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Brazlândia: Distrital Iolando Almeida começa a montar equipe para os cargos

Distrital começa a desenhar equipe que assumirá junto com ele os cargos na Câmara Legislativa e no GDF

O distrital Iolando Almeida, que estará assumindo o seu primeiro mandato em janeiro de 2019, já andou pegando a estrutura que tem direito no parlamento e a relação de cargos da administração regional de Brazlândia.

O parlamentar tende a indicar o futuro administrador de Brazlândia e toda a estrutural de cargos. Enquanto algumas lideranças sonham em votar na lista tríplice para administrador, o distrital sentará para definir quem ocupará os mais de cem cargos que ele terá direito na somatória do legislativo e  executivo.

Equipe que Iolando Almeida tende a atender na Câmara Legislativa e GDF ( em destaque distrital com sua candidata á federal)

 

fonte: Redação

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Pode Ou Não Pode? Indicação De Wellington Luiz Movimenta Bastidores

O ponto de impasse é a Lei federal nº 13.303, de 30 de junho de 2016, que estabeleceu regras para o comando de empresas públicas e sociedades de economia mista em todo país.

Um dos artigos, o 17, veda a indicação de pessoas que tenham participado de instâncias partidárias 36 meses antes da nomeação. Wellington Luiz é deputado distrital e secretário-executivo do MDB-DF.

O contexto jurídico nebuloso deixou os servidores do Metrô apreensivos sobre o futuro chefe. O artigo em questão foi vetado por decreto de Rodrigo Rollemberg (PSB), em 23 de janeiro de 2017, uma vez que cabia aos estados e ao Distrito Federal acolher ou não a legislação federal e regulamentá-la.

Confira a publicação da norma no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF):

DODF – Regulamentação da Lei federal nº 13.303 by Metropoles on Scribd

Além do artigo 17, que trata da proibição, Rollemberg vetou o 13, que, entre outras coisas, limita o número de diretorias das estatais.

Pelo jeito, Wellington Luiz deve passar ileso no teste das vedações. Resta saber se o futuro ex-deputado egresso da Polícia Civil reúne credenciais para comandar uma área da qual não tem know-how. Blogdodonnysilva

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Ibaneis precisa de “contas mágicas” para pagar reajuste e fugir da LRF

Governador eleito prometeu 3ª parcela de aumento a servidores e paridade da PCDF. Especialistas alertam que é preciso encontrar equilíbrio

RAFAELA FELICCIANO/METRÓPOLES

O cenário fiscal não está confortável e ainda há esse reajuste pendente, conforme apontou o relator das contas de 2017 do GDF no Tribunal de Contas local (TCDF), conselheiro Márcio Michel. Os gastos com pessoal no ano passado ficaram acima do limite de alerta da LRF, com 46,07% da receita corrente líquida despendidos para tal fim.

Quando o limite de alerta, de 44,10%, é alcançado, uma luz amarela se acende para o Executivo. O perigo maior está no limite prudencial, de 46,55%. Uma vez atingido esse patamar, há sanções como proibição de aumento e contratação de horas extras. Essa foi a situação vivida por dois anos e oito meses durante a gestão de Rodrigo Rollemberg (PSB). Existe ainda o limite máximo, que começa em 49%.

Embora menos preocupante, o perrengue continua. O último relatório divulgado, referente ao segundo quadrimestre de 2018, aponta que o GDF comprometeu 45,01% da receita corrente líquida com despesas de pessoal no período. Assim, permanece acima do limite de alerta da LRF.

A Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplag) prevê que, se fosse pago hoje, o incremento nos contracheques dos funcionários públicos resultaria em um impacto anual de R$ 1,6 bilhão.

Ainda que nenhum reajuste seja dado, a folha de pessoal do DF cresce cerca de 3,5% ao ano. É o chamado crescimento vegetativo, fruto dos aumentos legais previstos na lei de carreiras do DF, como incorporações e progressões"

Trecho de nota da Seplag

Equilíbrio

O professor de finanças públicas da Universidade de Brasília (UnB) Roberto Piscitelli classifica como complicada essa equação. Uma saída, conforme aponta o especialista, seria a progressão salarial escalonada. “Esse aumento não pode ser dado de uma vez só. Acho que não há condições para isso”, completou.

Para o professor licenciado da UnB e membro do Conselho Regional de Economia do DF (Corecon-DF) Newton Marques é preciso compensar o impacto reduzindo outras despesas. “Teria que fazer algum tipo de alteração nas contas para que não influenciasse no limite da LRF”, pontuou.

A ex-secretária de Planejamento, Orçamento e Gestão do Distrito Federal Leany Lemos acredita que a promessa de campanha de Ibaneis será bastante difícil de ser cumprida. De acordo com a ex-gestora, no início da gestão de Rollemberg, se gastava 81% de toda a receita com pessoal, percentual que foi reduzido a 70% em abril de 2018.

