26out/140

Politica: lealdade desde o começo

Osvaldo Mutamba na campanha do 40 quando ainda era o 3º colocado

Osvaldo Mutamba na campanha do 40 quando ainda era o 3º colocado

A cidade de Brazlândia deverá ter uma eleição considerada quente nas disputas pelo o comando do GDF. Os grupos de Rollemberg e Frejat vem mostrando que não estão para brincadeira.

Com um trabalho de conscientização e ao pé de ouvido com o eleitorado da cidade, o lider politico da região, o popular Osvaldo Mutamba, vem mostrando que acreditar é preciso.

Enquanto a campanha em seu inicio mostrava uma disputa polarizada entre o até então candidato José Roberto Arruda e o atual governador Agnelo Queiroz. Lá estava o partidário de Rollemberg mostrando que era possível chegar. E chegou!

Nesse domingo a disputa chegará ao fim. Entre mortos e feridos Mutamba acredita que está mais firme que nunca;" O Rollemberg e o nosso vice - governador Renato Santana representam o novo para o DF. Voltar ao passado  não será saudável para o futuro de Brasilia. Por isso o DF dará a resposta  com a eleição de Rodrigo Rollemberg", declarou.

fonte: Redação

26out/140

Aécio volta a subir e passa à frente de Dilma

aecio

Pesquisa CNT/MDA: Considerando votos válidos, levantamento aponta que Aécio Neves tem 50,3% das intenções e Dilma Rousseff tem 49,7%.

INTENÇÃO DE VOTO PARA PRESIDENTE (ESPONTÂNEA)

Aécio Neves (44,4%), Dilma Rousseff (43,3%)

INTENÇÃO DE VOTO PARA PRESIDENTE (ESTIMULADA)

Aécio Neves (PSDB) – 45,3%

Dilma Rousseff (PT) – 44,7%

VOTOS VÁLIDOS

(percentual calculado excluindo os percentuais de branco, nulo e indecisos)

Aécio Neves (PSDB) – 50,3%

Dilma Rousseff (PT) – 49,7%

LIMITE DE VOTO

DILMA ROUSSEFF: é a única em que votaria (37,9%); é uma candidata em que poderia votar (17,3%); não votaria nela de jeito nenhum (43,3%); não conhece/não sabe quem é/ nunca ouviu falar (0,1%).

AÉCIO NEVES: é o único em que votaria (38,4%); é um candidato em que poderia votar (16,3%); não votaria nele de jeito nenhum (42,8%); não conhece/não sabe quem é/ nunca ouviu falar (1,1%).

A 126ª Pesquisa CNT/MDA mostra que Aécio Neves está numericamente à frente de Dilma Rousseff. Importante ressaltar que Aécio inverteu a curva de queda e voltou a subir.

Provavelmente, o debate da Rede Globo definiu as eleições, com grandes possibilidades de Aécio ser eleito presidente da República neste domingo.

A Pesquisa realizada 23 e 24 de outubro de 2014 e divulgada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) foi registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR – 01199/2014. Foram entrevistadas 2.002 pessoas de 137 municípios de 25 Unidades da Federação.

fonte: Diário do Poder

26out/140

Veritá: Rollemberg deve ser eleito com 56,5%

Rollemberg

O senador Rodrigo Rollemberg (PSB/DF) deverá ser eleito governador do Distrito Federal, neste domingo. Segundo pesquisa registrada pelo instituto Veritá, ele tem 56,5% das intenções de voto, contra 43,5% do adversário Jofran Frejat.

O levantamento ouviu 2.203 eleitores, entre os dias 21 e 23 de outubro. Rollemberg chegou a ter mais de 60% das intenções de voto, mas a vantagem encolheu depois que Frejat anunciou a tarifa de ônibus a R$ 1 – Frejat ganhou votos, mas não numa velocidade suficiente para ameaçar a liderança de Rollemberg.

Em Brasília, a chapa encabeçada pelo socialista fez também o senador José Antônio Reguffe, do PDT, que fo um dos mais votados do Brasil. (do Brasília 247)

 

26out/140

Ibope, votos válidos: Rollemberg tem 55%; Frejat, 45%, no DF

Pesquisa Ibope divulgada neste sábado (25) aponta os seguintes percentuais de intenção de votos válidos na corrida para o governo do Distrito Federal:

Rodrigo Rollemberg (PSB) – 55%
Jofran Frejat (PR) – 45%

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

 No levantamento anterior do instituto, divulgado no dia 23, Rollemberg tinha 57% e Frejat, 43%.

