25ago/160

Juarezão;” Não vou perseguir deputado nenhum”

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O mais novo presidente da Câmara Legislativa, distrital Juarezão, foi taxativo que será um presidente democrático e respeitará o direito ao contraditório.

O parlamentar participou junto com o chefe do executivo, Rodrigo Rollemberg, da inauguração de iluminação pública da DF 080 que liga a região rural do Incra 08 á BR 070. Na solenidade o distrital de Brazlândia fez questão de declarar que assumiu o poder legislativo para criar a harmonia entre os poderes;" Serei leal ao governo Rollemberg e não perseguirei nenhum deputado distrital, e os meus pares acusados tem o direito a se defenderem. Defendo que se apure tudo", declarou Juarezão.

fonte: Redação

25ago/160

Hoje médica, filha de gari recebe primeiro salário e começa a ajuda

O pai comentou que hoje se sente realizado

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A médica Aline de Castro Pereira recebeu seu primeiro salário e já está ajudando o pai, o gari Tales Pereira, de 63 anos. “Quando eu recebi meu primeiro salário liguei para ele, eu fiquei chorando e ele emocionado também. Já fui ajudando, já coloquei um portão eletrônico na casa, pedi para ele deixar eu pagar algumas coisas aqui. No começo ele não queria deixar, mas fui convencendo. Primeira coisa que eu fiz foi comprar uma rede para ele, o primeiro presente foi esse”, lembrou.

O pai comentou que hoje se sente realizado vendo a filha concretizando seu sonho.

“Eu sinto orgulho dela. Quando ela estiver precisando e eu estiver com vida, mesmo depois de casada, eu vou estar lá ainda para o que ela precisar. Pai não cria filho pra si. Ela diz que eu não vou ficar sozinho não. Quando ela conseguir comprar algum imóvel, vai me levar para morar do lado dela”, afirmou.

Aline vai comprar um apartamento para o pai morar perto dela. “Ele fala que não vai morar em apartamento, mas quando eu tiver o meu vou comprar um pra ele em baixo ou em cima do meu”, contou.

A jovem está fazendo residência em clínica médica para depois se especializar em gastroenteorologia.

“Não me vejo fazendo outra coisa, se eu tivesse feito outro curso, não sei se estaria plenamente feliz como estou hoje. Eu estou começando a viver agora o dia a dia da profissão e é muito gratificante ver o paciente melhorar, ver que você pode fazer a diferença na vida de alguém”, pontuou.

Tales assumiu os cuidados da filha quando ela tinha 9 anos. Ele decidiu mantê-la na escola particular na qual a mãe, que veio a falecer por causa de um câncer no estômago, havia matriculado para que ela tivesse uma boa base estudos.

“Quando ela começou a estudar, a minha esposa colocou ela no jardim em um colégio particular. A mãe dela adoeceu, faleceu e eu não tirei. Era uma escola boa, católica e ela ficou lá até o final do ensino médio, então ela teve uma base boa. Ela é guerreira”, disse Tales.

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Fonte: Com informações do G1

25ago/160

‘Nosso trabalho será resguardar a imagem institucional da CLDF’, afirma Agaciel

 

Por Fred Lima

Em conversa com o Blog do Fred Lima, o primeiro secretário da Câmara Legislativa do DF, Agaciel Maia (PR), falou sobre os trabalhos da nova Mesa Diretora, que assumiu esta semana após o afastamento dos membros titulares, devido ao escândalo dos áudios gravados pela ex-vice-presidente da Casa, Liliane Roriz (PTB). Além do corte de gastos anunciado ontem (24), que inclui despesas com diárias e passagens, o primeiro secretário interino foi enfático na defesa da imagem institucional da Câmara. “Nosso trabalho será resguardar a imagem da Casa, ou seja, pode-se falar mal de algum deputado, menos da instituição, cuja Mesa vai adotar uma série de medidas para não dar oportunidade de ninguém fazer nenhuma crítica institucional”, afirmou.

