7nov/180

Ricardo Grossi é cotado para lista tríplice da administração de Brazlândia

A comunidade já conhece e pede nas redes sociais a inclusão do nome de Grossi na lista do governador Ibaneis.

Morador de Brazlândia há 20 anos, casado com a professora Silvia Braz, foi chefe de gabinete da presidência da Câmara Legislativa por 2 anos e atualmente é assessor especial da Deputada Celina Leão.

Foi coordenador de campanha de Celina e Ibaneis nas cidades de Brazlândia, Ceilândia, Taguatinga, Samambaia, Recanto das Emas, Riacho Fundo I e II.

Foi consultado pelo blog se há interesse na disputa pela vaga de Administrador de Brazlândia e falou que está no aguardo do direcionamento da Deputada Celina Leão e o governador Ibaneis.

 

blogdofidelis

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7nov/180

Brazlândia: Proposta de Ibaneis Rocha poderá deixar Iolando Almeida sem administração

O governador Ibaneis Rocha vem declarando que tende a escolher os seus administradores regionais por escolha popular. A proposta da lista tríplice poderá sepultar o sonho de Iolando Almeida em indicar o futuro administrador de Brazlândia.

Nos bastidores políticos da pacata Brazlândia, nenhum nome que vem despontando na região com a apoio popular para administrador tem o aval do mais novo distrital;"O nome que Iolando Almeida deseja ver no comando da cidade terá que está na lista triplice ou então ele vai ficar a ver navios", acredita Neizinho Brasilia, liderança da cidade.

 

fonte: Redação

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7nov/180

A Luta Continua 3

O rorizismo acabou no Distrito Federal. Nem primo, sobrinho ou neto do ex-governador Joaquim Roriz foram eleitos nestas eleições. O eleitor está atento e quer candidatos com brilho próprio. Paulo Roriz, Dedé Roriz e Joaquim Roriz Neto não foram eleitos e ainda não entenderam o motivo. Dedé Roriz e Joaquim Neto tentarão novamente em 2022. Até lá, terão tempo suficiente para serem eles mesmos.

Donysilva

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7nov/180

Moro propõe mais rigor para progressão de pena e prescrição de crimes

A ideia geral, segundo o magistrado, é resgatar parte do pacote de 10 medidas contra a corrupção proposto pelo Ministério Público Federal, mas que não avançou no Congresso Nacional. Foto: Reprodução/Globo News

Na primeira entrevista coletiva concedida após ter aceitado o convite para ser ministro da Justiça, o juiz federal Sergio Moro afirmou hoje (6), em Curitiba, que pretende apresentar um conjunto de projetos de lei para combater a corrupção e enfrentar o crime organizado. A ideia geral, segundo o magistrado, é resgatar parte do pacote de 10 medidas contra a corrupção proposto pelo Ministério Público Federal (MPF), mas que não avançou no Congresso Nacional, além de outras iniciativas apresentadas por organizações da sociedade civil, como a Fundação Getúlio Vargas (FGV) e a Transparência Internacional.

“A ideia é que essas reformas sejam propostas simples e que possam ser aprovadas em breve tempo, sem prejuízo que propostas mais complexas sejam apresentadas em momento posterior ou paralelamente”, explicou. Ele citou alguns exemplos do que pretende enviar ao Congresso, mas ressaltou que a versão final das propostas, ainda em estudo, deverão ser precedidas de um acordo interno que será construído com o presidente eleito, Jair Bolsonaro.

Entre as medidas propostas por Moro, está a alteração das atuais regras de prescrição dos crimes, a possibilidade de deixar mais claro na legislação o cumprimento da prisão após condenação em segunda instância.  A previsão da execução das sentenças dos tribunais do júri também foi apontada pelo futuro ministro. “Já existe um precedente da 1ª turma do Supremo Tribunal Federal admitindo que o veredicto do tribunal do júri sobre crime de homicídio possa ser executados independentemente de recursos. Num quadro grave de epidemia de homicídios, me parece importante essa medida”, afirmou.