A pesquisa foi encomendada pela Rede Globo.

Votos totais
Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:

Rodrigo Rollemberg (PSB) – 46%
Jofran Frejat (PR) – 37%
Branco/nulo – 12%
Não sabe/não respondeu – 5%

O Ibope ouviu 2.002 eleitores em todo o Distrito Federal entre os dias 22 e 25 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o número DF-00090/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01188/2014.

1º turno
No primeiro turno, Rollemberg teve 45,23% dos votos válidos e Frejat, 27,97% (veja os números completos da apuração no Distrito Federal).

26out/140

IMPEACHMENT DE DILMA JÁ TEM 690 MIL ASSINATURAS

PETIÇÃO DO IMPEACHMENT DE DILMA JÁ SE APROXIMA DE 700 MIL ASSINATURAS

Dilma e AÈcio participam do ˙ltimo debate antes da votaÁ„o do segundo turno

Dilma Rousseff, candidata do PT, no debate de ontem, na Rede Globo. Foto: Ricardo Duarte/Estadão Conteúdo

Petição de impeachment da presidenta Dilma Rousseff (PT) acumulava no começo da noite desta sexta-feira (24) mais de meio milhão de assinaturas (exatas 575 mil às 19h). Agora, à 22h11, o número já cresceu para 690.140. A petição, no site Avaaz, ganhou fôlego após revelação do doleiro Alberto Youssef à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal de que Dilma e Lula sabiam do roubo na Petrobras. A PF suspeita que Youssef “lavou” R$ 10 bilhões.

Em sua propaganda eleitoral na tevê, Dilma optou por desqualificar a revista Veja, que publicou a notícia, ameaçando-a de processo.

Ao afirmar que Veja “não tem credibilidade”, Dilma deveria explicar por que seu governo acredita na revista: é um dos principais anunciantes.

O megadoleiro Alberto Youssef era o caixa do esquema de gatunagem na Petrobras, desmantelado pela Operação Lava Jato.

Youssef e seu “sócio” Paulo Roberto Costa comandavam uma espécie de “banco central” da corrupção, instalado em 2006, no governo Lula. Informações: Diário do Poder.

26out/140

SENSUS FECHA ÚLTIMA PESQUISA: AÉCIO 52,1% X DILMA 47,9%

NA ÚLTIMA PESQUISA, SENSUS (A EXEMPLO DO MDA) APONTA VIRADA DE AÉCIO 

dilma aecio debate record by divulgacaoO Instituto Sensus realizou a última pesquisa de intenção de votos para presidente, fechada há pouco, indicando liderança do candidato do PSDB, Aécio Neves, com 52,1% dos votos válidos.

A sua oponente Dilma Rousseff (PT), segundo o Sensus, soma 47,9% dos votos válidos. Contratado pela revista IstoÉ, o levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sob nº 01193/2014.

Ao contrário de todos os demais institutos de pesquisa do País, como Datafolha, MDA e Ibope, que apontavam para Marina Silva (PSB) disputando o segundo turno com a candidata do PT, o Sensus foi o único a captar o crescimento de Aécio, na reta final, sobretudo após o debate da Rede Globo, indicando que ele estaria no segundo turno, como de fato aconteceu.

25out/140

Doleiro Yousseff promete entregar à Justiça números de contas secretas do PT em paraísos fiscais

Alberto Youssef  (Foto: Aniele Nascimento / Agência de Notícias G/AE)

Alberto Youssef (Imagem: Aniele Nascimento / Agência de Notícias G/AE)

Ricardo Noblat

Os trechos mais quentes da reportagem de VEJA deste fim de semana sobre as confissões à Justiça do doleiro Alberto Youssef, um dos cabeças do esquema de corrupção na Petrobras:

• — O Planalto sabia de tudo! — Mas quem no Planalto? — perguntou o delegado. — Lula e Dilma — respondeu o doleiro.

• Na semana passada ele aumentou de cerca de trinta para cinquenta o número de políticos e autoridades que se valiam da corrupção na Petrobras para financiar suas campanhas eleitorais. Aos investigadores Youssef detalhou seu papel de caixa do esquema, sua rotina de visitas aos gabinetes poderosos no Executivo e no Legislativo para tratar, em bom português, das operações de lavagem de dinheiro sujo obtido em transações tenebrosas na estatal. Cabia a ele expatriar e trazer de volta o dinheiro quando os envolvidos precisassem.

