24jun/170

PARA DORIA, PERMANÊNCIA DO PSDB NA BASE CABE À EXECUTIVA DO PARTIDO

LEGENDA DEVE TER REUNIÃO NOS PRÓXIMOS DIAS PARA DISCUTIR QUESTÃO

PARA PREFEITO DE SÃO PAULO, JOÃO DORIA, PERMANÊNCIA DO PSDB CABE À EXECUTIVA DO PARTIDO (FOTO: ESTADÃO)

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23jun/170

Presidente do Conselho de Ética arquiva pedido de cassação de Aécio Neves

Presidente do Conselho de Ética arquiva pedido de cassação de Aécio Neves

Foto: Reprodução/Divulgação/André Corrêa/Agência Senado

Decisão foi informada nesta sexta (23) pelo presidente do conselho, João Alberto Souza (PMDB); Rede e PSOL pediram cassação de Aécio após delações da JBS

Por Gustavo Garcia, G1, Brasília

 

O presidente do Conselho de Ética do Senado, João Alberto Souza (PMDB-MA), informou nesta sexta-feira (23) ter arquivado o pedido de cassação de Aécio Neves (PSDB-MG).

O G1 procurou a assessoria de Aécio e aguardava resposta até a última atualização desta reportagem.

Após as delações da JBS se tornarem públicas, no mês passado, os partidos Rede e PSOL pediram a cassação do mandato de Aécio por quebra de decoro parlamentar. Cabe ao conselho analisar esse tipo de pedido e, se der prosseguimento, encaminhar um parecer ao plenário da Senado.

O tucano está afastado do mandato desde o mês passado, por determinação do Supremo Tribunal Federal. Ele tem negado todas as acusações dos delatores e afirmado que provará a inocência.

Ao G1, João Alberto explicou a decisão:

"Decidi arquivar porque não achei elementos convincentes para processar o senador."

Em seguida, o presidente do Conselho de Ética acrescentou:

"Me parece que fizeram uma grande armação contra o senador Aécio. Fizeram com que ele entrasse naquilo, inclusive, de acordo com a Polícia Federal. Eu não vejo motivo, não me convence, pedir cassação de um senador eleito por milhões de votos em função de uma armação feita com o senador."

Recurso

Mesmo com a decisão de João Alberto de arquivar o processo, qualquer integrante do conselho pode recorrer ao plenário, em até dois dias úteis, desde que conte com o apoio de cinco parlamentares.

Suplente do conselho, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) informou nesta sexta que buscará o apoio de outros parlamentares do colegiado para recorrer da decisão.

"Vou encaminhar um ofício a todos os integrantes do Conselho de Ética para recorrer dessa decisão [...]. Se um manifesto esquema de recebimento de propina não for quebra de decoro parlamentar, nada mais é".

Em nota, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) afirmou que, com a decisão, o presidente do Conselho de Ética do Senado consegue "debochar da sociedade" e "agredir o Estado Democrático" (leia a nota ao final da reportagem).

Suspeitas
Segundo o Ministério Público Federal, Aécio Neves agiu em conjunto com o presidente Michel Temer para barrar as investigações da Operação Lava Jato.

Com base nas delações da JBS, o Ministério Público denunciou Aécio pelos crimes de corrupção passiva e obstrução de Justiça.

Bastidores
Há cerca de duas semanas, a colunista do G1 Andréia Sadi informou que, com o objetivo de manter o PSDB no governo, interlocutores do presidente Michel Temer sinalizaram aos tucanos que podem apoiar um candidato do partido na eleição de 2018 e poderiam atuar no Conselho de Ética para salvar o mandato de Aécio.

Pedido de prisão
No âmbito do Supremo Tribunal Federal, está em análise um pedido de prisão de Aécio Neves apresentado pela Procuradoria-Geral da República. Não há marcada para o julgamento do pedido.

Segundo o chefe do Ministério Público, Rodrigo Janot, há "risco grave e contreto" de que as "ações criminosas já iniciadas" por Aécio "atinjam seu objetivo". Janot diz, também, que "parlamentares corruptos do quilate" do tucano, além de "comparsas de longa data", podem atuar contra a Lava Jato.