Sobre a conduta de cada distrital, Agaciel diz que não é possível a Mesa ter esse controle. “Não temos controle sobre a conduta pessoal de cada parlamentar. A Mesa controla a instituição. Enquanto estivermos no exercício da função, a linha adotada será o corte de gastos e o resguardo da imagem da Câmara”, concluiu.

O afastamento da Mesa titular, segundo o Ministério Público do DF, vai perdurar “até o fim das investigações”, que não tem prazo previsto de conclusão. A presidente afastada da CLDF, Celina Leão (PPS), afirmou que vai recorrer da decisão. O mandato dos membros da Mesa Diretora (titulares e suplentes) vence em dezembro, quando ocorrerá nova eleição para o biênio 2017-2018.

 

25ago/160

Operação da PF abala governo Marconi e Caiado alerta: ‘Tem muito mais por aí’

O senador Ronaldo Caiado (DEM) afirmou em nota enviada à imprensa nesta quarta-feira, 24 de agosto, que as ações investigadas pela Operação Decantação, da Polícia Federal, estavam em sintonia com o Palácio das Esmeraldas para gerar Caixa 2 e enriquecimento ilícito. Conforme investigação da PF e do Ministério Público, milhões da Saneago era desviado e usado para pagar campanhas políticas, propinas a servidores do órgão, festas e até uma Organização Social (OS) na área da saúde. Na avaliação de Caiado, o resultado da investigação demonstra o motivo pelo qual Marconi Perillo (PSDB) tenta a todo custo vender a Celg.

“O atual governo de Goiás dilapidou o patrimônio dos goianos. Essa ação da Polícia Federal traz à tona o real motivo de tanta ansiedade por parte do Palácio das Esmeraldas em querer vender a Celg. Após quebrar a empresa, partiu para a Saneago. Essas ações eram comandadas pela Agetop, que atua de forma suspeita até hoje em outros órgãos do Estado. Tudo em sintonia com o comando do Palácio das Esmeraldas para gerar caixa 2 e enriquecimento ilícito”, disse.

Na nota, o senador também apoiou as investigações e disse ter esperança de que Goiás supere essa triste passagem de sua história. ““É triste porque as empresas mais importantes do Estado foram quebradas, com a anuência das autoridades, para depois serem descartadas com o intuito de enterrar os crimes cometidos. Mas, ao mesmo tempo, surge a esperança de ver que esse capítulo triste da história goiana não passará impune e os crimes cometidos contra as empresas do Estado serão investigados”, afirmou. “A Polícia Federal, a Justiça e o Ministério Público precisam continuar a investigar esses crimes cometidos contra o patrimônio dos goianos. Tem muito mais por aí!”, afirmou. Informações: estaçãodanoticia.

25ago/160

GOVERNO DE MICHEL TEMER CHEGA A 40% DE APROVAÇÃO

SOBE A APROVAÇÃO DO GOVERNO TEMER, MAS 50,4% AINDA DESAPROVAM

HOUVE UM GRADATIVA EVOLUÇÃO NA APROVAÇÃO DO GOVERNO ENTRE OS MESES DE JUNHO, JULHO E AGOSTO (FOTO: ABR)

Diáriodopoder

25ago/160

Investigadores detalham esquema de corrupção na Saneago

Governo emite nota em apoio às investigações na Saneago

JORNAL OPÇÃO/FOTO: ALEXANDRE PARRODE

 

Análises de processos licitatórios da empresa dos anos de 2013 e 2014 comprovam o desvio de pelos menos R$ 4,5 milhões mas valor do rombo pode ser bem maior.

Representante regional da CGU, Valmir Gomes Dias, procurador da república Mario Lucio de Avelar, superintendente Umberto Ramo Rodrigues e delegado responsável pela investigação, Rodrigo Teixeira em entrevista coletiva sobre a Operação Decantação. ...