Moro também sugeriu a proibição de progressão de regime prisional quando houver prova de ligação do preso com organizações criminosas. “Se existem provas de que o preso mantem vínculos com organizações criminosas, significa que ele não está pronto pra ressocialização”, argumentou. Ele também falou em uma regulamentação mais clara para a utilização de policiais disfarçados em operações para desbaratar o crime organizado. ” A nossa legislação, embora permita esse tipo de comportamento, não é totalmente clara”, justificou.

Desafio

Ao explicar os motivos de ter aceitado o convite para ser ministro da Justiça, Sergio Moro disse que não se trata de um projeto pessoal, mas a perspectiva de implementar uma agenda ampla de combate à corrupção e o crime organizado. Ele disse que, apesar de a Operação Lava Jato ter quebrado uma “tradição de impunidade” no Brasil, ele temia uma regressão nos mecanismos de combate à corrupção.

“Foram diversos momentos em que surgiram informações sobre projetos de lei em trâmite no Congresso, que poderiam afetar o trabalho que se realizava e o projeto de abuso de autoridade, que sem cuidados poderia ser uma criminalização da atividade hermenêutica”, comentou.

Convite

Moro revelou que foi sondado no dia 23 de outubro pelo economista Paulo Guedes, futuro ministro da Economia, se teria interesse em participar do governo. Na quinta-feira passada (1º), já eleito, Bolsonaro e Moro se reuniram no Rio de Janeiro para sacramentar a indicação para o ministério.

“Isso [o convite] não tem nada a ver com o processo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele foi condenado e preso porque cometeu um crime e não por causa das eleições”, rebateu, em relação às críticas de que ele teria agido politicamente na condenação do ex-presidente, que abriu caminho para a sua prisão e consequente inabilitação para concorrer às eleições de outubro.

“Interpretaram minha ida como uma espécie de recompensa, [mas] minha decisão foi tomada em 2017, sem qualquer perspectiva de que o deputado federal [Bolsonaro] fosse eleito presidente da República. […] Não posso pautar minha vida numa fantasia, num álibi falso de perseguição política”, afirmou. (ABr)

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7nov/180

Centrad: Ibaneis quer quitar dívida de R$ 1,1 bi e mudar GDF em 2019

Governador eleito reuniu-se com o presidente da Caixa Econômica Federal nesta terça-feira (6/11) e iniciou estudos para resolver o imbróglio

Filipe Cardoso/Especial para o Metrópoles

FILIPE CARDOSO/ESPECIAL PARA O METRÓPOLES

O governador eleito Ibaneis Rocha (MDB) tem promovido uma maratona de reuniões com dirigentes de órgãos públicos locais e nacionais. Novato na política brasiliense, tenta se aproximar das autoridades públicas e tratar de pautas de interesse da sua futura gestão. No último encontro desta terça-feira (6/11), com o presidente da Caixa Econômica Federal, Nelson Antônio de Souza, ele discutiu as dívidas do Centro Administrativo (Centrad).

Segundo Ibaneis, o objetivo é quitar os débitos – que somam R$ 1,14 bilhão – com as instituições financeiras e trazer o controle do espaço todo para o Governo do Distrito Federal (GDF). De acordo com o advogado, o Executivo local tem uma dívida de R$ 970 milhões com a Caixa e uma de R$ 170 milhões com o Santander. Ele quer iniciar a transferência dos servidores em março de 2019.

O governador eleito disse que foram apresentados quatro projetos para resolver a questão do Centrad, hoje judicializada. O que mais lhe interessou é o de compra do imóvel, construído a partir de uma parceria público-privada (PPP). “Vamos negociar com a redução de juros para que os valores diminuam e um financiamento para que a gente tenha capacidade de pagamento que não comprometa tanto o orçamento”, afirmou.

Para Ibaneis, essa seria a saída que garantiria prazo suficiente para mudar as secretarias e encerrar os contratos de aluguel sem prejudicar o orçamento. Os estudos foram iniciados, nesta terça, com a conversa com o presidente da Caixa, e a previsão é de terminá-los até o fim da transição. “Tudo isso para que, no dia 1º [de janeiro], a gente já tenha uma solução para esse problema”, concluiu.

