6abr/180

DORIA DEIXA PREFEITURA DE SP APÓS 15 MESES; VICE BRUNO COVAS ASSUME

JOÃO DORIA DEIXA PREFEITURA DE SÃO PAULO APÓS 15 MESES NO CARGO

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5abr/180

APÓS A DECISÃO DO STF, LULA ADMITE QUE ESTÁ FORA DAS ELEIÇÕES

O CLIMA TRANQUILO FOI SUBSTITUÍDO POR TENSÃO APÓS O VOTO DE ROSA WEBER

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5abr/180

CÁRMEN DESEMPATA E STF NEGA HABEAS CORPUS A LULA POR 6 X 5 VOTOS

DEFESA TENTOU IMPEDIR VOTO DE DESEMPATE DA PRESIDENTE DO STF

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5abr/180

Avante Apresenta Nominata

A atmosfera política começou a tomar conta das rodas de conversa. Já é perceptível pelos jornais e rodinhas de amigos que já estamos em ano eleitoral, principalmente para aqueles que de alguma forma estão envolvidos com as questões políticas de nossa cidade.

Neste sentido, a Executiva do partido Avante-DF realizou neste último final de semana, sua primeira reunião com os pré-candidatos a deputados distrital e a federal. O evento contou com a presença de 150 pessoas, dentre elas os pré-candidatos que já tiveram seus pedidos de inscrição homologados, suas equipes e os membros da Executiva.

Um ponto importante do encontro foi quando o Vice-Presidente Lucas Kontoyanis, responsável direto pela formação da nominata do Avante, fez o seguinte esclarecimento:

“A análise dos inscritos a distrital configura a certeza da obtenção de uma cadeira e que os pré-candidatos a federal representam uma esperançosa condição de participação em coligação para eleição de um deputado federal com baixa votação.”

Além disso, ele ainda esclareceu que no Avante existe uma regra “de não participação” de candidatos já testados nas urnas com votação superior a 10.000 (dez mil) votos. A regra é para dar uma maior oportunidade aos candidatos a deputado distrital que em outros partidos correriam o risco de não se elegerem.

“Apesar da regra estipulada da não participação de candidatos já testados acima de 10.000 votos, o Avante ainda não ultrapassou a barreira dos 6.744 obtidos na última eleição pelo candidato Mauro César, afirmou ele, que encerrou com a afirmação de que no avante a possibilidade de eleger um distrital entre 7.000 e 10.000 votos é real.”

O Secretário de relações políticas Tiago Tarsis, também responsável pela formação da nominata, discorreu sobre a estratégia para eleição dos candidatos do Avante, ressaltando a sua certeza na eleição de um distrital, podendo chegar a dois, e uma exitosa participação no pleito dos pré-candidatos a deputado federal.

O Presidente Paco Britto fez explanações a respeito do fundo eleitoral, respondeu perguntas relacionadas ao tempo de televisão, composições para presidente e dobradinhas com federais fora do partido. Normalmente as dúvidas mais comuns entre os candidatos.

Em seguida o dirigente do Avante Guilherme Campelo procedeu à leitura da Ata da Reunião da Diretoria Executiva em que foram consignadas todas as condições e acertos políticos partidário a que se submetem os pré-candidatos.

Além das questões políticas, os aspectos jurídicos de uma eleição também foram observados. O advogado Kleber Vinícius proferiu palestra sobre as condições legais para o desenvolvimento das pré-campanhas, esclarecendo diversas dúvidas.

Ao final, a reunião foi encerrada com as palavras do presidente Paco Britto, que também é membro da Executiva Nacional, ele agradeceu o trabalho da equipe a quem foi delegada a função de montar a nominata do Avante e desejou boa sorte aos novos membros.

Fonte: Policiamento Inteligente

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5abr/180

PSB de Rollemberg sai fortalecido no DF após filiações em série

O troca-troca de partidos às vésperas do fim da janela partidária favoreceu a legenda do governador

PSB/Divulgação

PSB/ Produção

Às vésperas da data-limite para a filiação partidária, as legendas no Distrito Federal passaram por grandes mudanças de composições na quarta-feira (4/4). O PSDB, por exemplo, perdeu cinco nomes históricos; o PDT filiou o deputado Cláudio Abrantes e fechou com o ex-distrital Patrício; o PRB ficou com o distrital Rodrigo Delmasso; e o PTB deu guarida a André Brandão. Mas foi o PSB, do governador Rodrigo Rollemberg, que saiu mais fortalecido do processo, pois ganhou nomes de peso para concorrer às eleições em outubro.