Na avaliação do procurador, as condutas atribuídas a Aécio são "profundamente perturbadoras".

O pedido de prisão chegou a ser incluído na pauta de votações da Primeira Turma do STF desta semana, mas o Supremo adiou o julgamento do caso.

Nota

Leia a nota divulgada pela OAB após o arquivamento:

Ao arquivar sumariamente a representação contra o senador Aécio Neves, o presidente do Conselho de Ética do Senado consegue, ao mesmo tempo, debochar da sociedade, que espera esclarecimento para as gravíssimas acusações, e agredir o Estado Democrático.

Dentro do contexto atual, é imprescindível que o processo tenha curso no Conselho de Ética e que o senador Aécio possa prestar os esclarecimentos necessários, exercendo seu direito de defesa.

A lamentável decisão do senador João Alberto, presidente do Conselho, frustra as expectativas de que o Congresso se paute pelos valores da transparência e da legalidade. O arquivamento também lança dúvidas e especulações sobre eventuais acordos que possam estar sendo feitos nas sombras.

Claudio Lamachia, presidente nacional da OAB

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22jun/170

Politica: Juarezão quer mudar, mas não tem coragem

Aparecendo caindo pela as tabelas a cada pesquisa que avalia a aceitação dos atuais deputados distritais, o distrital Juarezão mostra que tem vontade de fazer mudanças em sua equipe de trabalho, mas só está le faltando coragem.

Entre aliados o parlamentar tem falado que tem dificuldades para realizar mudanças em sua equipe de trabalho em virtude do grau de convivência que construiu com todos eles. Enquanto isso Juarezão desce de ladeira abaixo sem dó nem piedade.

 

fonte: Redação

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21jun/170

Tucano Vota Com O Governo

Candidato a governador, o  presidente do PSDB-DF deputado Izalci Lucas não gostou de saber que o deputado distrital Robério Negreiros (PSDB) votou ontem com o governo de Rollemberg (PSB) para  a criação do Instituto do Hospital de Base do Distrito Federal.

Robério alegou que votou de acordo com a sua consciência. Continuará no ninho tucano?

Fonte: Donny Silva

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21jun/170

Pulou Corda, Escapou Da Fogueira

A tumultuada votação na Câmara Legislativa que aprovou a criação do Instituto Hospital de Base de Brasília teve duas ausências: Cláudio Abrantes (sem partido), que está em viagem de lua de mel; e Reginaldo Veras (PDT), de licença médica. Veras (foto) até tentou ir à CLDF nesta terça (20), mas a calça do terno não passou na perna esquerda, que está engessada. Como deputados não podem entrar de bermudas no Plenário, o pedetista decidiu acompanhar os embates de casa mesmo. Detalhe: ele ficará afastado por 90 dias por ter rompido o tendão de Aquiles durante visita a uma escola de Santa Maria no início do mês. Na ocasião, ele inventou de pular corda com os estudantes e deu no que deu.

 

Fonte: Janela Indiscreta/Metrópoles

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21jun/170

Aprovada mudança do Hospital de Base. Tensão toma conta do debate

Aprovada mudança do Hospital de Base. Tensão toma conta do debate

Após quase 10 horas de debates, que renderam muito bate-boca, deputados distritais aprovaram em primeiro e segundo turnos projeto do Executivo que muda a gestão do maior centro de saúde do Distrito Federal.

Por ANA VIRIATO e GABRIELLA BERTONI-Correio Braziliense

 

 

Em meio a muita pressão fora e dentro da Câmara Legislativa, deputados distritais aprovaram, por 13 votos a 9, a criação do Instituto Hospital de Base do Distrito Federal (IHBDF), na noite de ontem. Dois parlamentares não compareceram. No entanto, o novo modelo de gestão só deve entrar em funcionamento em janeiro de 2018. Os processos burocráticos para colocá-lo em funcionamento demoram cerca de seis meses.

O Hospital de Base começará a funcionar como instituto só após a assinatura e vigência do contrato de gestão — última etapa do processo de transição. Antes disso, o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) tem de assinar o decreto de criação do Instituto Hospital de Base. Também são necessárias as criações do estatuto, regimento interno, manual de contratação e de contas, além do texto do contrato.