• Entre as muitas outras histórias consideradas convincentes pelos investigadores e que ajudam a determinar a alta posição do doleiro no esquema — e, consequentemente, sua relevância pa­ra a investigação —, estão lembranças de discussões telefônicas entre Lula e Paulo Roberto Costa sobre a ampliação dos “serviços”, antes prestados apenas ao PP, também em benefício do PT e do PMDB.

• “O Vaccari está enterrado”, comentou um dos interrogadores, referindo-se ao que o do­leiro já narrou sobre sua parceria com o tesoureiro nacional do PT, João Vaccari Neto. O doleiro se comprometeu a mostrar documentos que comprovam pelo menos dois pagamentos a Vaccari. O dinheiro, desviado dos cofres da Petrobras, teria sido repassado a partir de transações simuladas entre clientes do banco clandestino de Youssef e uma empresa de fachada criada por Vaccari.

• O doleiro preso disse que as provas desses e de outros pagamentos estão guardadas em um arquivo com mais de 10 000 notas fiscais que serão apresentadas por ele como evidências. Nesse tesouro do crime organizado, segundo Youssef, está a prova de uma das revelações mais extraordinárias prometidas por ele, sobre a qual já falou aos investigadores: o número das contas secretas do PT que ele operava em nome do partido em paraísos fiscais. Youssef se comprometeu a dar à PF a localização, o número e os valores das operações que teria feito por instrução da cúpula do PT.

• Youssef dirá que um integrante da ­coor­denação da campanha presidencial do PT que ele conhecia pelo nome de “Felipe” lhe telefonou para marcar um encontro pessoal e adiantou o assunto: repatriar 20 milhões de reais que seriam usados na cam­panha presidencial de Dilma Rousseff. Depois de verificar a origem do telefonema, Youssef marcou o encontro que nunca se concretizou por ele ter se tornado hóspede da Polícia Federal em Curitiba. Informações: Diário do Poder.

25out/140

OPINIÃO Um sopro de mudança e esperança

opiniao

Ricardo Callado

As eleições de 2014 se encerram neste fim de semana e nos deixa lições. Mostra que independente da vitória ou derrota do candidato de cada um, o brasileiro se engajou, discutiu, torceu e vibrou. A militância espontânea foi o diferencial da campanha. E o sentimento de mudança tomou conta do País. Sendo ele vitorioso ou não.

Aécio versus Dilma no campo nacional e Rollemberg versus Frejat, em Brasília, são o retrato desse sopro em busca do novo. Até por isso, mesmo aqueles que representam grupos que estão ou estiveram no poder, se apresentaram como o novo. Coube a cada eleitor diferençar a verdade da mentira.

Aécio Neves (PSDB) e Rodrigo Rollemberg (PSB) representam o novo. Um sopro de mudança e esperança. Se vão conseguir convencer a maioria, as urnas dirão neste domingo.

Dilma Rousseff (PT) representa um projeto de poder que há 12 anos manda no Brasil. Frejat é a retomada de um grupo que esteve no poder há cerca de quatro anos. São dois modelos distintos, mas vitoriosos em campanhas anteriores. Precisaram inovar o marketing político para vender ao eleitor que representam mudanças. O antigo que se recicla. E que seria isso que o povo necessita.

A campanha deste ano também teve seus lados negativos. Contraditoriamente foi a de mais baixo nível da história do País. O eleitor amadureceu. Alguns políticos não! Ainda acham que pela desconstrução dos adversários, ataques pessoais, xingamentos contra a honra e palavreado de esgoto conseguem se perpetuar no poder. A mentira como arma. A ameaça como sedução ao eleitor.

A verdade sempre aparecerá em algum momento. E tudo é colocado em seu devido lugar. A mentira faz o seu estrago ao mesmo tempo que o mal sozinho se destrói. Cada um acredita no que quer. Eu acredito que o Brasil pode ser um país melhor. E que Brasília não merece mais desgoverno.

O povo brasileiro não pode deixar que a democracia seja colocada em risco. Que o país seja dividido. Não existe “nós e eles”. Existe um Brasil que necessita de união. De todas as raças, todas as religiões, todas as regiões. Os políticos que usam o ódio como arma para se manter no poder e colocam irmãos contra irmãos deviam se envergonhar.

