14ago/170

Fenômeno Eleitoral E Das Redes Sociais, Doria Tem Apoio Em 14 Estados

Doria em quatro momentos: para além da marquetagem, o prefeito de São Paulo constrói uma teia de financiadores para viabilizar uma eventual campanha em 2018

 Não é apenas na internet que o prefeito tucano se mostra um “partidão”, assediado pelo PMDB e DEM; para acadêmicos e marqueteiros, porém, o jogo de 2018 está aberto

Com os olhos em 2018, o mundo da política tem sido de flertes. Em julho, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), esteve perto da principal cadeira do Palácio do Planalto. O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), é a novidade. Fenômeno eleitoral e das redes sociais, o tucano ainda não conseguiu conquistar os medalhões do próprio partido para se cacifar como candidato nas eleições presidenciais do ano que vem, mas tem chamado a atenção de concorrentes, como o PMDB e o DEM. Além de contar com o apoio de empresários no país, para especialistas, Doria carrega no nome um dos critérios mais almejados atualmente: o sentimento de renovação.
A divisão interna no PSDB apimenta ainda mais o assédio com outras legendas. A divergência de opinião entre os cabeças-pretas e os cabeças-brancas — cada vez mais latente — potencializa o cerco em torno do prefeito. “Hoje, a cúpula comandada pelo senador Aécio Neves (presidente licenciado), é um entrave para o Doria. E tem também aquela história de que o Alckmin está na fila e esse partido tem tradição em respeitar as filas. Mesmo que isso signifique perder, como foi nas últimas quatro vezes”, comenta um tucano que prefere não se identificar.
Entretanto, o tucano próximo ao prefeito afirma que esse movimento nasceu de baixo para cima no partido para pressionar a cúpula a entender o sentimento de renovação em voga na sociedade. “Ele não cogita sair do PSDB. Não faria sentido da forma como as coisas estão colocadas hoje. Ele se apresenta como um cara novo, que não é político, como vai concorrer pelo PMDB, por exemplo? No mínimo, prejudica o discurso da ética. No mínimo. No DEM, será acusado de traidor. A estratégia é mais para pressionar o PSDB mesmo”, comenta.

Suporte

E não é só o sucesso na internet que faz de Doria um partidão para legendas com o projeto de chegar ao Palácio do Planalto. Ex-presidente e fundador do Grupo de Líderes Empresariais (Lide), que reúne as principais empresas do país em mais de 25 frentes de atuação, Doria conta com uma rede de apoio em 14 unidades da Federação. E suporte de gente com influência e dinheiro, fator que fará a diferença nas eleições do ano que vem, considerando que o financiamento empresarial de campanha é proibido.
Na disputa para a prefeitura de São Paulo, em 2016, o prefeito teve R$ 5,9 milhões em doações. A maior quantia foi investimento do próprio bolso — mais de R$ 2,9 milhões, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O restante ficou dividido em doações de partidos políticos (R$ 1,5 milhão) e de pessoas físicas (R$ 1,5 milhão). Pela atual lei eleitoral, os empresários amigos de Doria podem doar valores para a campanha com o limite de 1% da quantia declarada no imposto de renda. “E ele tem uma rede de relacionamentos sem igual no país”, lembra o amigo correligionário.
No fim de junho deste ano, o paulistano esteve em Brasília, onde foi recebido em um almoço pelo presidente regional do Lide, o ex-vice-governador Paulo Octávio. Mais de 150 empresários da capital estavam presentes — a maioria da construção civil — quando Doria foi anunciado como pré-candidato ao Planalto no ano que vem. A rede é ampla e influente, mas a matemática não é simples. Ao assumir a prefeitura de São Paulo, Doria abriu mão do Lide, se afastou e, dentro do próprio grupo, há divergências.
A representação na Bahia, por exemplo, é mais fiel ao governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. E, mesmo assim, o peso baiano não contaria muito, já que a fonte de recursos praticamente secou depois que a Operação Lava-Jato revelou o envolvimento da OAS e da Odebrecht em esquemas de corrupção. Na filial do Mato Grosso, quem manda é o agronegócio, ou seja, o ministro da Agricultura, Blairo Maggi (PP), que andou conversando recentemente com Alckmin a respeito de uma chapa para 2018 também.