O emedebista revelou que também pretende criar e instalar a Universidade Distrital no local, no primeiro ano de gestão. “A ideia é começar o projeto de mudança e desocupar imóveis ocupados. Vou calcular a quantidade de servidores”, declarou. Outra parte de funcionários públicos seria alocada nas administrações regionais.

Denúncias

O imbróglio envolvendo o Centrad dura até hoje e vem desde o início de 2015, quando a Justiça suspendeu o habite-se concedido pelo governo de Agnelo Queiroz (PT), nos últimos dias de seu mandato, por supostas irregularidades na construção. Em 2017, foi criada uma força-tarefa após virem à tona denúncias de executivos da empreiteira Odebrecht em delações premiadas e acordos de leniência no âmbito da Operação Lava Jato.

Delatores afirmaram que Agnelo, o ex-governador José Roberto Arruda (PR) e o ex-vice-governador Tadeu Filippelli (MDB) teriam recebido propina pela obra. Todos negam. Diante dos indícios de fraude, pagamentos de propina e superfaturamento, o GDF alegou que o contrato deveria ser cancelado por apresentar irregularidades desde o nascedouro da parceria público-privada.

Reuniões

Na tarde desta terça-feira (6/11), Ibaneis encontrou-se com a presidente do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF), conselheira Anilcéia Machado, o vice-presidente de Governo do Banco do Brasil, José Eduardo Pereira Filho, e o presidente da Inframérica, Jorge Arruda. Pela manhã, ele já havia se reunido com o presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), ministro Raimundo Carreiro.

No TCDF (foto em destaque), Ibaneis disse que pretende destravar os processos parados no órgão há muito tempo. Segundo ele, o tribunal tem alertado sobre erros nos editais do governo. “Pretendo corrigi-los para que a gente possa gerar mais legalidade”, afirmou. O futuro chefe do Executivo local também disse que estuda a criação de duas secretarias no próximo ano: de Transparência e de Governança.

Já no Banco do Brasil, o emedebista foi pedir recursos para infraestrutura e desenvolvimento do DF, como mobilidade urbana. “Discutimos como o GDF pode usar o Fundo Constitucional, que tem cerca de 30% do valor devolvido por falta de projetos. Também falamos sobre a construção do anel viário norte, no qual o banco tem R$ 100 milhões para investir no próximo ano”, explicou.

Aeroporto

Ibaneis também fez uma passagem rápida no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB) – onde está instalada a equipe de transição – para encontrar o presidente da Inframérica. O governador eleito pleiteou a construção de um aeroporto de cargas para criar uma área de livre comércio. “Ele vai viajar para a Argentina hoje, para tratar dos orçamentos do próximo ano, e pedi para que ele inclua esse projeto”, contou. Metropóles

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7nov/180

Flávia Arruda sobre Ibaneis Rocha: “Preciso ver com otimismo”

Mulher do ex-governador José Roberto Arruda foi a mais votada no Distrito Federal e estreia na Câmara Federal em 2019

Hugo Barreto/Metrópoles

HUGO BARRETO/METRÓPOLES

Em entrevista ao vivo com o Metrópoles nesta terça-feira (6/11), a candidata a deputada federal mais votada do Distrito Federal em 2018, com 121.340 votos, Flávia Arruda (PR), disse que espera colaborar com a gestão do governador eleito Ibaneis Rocha (MDB). “Preciso ver com otimismo, mas não sabemos de verdade como estão com as contas do governo. Como parlamentar eu estarei a disposição para ajudar, mas ainda vamos ver como será”, pontuou.

Flávia ressaltou que pretende ter uma forte atuação na área social e que espera que Ibaneis retome programas adotados na gestão do marido dela, José Roberto Arruda, como o Pão e Leite, o Mãezinha Brasiliense, o Bolsa Universitária e a Cesta Verde. “As pessoas me procuraram na rua ao longo da campanha. Mães falando que antes os filhos não iam para escola com fome e agora não podem mais contar com os projetos”, contou a parlamentar.

Flávia criticou a falta de continuidade dos projetos públicos. “Alguns acabaram assim que deixei de ser primeira-dama”, afirmou. Ela ressaltou que nunca foi procurada pelo atual governador Rodrigo Rollemberg (PSB) nem por qualquer pessoa de sua equipe para falar sobre ações de cunho social.