Vi nessa eleição, além de engajamento, relacionamentos familiares e entre amigos serem abalados por políticos irresponsáveis que semeiam a discórdia. E no final, para quê? Para se manter no poder, roubar os cofres públicos e sangrar a democracia num projeto louco e mau-caráter. E para isso, criam a desunião e a divisão.

O Brasil está seguindo num caminho perigoso. A democracia e as instituições estão em risco. O próximo presidente da República deve ter discernimento e mudar o rumo que as coisas tomaram. Se o país continuar seguindo o caminho da Venezuela, onde tudo começou com o aparelhamento dos tribunais superiores, quem vai sofrer é o povo. Os políticos quase sempre conseguem escapar da cadeia. E ainda serão idolatrados pelos oprimidos.

Brasília está seguindo o caminho do desgoverno. O futuro governador precisa colocar a máquina nos trilhos. E fazer o povo acreditar que o governo existe para servir a população. Para melhorar a vida do seu povo. E não dos políticos.

Nessa eleição deveríamos todos nos perguntar: “Nossa vida está melhor hoje do que há quatro anos atrás”. Se a resposta for sim, devemos manter o que ai está. Se for o contrário, é nosso dever votar pela mudança. E mudar nunca é ruim. E, se por acaso, não gostarmos do que vai vir nos próximos quatro anos, temos a nossa arma que é o nosso voto para trocar de governo. Podemos fazer isso enquanto houver democracia. E homens e mulheres de bem que se preocupem de verdade com a nossa nação.

Precisamos de mais políticos como Marina Silva e Eduardo Campos, juízes como Joaquim Barbosa e Sérgio Moro, menos aparelhamento, menos Papuda, mais verdade, menos mentira. Precisamos de ética, decência e respeito ao que é público. Não somos “nós”, nem tampouco “eles”. Somos todos brasileiros. Não queiram nos separar. O Brasil e seu povo são mais fortes do que qualquer projeto de poder político. Votemos com consciência. O nosso voto pode fazer nossa cidade e nosso país um lugar melhor melhor.

25out/140

Politica: movimentação estranha na madrugada

Divulgação

Divulgação

A briga pelo o comando do Palácio do Buriti continua a escrever capítulos importantes nessa reta final.

Um fonte garantiu ao blogdogbu  que na madrugada dessa sexta para sábado e de sábado para domingo haverá equipes espalhadas nos quatro cantos do DF com a proposta de realizar uma farta distribuição de panfletos apócrifos com intuito de destabilizar a candidatura de um dos nomes em disputa.

Como a fonte preferiu não citar de onde estava partindo tal iniciativa. Agora é esperar pra ver quem será o alvo desse jogo sujo que precisa ser sepultado no processo politico.

fonte: Redação

24out/140

ISTOÉ MONTA HISTÓRICO DAS CALÚNIAS PETISTAS CONTRA AÉCIO

REVISTA DETALHA TÁTICAS DE DIFAMAÇÃO UTILIZADAS PELO PT

Lula Dilma Capa Istoe copy

Revista monta histórico de “mentiras” repetidas pelo PT para aterrorizar eleitores

A reportagem de capa da Istoé faz um histórico do modo PT de fazer campanha quando se sente ameaçado. De acordo com a revista, o partido esqueceu a frase de Duda Mendonça, criador do vitorioso “Lulinha paz e amor” em 2002. Ele disse que “a democracia amadureceu e agora quem bate perde”, mas Dilma e Lula elevaram as calúnias contra adversários a um nível nunca antes visto. A revista fala do aparelhamento usado para manipular dados e esconder indicadores que prejudiquem a candidatura oficial, atentando contra a credibilidade de instituições como o Ipea e o IBGE.

A difamação começou com bem remunerados militantes anônimos no Facebook, Twitter e WhatsApp, mas o próprio Lula e a presidenta Dilma viraram protagonistas após o 1º turno. Em BH, Lula disse que “a tática dele (Aécio) é a seguinte: vou partir para a agressão. Meu negócio com mulher é partir para cima agredindo”. Depois completou: “é comportamento de um filhinho de papai que sempre acha que os outros têm de fazer tudo para ele, que olha com nariz empinado”.

Isso tudo faria parte da estratégia de campanha, pois três dias depois, o centro de Belo Horizonte amanheceu com enormes cartazes perguntando: “Você vota em candidato que agride mulher?”. A tática é a mesma usada contra Marina Silva no 1º turno quando disseram que ela, por ser evangélica, ia proibir videogames e que seus seguranças chegaram a matar uma pessoa por ser gay.