Relevante

Na opinião do professor de comunicação e marketing digital da ESPM Marcelo Vitorino, o apoio do empresariado é importante, mas não garantiu resultados nos últimos anos. “É muito bom, mas, em uma eleição tão grande, não é tão preponderante. A vantagem do Doria não é só essa. É a vontade do povo pelo novo. O movimento 2018 é de renovação e ele vem carimbado com essa marca.” Vitorino afirma que está clara a intenção de Doria em ser candidato à Presidência e tem grandes chances de ser pelo PSDB. “O partido cansou de perder e já mostrou que pode abrir mão do medalhão com a eleição do próprio Doria.”
O cientista político e professor do Insper Carlos Melo também ressalta que o apoio do empresariado não significou vitória nas últimas disputas. “É importante, claro que tem um peso no jogo, mas não define eleição. E tem mais. O apoio deles não é restrito ao Doria. Imagina Lula e Bolsonaro candidatos se o setor não estaria ao lado do Alckmin?”, questiona. Para Melo, os cenários para as eleições de 2018 ainda estão muito incertos e qualquer previsão é blefe. “Tem um monte de jantares, encontros, flertes e paqueras, mas, por enquanto, ninguém foi pedido em casamento.”


Cabos eleitorais em todo o Brasil

O Grupo de Líderes Empresariais (Lide) fundado em 2003 por João Doria tem representações em 18 unidades distribuídas em todo território nacional, além das internacionais. O Lide conta com a filiação de 1.700 empresas, entre elas, algumas das 700 maiores do Brasil. Estima-se que o grupo represente 52% do PIB privado.
Locais com representação
Amazonas / Bahia / Brasília (DF) / Campinas (SP) / Ceará / Goiás / Mato Grosso / Mato Grosso do Sul / Minas Gerais / Paraná / Pernambuco / Ribeirão Preto (SP) / Rio de Janeiro / Rio Grande do Sul / São José do Rio Preto (SP) / Santa Catarina / São Paulo / Vale do Paraíba (SP)
Áreas de atuação
Agronegócio; Cidadania; Comércio; Conteúdo; Cultura; Economia; Educação; Empreendedorismo Social; Energia; Esporte; Futuro; Infraestrutura; Inovação; Internacional; Justiça; Logística; Master; Mulher; Saúde; Segurança; Solidariedade; Sustentabilidade; Tecnologia; Terceiro Setor; Turismo

Fonte: Correio Braziliense

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14ago/170

CONTRATO PRORROGADO SEM ORÇAMENTO NO DFTRANS É ALVO DE SINDICÂNCIA

CONTRATO ERA REFERENTE A LIMPEZA E CONSERVAÇÃO DA SEDE E DE UNIDADES DO ÓRGÃO

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14ago/170

AO LADO DE ALCKMIN, DORIA REAFIRMA LEALDADE AO GOVERNADOR

'NÃO HÁ NADA QUE VÁ NOS DIVIDIR, NADA QUE VÁ NOS AFASTAR', DIZ PREFEITO

 

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13ago/170

MEGA-SENA ACUMULA E DEVE PAGAR R$ 7 MILHÕES NO SORTEIO DE QUARTA-FEIRA

A QUINA TEVE 32 APOSTAS PREMIADAS E CADA UMA PAGARÁ R$ 52,45 MIL

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12ago/170

Politica: Iolando Almeida preocupado com o distritão

Com a aprovação do sistema DISTRITÃO serão eleitos apenas os 24 mais votados, as coligações serão sepultadas

A decisão da Câmara dos deputados que pretende votar ainda está semana a mini- reforma politica anda preocupando o suplente de deputado distrital Iolando Almeida. Com a possível aprovação do modelo DISTRITÃO nas próximas eleições, a situação de Iolando toma um rumo preocupante.