O esquema de corrupção instalado na empresa de Saneamento de Goiás, que desencadeou uma operação com 120 mandados judiciais deflagrada pela Polícia Federal, causou um rombo comprovado de R$ 4,5 milhões aos cofres da Saneago, mas esse valor pode ser muito maior.

Em entrevista coletiva na manhã desta quarta-feira (24/8), a força-tarefa de investigação, composta por agentes do Ministério Público Federal e do Ministério da Transparência, Fiscalização e Controle, esclareceu que os contratos de licitações e de repasses do governo federal ainda não foram completamente analisados e as investigações continuam, com novas evidências de depoimentos colhidos na operação desta quarta-feira (24/8).

“As investigações são dos anos de 2013 e 2014, mas contratos que foram analisados datam do ano de 2007. É evidente que uma organização criminosa desse porte, que tem controle de uma empresa da importância da Saneago, não surge de um dia para o outro”, disse o procurador da República Mário Lúcio de Avelar, representante do Ministério Público Federal.

Ele detalhou que o esquema funcionava de maneira “clássica”, no que diz respeito à atuação do que chamou de organizações criminosas. “Temos diversos setores da Saneago, inclusive diretorias e presidência, que atuavam em conjunto com empresas particulares, principalmente empreiteiras, que pagavam propina e distribuíam recursos em troca da obtenção de contratos com a estatal”, explicou o delegado.

Segundo o delegado responsável pelo caso, Rodrigo Teixeira, “é preciso aprofundar mais a análise de todos os contratos para saber a real dimensão do rombo que a empresa sofreu”.

O trabalho de investigação teve início em 2013, com a apuração de indícios de irregularidades no processo de licitação do sistema Corumbá IV, com a denúncia de sobrepreço na licitação aprovada. Outro levantamento realizado em 2015 mapeou os recursos repassados à empresa pela União entre 2014 e 2015, num total de R$ 1,2 bilhão.

Desse montante, a Controladoria-Geral da União fiscalizou pouco mais de R$ 180 milhões e identificou prejuízos de mais de R$ 11 milhões, destes R$ 4,5 milhões já comprovados e outros R$ 7 milhões de potenciais desvios que ainda podem ser evitados.

“Em razão de contratos, recontratações amigáveis sem qualquer justificativa, nas quais a Saneago ficava no prejuízo, contratos que já tinham sido superfaturados, muitas vezes com sobrepreço nos contratos, execuções pela metade ou não feitas, todos esses desequilíbrios e desarranjos podem ter causado prejuízo muito maior”, disse Diego Teixeira. Parte dos recursos teriam sido repassados para partidos políticos na campanha eleitoral de 2014.

Cerca de 300 policiais federais cumpriram 120 mandados judiciais, sendo 11 de prisão preventiva, quatro de prisão temporária, 21 de condução coercitiva e 67 de busca e apreensão na sede de empresas envolvidas e de um partido político, além de residências e outros endereços relacionados aos investigados.

Entre os presos na manhã desta quarta-feira (24/8) estão o presidente do PSDB em Goiás, Afrêni Gonçalves e o presidente da Saneago José Taveira Rocha, suspeitos de envolvimento no esquema. Servidores e funcionários da empresa que foram presos já estão afastados de seus cargos. Também foram requeridos quebra de sigilos fiscal e bancários e agora a investigação espera analisar o material recolhido e avançar na identificação da conduta dos envolvidos.