Mesmo com um projeto para transformar o Bolsa Família em lei, Aécio sofre com afirmações de que ele irá acabar com o programa. Além de afirmar que um governo do PSDB significa o genocídio da juventude negra, no Nordeste Lula chegou ao absurdo de dizer que, caso eleito, o candidato tucano e seu partido tratariam os nordestinos como os nazistas fizeram com os judeus e seriam mais intolerantes que Herodes, que mandou matar Jesus.

Istoé afirma que o terror é espalhado em todas as áreas e, apesar de o programa de governo de Aécio apontar o fortalecimento de instituições públicas como Banco do Brasil, Caixa, Petrobras e Correios, as acusações são de que ele irá privatizá-las. Informações: Diário do Poder.

24out/140

Eleições: Lula passa dos limites

luladoido

Ex-presidente se iguala aos ditadores de plantão ao usar o discurso do medo contra a candidatura de Aécio Neves

A forma como o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva entrou na campanha para a reeleição de Dilma Rousseff (PT) compromete sua história e vem surpreendendo até mesmo os aliados do governo. Lula tem usado o palanque para se dedicar pessoalmente à desconstrução do candidato Aécio Neves (PSDB), se valendo de argumentos vis, usando as mesmas armas que Fernando Collor de Mello empunhou contra sua candidatura em 1989. Ataques pessoais e sem compromisso com a verdade têm pautado os discursos do ex-presidente. Ele já insinuou que o adversário teria problemas com bebidas, não respeitaria mulheres, seria nazista e, por último, tem dito que Aécio “não trabalha”. …

Lula mancha a própria biografia ao usar de seu prestígio para espalhar boatos contra a honra do adversário, em vez de referendar as supostas propostas que a candidata Dilma Rousseff possa apresentar ao País. Ao protagonizar uma campanha do medo contra o candidato tucano, o ex-presidente se iguala aos ditadores de plantão que usam o discurso do estado democrático de direito apenas como arsenal retórico.

O terror contra o povo é um instrumento típico do bolivarianismo que graça com fervor em regimes totalitários da América Latina. Com seu posicionamento, Lula alimenta a claque sindicalista que não quer perder o poder e acha possível usar todos os instrumentos – o terrorismo eleitoral inclusive — para manter o status. Mesmo a custa de um assalto notório ao Estado e as estatais, como estamos assistindo nos últimos tempos. Lula mente e acha isso aceitável.
Fonte: Revista Istoé

24out/140

Datafolha no DF: Rollemberg tem 57%, e Frejat ,43%

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira aponta que o candidato Rodrigo Rollemberg (PSB) lidera a disputa ao governo do Distrito Federal com 57% das intenções de votos válidos, (excluídos brancos, nulos e eleitores indecisos), contra 43% de Jofran Frejat, do PR. A margem de erro é de três pontos porcentuais para mais ou para menos.

O resultado mostra o cenário eleitoral no DF estável: na pesquisa anterior, divulgada no último dia 16, o resultado foi o mesmo – 57% para Rollemberg e 43% para Frejat. Incluídos os votos brancos e nulos, o candidato do PSB tem 47% das intenções de voto, e Frejat, 36%. Dez por cento dos eleitores pretendem votar branco ou nulo e 7% não souberam responder.

A pesquisa foi realizada nos dias 22 e 23 de outubro e ouviu 1.212 eleitores em todo o Distrito Federal. O levantamento está registrado no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o protocolo número DF-00087/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo número BR-001162/2014. Informações da Veja.

fonte: estaçãodanoticia

24out/140

Politica: Crise, desentendimento e ameaças no PPL

Revoltado por perder ás eleições para a Câmara Federal. Campanella agora quer dar o trôco. Mas nos parceiros de partido

Divulgação

Divulgação

Se não bastasse a tentativa de expulsar o candidato a distrital Pedro do ovo PPL, agora  a artilharia está sendo apontada para a recém eleita deputada pelo partido Telma Rufino.

A executiva regional liderada pelo o enrolado ex diretor do DFtrans Marco Antonio Campanella, resolveu colocar o time em campo para perseguir os ex -candidatos.

A Deputada está liderando um grupo de suplentes do partido afim de compor o próximo governo, fato que tem levado a executiva a ameaçar de expulsão todos do grupo inclusive a deputada.