Os parlamentares contrários à proposta prometem ajuizar ação direta de inconstitucionalidade (Adin) no Tribunal de Justiça do DF e dos Territórios (TJDFT). “Farei isso na primeira hora de amanhã (hoje)”, afirmou Wellington Luiz, no plenário da Câmara, ontem à noite.

O projeto de lei é do Governo do Distrito Federal. Cabia à Câmara discuti-lo e decidir se autorizaria ou não a criação do IHBDF. Com o instituto, o Executivo passa a administração do centro de saúde a uma entidade jurídica de direito privado. Deputados favoráveis à proposta defenderam que a execução do contrato será supervisionada pela Secretaria de Saúde e fiscalizada pelo Tribunal de Contas do DF (TCDF). O GDF garante que a mudança vai dar mais celeridade às contratações e compras, sem abrir brecha para fraudes ou desperdício de dinheiro público.

Confusão

A Câmara Legislativa viveu uma tarde e uma noite de tensão. Sindicalistas e deputados da base do governador trocaram acusações e até xingamentos. Durante o comunicado de líderes e parlamentares, dividiram-se entre críticas e elogios ao IHBDF, manifestações sobre os ataques de Rollemberg aos sindicatos e trocas de farpas relacionadas a episódios polêmicos que envolvem o Legislativo local, como a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde e a Operação Drácon.

O oposicionista Wasny de Roure (PT) subiu à tribuna para criticar a proposição. “A proposta em questão, basicamente, diz: Licitação é um desastre, vamos comprar a qualquer preço. Ora, não vamos fazer concurso público. Não é necessário. No entanto, o mesmo governo virou as costas para o Mais Médicos”, ironizou.

A também oposicionista Celina Leão (PPS) engrossou o coro de críticas. “O governo não tem dinheiro para nomear servidores ou pagar o que deve. De onde vai tirar o subsídio necessário para criar o instituto? De onde virá o montante para contratar celetistas? Não há rubrica orçamentária para isso na Lei de Diretrizes Orçamentárias”, apontou.

Líder do governo, Rodrigo Delmasso (Podemos) afirmou não haver rubrica financeira porque o GDF aguardava a aprovação da proposta em primeiro e segundo turnos. “O Palácio do Buriti enviará uma emenda à Casa, na qual haverá a previsão orçamentária”, garantiu. Pelas estimativas do Executivo, o montante a ser gerido pelo instituto, em 2018, será de R$ 550 milhões.

Sindicalismo

O discurso de Rollemberg sobre os sindicatos também repercutiu no plenário. Na última sexta-feira, o governador atacou os principais nomes do sindicalismo brasiliense. “Se está faltando médicos nos hospitais, vejam quanto ganha o presidente do Sindicato dos Médicos (Gutemberg Fialho), sem trabalhar. Na rede privada, ele trabalha, mas na rede pública, não. São essas pessoas que estão impedindo o governo de melhorar a saúde”, acusou.

O distrital Chico Vigilante (PT) retrucou: “Na campanha, era Gutemberg quem pedia votos ao lado de Rollemberg nas portas dos hospitais. Hoje, sofre ataques.” Lira (PHS) engrossou o coro do chefe do Executivo. “Será que os interesses dos sindicatos são os mesmos dos da classe trabalhadora? Muitos sindicalistas reivindicam direitos, mas esquecem dos deveres junto à sociedade. Usar o sindicato politicamente é um grande erro”, defendeu. Os governistas Agaciel Maia (PR) e Julio Cesar (PRB) chegaram a dizer que Gutemberg Fialho fazia “propaganda eleitoral antecipada”.

Recursos

Celina Leão, Raimundo Ribeiro (PPS) e Wellington Luiz (PMDB) recorreram à Justiça para tentar barrar a votação de ontem. Na última segunda-feira, os parlamentares impetraram um mandado de segurança, com liminar que requisitava a suspensão da tramitação do projeto. Os deputados apontaram que, por mencionar isenções tributárias, a proposição precisaria da aprovação de um quórum qualificado — 16 deputados. A desembargadora Ana Maria Duarte Amarante, contudo, negou o pedido. Ela pontuou que “a questão deve ser objeto de controle de constitucionalidade posterior, por meio de ação própria, inviável por ora, pela via do mandado de segurança”.