Aceitaram compor a nominata do PSB a ex-governadora do DF e fundadora do PSDB, Maria de Lourdes Abadia; o subsecretário de Integração de Ações Sociais do GDF, Virgílio Neto; a secretária de Esporte, Turismo e Lazer, Leila Barros; e o secretário-adjunto de Ciência e Tecnologia, Thiago Jarjour. Eles engrossam o conjunto com dois parlamentares na Câmara Legislativa: Luzia de Paula e Juarezão; além de concorrer ao lado de outros integrantes do Executivo.

Igor Tokarski, do Meio Ambiente; Roosevelt Vilela, das administrações do Park Way, Núcleo Bandeirante e Candangolândia; o Secretário das Cidades, Marcos Dantas; o subsecretário de Mobiliário Urbano e Participação Social, Marlon Costa e outros também testarão os nomes nas urnas pelo PSB. Eles, contudo, já estavam na sigla.

“Estabelecemos como estratégia fortalecer a nominata interna. A maioria das pessoas que entraram agora estão no governo desde 2015 e fazem parte de uma coerência, de quem está conosco desde o momento zero. É o caso do Jarjour e da Leila”, afirmou o presidente da legenda no DF, Tiago Coelho.

Para o cientista político Gabriel Amaral, como as novas regras para as eleições aprovadas no Congresso Nacional proíbem a doação de empresas privadas nas eleições, os partidos tornaram-se mais relevantes no processo. E o PSB ganha musculatura na dinâmica eleitoral com as filiações de quarta (4).

Segundo o especialista, quanto mais pessoas dentro do partido tiverem condição de voto para cargos proporcionais, menos refém a legenda fica de coligações. Além disso, Amaral ressalta que com menos coligações, mais garantida fica a ordem de suplência. “Quando um candidato com muitos votos vai para o partido, obviamente, ele tem mais chance de ser eleito. No entanto, também é maior a chance de a nominata fazer o coeficiente eleitoral”, afirmou o cientista político.

Amaral analisa que, pelo tamanho e pelo tempo de TV, o PSDB teria a tendência de captar mais pré-candidatos. No entanto, a disputa interna da legenda no DF tornou o cenário diferente. “Maria de Lourdes Abadia e Virgílio Neto são quadros históricos do PSDB, porém, a insatisfação com o deputado federal Izalci Lucas como presidente tornou a permanência deles inviável. Por ideologia, seria difícil eles migrarem para o PT. Talvez o MDB fosse uma boa opção. Mas como estão alinhados com o governador, o PSB tornou-se a melhor guarida”, disse.

Perdas

Embora tenha ganhado mais filiados, o PSB perdeu o subsecretário de Educação Básica, Daniel Crepaldi, que optou por se filiar ao PRB, com os distritais Delmasso e Julio Cesar. “Fui da Executiva do PSB, fiquei no partido por oito anos, mas não gostei da forma como fizeram minha substituição. Fui bem recebido no PRB e disputarei uma vaga de distrital”, afirmou Crepaldi, apesar de ter frisado não compor a Igreja Universal do Reino de Deus, a qual a legenda é ligada.

Metropóles

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4abr/180

Liliane Roriz e Joaquim Roriz Neto assinam filiação ao Pros

Assim, o Pros pode ter dois integrantes do clã Roriz a testar os nomes nas urnas em outubro. Joaquim Roriz Neto já havia acertado a ida para o partido a fim de disputar vaga de deputado federal.

Liliane, contudo, ainda é dúvida por estar inelegível – ela aguarda análise de recurso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Mas assegurou, durante a filiação, que não vai pleitear a releição. Caso possa concorrer, deve se lançar a outro cargo.

A mãe de Joaquim Roriz Neto, Jaqueline Roriz, se mantém no PMN. Agora, o Pros tem um senador da República em seus quadros, Hélio José, e duas deputadas distritais: Liliane e Telma Rufino.