Todos ex- candidatos e agora suplentes estão unidos em nome do grupo que colocaram nas urnas mais de 98 mil votos. O ex candidato a deputado federal, Campanella,  que teve uma inexpressiva votação com ânsia de poder e prestígio tenta desconsiderar o que foi provado nas urnas pela a maioria do grupo.

A postura do Presidente da legenda e ex- diretor do DF Trans não encontra apoio da maioria dos membros do partido. Vale lembrar que a sua saída do DF Trans foi pela portas dos fundos  respondendo a processos e sob fortes acusações dentro de sua administração frente ao orgão.

A insatisfação é geral, segundo os bastidores a tendência é que o partido seja esvaziado pelos próprios ex- candidatos. Fato que levaria o presidente Campanella a perder poder de negociação no próximo governo.

Comenta-se a boca miúda que a distrital Telma Rufino já estuda a possibilidade de sair da legenda. Ressaltando que para isso acontecer a parlamentar precisaria de uma justificativa.

fonte: Redação

23out/140

IPEA CONTRADIZ GOVERNO E ADMITE ‘RECESSÃO TÉCNICA’

INSTITUTO DESMENTE DILMA E CONFIRMA QUE CRISE MUNDIAL NÃO É RESPONSÁVEL

Economist 2013

Em 2013 a revista The Economist, criticada por Lula, já fazia análises que previam queda na atividade econômica brasileira

Brasília - O fraco desempenho da economia brasileira, em recessão técnica, tem pouco a ver com uma crise internacional e está mais ligado à desaceleração da demanda doméstica e à redução dos investimentos na produção. A visão, contrária aos argumentos da presidente Dilma Rousseff e do ministro da Fazenda, Guido Mantega, não vem da oposição ao governo, mas de uma ampla análise do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Divulgada sem alarde no site do Ipea, a Carta de Conjuntura derruba dois dogmas do discurso do governo federal. O Ipea reconhece a “recessão técnica”, ou seja, a queda da atividade econômica por dois trimestres consecutivos. O governo rejeita esse conceito. O instituto, vinculado à Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência (SAE), também nega que a crise mundial seja a única explicação para o fraco resultado do Produto Interno Bruto (PIB) registrado ao longo dos últimos quatro anos.

A análise, assinada pela Diretoria de Estudos e Política Macroeconômicas, sai em um momento de crise interna no Ipea e de adiamento na divulgação de indicadores negativos para a economia às vésperas da eleição de domingo. Na semana passada, o diretor de Estudos e Políticas Sociais, Herton Araújo, entregou o cargo após ser voto vencido em reunião da cúpula do Ipea que decidiu, no início de outubro, não divulgar análises com dados públicos durante o período eleitoral. Na ocasião, Araújo defendia a divulgação de estudo técnico sobre miséria no Brasil a partir de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) do IBGE.

Agora, a nova Carta de Conjuntura coloca ainda mais lenha na fogueira no debate político, partindo de análises econômicas. “Ao contrário de outros períodos em que o PIB caiu por dois trimestres consecutivos (por exemplo, 1998-1999, 2001, 2003 e 2008-2009), o momento atual não se caracteriza por crises externas, flutuações bruscas nos preços macroeconômicos e/ou “apagões” energéticos”, escrevem os analistas do Ipea. “A inexistência de culpados óbvios isto é, de ‘choques negativos’ de grande monta torna ainda mais significativo o fenômeno da estagnação econômica recente.”

Os economistas citam especificamente as últimas quatro crises vividas internamente, que deprimiram o PIB brasileiro. Entre 1998 e 1999, no governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB), a economia sofreu os abalos da crise na Rússia e, na sequência, da maxidesvalorização do real, em janeiro de 1999. Dois anos depois, em 2001, o PIB recuou forçado pelo racionamento de energia no governo FHC, o chamado “apagão”. Em 2003, a economia reagiu mal à brusca desvalorização do real, contaminado pela radicalização do período eleitoral do ano anterior. Finalmente, entre o fim de 2008 e o começo de 2009, o Brasil foi atingido pela explosão da crise econômica mundial, nos Estados Unidos e na Europa.

“Reitere-se que, nas últimas décadas, recessões técnicas só ocorreram em momentos em que o país foi atingido por choques negativos importantes”, afirmaram os analistas do Ipea.