25ago/160

Pedido para cassação de Liliane Roriz começa a tramitar na Câmara do DF

Deputada foi condenada por improbidade; recurso dela aguarda julgamento.Processo vai à Corregedoria da Casa e depois a comissões e ao plenário

 Do G1 DF
A deputada Liliane Roriz (PTB) durante sessão na Câmara Legislativa do DF (Foto: Câmara Legislativa/Divulgação)

A deputada distrital Liliane Roriz (PTB) (Foto: Câmara Legislativa/Divulgação)

A Câmara Legislativa do Distrito Federal aceitou a representação da ONG Adote um Distrital para abertura de processo de cassação do mandato da deputada distrital Liliane Roriz (PTB) por quebra de decoro parlamentar. Ela foi condenada pelo Tribunal de Justiça do DF por improbidade administrativa em julho do ano passado. O julgamento do recurso dela foi suspenso no último dia 17, por falta de quórum.

O G1 entrou em contato com a defesa de Liliane, mas não conseguiu resposta até a publicação desta reportagem. Na época em que a ONG formalizou o pedido, ela disse que desconhecia a solicitação porque estava em viagem.

Mesmo assim, ela afirmou que conhecia o tema e disse que o caso era uma "injustiça muito grande com a minha família". "Alegam que esses fatos aconteceram em 1996, muito antes do meu primeiro mandato."

O recebimento formal do pedido pela Mesa Diretora da Câmara ocorreu na última sexta-feira (19) e foi publicado no Diário Oficial da Casa nesta segunda-feira (22). O processo segue para a Corregedoria do Legislativo. Caso seja aceito pelo departamento, o caso vai para a Comissão de Ética e depois para a Comissão de Constituição e Justiça. Depois de todas as análises, o pedido é levado para votação no plenário.

Na representação, a Adote um Distrital pede que o mandato seja cassado mesmo antes de uma decisão final da Justiça. Para o grupo, as decisões anteriores e os documentos do processo são suficientes para colocar sob suspeita a legitimidade do cargo de Liliane.

Documento da Mesa Diretora da Câmara do DF com recebimento de representação da ONG Adote um Distrital pedindo cassação do mandato da deputada Liliane por quebra de decoro parlamentar (Foto: Reprodução)

Documento da Mesa Diretora da Câmara do DF com recebimento de representação da ONG "Adote um Distrital" pedindo cassação do mandato da deputada Liliane por quebra de decoro parlamentar (Foto: Reprodução)

"A Câmara não precisa esperar a decisão definitiva do Judiciário para agir. No caso do Raad [Massouh (PPL), distrital cassado em 2013], por exemplo, a posição do Conselho de Ética foi tomada em meio ao julgamento", afirmou o diretor-executivo do Adote um Distrital, Diogo Ramalho, na época da formalização do pedido.

Condenação

A ação contra Liliane Roriz foi movida pelo Ministério Público. São citados no processo o ex-governador do DF e pai de Liliane, Joaquim Roriz, as irmãs Jaqueline e Weslliane e o sobrinho Rodrigo Roriz.

Os envolvidos foram condenados, em primeira instância, por facilitar dois empréstimos do Banco de Brasília (BRB), no valor total de R$ 6.742.438,84, para empresários da construção civil em troca de 12 apartamentos em Águas Claras.

O julgamento do recurso teve início em julho, mas foi suspenso depois que um dos desembargadores pediu vista do processo. A interrupção aconteceu quando o relator havia decidido acatar o recurso dos membros da família Roriz – por entender que não havia provas suficientes para condenação por improbidade administrativa.

Weslian Roriz faz campanha ao lado do marido Joaquim Roriz (Foto: Divulgação / Assessoria)

Joaquim Roriz ao lado da mulher, Weslian, da filha Jaqueline e do amigo Jofran Frejat durante campanha (Foto: Assessoria/Divulgação)

O processo foi retomado no último dia 17, na mesma data em que Liliane renunciou ao cargo de vice-presidente da Câmara do DF por “motivo de foro íntimo”. O julgamento foi novamente interrompido por falta de quórum, quando dois de três desembargadores da 5ª Turma Cível do TJ haviam decidido por manter a pena. O resultado pode ser mudado porque o colegiado tem mais três membros.

