e Rogério Rosso colocam Izalci contra a parede

Eles se encontraram na noite desta segunda-feira (18/6) para discutir sobre a instabilidade ao redor do atual cabeça de chapa do grupo

Igo Estrela/Metrópoles

A instabilidade política em torno do nome do deputado federal Izalci Lucas (PSDB) tem preocupado aliados. Ele é o pré-candidato ao Governo do Distrito Federal em uma possível chapa formada por nove partidos e precisa estar apto a disputar o pleito em outubro. Com os integrantes da terceira via tomando rumos diferentes, os líderes da coalizão – o deputado federal Rogério Rosso (PSD) e o senador Cristovam Buarque (PPS) – chamaram Izalci para uma conversa.

Durante 40 minutos, o trio conversou no gabinete de Buarque, no Senado Federal. Izalci (na foto em destaque, de blusa clara, ao lado de Rosso) descartou a possibilidade de o PSDB ficar sem presidente regional até outubro, o que deixaria a sigla fora da disputa eleitoral no DF. Hoje, o tucano é o presidente local da legenda, graças a uma determinação do comando nacional do partido, mas essa decisão é questionada por correligionários.

Os integrantes do PSDB pedem a realização de eleições internas antes de outubro. A última investida nesse sentido, do ex-deputado distrital Paulo Roriz, está em análise pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Se a eleição não for concluída ou se o partido não tiver diretório constituído até o fim do prazo para registro das chapas, o PSDB local inteiro corre o risco de não participar do pleito. Os candidatos ficam impossibilitados de fazerem o cadastro junto à Justiça Eleitoral.As explicações de Izalci convenceram Rosso e Cristovam. Eles vão esperar mais 10 dias pela decisão do TSE antes de tomarem qualquer atitude. Além disso, aguardam a divulgação de pesquisas de intenção de voto encomendadas para terem uma ideia da aceitação pelo eleitorado brasiliense dos nomes postos dentro da coalizão.

O grupo hoje é formado por PSD, PRB, PMB, PSDC, PSC, Patriota, PSL, PPS e PSDB. O nome do PRB dentro da terceira via é o de Wanderley Tavares. Ele era um dos cotados para disputar o Palácio do Buriti antes de Izalci ser escolhido.

Após declarações sobre a possibilidade de se desligar do grupo para seguir carreira solo, Tavares foi convocado para um encontro nesta terça-feira (19/6), por volta das 17h. Cristovam e Rosso querem ouvir as intenções do evangélico, estratégico para agregar votos cristãos à coalizão das nove siglas.

 

 

fonte: Metropóles

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