Já Eliana Pedrosa, que deixou o Podemos, estuda concorrer ao GDF.

Condenação

Em abril do ano passado, Liliane foi condenada pelo TRE-DF a 4 anos, 5 meses e 8 dias de prisão em regime semiaberto, além de multa de R$ 32,4 mil – o equivalente ao valor de 60 salários mínimos em 2011.

A ação foi movida pelo Ministério Público Eleitoral. Para os promotores, Liliane Roriz ofereceu vantagens indevidas a eleitores na disputa por uma vaga na Câmara Legislativa, além de não ter declarado, na prestação de contas da campanha, despesas com apoiadores que trabalharam para ela.

Em março de 2016, Liliane foi condenada no TRE-DF pelos mesmos crimes – mas em outra ação, com novas testemunhas – e também recorreu ao TSE.

Em novembro, em decisão monocrática, o relator de um dos processos no TSE, ministro Luiz Fux, negou o recurso. Mas ainda cabe uma nova tentativa de absolvição em órgão colegiado na Corte.

Metropóles

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3abr/180

Politica: tudo indefinido nas nominatas no DF

As indecis

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2abr/180

MAIS DE 3 MIL MAGISTRADOS ASSINARAM NOTA A FAVOR DE PRISÃO EM 2ª INSTÂNCIA

ABAIXO-ASSINADO DOS JUÍZES SERÁ ENTREGUE AO STF NESTA SEGUNDA

MAGISTRADOS ENTREGAM ABAIXO-ASSINADO EM FAVOR DE PRISÃO EM 2ª INSTÂNCIA AOS MINISTROS DO STF (FOTO: CARLOS MOURA/STF)

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2abr/180

Nanicos se unem contra “estrelas” e complicam troca-troca de partidos

Legendas estão mais seletivas em relação a candidatos com mandato. A intenção é formar uma nominata com vínculos correligionários

Fabio Rodrigues Pozzebom/agência brasil

FABIO RODRIGUES POZZEBOM/AGÊNCIA BRASIL

Diferentemente de outras épocas, quando os partidos seduziam estrelas da política com intenção de potencializar o poder e a articulação, nos tempos recentes o que se vê são siglas priorizando as atenções às pequenas lideranças, sem vícios, ainda pouco conhecidas no Distrito Federal, mas com viabilidade eleitoral. De um lado, o novo cenário favorece a renovação no governo. Do outro, dificulta a vida de quem tenta manter-se no poder.

Na reta final do encerramento da janela partidária, prazo para políticos com mandato decidirem as agremiações pelas quais devem se candidatar, ou mesmo para os postulantes a cargos eletivos se filiarem a alguma legenda a fim de concorrerem a uma vaga, as siglas aumentam a resistência àqueles que procuram espaços exclusivamente para as eleições, sem identidade com a sigla, o chamado “partido de aluguel”.

Apesar da intensificação das barganhas políticas, quando pretendentes tentam convencer os caciques de que podem ser uma boa opção para os quadros daquela sigla, muitos comandantes das agremiações têm se mantido firmes em proteger os chamados novatos. Eles abrem exceções apenas para nomes capazes de levar algum tipo de benefício aos demais candidatos.Na Câmara Legislativa, pelo menos sete dos 24 deputados estão sem legenda ou querem trocar de partido. Até a data-limite estipulada pela legislação eleitoral, que é no próximo dia 7, será um cálculo atrás do outro. Tanto possíveis candidatos quanto líderes partidários ficarão mergulhados em analisar chances. Até especialistas políticos são chamados a fim de fazer previsões mais perto possível da realidade. No entanto, as contas podem ser boas para o postulante e ruins para a sigla.

O distrital Rodrigo Delmasso (Podemos), por exemplo, conforme anunciou em 6 de março, sairia da sigla. No entanto, um mês depois, o cenário pode ser diferente do idealizado por ele. O parlamentar negocia com o PHS e o PRB, mas sente resistência de ambos os partidos devido ao medo de “espantar” quem teria menos votos. O PRB, de Julio Cesar, e da Igreja Universal, não quer um filiado com mais de 10 mil votos, pois já iniciou o trabalho para eleger pré-candidatos que acompanham a legenda.