Dos cinco desembargadores presentes na sessão, dois estavam impedidos de votar – um deles por ter atuado no primeiro julgamento, em julho do ano passado. A outra magistrada deixou a turma e só estava na sessão para votar processos antigos. A retomada do julgamento não tem data para ocorrer.

Quando o recurso começou a ser julgado, o advogado da família Roriz, Eri Varela, negou as acusações e disse que a condenação em primeira instância foi uma "injustiça". "O direito é bom. Não há a possibilidade de fazer-se justiça quando não há nenhuma prova, nenhuma, que possa ser útil à verdade." Os envolvidos disseram que não iriam se pronunciar. Eles sempre negaram irregularidades.

Se a condenação for mantida, todos os cinco perdem os direitos políticos por dez anos.  Mesmo cabendo recurso, a Lei da Ficha Limpa tem efeito imediato em caso de condenação por um colegiado (grupo de juízes). Joaquim Roriz e Jaqueline já são considerados "fichas sujas" por outras condenações.

A investigação do caso começou em 2007 com a Operação Aquarela, que apurou fraudes e lavagem de dinheiro envolvendo o BRB. Na época, o então presidente do banco foi flagrado pela Polícia Civil negociando por telefone com Joaquim Roriz a partilha de R$ 2,2 milhões que teriam sido sacados de uma agência do banco. O episódio culminou com a renúncia de Roriz ao mandato de senador e a prisão do gestor do BRB.

25ago/160

Servidor suspeito de ser operador de propina na Câmara do DF é afastado

Alexandre Braga Cerqueira foi afastado a pedido de Rodrigo Delmasso (PTN).Comissionado não foi exonerado; ele é responsável por pagamentos da Casa

 Gabriel LuizDo G1 DF
Acesso aos gabinetes dos deputados no 5º andar da Câmara Legislativa do DF, fechado nesta terça (23), quando a Polícia Civil realizou operação na Casa (Foto: Alexandre Bastos/G1)

Acesso aos gabinetes dos deputados no 5º andar da Câmara Legislativa do DF fechado na terça (23), quando a Polícia Civil realizou operação na Casa (Foto: Alexandre Bastos/G1)

O servidor comissionado Alexandre Braga Cerqueira foi afastado da terceira-secretaria da Câmara Legislativa do Distrito Federal nesta quinta-feira (25). A decisão partiu do deputado Rodrigo Delmasso (PTN), que assumiu o cargo de terceiro-secretário após a Justiça afastar o então responsável pela função, Bispo Renato Andrade (PR). O G1 não conseguiu contato com Cerqueira. Servidores do gabinete onde trabalha dizem que faz dois dias que ele está incomunicável.

O afastamento de Cerqueira ocorre após a divulgação de áudios gravados por Liliane Roriz (PTB). Em uma das gravações feitas pela deputada, a presidente da Câmara, Celina Leão (PPS), fala sobre a mudança de finalidade de uma emenda parlamentar que direcionou R$ 30 milhões da sobra orçamentária da Câmara a um grupo de seis empresas que prestam serviço de UTI. Segundo as denúncias, o repasse acabou beneficiando pelo menos seis deputados.

Cerqueira é responsável pelos contratos e pagamentos da Câmara. Em depoimento ao MP, o presidente da Associação Brasiliense de Construtores, o empresário Afonso Assad, aponta o servidor como emissário de deputados, tendo cobrado “ajuda” dele, ou seja, participação no suposto esquema que exigia pagamento de propina em troca de assinatura de contrato público.

Em um primeiro momento, o afastamento de Cerqueira não implica a exoneração dele. Uma reunião com todos os atuais membros da Mesa Diretora deve definir na próxima segunda-feira (29) a situação do comissionado na Câmara. A assessoria do deputado Delmasso não informou se o servidor afastado vai continuar recebendo mesmo distanciado das funções.