Apesar da boa relação com o governador eleito, Flávia disse que não pretende deixar o Congresso Nacional para assumir um cargo no GDF. “Fui eleita para ser deputada federal e vou cumprir o meu compromisso com as pessoas que votaram em mim”, disse.

Assista à entrevista:

Ela ressaltou que ajudou na elaboração do programa de governo adotado por Ibaneis. “Ajudei a construir a parte dedicada às mulheres e aos projetos sociais. Foi um plano construído para o [Jofran] Frejat que foi adotado pelo Ibaneis”, ressaltou. Correligionário de Flávia e favorito nas pesquisas de intenção de voto, o ex-secretário de Saúde deixou a corrida pelo Palácio do Buriti pouco antes do registro oficial das candidaturas.

Flávia assumiu a presidência do Partido da República no DF na semana passada e, em 2019, faz sua estreia em mandatos eletivos. Como parlamentar, a ex-primeira-dama disse que pretende destinar verbas para o Hospital da Criança e o Hospital do Coração. “São unidades de referência para todo o país”, afirmou. Metropoles

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5nov/180

DIRETO AO ASSUNTO: futuro administrador de Brazlândia

"A cidade de Brazlândia tem um parlamentar eleito. Nada mais justo que o nome do futuro administrador regional passar por sua escolha de forma direta. Afinal precisamos respeitar a vontade das urnas" 

Damião Miguel -  blogdogbu

 

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5nov/180

“Bolsonaro não é o salvador da pátria”, diz deputada eleita Bia Kicis

Com 86.415 votos, a promotora aposentada foi a terceira mais bem votada entre os oito parlamentares do DF que estarão na Câmara em 2019

Michael Melo/ Metrópoles

MICHAEL MELO/ METRÓPOLES

Bia foi a terceira deputada com melhor votação pelo DF, com 86.415 votos. Ela disse que pretende presidir a Comissão de Constituição de Justiça (CCJ) da casa e trabalhar por causas como a redução da maioridade penal para 16 anos e mudanças na lei de execuções penais. “Uma pessoa é condenada a 20 anos de prisão, só cumpre um sexto e vai para rua. A lei tem que ser aplicada’, afirmou.

Ela também defendeu a construção de unidades prisionais. “A bandidagem está solta e temos que tirar os bandidos da sociedade. Tem pessoas que são incorrigíveis e se forem soltas vão matar, estuprar. Sinto muito para quem fica de mimimi e passa a mão na cabeça de bandido”, afirmou.

Sobre os demais representantes do DF no Congresso Nacional, Kicis disse que prevê uma relação conflituosa. “Ninguém vai sair puxando o cabelo, mas certamente teremos uma convivência combativa. Os eleitores da [Érika] Kokay, por exemplo, esperam que ela defenda uma agenda e que tenha uma conduta que é o oposto do que esperam de mim”, disse. E completou: “O Bolsonaro terá pessoas aguerridas como eu no Congresso. Teremos a maioria”.

Assista à entrevista:

Nanica até o início de 2018, a legenda do próximo presidente elegeu 52 deputados em todo o país. Se conseguir a migração de mais cinco parlamentares, ultrapassa o PT, que contará com 56, e se torna a maior bancada da Câmara. No Senado, o PSL tem quatro representantes. Kicis é uma das que planejam passar para o partido de Bolsonaro, uma vez que o PRP não ultrapassou a cláusula de barreira.

Carreata

Após ser eleita, em 7 de outubro, Bia Kicis organizou carreata de apoio à candidatura de Bolsonaro à Presidência da República. Ela tem, no discurso, temas defendidos pelo representante nacional, como reforma tributária, privatização e mudanças na área da segurança pública. METROPÓLES

 

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5nov/180

De volta a Brasília, Ibaneis reavaliará divisão da Secretaria de Saúde

Governador eleito afirmou, nesta segunda (5), que levará em consideração crítica de Jofran Frejat sobre a proposta de partir a pasta em duas

Filipe Cardoso/Especial para o Metrópoles

FILIPE CARDOSO/ESPECIAL PARA O METRÓPOLES

O governador eleito Ibaneis Rocha (MDB) desembarcou no Aeroporto Internacional de Brasília, às 11h42 desta segunda-feira (5/11), ao lado da mulher, Mayara Noronha. Depois de deixar a esposa e as malas em casa, no Lago Sul, o emedebista  seguiu para reunião com o ministro interino da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Eumar Novacki, para pleitear patrulhas mecanizadas — equipamentos agrícolas — para áreas rurais do Distrito Federal.