Assim, corre-se o risco de ele se manter no Podemos. No mínimo, Delmasso tem uma reclamação a menos a fazer da legenda pela qual foi eleito. Eliana Pedrosa, que presidia a agremiação, deixou o cargo e deu lugar a Ronaldo Fonseca, ex-integrante do PROS. Quando anunciou a saída do Podemos, a maior ressalva do distrital, nos bastidores, eram desavenças com a deputada.

Apesar de analisar a filiação de Delmasso e, em princípio descartá-la, o PRB perdeu Leila Barros. A secretária de Esporte, Turismo e Lazer do GDF deixou o partido nessa quinta-feira (26/3) e tem capacidade de ser bem votada. Nas últimas eleições, em 2014, conseguiu mais eleitores do que candidatos conhecidos no cenário local. Ela chegou a 11.125 votos na primeira disputa nas urnas. Teve o desempenho melhor, por exemplo, do que Luzia de Paula (PSB), com 7.428, e Raimundo Ribeiro (PPS), 10.026.

Incômodo

O potencial, no entanto, incomoda os pequenos que pretendem concorrer pelo PSB, partido do governador. Leila sinaliza a ida para a sigla e já provoca medo nos nanicos. Nos bastidores, alguns filiados já disseram: “Ela entra por uma porta e saio por outra”.

Casos como os dos deputados Raimundo Ribeiro (PPS) e Juarezão (PSB) também estão nesse impasse. O primeiro tem convite para ingressar no Partido da República (PR). No entanto, a legenda já tem três deputados com mandato – Agaciel Maia, bispo Renato e, agora, Sandra Faraj. Ou seja, dificilmente conseguiria reeleger todos os atuais mandatários. O distrital acha mais prudente procurar uma sigla que ofereça reais chances de vitória.

Juarezão teme não conseguir ser reeleito estando no PSB, mesmo partido do governador Rodrigo Rollemberg. Para conseguir novo mandato na Câmara Legislativa, vale até sondar agremiações que fazem franca oposição ao atual chefe do Buriti, como o PR, com intenção de lançar o médico Jofran Frejat como candidato ao GDF.

Mesmo com quatro mandatos na bagagem – três como distrital e o atual na Câmara dos Deputados –, o presidente do Progressistas (antigo PP), deputado federal Rôney Nemer, é um dos que erguem a bandeira do protecionismo aos postulantes novatos. “A ideia é ajudar quem está conosco e tem trabalhado para construir sua candidatura. Nosso partido decidiu apoiar essas lideranças”, disse. Segundo o parlamentar, o acordo interno é evitar o ingresso de nomes com o número de votos superior a 10 mil.

O deputado federal Rogério Rosso, presidente do PSD local, afirma que essa construção de candidatos com votação prevista entre 8 mil e 10 mil é natural dentro das siglas. “As legendas trabalham a nominata, quem se organizou ao longo desses anos, construindo nomes que não tenham mandatos, vão querer manter. Mas isso depende da estratégia de cada partido”, pontuou.

Segundo ele, o PSD já tem nominata para fazer deputado distrital, mesmo sem coligação. No entanto, a sigla trabalha para agregar. Na segunda-feira (2/4), participará de reunião com integrantes da aliança partidária. Também nesta semana decisiva, Rosso se encontrará com membros do PSDB, PTB, PRB, PSC, DC e PPS.

Infidelidade partidária

Na opinião do cientista político e consultor Aurélio Maduro, a facilidade de trocar de agremiação após garantida a eleição é um dos motivos que levam os caciques partidários a evitarem candidaturas independentes, sem ligações ideológicas com as suas respectivas bandeiras. “O que está interferindo é o fato de os donos de nomes conhecidos migrarem muito. Agora, a verba para financiamento de campanha está mais limitada ainda, e isso leva a sigla a ter de escolher bem antes de investir”, explicou.

Segundo o professor, o fato de ser a primeira eleição no DF com a vigência das novos critérios eleitorais requer mais cuidados, tanto das legendas quanto dos próprios candidatos.