Na terça (23), o funcionário foi alvo de um mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça. Nesta quinta, o Sindicato dos Servidores da Câmara Legislativa e do Tribunal de Contas (Sindical) pediu ao Ministério Público do DF que solicite à Justiça o afastamento cautelar de Cerqueira e dos outros servidores que assessoram os deputados membros da Mesa Diretora afastada, que são suspeitos de receber propina em contratos com prestadoras de serviço de UTIs.

24ago/160

Política: Juarezão até as 22h

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O governador Rodrigo Rollemberg parece qua ficou satisfeito com o início dos trabalhos do mais novo presidente da Câmara Legislativa, distrital Juarezão.

Em evento de inauguração de iluminação pública, na noite dessa quarta-feira,24, na região do Incra 09, o chefe do executivo era só alegria e até acha que Juarezão poderia ampliar a jornada de trabalho;" Juarezão você poderia ficar até às 22h todo dia para analisar os projetos pra Brasília", disse Rollemberg.

 

Fonte: Redação

24ago/160

Rodrigo Janot nega que MP tenha vazado informações sobre Toffoli

Estaçãodanoticia

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirmou nesta terça-feira (23) que não houve vazamento de informações do Ministério Público Federal (MPF) sobre termos da negociação para um acordo de delação premiada entre o ex-presidente da OAS José Aldemário Pinheiro, conhecido como Léo Pinheiro, e a Procuradoria.

Reportagem publicada na edição do último fim de semana da revista “Veja” aponta uma suposta citação ao ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), que teria sido mencionado pelo ex-presidente da OAS nas negociações com procuradores da República para a fechar a delação premiada.

“Posso afirmar, peremptoriamente, que esse fato não foi trazido ao Ministério Público. Esse pretenso anexo jamais ingressou em qualquer dependência do MP. De vazamento, não se trata. Ou se trata de fato que meio de comunicação considerou por bem publicar ou de alguém que vendeu por verdadeiro esse fato”, disse Janot, nesta terça, em reunião do Conselho Nacional do Ministério Público.

O ministro Gilmar Mendes, do STF, defendeu nesta terça-feira uma apuração sobre os próprios investigadores da Operação Lava Jato e disse que os procuradores da República precisam calçar “sandálias da humildade” e não podem se achar o “ó do borogodó” por receberem atenção da imprensa (assista ao vídeo acima).

 Nesta segunda-feira (22), a Procuradoria Geral da República informou que suspendeu as tratativas para o acordo de delação premiada com Léo Pinheiro. O empresário já tinha assinado um termo de confidencialidade, que é a fase inicial da delação, mas ainda não havia firmado o acordo.

O empreiteiro já foi condenado pela Justiça Federal, em primeira instância, a 16 anos e quatro meses de prisão acusado de cometer os crimes de corrupção ativa, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

“Declarei encerradas as negociações, isso não cheira mal, cheira bem. É uma maneira de o MP impor sua atividade institucional. O MP age de forma cristalina, nada escondo e nem protejo a ninguém. Inventaram estelionato delacional com intuito de pressionar o MP a aceitar acordo que não seja bom”, declarou Janot.

‘Estelionato delacional’

O procurador-geral ressaltou ainda que não há, nas dependências do MP, qualquer anexo que trate do episódio relatado pela revista “Veja”. Ele chegou a classificar de “estelionato delacional” o vazamento das informações para, segundo Janot, dar a entender que se tratavam de detalhes oferecidos no acordo de delação premiada.

“Não vejo como partirmos do pressuposto – porque o fato não é verídico – de uma presunção de delinquência dos agentes públicos, simplesmente porque o fato não existe, não existiu. Esse anexo jamais chegou a qualquer dependência do MP, seja em Curitiba ou Brasilia. É quase um estelionato delacional”, reclamou.

Janot atribuiu o vazamento das informações que ele garante que não estavam sob o poder do Ministério Público a uma tentativa de formar uma “cortina de fumaça”.