Caso a proposta passe no parlamento federal, o suplente de deputado Iolando Almeida terá que dobrar a sua votação se quiser sonhar com uma cadeira na Câmara Legislativa. Entre os analistas politicos do DF, entre 16 á 18 mil votos será a base para quem deseja está entre os 24 mais votados em 2018.

 

 

fonte: Redação

 

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11ago/170

Centrão cobra cargos e ameaça travar reforma da Previdência

Senador Ciro Nogueira (PI) quer indicar aliado para a Codevasf

Líderes de partidos aliados avisaram ao presidente Michel Temer que não pretendem retomar as articulações para votar a reforma da Previdência no plenário da Câmara até que o governo reorganize a base aliada. Parlamentares do Centrão – grupo do qual fazem parte PP, PSD e PR – e até do PMDB querem que o Palácio do Planalto faça uma redistribuição de cargos que estão nas mãos de “infieis”, ou seja, dos que votaram na Câmara pela admissibilidade da denúncia contra Temer.

Nos bastidores, integrantes do Centrão se dizem dispostos até a paralisar ou derrotar a agenda econômica que tramita no Congresso. O primeiro alvo seria a medida provisória que cria o Refis, programa de parcelamento de dívidas de contribuintes com o Fisco com o qual o governo conta para fechar as contas públicas deste ano.

A estratégia será ignorar a negociação que o governo vem tentando fazer e trabalhar para aprovar o texto do relator, deputado Newton Cardoso Jr. (PMDB-MG), considerado mais benéfico para empresas. O deputado modificou a versão enviada pelo governo ao Congresso e colocou condições mais favoráveis aos devedores, como o perdão de até 99% de juros e multas. Com isso, a previsão de arrecadação caiu de R$ 13 bilhões para R$ 420 milhões com o programa.

Interlocutores de Temer minimizaram as pressões. Auxiliares do presidente disseram que ele continuará investindo em conversas com os parlamentares da base como fez antes da votação da denúncia. Interlocutores afirmaram também que o trabalho de avaliar cargos e emendas será feito pelos ministros da Casa Civil, Eliseu Padilha, e da Secretaria de Governo, Antonio Imbassahy.

Em entrevista ao Estadão/Broadcast na semana passada, o presidente disse que não é refém do Centrão e ressaltou que dialoga muito com o Congresso. Líderes partidários, contudo, deixaram claro a barganha.

“Decidimos não votar a reforma da Previdência. Só retomaremos o diálogo quando o governo se comunicar melhor e quando resolver quem é base e quem é oposição”, afirmou à reportagem o líder do PP na Câmara, deputado Arthur Lira (AL).

O partido cobra o comando da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba (Codevasf). O órgão hoje é controlado por uma aliada do senador Antonio Carlos Valadares (SE), do PSB, partido que já desembarcou do governo, embora ainda mantenha o Ministério de Minas e Energia.

A demanda do PP pela Codevasf foi levada ao Planalto pelo próprio presidente do partido, senador Ciro Nogueira (PI), que quer indicar um aliado. O órgão tem forte capilaridade política no Nordeste. O PP, que já comanda as pastas da Saúde e da Agricultura e a Caixa, alega que merece uma compensação por ter sido um dos mais fiéis a Temer na votação da denúncia.

“Não tem clima para votar. Quem foi fiel precisa ser prestigiado. O governo precisa dar condições para esses deputados de trabalharem a favor do governo em suas bases. E os instrumentos, que são cargos, às vezes estão com os infiéis”, afirmou o líder do PSD, Marcos Montes (MG).