É uma eleição nova no DF, então os partidos precisam ter cautela, definir a estratégia e valorizar candidatos que realmente têm a verdadeira identidade com a sigla"

Aurélio Maduro, professor e cientista político

Novas regras em vigor

Pelas novas regras aprovadas no Congresso Nacional, em alguns casos excepcionais, os candidatos podem conseguir uma vaga na carreira política mesmo sem os partidos ou coligações atingirem o quociente eleitoral. Aqueles supervotados em legendas pequenas têm uma chance a mais de garantirem o pleito.

O quociente é calculado por meio da divisão total dos votos válidos pelo número de cadeiras disponíveis. No DF, por exemplo, são eleitos 24 deputados distritais. Assim, a expectativa é de que o quociente local seja entre 60 mil e 62 mil. Para a Câmara Federal, seria de 180 mil, por serem oito vagas disponíveis.

Ou seja, somente os partidos ou coligações que chegassem a esse valor conseguiriam eleger filiados. Considerando as normas atuais, quem não atingir o quociente também pode disputar as chamadas “sobras”. Essa conta não inclui as eleições majoritárias.

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1abr/180

Rollemberg perde pelo menos 17 nomes do alto escalão para as eleições

Secretários, adjuntos, administradores e presidente de estatal deixam o Executivo até 7 de abril. Governo não tem plano de substituição

Arte/Metrópoles

ARTE/METRÓPOLES

O governador Rodrigo Rollemberg (PSB) pode perder nomes importantes, como a secretária de Planejamento, Orçamento e Gestão, Leany Lemos. Ela ainda não confirmou a saída, mas a expectativa é que deixe a pasta. Mesmo sem a certeza se disputará cargo eletivo, a secretária deve se afastar do primeiro escalão a fim de se tornar uma carta na manga do atual comandante do Buriti. Existem hoje duas possibilidades: ou Leany assume uma eventual candidatura ou é cogitada para a coordenação da campanha de Rollemberg.

Embora a assessoria do governo garanta não ter planos de substituição de nomes estratégicos, vai ter que se preparar para fazer as trocas e dar prosseguimentos a projetos. Outros chefes de áreas estratégicas da atual gestão se preparam para testar os nomes nas urnas. Secretários, adjuntos, administradores, subsecretários e presidente de estatal anunciam o desembarque do GDF nos próximos dias.A secretária de Projetos Estratégicos, Maria de Lourdes Abadia (PSDB), ainda não decidiu a qual cargo concorrerá, mas deixará o Executivo na próxima segunda-feira (2). Uma ala regional tucana defende que a ex-governadora encabece uma possível candidatura ao Palácio do Buriti ou mesmo seja acolhida na chapa de reeleição de Rollemberg, como candidata à vice-governadora. Abadia, contudo, tem resistência aos ambiciosos planos dos aliados e deve concorrer a uma vaga à Câmara dos Deputados. “Sei que serei candidata, só não defini ainda”, afirmou.

Considerado um dos mais próximos a Rollemberg, o atual secretário das Cidades, Marcos Dantas, testará a popularidade do trabalho nas urnas. Filiado ao PSB, Dantas disputará também uma cadeira de deputado federal. Da mesma pasta, outro aliado importante do governador, o subsecretário de Mobiliário Urbano e Participação Social, Marlon Costa (PSB), se desligará da função para dedicar-se ao sonho de conquistar mandato na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF).

“Tomei a decisão por desejar continuar servindo à população, como fiz quando administrador de duas cidades e secretário em três pastas diferentes. Quero fazer isso de forma ética, com reputação e confiança, características que carrego na trajetória da minha vida”, disse Dantas sobre a estreia nas eleições, embora seja militante do partido há 20 anos.

Surpresas e desistências

A secretária de Esporte, Turismo e Lazer, Leila Barros, deixou o PRB e agora busca uma sigla para se candidatar. Há uma grande probabilidade de ela fechar com o PSB de Rollemberg. No entanto, Leila analisa possibilidades. A ex-jogadora de vôlei pretende se candidatar para conquistar a titularidade de uma das 24 cadeiras da Câmara distrital, no entanto, a legenda tenta convencê-la a disputar a Federal ou o Senado.