A expectativa é de que a partir desta segunda, Ibaneis revele mais nomes do primeiro escalão do governo, como o da Secretaria de Saúde. Ao Metrópoles, o governador eleito disse que a decisão de dividir a pasta pode ser revista. “Eu pedi a opinião do [Jofran] Frejat sobre a questão da atenção básica, mas ainda não há nada definido”, explicou.

O advogado queria dividir a secretaria em duas: uma para atenção básica (posto de saúde e unidades básicas) e outra para gerir os hospitais e as Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs). No entanto, Frejat criticou a proposta e disse que a cisão da pasta seria um equívoco.

Reuniões

Em São Paulo desde a última quarta-feira (31/10) para fazer um checkup, Ibaneis aproveitou a viagem para se encontrar com três governadores eleitos. O último encontro, nesse domingo (4/11), foi com o futuro gestor do Acre, Gladson Cameli (PP), para discutir o desenvolvimento econômico para as unidades da Federação.

Ele também participou de reuniões com o próximo governador de SP, João Doria (PSDB), e com o eleito do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC). Ibaneis voltou a Brasília com encontros marcados. Às 17h, ele se reúne com presidentes dos três partidos que formaram a primeira chapa para a disputa ao GDF: MDB, PP e Avante. Em seguida, recebe os integrantes de outras legendas, apoiadoras do primeiro e segundo turno.

Às 19h, se encontra com o senador Cristovam Buarque (PPS). O parlamentar apresentará a Ibaneis o projeto que chama de Escola Ideal. A proposta é que algumas cidades do DF tenham unidades de ensino integrais, com edificações novas e equipamentos modernos. As instituições serviriam de modelo para ampliação posterior do sistema.

Transição

Ibaneis receberá de sua equipe a sugestão de trabalhar com 24 comissões temáticas no processo de transição. O conselho escolhido pelo advogado para gerenciar a ação, composto por 15 pessoas, concluiu, no domingo (4/11), uma espécie de organograma para nortear o procedimento. Cada um dos 24 núcleos deve ter cinco integrantes. Ao total, 120 pessoas deverão participar dos trabalhos.

O vice-governador eleito, Paco Britto (Avante), vai gerir os trabalhos, e os três secretários anunciados por Ibaneis serão coordenadores de áreas específicas. O futuro titular da Fazenda, André Clemente, chefiará a área que será nomeado para comandar. Erika Filippelli coordenará a comissão que trata sobre questões das mulheres. Izídio Santos, a área de Obras e Desenvolvimento Econômico.

Além desses setores, os núcleos terão grupos dedicados à saúde, educação, transporte, meio ambiente, agricultura, desenvolvimento urbano, trabalho e  transporte, entre outros. Dos integrantes da equipe de transição, 13 devem fazer parte de um quadro remunerado pelo poder público. Eles estarão dentro da estrutura disponibilizada pelo GDF, pois precisam de senhas para ter acesso às contas e informações sigilosas do governo, necessárias para a futura gestão. METROPOLES

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5nov/180

Brazlândia: Todo mundo querendo ser administrador na cidade

Até velhos políticos que a cidade achavam que tinha morrido, quer virar administrador de Brazlândia no governo de Ibaneis Rocha

A cidade de Brazlândia passou o feriadão em clima de campanha antecipada. Os grupos políticos da cidade estão em pleno vapor brigando pelo o comando da cidade no governo Ibaneis Rocha.

A movimentação totalmente sem sentido, resgatou velhos políticos que até pouco tempo achávamos que já tinham morrido. Mas pela zoada empregada dentro da cidade estão mais vivos que muitos dentro da região.