Ele disse já ter informado pessoalmente a Temer sobre a demanda de seu partido – o Ministério das Cidades, hoje nas mãos do PSDB. O PSD comanda o Ministério das Comunicações. “O governo saiu da UTI e está no quarto. A data da votação (da Previdência) vai depender da recuperação do paciente. Pode ser no final do ano, pode ser em 2019”, afirmou.

O líder do PR na Câmara, deputado José Rocha (BA), disse que não há como votar a reforma da Previdência no atual mandato. “Já disse no Planalto. Reforma da Previdência só se vota em início de mandato. A prioridade deve ser a reforma tributária.”

O PR cobra de Temer a Secretaria dos Portos. Embora seja vinculada ao Ministério dos Transportes, que já é comandado pelo partido, o comando da secretaria está com o ex-senador Luiz Otávio, que chegou ao posto por indicação dos senadores Renan Calheiros (AL) e Jader Barbalho (PA), ambos do PMDB.

A bancada peemedebista, sigla que já comanda seis ministérios, também reivindica o comando das Cidades.

Primeiro vice-presidente da Câmara, o deputado Fábio Ramalho (PMDB-MG) disse que o governo só conseguirá aprovar a elevação da idade mínima para aposentadoria, para 62 anos, no caso das mulheres, e 65 anos, homens.

O líder do DEM, Efraim Filho (PB), reconheceu que a posição do Centrão e do PMDB inviabiliza a votação da reforma da Previdência agora. “É preciso transparência e humildade para reconhecer que a base que o governo tem hoje só dá conforto para votar matérias que exigem quórum simples e não quórum qualificado de 308 votos, como a reforma da Previdência.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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11ago/170

Partidos Criam Frente Contra O ‘Distritão’, Novo Modelo Para Eleição

Pedro Ladeira – 15.fev.17/Folhapress

DANIEL CARVALHO
ANGELA BOLDRINI
RANIER BRAGON
DE BRASÍLIA

 

Classificado por críticos como uma manobra para assegurar a reeleição dos atuais deputados federais, o “distritão” enfrentará forte resistência na votação em plenário na Câmara, onde precisará do apoio de pelo menos 308 dos 513 parlamentares.

O modelo, usado para candidaturas a deputado e vereador, substituiria o atual em 2018 e é apoiado pela cúpula do Congresso e pelos principais partidos aliados a Michel Temer. Mas as bases dos partidos resistem à proposta.

Comissão especial da Câmara que analisa a reforma política aprovou o modelo no final da noite de quarta (9) por margem apertada, 17 a 15.

“No plenário é outro cenário, ninguém sabe o que vai acontecer”, resume a deputada Laura Carneiro (PMDB-RJ), que conduziu o seu partido nos debates da comissão. “Eles vão ter muita dificuldade com o ‘distritão’, para recompor a base. Eu espero que tenha subido no telhado e não passe”, disse o oposicionista Ivan Valente (PSOL-SP).

Uma frente suprapartidária contra o “distritão” foi criada com membros da oposição e governo –PT, PC do B, PSOL, PR, PRB, PHS, PSD, PSB e PDT.

Patrocinado pelo então presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ), hoje preso, o “distritão” foi rejeitado pela Câmara, em 2015. Agora, ganhou apoio em outras legendas governistas e dos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE).

O senador afirmou, porém, que a Casa só vai aprovar o modelo se for uma transição para o voto distrital misto –em que metade dos deputados são eleitos por distritos e a outra por lista de candidatos elaborada pelos partidos.

Atualmente, deputados e vereadores são eleitos pelo modelo proporcional, com base no cálculo que usa toda a votação dada a candidatos de um partido (incluindo votos na legenda) ou coligação.

No “distritão”, são eleitos os mais votados. Os votos dados aos não eleitos ou aqueles dados em excesso aos eleitos são desconsiderados.