Esse não foi o único movimento de Raimundo Ribeiro para adiar o debate. Ele apresentou requerimento para que houvesse votações em separado para cada artigo da proposição e emenda ao texto. Ao todo, seriam realizados 76 pleitos diferentes. A ideia acabou vencida por 14 votos a 7.

3,4 mil

Número de servidores do Hospital de Base

 R$ 550 milhões

Orçamento anual do Hospital de Base

82%

Dos gastos totais da unidade são em folha de pessoal

Como fica

Confira os principais pontos do projeto que transforma o Hospital de Base em instituto

» O hospital permanece público e mantido pelo governo, com um orçamento anual de R$ 550 milhões.

» O instituto será gerido pelo Conselho de Administração, formado

por nove integrantes e presidido pelo secretário de Saúde.

» A composição dos membros incluirá representantes da

sociedade civil, como, por exemplo, do Conselho Regional de

Medicina e, provavelmente, da rede de voluntários que presta

assistência a pacientes do HBDF e a seus familiares.

Eles não serão remunerados.

» Caberá ao conselho criar um estatuto e eleger os diretores.

Nenhum integrante pode ser político nem ter vínculo partidário.

À diretoria cabe elaborar um regimento interno.

» O Tribunal de Contas do DF (TCDF) será responsável pela

fiscalização do contrato.

Tensão toma conta do debate

Votação do projeto que cria o Instituto Hospital de Base ocorreu em meio a protestos dentro e fora da Câmara Legislativa. A segurança precisou ser acionada e a sessão, suspensa por cinco minutos. Distritais também discutiram em plenário

Cerca de 300 manifestantes aguardaram do lado de fora para retirar senhas e acompanhar a deliberação

Por ANA VIRIATO e GABRIELLA BERTONI-Correio Braziliense

Enquanto, do lado de fora, manifestantes se reuniam para protestar contra ou a favor do projeto que cria o Instituto Hospital de Base do DF (IHBDF), na galeria da Câmara Legislativa, os gritos de ordem continuaram a ser entoados. O clima de tensão marcou o plenário, onde distritais travaram embates.

Liliane Roriz (PTB) e Celina Leão (PPS) foram as primeiras a trocar alfinetadas na sessão. A petebista é a responsável pela entrega dos áudios que embasam a Operação Drácon. Em resposta a provocações de Celina, Liliane afirmou que não tinha quaisquer ligações com o governador, apontado por oposicionistas como “o criador da Drácon” e, por isso, não precisaria votar a favor do projeto em pauta ou a quaisquer outras proposições de interesse do Executivo local. “Sou crítica, não falsa”, disse.

Celina retrucou: “Mas, à época da deflagração da Drácon, tinha dois administradores regionais nomeados”. A caçula de Roriz acrescentou que nenhum dos presentes tinha de “ouvir essa baixaria” e deixou o plenário. Em seguida, Celina ironizou: “Há deputados que têm uma sentença judicial que determina prisão por quatro anos e oito meses”, disse, referindo-se à condenação de Liliane no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), que, na verdade é de quatro anos e cinco meses. Em todos os momentos, a polêmica era alimentada pelo coro que vinha da galeria. Sempre que Celina falava ao microfone, ouvia de manifestantes o nome da rival na política. “Uh, Liliane é o terror!”, gritavam.

O governista Lira (PHS) e Wellington Luiz (PMDB) também trocaram farpas, após o parlamentar do PHS afirmar que os sindicatos estavam realizando movimentos políticos, o que estava explícito pela presença da ex-deputada distrital Maninha (PSol) e da ex-vice-governadora Arlete Sampaio (PT) junto aos sindicalistas. Em resposta, ouviu de Wellington Luiz: “É importante anotar a contribuição de cada um para a saúde. Nós, da CPI da Saúde, por exemplo, tivemos que divergir de vossa excelência, que nos envergonhou com o relatório final”, afirmou, fazendo menção ao parecer de Lira, que não resultou em indiciamentos. Os parlamentares também se exaltaram com os manifestantes presentes na galeria. Constantemente, os funcionários favoráveis à aprovação do projeto entoavam “Ladrões!”. Incomodado, Joe Valle (PDT) pediu respeito ao colegiado. Caso contrário, encerraria a sessão. A Polícia Legislativa chegou a ser acionada e a sessão, suspensa. Cinco minutos depois, as discussões foram retomadas.