O distrital da região, Iolando Almeida, anda sorrindo das movimentações;" É uma piada o tanto de gente que não tem o que fazer e agora querem virar administrador de Brazlândia", salientou um aliado próximo do parlamentar.

 

fonte: REDAÇÃO

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5nov/180

Articulações na transição começam a mostrar a cara do novo governo do DF

“Sou de delegar e cobrar resultados. Vou anotando as tarefas que passo para depois exigir respostas” – Ibaneis Rocha, governador eleito(foto: Arthur Menescal/Esp. CB/D.A Press)

O perfil que o governador eleito manterá à frente do poder é uma incógnita, pois o emedebista nunca atuou na administração pública nem na vida parlamentar. Mas, após a eleição, ele demonstrou que quer ouvir muito %u2014 mas que também age por impulso

HM Helena Mader

Sem atuação prévia na gestão pública ou na vida parlamentar, o governador eleito do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), era uma incógnita no meio político até entrar na disputa pelo Palácio do Buriti. Assim que ele se consagrou campeão da corrida pelo governo, uma dúvida surgiu entre representantes da máquina pública, de sindicatos, do setor produtivo e de parlamentares: qual será o perfil adotado pelo futuro chefe do Executivo local, que toma posse em 1º de janeiro?

Antes mesmo de assumir o cargo, Ibaneis começou a dar sinais de qual será seu estilo de comando. Ele nega que seja centralizador e promete delegar tarefas, mas já antecipou que concentrará atribuições importantes, como a articulação política. Diplomático, abaixou o tom ríspido da campanha e fez elogios ao adversário, Rodrigo Rollemberg (PSB), ao lado de quem terá que conduzir a transição. Sinalizou ainda que pretende ouvir a sociedade organizada antes de tomar decisões importantes — até a escolha de secretários passou por consultas a segmentos interessados em cada área.

Essa ânsia de agradar a vários setores e de fugir de embates, entretanto, pode trazer empecilhos a Ibaneis, sobretudo diante da dificuldade em chegar a consensos com relação a algumas decisões. A escolha do futuro secretário de Saúde é um exemplo. Na última terça-feira, o governador eleito anunciou que divulgaria o nome do futuro chefe da pasta no fim do dia, após uma série de reuniões com representantes do segmento.

Ele ouviu integrantes de sindicatos de médicos, enfermeiros, auxiliares de enfermagem, e de especialistas na área, como o ex-secretário de Saúde Jofran Frejat. Mas, depois da bateria de encontros, não chegou a um nome para a secretaria. Ainda sem um titular capaz de agradar a integrantes de todas as carreiras da saúde, a saída foi criar uma equipe de transição, que discutirá os principais problemas do sistema de atendimento médico, para só depois anunciar o escolhido. Além da Secretaria de Saúde, o emedebista já anunciou que pretende criar ainda uma pasta específica para cuidar apenas da atenção básica de saúde.

Outra promessa de campanha  foi cumprida na primeira semana da transição. Após a eleição da listra tríplice de delegados para a escolha do cargo de diretor-geral da Polícia Civil, Ibaneis Rocha anunciou que nomeará o mais votado: Robson Cândido teve 242 votos na eleição interna da categoria, realizada na última quarta-feira. O atual comandante da instituição, Eric Seba, nomeado por Rollemberg, também havia ficado em primeiro lugar entre os delegados.

O Sindicato dos Policiais Civis, entidade que reúne agentes e escrivães, também pretendia formar uma lista, mas a categoria não reagiu à decisão do governador eleito de antecipar sua decisão, após a formação da lista tríplice eleita pelos delegados. Ibaneis Rocha pretende ainda ouvir a população para a escolha dos administradores regionais. A medida já está prevista na Lei Orgânica do Distrito Federal e deve ser detalhada por meio de decreto, sem a necessidade da criação de uma lei que discipline a participação popular.

Acostumado a lidar com o poder após administrar a Ordem dos Advogados do Brasil no DF (OAB-DF) por três anos, o emedebista garante que não é centralizador. “Sou de delegar e cobrar resultados. Vou anotando as tarefas que passo para depois exigir respostas. O governo tem dia para começar e para terminar, então teremos que tomar medidas e exigir os resultados com rapidez”, explica.