“É necessário que os senhores da imprensa [entendam]: a gente vaza aquilo que tem. Se você não tem a informação, não vaza. Não sei a quem interessa essa cortina de fumaça. Posso intuir que essa cortina tenha intuito indireto para sugerir a aceitação do MPF por determinada colaboração”, complementou o procurador-geral.

selo Gilmar Mendes critica vazamento de informações da Lava Jato (Foto: Carlos Humberto/SCO/STF)
24ago/160

Politica: movimentações na cultura sob virgília

Divulgação

Divulgação

Os últimos acontecimentos no cenário politico do DF deverá tranquilizar por alguns dias, mas não será novidades se novas operações ocorrerem com vistas ao mundo cultural de Brasilia.

Os bastidores mostram que existe investigações em curso para averiguar muita coisa sem sentindo. Então vamos esperar!

 

 

fonte: Redação

24ago/160

Brazlândia: Obra sonhada será inaugurada

silvano

O distrital Juarezão em parceria com o governador Rodrigo Rollemberg deverá inaugurar na noite dessa quarta- feira (24),a iluminação da DF 180 no trecho que liga o balão do Incra 08 à BR 070.

A obra só foi realizada graças as emendas destinadas pelo o parlamentar que tem base eleitoral na região de Brazlândia e que demonstrou satisfação em ver o sonho realizado;" Essa obra foi pedido pela a comunidade e hoje estamos inaugurando um sonho antigo da população", disse o agora presidente da Câmara Legislativa, Juarezão.

O líder comunitário Silvano Marques deverá participar do evento para pedir mais benefícios para a região;"Pediremos às duas autoridades que nos ajudem na liberação da obra da pista de atletismo ", declarou Silvano pela as redes sociais.

fonte: Redação

24ago/160

Por meio de nota, distrital Raimundo Ribeiro afirma que ‘não compactua com qualquer ato ilícito’

Raimundo Ribeiro

ESCLARECIMENTO

Acerca da operação realizada na manhã de hoje (23), cumpre-nos esclarecer que o deputado distrital Raimundo Ribeiro prestou os devidos esclarecimentos à polícia. Dessa forma, segue confiante na apuração da justiça e coloca-se à disposição do Poder Judiciário, do Ministério Público e, principalmente, de toda a população do Distrito Federal para prestar quaisquer informações e esclarecimentos.

Contudo, é de suma importância destacar que o deputado não compactua com qualquer ato ilícito, tampouco no que tange às denúncias envolvendo seu nome. O parlamentar, que preza pela legalidade e moralidade dos seus atos, tem como prioridade a transparência da gestão pública, por considerar que é um princípio constitucional que tem de ser respeitado.

Assessoria de Comunicação

24ago/160

ATÉ A CÚPULA DO PT REJEITA PROPOSTA DE DILMA SOBRE CONSULTA

EXECUTIVA É CONTRA A LOROTA DE 'PLEBISCITO' QUE ELA PROPÕE

SEGUNDO FALCÃO, A PROMESSA DE UM PLEBISCITO NÃO TERIA CAPACIDADE DE ATRAIR SENADORES CONTRA O IMPEACHMENT (FOTO: DIVULGAÇÃO)

fonte: Diáriodopoder

24ago/160

Computadores não foram retirados da Câmara do DF, diz Polícia Legislativa

Autor da denúncia, Chico Vigilante emitiu nota contestando a informação.Polícia Civil fez busca em gabinetes nesta terça; Mesa Diretora foi afastada

 Mateus RodriguesDo G1 DF
Policiais civis deixam Câmara Legislativa com computadores e documentos apreendidos em gabinetes (Foto: Alexandre Bastos/G1)

Policiais civis deixam Câmara Legislativa com computadores e documentos apreendidos em gabinetes (Foto: Alexandre Bastos/G1)

Responsável pela segurança da Câmara Legislativa, a Polícia Legislativa do Distrito Federal informou nesta terça-feira (23) que não há registro, em imagens, de computadores sendo retirados do gabinete da presidência, no quinto andar. A verificação foi feita por determinação judicial, segundo a corporação.