Manifestação

Mais cedo, lado de fora da Câmara, manifestantes a favor e contrários à criação do Instituto Hospital de Base se concentraram para acompanhar a votação. Foram distribuídas 400 senhas e, segundo estimativa da Polícia Militar, às 15h, cerca de 300 pessoas esperavam para entrar no plenário. Foram deslocados 120 policiais, quatro ônibus e três carros para garantir a segurança no local.

“A questão é a população ter acesso à saúde de qualidade”, opinou a técnica em enfermagem do Pronto Socorro do Hospital de Base Márcia Carvalho, 43 anos, que foi até a Casa Legislativa seguir o debate. A posição dos sindicatos da saúde é contrária à aprovação do projeto. “Os deputados precisam entender que temos que mudar, sim, mas mudar descentralizando a estrutura da Secretaria de Saúde como um todo”, comentou Jiovania Rodrigues, presidente do Sindicato dos Odontologistas do DF (SODF).

Já o vice-presidente do Sindicato dos Auxiliares e Técnicos de Enfermagem (Sindate), Jorge Viana, questionou a legalidade do projeto. “Se os deputados votarem a favor, Brasília vai perder mais uma vez. Teremos mais um projeto inconstitucional aprovado”, defende.

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21jun/170

Supremo adia decisão sobre prisão preventiva de Aécio

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio decidiu hoje (20) adiar o julgamento sobre o pedido de prisão preventiva feito pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG).

A decisão foi tomada pelo ministro, que é relator do processo, para decidir primeiro sobre um recurso protocolado nesta manhã pela defesa de Aécio Neves, que pretende ser julgado pelo plenário da Corte. Ainda não há data para a retomada do julgamento.

Na semana passada, a PGR reforçou o pedido de prisão e alegou que Aécio Neves não está cumprindo a medida cautelar de afastamento. Ao reiterar o pedido, Janot citou uma postagem do senador afastado, em sua página no Facebook, no dia 30 de maio, em que ele aparece em uma foto acompanhado dos senadores Tasso Jereissati (CE), Antonio Anastasia (MG), Cássio Cunha Lima (PB) e José Serra (SP), colegas de partido. “Na pauta, votações no Congresso e a agenda política”, diz a legenda da foto.

Em nota, a assessoria de Aécio Neves informou que o senador afastado tem cumprido integralmente a decisão do ministro Edson Fachin e se mantém afastado das atividades parlamentares. “Entre as cautelares determinadas não consta o impedimento de receber visitas e discutir como cidadão, e não como parlamentar, assuntos diversos”, diz o texto.

fonte: estaçãodanoticia

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21jun/170

Deputado Chico Vigilante anuncia no Facebook que está com câncer

Em um vídeo, Vigilante, que tem 62 anos, afirma que “vai enfrentar a maior batalha de sua vida” e que “não será uma doença que me vencerá”.

O distrital termina o vídeo pedindo oração às pessoas. No ano passado, quando passava por forte pressão, durante ataques pessoais e à sua família, Chico Vigilante passou mal em casa, por estresse, e foi hospitalizado.

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Francisco Domingos dos Santos saiu de Vitorino Freire, no Maranhão, rumo ao Planalto Central.  Em 1979, virou Chico Vigilante, quando entrou para a vida pública com a criação da Associação dos Vigilantes do DF, posteriormente transformada em sindicato, do qual foi presidente entre 1984 e 1990.

Chico Vigilante ajudou a fundar o PT-DF, que presidiu por três vezes. Antes disso, esteve à frente da Central Única dos Trabalhadores – CUT, por nove anos consecutivos, onde também participou da criação.