O Ipea destaca que “ainda que o quadro atual de baixo crescimento econômico seja obviamente indesejável, cumpre ressaltar que seus efeitos negativos têm sido mitigados pelo fato de a taxa de desemprego permanecer baixa e dos rendimentos reais continuarem crescendo”. O bom ritmo do mercado de trabalho tem suavizado os problemas macroeconômicos e mantido um nível geral de atividade que impede que o PIB recue a zero. Depois de crescer 2,7% em 2011; 1% em 2012 ; e 2,5% em 2013, o PIB deve fechar em cerca de 0,3% neste ano, segundo projeções do mercado financeiro.

Na média, o governo Dilma Rousseff deve encerrar com um avanço do PIB de 1,6% do PIB, desempenho inferior apenas ao de Floriano Peixoto (1891-1894) e de Fernando Collor (1990-1992) entre todos os presidentes.

A admissão da recessão técnica fica clara no trecho em que o Ipea assinala as duas retrações consecutivas do PIB no primeiro e no segundo trimestre deste ano. “Este resultado (do 2º trimestre) configurou um cenário de recessão técnica, uma vez que o PIB já tinha caído 0,2% no trimestre anterior”.

Inflação

Quanto ao desempenho da inflação, o Ipea reconhece que o cenário de aumento de preços no Brasil “vem se mantendo pressionado, em patamar elevado”. De acordo com os economistas, o índice oficial (IPCA) fechará o ano em um nível superior aos 5,91% verificados em 2013 – isto é, estará ainda mais próxima do teto da meta perseguida pelo Banco Central, de 6,5%.

O Ipea também cita o estranho desempenho das despesas federais com programas sociais e previdenciários ao longo do primeiro semestre – as chamadas “pedaladas fiscais”. O Tesouro atrasou o repasse de dinheiro aos bancos, notadamente a Caixa Econômica Federal, que continuaram realizando os pagamentos em dia de abono salarial, seguro-desemprego, benefícios previdenciários e Bolsa Família. Os atrasos nos repasses reduziram artificialmente as despesas federais. Após a revelação da manobra, o Tesouro iniciou uma correção dessas “pedaladas” em agosto e setembro, o que piorou o resultado fiscal do governo federal.

Sem citar diretamente essas operações, o Ipea assinala que houve “elementos incomuns do lado das despesas”. “Os mais relevantes foram os pagamentos de abono e seguro-desemprego, que mais que dobraram, em termos reais, em relação aos registrados em agosto de 2013, compensando quedas expressivas ocorridas nos meses anteriores.” (João Villaverde/Agência Estado)

23out/140

OPERADOR DO ROUBO DIZ EM DEPOIMENTO QUE DILMA E LULA SABIAM DE TUDO

capa veja 2397

O ex-presidente Lula e a atual presidente Dilma Rousseff tinham pleno conhecimento do esquema de corrupção que pode ter roubado R$ 10 bilhões dos cofres da Petrobras, segundo revelou o caixa do esquema, megadoleiro Alberto Youssef, em depoimento à Polícia Federal e o Ministério Público Federal. A revelação está na edição da revista Veja que circula nesta sexta-feira.

Segundo Veja, na última terça-feira, o doleiro Alberto Youssef entrou na sala de interrogatórios da Polícia Federal em Curitiba para prestar mais um depoimento em seu processo de delação premiada. Como faz desde o dia 29 de setembro, sentou-se ao lado de seu advogado, pôs os braços sobre a mesa, olhou para a câmera posicionada à sua frente e se colocou à disposição das autoridades para contar tudo o que fez, viu e ouviu enquanto comandou um esquema de lavagem de dinheiro suspeito de movimentar 10 bilhões de reais.

A temporada na cadeia produziu mudanças profundas em Youssef. Encarcerado desde março, o doleiro está bem mais magro, tem o rosto pálido, o cabelo raspado e não cultiva mais a barba.

O estado de espírito também é outro. Antes afeito às sombras e ao silêncio, Youssef mostra desassombro para denunciar, apontar e distribuir responsabilidades na camarilha que assaltou durante quase uma década os cofres da Petrobras.

Com a autoridade de quem atuava como o banco clandestino do esquema, ele adicionou novos personagens à trama criminosa, que agora atinge o topo da República. Perguntado sobre o nível de comprometimento de autoridades no esquema de corrupção na Petrobras, o doleiro foi taxativo:

— O Planalto sabia de tudo!

— Mas quem no Planalto?, perguntou o delegado.

— Lula e Dilma, respondeu o doleiro.

fonte: Diário do Poder