A ex-atleta é também uma importante aliada do governador e passará a bola para Jaime Recena. Apesar de ser cotado como possível candidato, o secretário-adjunto de Turismo recuou da disposição de concorrer em outubro e deve assumir o espaço deixado por Leila.

Considerado um coringa dentro do governo, o secretário de Meio Ambiente, Igor Tokarski (PSB), começa a esvaziar as gavetas para dedicar-se exclusivamente ao desafio de conquistar uma vaga na Câmara Legislativa. O advogado foi candidato a deputado federal nas últimas eleições, em 2014, mas obteve 7.161 votos e não se elegeu.

Secretário da Criança, Aurélio Araújo (PV) é ligado ao grupo político do deputado distrital professor Israel Batista (PV), o qual tentava construir uma campanha para a Câmara dos Deputados e deixaria o espaço livre para Araújo herdar os votos. No entanto, o parlamentar ainda não cravou o futuro político, o que levará o secretário a se afastar do cargo, mas sem anunciar oficialmente uma candidatura. “Minha saída do governo é por motivos pessoais. Não serei candidato”, justifica Aurélio.

A Controladoria-geral do DF também perderá um quadro fixo. O chefe da CGDF, Henrique Ziller, tenta novamente uma vaga na CLDF. Ele se desincompatibiliza na próxima sexta-feira (6). No lugar dele, fica interinamente o controlador-geral adjunto Marcos Tadeu de Andrade.

Ex-filiado ao Partido Democrático Trabalhista (PDT), o secretário-adjunto de Ciência e Tecnologia Thiago Jarjour deixou a sigla para manter seu apoio a Rodrigo Rollemberg, quando pedetistas decidiram abandonar a base do governo. Ainda sem partido, ele sai do Executivo para concorrer a uma vaga de distrital, no dia 6 de abril, . Jarjour ocupou a Secretaria-Adjunta de Trabalho grande parte da atual gestão. “Vou manter a coerência de apoiar o governador”, adiantou Jarjour.

Presidente da Sociedade de Transportes Coletivos de Brasília (TCB), André Brandão (Podemos) deixará a gestão de ônibus urbanos em busca de um espaço próprio também na Câmara Legislativa. Até então, Brandão era o homem de confiança do deputado distrital Rodrigo Delmasso (Podemos), mas as intenções do integrante do GDF de também querer um mandato distanciou os dois ex-aliados.

Ainda sem definir o grupo político pelo qual deve seguir, Brandão tem conversado com lideranças ligadas tanto a Rollemberg quanto ao ex-governador José Roberto Arruda (PR). O gestor manteve ainda conversas com integrantes do Partido Novo.

Apesar de ocupar cargo de menor destaque em comparação aos já citados, o subsecretário de Direitos Humanos, da Secretaria do Trabalho, Rodrigo Dias (PSB), ganhou espaço dentro do governo ao deixar o papel de assessor para assumir o atual posto. Bem relacionado com a juventude e militantes da área, Dias é também aposta do PSB para conquistar uma cadeira no Legislativo local.

Com bandeira voltada às questões de gênero, a subsecretária de Política para Mulheres Raíssa Rossiter (PSB) tentará ser eleita para o cargo de deputada federal. O subsecretário de Educação Básica, Daniel Crepaldi, também comunicou aos correligionários socialistas que concorrerá à CLDF.

Nas administrações

Além dos secretários, pelo menos seis administradores deixam os postos para tentar a sorte em outubro. A maioria será aspirante a distrital. São eles: os administradores do Riacho Fundo II e da Fercal, Charles de Magalhães Araújo Júnior (Pros); do Gama, Maria Antônia Magalhães (Solidariedade);  do Park Way, Núcleo Bandeirante e Candangolândia, Roosevelt Vilela (PSB); do Lago Norte, Marcos Woortmann (Rede) e do Lago Sul, Alessandro Paiva (PSB).

Fica para a próxima

Apesar de intensas investidas para levantarem a bandeira partidária nas urnas, outros nomes estratégicos do governo decidiram adiar o início do projeto eleitoral próprio. Presidente da Companhia Urbanizadora do Distrito Federal (Novacap), Julio Menegotto (PSB) permanecerá na empresa pública e tentará conciliar a agenda pública com os compromissos políticos. Influente dentro do GDF, Menegotto integrará a coordenação da campanha para o projeto de reeleição de Rodrigo Rollemberg.