A decisão de aumentar o número de secretarias é usada por Ibaneis como exemplo de que privilegia sempre a delegação de tarefas. Ele lembra que a OAB-DF tinha 50 comissões, cada uma responsável por temas específicos e que, por isso, sabia sempre a quem recorrer quando precisava tratar de algum assunto. “Com mais secretarias, terei de quem cobrar cada tarefa, por mais específica que seja”, acrescenta o governador eleito. “Em algumas pastas estratégicas, como saúde, educação, segurança e obras, quero estar sempre junto. E, nessas áreas, não haverá indicações políticas”, garante.

Coordenador de campanha de Ibaneis e confirmado como secretário de Fazenda da futura gestão, André Clemente diz que o chefe “é uma pessoa de grupo”. “Ele tem uma necessidade enorme de conhecer todas as áreas, não necessariamente de controlá-las. Ele delega muito e exige resultados sempre”, garante Clemente. “Grandes líderes têm sempre mão boa para escolher pessoas e formar equipes de credibilidade”, acrescenta o auditor da Fazenda.

Impulso

Outra característica do perfil de Ibaneis que já transpareceu ainda na transição é que, muitas vezes, ele age por impulso. Um exemplo foi o anúncio de que o empresário José Humberto Pires ocuparia a Secretaria de Desenvolvimento Econômico. Desejoso de ter Pires em seu secretariado, o governador eleito anunciou seu nome, mas, logo depois da divulgação, o empresário divulgou nota para esclarecer que não aceitaria o convite “por conta de compromissos institucionais e profissionais”.

O emedebista indicou ainda que pretende manter relações institucionais fortes na Esplanada dos Ministérios. Além de visitar o presidente da República Michel Temer um dia após as eleições, Ibaneis sinalizou por várias vezes que quer um bom relacionamento com o presidente eleito, Jair Bolsonaro. Disse que vai consultá-lo para escolher o secretário de Segurança e declarou voto no capitão da reserva.

Ibaneis visitou ainda a Câmara Legislativa e o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Dias Toffoli, nos primeiros dias de gestão. Numa sinalização de que quer boas relações com outros estados, já esteve com os governadores eleitos de Goiás e de São Paulo, Ronaldo Caiado (DEM) e João Doria (PSDB).

Troca de poder

A equipe de transição terá integrantes da atual gestão, como o secretário-chefe da Casa Civil, Sérgio Sampaio, e indicados pelo governador eleito, Ibaneis Rocha (MDB). O emedebista nomeou seu vice, Paco Britto (Avante) como coordenador da transição. Os secretários da próxima administração, à medida que forem anunciados por Ibaneis, passarão a compor o grupo.

A primeira semana

Desde que foi eleito, o advogado Ibaneis Rocha (MDB) tem buscando o diálogo com personalidades do meio político e jurídico. Na segunda-feira, esteve no Palácio do Planalto com o presidente Michel Temer, para tratar de recursos para o Distrito Federal, e com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli.

No dia seguinte, Ibaneis foi à Câmara Legislativa, para conversar com os deputados distritais sobre o orçamento para 2019.

Na quarta-feira, embarcou para São Paulo, onde esteve com o governador eleito, João Doria (PSDB). Ontem, houve um novo encontro com o tucano, no hotel onde Ibaneis está hospedado. Dessa vez, participou também o governador eleito do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC).

Nesta semana, Ibaneis deve ser receido pelo presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL).

Fonte: Correio Braziliense

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5nov/180

Politica: Enquetes para administrador cansam nas redes sociais

JÁ ESTÁ CANSATIVO!
Enquete para ADMINISTRADOR

Amigos, esse festival de enquetes nas cidades satélites pedindo participação dessa ou daquela pessoa para indicar o seu nome preferencial para administrador, na verdade, uma perca de tempo!

Tendo em vista que o governador eleito não adotará esse critério como princípio de escolha dos gestores de seu governo. O governador vai analisar primeiro a Câmara Legislativa, os apoios partidários e suas escolhas pessoais na condição de chefe do executivo. Então nunca esqueça que nenhum administrador regional foi escolhido por enquete nos últimos 30 anos no DF.

 

Redação

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