Em 1990, Chico foi eleito deputado federal e reeleito em 1994 como o mais votado de Brasília e, proporcionalmente, do Brasil. Chico exerce seu quinto mandato parlamentar, o terceiro como deputado distrital. Diáriodpoder

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20jun/170

Governador sanciona lei de compensação financeira para catadores

Governador sanciona lei de compensação financeira para catadores

Foto: Reprodução/Divulgação/Dênio Simões/Agência Brasília

 

Benefício será de R$ 360,75 por pessoa. Em cerimônia no Palácio do Buriti, também foram assinados contratos com nove cooperativas para os serviços de recuperação de resíduos

Por Agência Brasília 

O governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, sancionou nesta terça-feira (20) a lei que cria o programa de compensação financeira temporária aos catadores de materiais recicláveis que atuam no aterro controlado do Jóquei, mais conhecido como lixão da Estrutural.
O objetivo é garantir condições de sobrevivência e capacitação a esse público, até a implementação e o funcionamento dos centros de triagem. Os catadores receberão ajuda financeira do governo no valor de R$ 360,75, por até seis meses.

A concessão da bolsa é uma forma de compensar os trabalhadores pela redução da demanda de resíduos em função da desativação gradual do lixão. A medida foi proposta pelo Executivo no Projeto de Lei nº 1.459, de 2017, aprovado em maio pela Câmara Legislativa.

“Estamos fazendo um trabalho gradativo de desativação do lixão da Estrutural e queremos incorporar os catadores nesse processo de forma produtiva”, disse o governador Rodrigo Rollemberg. “Temos a consciência de que precisamos fazer isso com cuidado, garantindo aos catadores uma vida digna, uma renda digna”.
Para ter direito ao benefício, o catador precisará comprovar como fonte de renda principal a triagem dos resíduos depositados no lixão da Estrutural.

O recebimento de benefícios previdenciários e socioassistenciais, do programa Bolsa Família e do Benefício de Prestação Continuada, não é considerado fonte de renda principal.

O catador deve ainda estar inscrito no cadastro único para programas sociais do governo federal (CadÚnico) e participar do processo de capacitação que será oferecido pelo governo de Brasília.

A compensação financeira não será computada como renda para fins de recebimento de outros benefícios assistenciais ou previdenciários.

A presidente da Cooperativa de Reciclagem Ambiental da Cidade Estrutural (Coorace), Lúcia Fernandes, pediu atenção do governo na seleção dos catadores que receberão a bolsa.

Rollemberg disse a ela que a reivindicação será atendida. “Estou determinando que essa definição seja feita em cooperação com as cooperativas de catadores. Vamos fiscalizar, para que esse benefício seja recebido por quem efetivamente merece, tem direito”, destacou.

Contrato com cooperativas para recuperação de resíduos
Também foram assinados nesta terça-feira os contratos com as nove cooperativas e associações selecionadas para os serviços de recuperação de resíduos sólidos (recepção, triagem, prensagem, enfardamento, armazenamento e comercialização). Além do que receberão pela venda, terão direito a R$ 92 por tonelada comercializada.

Rollemberg destacou que esta é a primeira vez que o governo do DF paga pela tonelada de material reciclável separada por catadores filiados a cooperativas. Frisou ainda o contrato assinado em 2016 com quatro organizações de catadores para coleta seletiva em cinco regiões.

A seleção das entidades que assinaram contrato hoje ocorreu por meio de chamada pública do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), cujo resultado foi publicado no Diário Oficial do DF em 10 de maio. Os contratos têm validade de 12 meses, podendo ser prorrogados, e o custo global é de R$ 1.334.121,24.
“Ao contratar as cooperativas, estamos dando a oportunidade de elas serem remuneradas por selecionar o resíduo fora do lixão e com uma compensação de R$ 92 por cada tonelada que for comercializada”, destacou a diretora-presidente do SLU, Kátia Campos. Os contratos foram assinados por ela e pelos representantes das entidades.

As contratadas terão, entre outras exigências, de oferecer aos catadores equipamentos de proteção individual (EPI) e assumir a responsabilidade pelos encargos previdenciários e pelas obrigações sociais previstas na legislação.

Seleção semelhante está em andamento pelo SLU. Cooperativas ou associações de catadores de recicláveis e reutilizáveis têm até 30 de junho para se candidatar a prestar serviços voltados ao processamento e à comercialização desse tipo de material.