Nos bastidores da Câmara o argumento pró-distritão tem sido o seguinte: no atual modelo é preciso que o partido reúna o maior número de votos. Logo, quanto mais candidatos lançar, melhor. No “distritão”, vale lançar apenas os que têm chances reais.

Devido à proibição do financiamento empresarial, o dinheiro de campanha será escasso. Por isso, quanto menos pessoas para dividir recursos, melhor. Nesse cenário, os candidatos tendem a ser os que já têm mandato, o que dificultaria a renovação.

“Essa é uma tentativa de seguro-reeleição para os atuais deputados federais. Quem estuda sistema eleitoral sabe que a renovação é praticamente impossível dentro do ‘distritão'”, disse o deputado Henrique Fontana (PT-RS).

A comissão também aprovou a criação de mais um fundo público para bancar campanhas, de R$ 3,6 bilhões. As regras de distribuição do dinheiro não estão definidas.

A reforma tem que passar pelos plenários da Câmara e do Senado. No caso das alterações à Constituição, é preciso dois turnos de votação em cada Casa, com apoio de ao menos 308 dos 513 deputados e 49 dos 81 senadores.

A comissão aprovou ainda o mandato de dez anos para ministros de tribunais superiores. Hoje, eles podem ficar até os 75 anos de idade.

A votação da proposta só deve ser concluída na próxima semana. Outras duas comissões debatem a reforma.

Editoria de Arte/Folhapress
EFEITOS DO DISTRITÃO Apenas 46 dos atuais deputados (9% do total) não se elegeriam. O quadro geral não é de mudanças expressivas
Efeitos do distritão

*

Sistema proporcional

> SP elege 70 deputados, por exemplo
> O quociente eleitoral, que definirá a distribuição de cadeiras, é calculado dividindo o total de votos pelo de vagas
> Se um partido ou coligação atingiu cinco vezes esse quociente, ele terá cinco cadeiras, que destinará aos cinco mais votados

Distritão

> SP elege 70 deputados federais. São eleitos os 70 candidatos mais votados
> Os votos em candidatos não eleitos não influenciam na distribuição das cadeiras

Distrital misto

Eleitores são divididos em distritos e votam duas vezes: em um candidato (em distritos específicos) e em uma lista partidária

*

Editoria de Arte/Folhapres
TRAMITAÇÃOA Câmara debate em três comissões diferentes propostas de reforma política
A Câmara debate em três comissões diferentes propostas de reforma política

*

OS PONTOS DA REFORMA POLÍTICA
Medidas têm que ser aprovadas pelos plenários da Câmara e do Senado até setembro para valer nas eleições de 2018

Financiamento das campanhas

COMO É HOJE
Empresas estão impedidas desde 2015 de financiar os candidatos. Recursos vêm de pessoas físicas, do bolso dos próprios candidatos e dos cofres públicos (fundo partidário, que deve chegar próximo de?R$ 1 bilhão no ano que vem, e renúncia fiscal de TVs e rádios para veiculação da propaganda eleitoral)

EM DISCUSSÃO
Comissão da Câmara aprovou a criação de um segundo fundo público para custear todas as campanhas (presidencial, Senado, Câmara, Assembleias e governos estaduais), no valor de R$ 3,6 bilhões (esse valor pode variar a cada eleição, já que representa 0,5% da receita corrente líquida). Regras para distribuição serão definidas em lei posterior

Coligações

COMO É HOJE
Pode haver coligações entre as legendas

EM DISCUSSÃO
Acaba essa possibilidade para a eleição de deputados e vereadores. Medida já foi aprovada pelo Senado e está em discussão em uma comissão da Câmara. Precisa ser aprovada nessa comissão e no plenário da Casa

Partidos pequenos

COMO É HOJE
Partidos com baixíssimo desempenho nas urnas, os chamados “nanicos”, já sofrem algumas restrições de financiamento e atuação parlamentar

