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Brazlândia: Juarezão vai tentar mais uma em 2022

O futuro ex- deputado Juarezão acredita que disputará em 2022 com Iolando Almeida o seu retorno ao legislativo do DF

Acreditando em um possível fracasso de seu adversário e agora distrital, Iolando Almeida. O futuro ex- deputado distrital Juarezão deverá disputar mais uma eleição para depois "pendurar as suas chuteiras".

O parlamentar acredita que Iolando Almeida não terá moleza no período das redes sociais e caso não faça um mandato dentro das expectativas poderá passar pelo o mesmo inferno astral pelo o qual passou nos últimos dois anos;" Juarezão não está morto. Ele voltará mais forte em 2022", declarou um assessor de Juarezão em tom de despedida.

 

fonte: GBU

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Rollemberg não quer Delmasso na Presidência da CLDF. Prefere Prudente

Toni Duarte//RADAR-DF

Se depender do governador Rodrigo Rollemberg (PSB) , o deputado reeleito Rodrigo Delmasso (PRB), ex líder do atual governo, será derrotado na disputa pela presidência da Câmara Legislativa do Distrito Federal. O governador vê em Delmasso uma pedra no caminho para a aprovação das contas do desastroso governo socialista que será levada apreciação dos distritais no próximo ano. Rollemberg prefere Rafael Prudente.

A partir dessa semana o jogo pela corrida pelo comando da Câmara Legislativa do Distrito Federal será mais intenso entre os dois nomes que tende  polarizar na disputa, cuja eleição ocorre no inicio do próximo ano.

Enquanto o governador eleito Ibaneis Rocha (MDB) jura de pés juntos que não se meterá na disputa do legislativo local, o governador derrotado Rodrigo Rollemberg mexe os pauzinhos com o objetivo de tirar do páreo o seu ex-líder de governo Rodrigo Delmasso.

Rollemberg teria orientado o bombeiro militar Roosevelt Vilela e José Gomes, os dois únicos deputados distritais eleitos pelo seu partido o PSB, para aderirem a candidatura de Rafael Prudente (MDB). Até a semana passada, os dois deputados socialistas juravam que estavam com Delmasso. Agora estão com Rafael Pudente.

São dois motivos que levam o atual governador Rollemberg  se movimentar para tirar Delmasso do páreo.

O primeiro deles trata-se de uma vingança contra o seu ex-líder de governo, por ter liderado um levante da bancada evangélica na Câmara Legislativa que se colocou contra o decreto que regulamentava a lei anti-homofobia.

A justificativa de Delmasso, para o projeto assinado pelos deputados da bancada evangélica, é que “a lei era  inconstitucional porque cria uma tipologia criminal que é competência exclusiva do Congresso Nacional”.

A proposta do governo foi a gota d’água para a saída de Delmasso na época da liderança do governo na Câmara Legislativa.

O segundo motivo que leva o pior governador da história de Brasília a preferir Rafael Prudente  do que Rodrigo Delmasso no comando da Câmara Legislativa estaria no fato de correr o risco de não ter as contas do governo aprovada pelo legislativo. As contas do governo Rollemberg só será apreciada pelos distritais no próximo ano.

No sábado passado durante um encontro no Parlamento Popular de São Sebastião, o deputado Rafael Prudente afirmou que não seria candidato a presidência da Câmara, mas que estava gostando da ideia, mediante aos inúmeros cumprimentos que tem recebido como tal.

Já o deputado Rodrigo Delmasso não faz segredo e tem assegurado que é candidato com ou sem a interferência do governador derrotado no processo da escolha do comando da Casa.

A corrida que iniciou com cinco nomes postos a mesa, agora apenas dois nomes polariza a disputa. Prudente e Delmasso são da base de apoio do futuro governo Ibaneis Rocha.

O governador eleito sinalizou em conversa reservada aos candidatos que não irá interferir na disputa por considerar os dois parlamentares pilares importantes de seu governo. “Quem melhor construir o caminho, este terá o meu apoio”, avisou o futuro chefe do Executivo.

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Futuro secretário quer modelo de saúde próprio para cada região do DF

Responsável por uma das principais pastas do governo, Osnei Okumuto terá como desafio os inúmeros problemas da rede pública da capital

JP Rodrigues/ Especial para o Metrópoles

Anunciado pelo governador eleito Ibaneis Rocha (MDB) como próximo secretário de Saúde, Osnei Okumoto defendeu um novo formato na rede pública do Distrito Federal. A partir de um estudo detalhado feito pela equipe de transição, o futuro titular da pasta pretende regionalizar o sistema. “O que a gente precisa ver é a geografia do DF, que tem características diferentes e, assim, necessariamente modelos distintos”, disse.

Em entrevista ao Metrópoles nesta terça-feira (4/12), o farmacêutico não descartou a contratação de servidores, mas apenas depois da implantação do novo modelo. “Precisamos saber primeiro se faltarão profissionais. O imediato é dar condições aos atuais servidores e garantir um bom ambiente de trabalho, que resultará na satisfação do paciente.”

A principal bandeira do próximo gestor local é o monitoramento contínuo das compras para evitar o desabastecimento da rede. “Vamos montar um sistema de controle para fazer aquisição de todos os tipos de insumos, com transparência em tudo”, frisou.

Para Okumoto, a mudança vai gerar impacto positivo logo no início da gestão. “Não dá para chegarmos em dezembro e nos avisarem que a partir de janeiro não terá mais aquele remédio. Isso não existe. Precisamos levantar toda a situação e, com esse controle, evitar essa situação.”

Assista à entrevista:

Valorização do servidor

O sistema pretendido por ele será gerido por um núcleo qualificado que irá levantar as informações e dar maior transparência à pasta. “Vamos montar uma equipe técnica e trabalhar para impedir interferências externas. A gente precisa ter o melhor, mas ter o cuidado de que não paguemos caro demais pelo que contratamos”, afirmou.

Com tom apaziguador com relação aos funcionários públicos, Okumoto defendeu a valorização do quadro. “Os servidores precisam ter condições de trabalho. Temos que trabalhar e criar um ambiente que todos possam se sentir bem dentro das unidades, o que resultará diretamente no paciente.”

O próximo secretário de Saúde afirmou também que pretende criar um núcleo técnico específico para tratar de recursos de orçamento vindos da União. A ideia é evitar a devolução de verbas por erros processuais e perdas de prazo. “Temos um quadro de excelentes profissionais. Queremos, dentro do possível, colocá-los onde realmente tenham motivação de trabalho”, defendeu.

Carreira

Servidor de carreira do estado de Mato Grosso do Sul, Okumoto ocupa, atualmente, o cargo de secretário de Vigilância em Saúde do governo federal.  Ele terá como desafio os percalços que tornam a saúde pública da capital da República motivo de queixa constante da população. Além do perfil técnico, contribuiu para a indicação dele o fato de ser ligado ao futuro ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM).

Formado em farmácia bioquímica pela Universidade Estadual de Maringá, Okumoto tem pós-graduação em gestão de hemocentros e metodologia e técnicas de ensino.

Em Mato Grosso do Sul, foi chefe da divisão médica do Centro de Hematologia e Hemoterapia, presidente da Fundação de Serviços de Saúde e presidente do Conselho Regional de Farmácia. No Ministério da Saúde, ele também foi coordenador-geral de Laboratórios de Saúde Pública. METROPOLES

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