Presidente da Fundação de Apoio à Pesquisa (FAP), Tiago Coelho é também comandante do diretório regional do PSB. Apontado pelos correligionários como possível nome na disputa eleitoral de 2018, Coelho descarta a possibilidade. Segundo ele, o acordo selado no comando do PSB-DF era que o presidente eleito abrisse mão da candidatura própria. “Decidimos unir forças e lutar pelo projeto principal, que é a reeleição do governador, além de montar uma bancada forte na CLDF e na Câmara Federal”, explicou.

O nome do presidente da Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab), Gilson Paranhos, também foi cogitado por diversas frentes, mas ele negou ao Metrópoles a possibilidade de concorrer: “Temos um trabalho importante para concluir no Executivo. Não vou deixar o governo”, afirmou.

Risco de paralisação

Para o advogado eleitoral, especialista em políticas públicas e professor de ciências políticas Emerson Masullo, essas mudanças ocorrem em diversas posições do Executivo não só local, mas nacional. No entanto, em termos de políticas públicas, em cargos de livre nomeação e exoneração, quando as pessoas deixam postos-chaves é preciso repor rapidamente. “Há uma dificuldade do poder público em buscar nomes correspondentes, com competência técnica e afinidade política. Se a escolha para a reposição não for rápida, corre-se o risco de gerar uma redução ou paralisação nas atividades do governo”, analisou.

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1abr/180

Em Vicente Pires, grileiros furtam água, luz e ameaçam servidores

Relatório obtido pelo Metrópoles mostra a existência de 30 lotes irregulares na região. Com estrutura precária, muitos ameaçam desabar

Uma lista com 26 construtores irregulares que dominam as invasões de terras públicas em Vicente Pires está nas mãos da Polícia Civil e daPromotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística (Prourb) do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). Os grileiros retalharam a cidade em lotes e ergueram prédios com risco iminente para os moradores. Uma série de crimes, como ameaças contra oficiais de justiça e furtos de energia e de água, está sob investigação.

O levantamento, obtido pelo Metrópoles em primeira mão, mapeia pelo menos 30 lotes que compõem 11 chácaras invadidas na Região Administrativa, muitas delas inseridas em Áreas de Proteção Permanente (APP). Todos os pontos clandestinos receberam notificações da Agência de Fiscalização (Agefis), inclusive com ordens de demolição, mas nenhuma foi cumprida.

A lista analisada por promotores e delegados da 38ª Delegacia de Polícia (Vicente Pires) serviu como base para intensificar as apurações e dimensionar a atividade criminosa dos empreiteiros. Apenas um deles, dono de um prédio na rua 8, chácara 210, lote 2, interditado pela Defesa Civil em 27 de outubro de 2017, é investigado por delitos como estelionato, invasão de terras e furto de água. Ele foi autuado 30 vezes e recebeu 20 multas que somam R$ 123 mil. Metropóles.

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31mar/180

Motorista com suspeita de embriaguez provoca acidente com nove feridos

Um homem ficou preso às ferragens e só conseguiu ser resgatado depois de os bombeiros cortarem a lataria do veículo

PMDF/Divulgação

PMDF/DIVULGAÇÃO

Nove pessoas ficaram feridas em um acidente de trânsito entre o núcleo rural Rajadinha e o Vale do Amanhecer, por volta das 19h40 deste sábado. Segundo informações da Polícia Militar, um homem ficou presos às ferragens e só foi resgatado depois que lataria do carro foi cortada e removida.

Ainda de acordo com a PM, há suspeita de que um dos motoristas estivesse bêbado. Ele foi encaminhado para a delegacia e, posteriormente, ao Instituto Médico Legal (IML), onde passará por exames a fim de verificar se houve consumo de álcool.

Durante o atendimento, a via foi totalmente interditada. Todas as vítimas foram transportadas para hospitais do DF e as pistas já foram liberadas. O estado de saúde delas, no entanto, não foi informado.

Também na noite deste sábado, um carro capotou na DF-180 (foto em destaque), em Samambaia e, apesar do estado de destruição em que ficou o carro, não houve feridos. Metropóles.

 

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