EM DISCUSSÃO
Há regras mais duras para tentar barrar a existência dos “nanicos”, como o fim das coligações (alguns nanicos só conseguem eleger candidatos por meio deste mecanismo) e regras de desempenho nas eleições (obtenção de ao menos 1,5% dos votos nacionais na disputa à Câmara), que tesouram direitos parlamentares e de financiamento das siglas que não obtiverem um percentual mínimo de votação nacional

Tribunais com indicações políticas

COMO É HOJE
Em tribunais como STF (Supremo Tribunal Federal), os ministros são indicados pelo presidente da República e aprovados pelo Senado. Não há mandato fixo, apenas aposentadoria obrigatória aos 75 anos de idade

EM DISCUSSÃO
Mandato de dez anos para tribunais com indicações políticas, como o STF. Medida aprovada preliminarmente em comissão da Câmara. Para valer, tem que passar ainda pelos plenários da Câmara e do Senado, com apoio de pelo menos 60% dos deputados e senadores

Sistema eleitoral (de deputados e vereadores)

COMO É HOJE
Vigora o sistema proporcional:
> O eleitor vota em candidatos isolados ou na legenda
> As cadeiras são distribuídas com base na votação total que determinada coligação recebeu (quociente eleitoral)
> Por isso, às vezes um candidato é eleito mesmo recebendo menos voto do que um concorrente. Isso acontece porque os candidatos e partidos de sua coligação reuniram, no conjunto, mais votos. Isso é conhecido como “efeito-Tiririca”

EM DISCUSSÃO
Valeria o chamado “distritão”:
> São eleitos os mais votados
> Diferentemente do sistema proporcional, os votos dados?aos não eleitos ou os votos?dados em excesso aos eleitos são desprezados
> Sem a necessidade de reunir o maior número de votos que conseguir, partidos lançam menos candidatos. Em geral, os mais conhecidos, que já têm mandato, o que dificulta a renovação.

Fonte: Folha.com

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11ago/170

RADIALISTA É ASSASSINADO A TIROS NO INTERIOR DO CEARÁ

FRANZÉ RODRIGUES HAVIA SIDO VÍTIMA DE OUTRA TENTATIVA DE HOMICÍDIO

O RADIALISTA ESTAVA FAZENDO DENÚNCIAS SOBRE CRIMES DE PISTOLAGEM E TRÁFICO DE DROGAS NA REGIÃO FOTO: FACEBOO

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10ago/170

EM NOME DO PMDB, PRESIDENTE FAZ ACENO PARA DORIA DE OLHO EM 2018

TEMER DIZ QUE PARTIDO ESTÁ DE BRAÇOS ABERTOS PARA O PREFEITO

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10ago/170

A indefinição da esquerda

Informações Jornal BSB Capital 

 

Em 2018, querendo ou não, o caminho que a esquerda irá trilhar é fator determinante para a formação do cenário eleitoral no DF. Até agora, por exemplo, o PT e o Psol não se definiram quanto ao rumo que tomarão na sucessão de Rodrigo Rollemberg (PSB) no Palácio do Buriti.

O PT, que recentemente teve Agnelo Queiroz no poder (2011/2014), quer voltar a ter a majestade. A deputada federal Erika Kokay, presidente local da legenda, é uma das cotadas a disputar a vaga majoritária. Nos bastidores, no entanto, a avaliação é de que ela vai mesmo tentar a reeleição para a Câmara.

Ainda no campo das especulações, aparecem os nomes de Geraldo Magela (ex-deputado federal) e do ex-presidente nacional do PT, Ricardo Berzoini, que transferiu seu domicilio eleitoral para Brasília.

O deputado distrital Chico Vigilante seria outra possibilidade. Porém, ele pensa mais na reeleição para a Câmara Legislativa do que encarar essa aventura.

Mas uma coisa é certa: O PT-DF não abrirá mão de cabeça de chapa. Disso ninguém duvide!