Pela manhã, o deputado Chico Vigilante (PT) afirmou que um assessor da presidente afastada, Celina Leão (PPS), tinha sido visto colocando computadores em seu carro pessoal na garagem da Câmara Legislativa na tarde de segunda (22). Segundo ele, a denúncia foi feita por um servidor da Casa que pediu anonimato.

O coordenador de Polícia Legislativa, Mário Gomes da Nóbrega, afirma no documento desta terça que peritos da Polícia Civil analisaram imagens gravadas na segunda, entre 13h e o fim do expediente. Segundo o memorando, nada foi encontrado. O G1tentou confirmar a informação com a Polícia Civil, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem.

"Por oportuno, informo que foram, também, vistoriados pelos peritos criminais, os livros de controle de entrada e saída de materiais feitos pelo serviço de vigilância, não sendo constatado nenhum registro", diz o memorando. O documento é endereçado ao secretário-geral da Câmara, José Wilson Porto.

Contestação

Autor da denúncia, Vigilante emitiu uma nota no fim da noite de terça contestando o memorando. Segundo o deputado, peritos da Polícia Civil disseram a ele que não acessaram os livros de controle, ao contrário do que diz a Polícia Legislativa.

Vigilante também diz ter ouvido dos peritos que a ausência de imagens da retirada dos computadores "não comprova se houve ou não gravação desta ação, em análise preliminar". O texto não informa se o deputado vai questionar o memorando por vias oficiais.

Investigação

A polícia apura denúncias da deputada Liliane Roriz (PTB) de que a presidente da Câmara, Celina Leão (PPS), articulou um esquema de pagamento de propina e desvio de recursosde emendas parlamentares que seriam usados para pagar contratos de gestão de UTIs.

Os principais alvos da operação policial desta terça são os membros da Mesa Diretora: Celina Leão, o primeiro secretário, Raimundo Ribeiro (PPS), o segundo, Júlio César (PRB), e o terceiro, Bispo Renato Andrade (PR). Também é alvo o deputado Cristiano Araújo (PSD).

O servidor da Câmara Alexandre Braga Cerqueira, o ex-servidor Valério Neves Campos e o ex-presidente do Fundo de Saúde do DF Ricardo Cardoso também foram intimados a depor. Eles são suspeitos de integrar o esquema denunciado.

No total, foram cumpridos nesta terça-feira 14 mandados de busca e apreensão, 8 mandados de condução coercitiva e 4 de afastamento cautelar. As buscas foram feitas nos gabinetes parlamentares, na Presidência da Câmara e na residência das pessoas citadas. Segundo o Ministério Público, todos se apresentaram espontaneamente, dispensando o cumprimento da condução coercitiva.

“As investigações são sigilosas. Elas vieram a conhecimento público antes do momento que julgávamos oportuno. Essa palavra é muito cara, porque o princípio mais importante da investigação é a oportunidade. Isso exigiu do MP e do Judiciário a tomada de medidas na manhã de hoje”, afirmou o promotor de Justiça do Grupo de Apoio ao Combate ao Crime Organizado (Gaeco), Clayton Germano.

A ação policial ocorre quase uma semana depois de a corporação apreender documentos e computadores no Palácio do Buriti, em uma investigação para apurar suspeitas de extorsão contra a presidente do sindicato dos servidores na Saúde (SindSaúde), Marli Rodrigues.

Nos áudios feitos por Liliane, Celina fala sobre mudança de finalidade de uma emenda parlamentar que direcionou R$ 30 milhões da sobra orçamentária da Câmara a um grupo de seis empresas que prestam serviço de UTI. Segundo as denúncias, parte dos recursos foram repassados a deputados da Mesa Diretora.