Nesse caso, elas trabalharão em galpões de triagem que estão em processo de locação pelo governo. O aviso de chamada pública para a seleção das cooperativas ou associações foi publicado no Diário Oficial do DF de 10 de maio.

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20jun/170

Distritais Decidem Hoje Sobre O IHBDF

Mesmo com a revolta de ricos sindicatos, a expectativa é de que os deputados distritais votem, nesta terça-feira (20/6), em primeiro e segundo turnos, o projeto de lei que cria o Instituto Hospital de Base do DF (IHBDF) — entidade jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, que passaria a administrar a maior unidade da rede com autonomia.

O interessante é que os sindicatos que agora defendem o Hospital de Base, raramente defendem a população. Você não vê o Sindicato dos Médicos, por exemplo, punir exemplarmente médicos que faltam ao trabalho com a utilização de atestados duvidosos. Aliás, o sindicato sequer permitiu a divulgação de uma lista de médicos que faltaram durante um feriado prolongado, fato que foi amplamente noticiado no governo de Agnelo Queiroz (PT).

É muita hipocrisia o que alguns deputados e sindicalistas fazem ao contestar a criação do IHBDF. A mudança proposta pelo governo trará agilidade ao Base e melhorará significativamente o atendimento e a qualidade dos serviços oferecidos à população.

No mais é apenas um debate sem fundamento. Os fatos estão aí. Afinal de contas, várias reportagens a Globo, Record e outros veículos de comunicação já exibiram mostrando descasos no Hospital de Base nos últimos anos. Portanto, ruim está no modelo vivido até aqui. É necessário inovar, como na gestão do então secretário de Saúde do DF, Rafael Barbosa, que apoiou e inaugurou o Hospital de Criança de Brasília, na gestão petista, e que hoje se revela num extraordinário projeto e modelo de gestão.

Agora ver sindicalista “defender” o Hospital de Base, é simplesmente ridículo. É preciso defender a população e não a manutenção de um modelo ineficaz oferecido até aqui que só prestigiou sindicatos. Basta ver as muitas reportagens negativas sobre o descaso do modelo atual da gestão do Base.

Talvez a criação do IHBDF  seja o maior acerto do governo de Rodrigo Rollemberg (PSB). A população de Santa Maria ainda sente falta de quando o hospital da cidade era administrado por um Organização Social, Mais parecia um hotel do que hospital.

Naquele época, após denúncias, poderiam ter substituído a OS que administrava o Hospital de Santa Maria por outra, mas preferiram voltar ao modelo antigo e o resultado, desde então, é pífio e deprimente.

Organizações Sociais (OSs) com responsabilidade, transparência e fiscalização eficaz, fazem muito bem para o governo e principalmente para a população.

Fonte: Donny Silva

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20jun/170

Rôney Nemer Nas Mãos Do Ministro Luiz Fux

Réu no STF em ação penal por lavagem de dinheiro e corrupção passiva, Rôney Nemer teve seu nome envolvido no Mensalão do DEM e foi condenado por improbidade em segunda instância.

A ação penal da Operação Caixa de Pandora contra o deputado federal Rôney Nemer (PP/DF) por corrupção passiva,  se arrasta inexplicavelmente há muitos anos no Supremo Tribunal Federal (STF) sob a relatoria do ministro Luiz Fux, que pressionado pela opinião pública e pelos novos tempos de celeridade nos casos que envolvem políticos acusados de corrupção, deverá dar finalmente um ponto final ao caso.

Se espera que a qualquer momento Nemer seja finalmente julgado (em última instância) e  perca o mandato. Fim de linha para o político amigo de Filippelli.

 

 

 

Fonte: Donny Silva

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20jun/170

BOLSONARO JÁ LIDERA NO DF, SEGUIDO DE JOAQUIM E LULA EM TERCEIRO

PESQUISA MOSTRA JOAQUIM BARBOSA EM 2º COM 14% E LULA COM 13%

É A PRIMEIRA VEZ QUE BOLSONARO APARECE LIDERANDO PARA PRESIDENTE, E É A PRIMEIRA VEZ QUE LULA FICA ATRÁS, E EM TERCEIRO LUGAR

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