Já o Psol, desta vez, não irá de Toninho para o GDF. Tudo indica que apostará em um nome novo. A escolha passará por uma prévia partidária, o que é uma prática democraticamente saudável.

Os próximos passos da legenda, com viés bem mais radical do que o PT, serão muito importantes para se saber a “cara” da esquerda para 2018.

Certo mesmo – e isso até os maiores reacionários da direita admitem – é que a não pode desprezada, mesmo passando tempos difíceis, com os atuais. Afinal, ela sempre ocupa importante espaço no espectro político da capital da República.

Portanto, a receita é não subestimá-la jamais.

2018  é logo ali.

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10ago/170

Rollemberg pede ajuda ao Senado para receber R$ 780 milhões da União

A Lei Federal 9.796, de 5 de maio de 1999, estabeleceu que a União deveria pagar os valores de compensação previdenciária. A dívida do montante acumulado entre a promulgação da Constituição Federal, em 1988, e a publicação da lei, porém, continua em aberto. Em fevereiro, o Executivo local ajuizou ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para receber esse valor.

Temos R$ 780 milhões a receber do governo federal, que reconhece dever esse valor. Precisamos dele para pagar os salários dos aposentados pelos próximos meses"Rodrigo Rollemberg

A família de Eunício Oliveira também tem interesse direto no reforço do caixa do GDF, uma vez que é proprietária da empresa Confederal e tem contratos de vigilância e segurança privada com o governo local. Esta semana, cerca de 3,5 mil trabalhadores do setor cruzaram os braços alegando atraso de pagamento.O déficit mensal atual do DF é de R$ 240 milhões. “Quando chega no dia 25, suspendemos o pagamento de fornecedores e de prestadores de serviços para juntar o dinheiro e honrar a folha de pagamento”, admitiu o governador, ao reconhecer que isso traz dificuldades para as empresas do DF. Questionado sobre a possibilidade de parcelamento dos salários a partir de novembro, o governador reafirmou seu compromisso: “Trabalhamos todos os meios possíveis para evitar isso”.

Arrecadação em queda

Com dificuldades para fechar a folha do funcionalismo local e pagar terceirizados, o Governo do Distrito Federal tem mais um motivo para se preocupar. A arrecadação com impostos e taxas em julho foi de R$ 1,17 bilhão, somando R$ 8,631 bilhões nos sete primeiros meses de 2017. Pela primeira vez no ano, a variação do total acumulado ficou abaixo da inflação do período.Os R$ 8,631 bilhões registrados representam um acréscimo de 2,2% em comparação com o mesmo intervalo de 2016. Contudo, o percentual não alcançará a inflação do período. Os números de julho não foram fechados, mas o Relatório de Mercado Focus, divulgado na manhã de segunda-feira (7/8) pelo Banco Central, prevê o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) — medidor oficial da inflação — em 3,45%.

Mesmo sem ter concedido qualquer reajuste salarial ou incorporado despesas correntes ao orçamento, só de crescimento vegetativo da folha de pessoal o GDF teve um acréscimo nas despesas com pessoal de R$ 1,6 bilhão, entre 2016 e 2017.

“Somando a folha de pagamento com as áreas de saúde, educação e segurança, que incluem os repasses do Fundo Constitucional, são R$ 2,2 bilhões mensais”, explicou o chefe da Casa Civil, Sérgio Sampaio, que também esteve no Senado ao lado do governador e dos distritais Chico Vigilante (PT) e Agaciel Maia (PR). “Nessas horas, não tem situação ou oposição. Estamos unidos pelo bem do Distrito Federal”, disse o petista após o encontro. (Com informações da Agência Brasília)

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9ago/170

TEMER NÃO PEDIU ‘LISTA’, E O GOVERNO DESCARTA RETALIAÇÕES

TEMER NÃO VAI PUNIR INFIÉIS, MAS PRIVILEGIAR 'VERDADEIROS ALIADOS'

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