“Ainda é altíssimo, mas reduziu bastante. Esse movimento de dar aumento vai criar um enorme entrave para a própria administração do novo governador, porque não vai ter condição de honrar o pagamento de servidores nem de fornecedores”, disparou.

Além de mexer nos ponteiros e cortar gastos, para aplicar os aumentos e ainda assim manter as contas equilibradas, é preciso expandir a arrecadação, na opinião dos especialistas. O governador eleito tem prestado atenção nisso e anunciou a redução de impostos sob justificativa de dar à população a oportunidade de arcar com as alíquotas, além de estimular o setor privado.

“O resultado é uma incógnita e depende, em parte, daquilo que o governo local conseguirá, como fomentar a atividade econômica do DF”, comentou o professor Piscitelli.

Para Leany, o crescimento da arrecadação não está nas mãos exclusivamente do Distrito Federal. “É um cenário global. Depende mais de uma política macroeconômica, muito mais das medidas que o governo [do presidente eleito, Jair] Bolsonaro vai adotar para atrair investimentos”, afirmou.

Paridade

Outra promessa de Ibaneis é a paridade dos salários da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) com os da Polícia Federal (PF). Se a medida – que representaria um reajuste de 37% – for aplicada também para a Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, impactaria em R$ 2,8 bilhões a folha de pagamento. Somados à terceira parcela do reajuste, os aumentos resultariam em uma despesa extra de R$ 4,4 bilhões anuais, conforme cálculo da Seplag.

Em 2017, a folha de pagamento total do GDF foi de R$ 24,7 bilhões, desconsiderando os gastos custeados com recursos arrecadados a título de contribuição patronal.

Os recursos referentes ao Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF), entretanto, são deduzidos das contas da LRF. Uma parte do aporte financeiro do Tesouro Nacional é destinada para as folhas de pagamento da Polícia Civil, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros da capital da República. Outra é utilizada para assistência na execução de serviços públicos de saúde e educação.

Em busca de uma alternativa viável para aplicar a paridade e manter as contas em equilíbrio, Ibaneis solicitou ao presidente da República, Michel Temer (MDB), transferência da aposentadoria de policiais para regime próprio da Previdência Social a fim de desafogar o FCDF. A medida, contudo, repercutiu mal entre associações da PM, e o governador eleito ensaia um recuo da proposta.

O outro lado

Futuro secretário de Fazenda, André Clemente afirma ter consciência dos limites do orçamento financeiro e de gasto com pessoal. “Tudo que será programado observará uma margem de segurança bem distante desses dois tetos, até porque não são as únicas despesas que nós precisamos planejar para os próximos anos”, disse.

Clemente informa que a equipe de transição tem feito projeções sobre o impacto dos reajustes nos contracheques, mas a simulação mais próxima será realizada no sistema do GDF.

Muita gente fala que os impactos são altos e as despesas também, mas o governo que assume a partir de 1º de janeiro tem bastante consciência do orçamento de R$ 40 bilhões e de que terá que sobrar recursos para as obras e investimentos"

André Clemenete, futuro secretário de Fazenda do DF

O cronograma com a concessão dos aumentos será divulgado depois da aprovação do orçamento de 2019, e as categorias que serão beneficiadas participam do planejamento, de acordo com o futuro secretário de Fazenda. “Apesar do orçamento robusto, existem dificuldades a serem superadas: ajustar os compromissos com os tetos e cortar gastos”, concluiu. Metropoles.

 

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Palmeiras amplia marcas em festa com torcida e a presença de Bolsonaro

Em uma tarde de muita festa no Allianz Parque, já que o título brasileiro estava garantido com uma rodada de antecedência, o Palmeiras entrou em campo para cumprir tabela, levantar a taça de campeão e dar a volta olímpica diante da sua torcida.

O time alviverde levou um susto, mas bateu o já rebaixado Vitória por 3 a 2, com gols de Edu Dracena, Gustavo Scarpa e Bruno Henrique.
O Campeonato Brasileiro chegou ao fim com uma campanha histórica do Palmeiras. Com 80 pontos, foram 23 vitórias, 11 empates e 4 derrotas.
Além disso, o time comandado por Luiz Felipe Scolari alcançou a marca de 23 jogos de invencibilidade. É a primeira vez que uma equipe fecha o segundo turno do Nacional de pontos corridos sem tropeçar.

No ano passado, o Corinthians ficou 19 jogos invictos no primeiro turno da competição e somou 47 pontos, mesma marca alcançada pelo Palmeiras no returno deste ano.
O time alviverde garantiu o melhor ataque do campeonato (64 gols marcados), a melhor defesa (26 sofridos), além de ser o que mais venceu.
Com recorde de público na arena, os 41.256 torcedores fizeram uma enorme festa. Um dos convidados para ela foi o presidente eleito da República, Jair Bolsonaro (PSL).
Ele viveu uma tarde de ídolo neste domingo (2). Responsável por entregar a taça de campeão brasileiro para o capitão da equipe, Bruno Henrique, foi ovacionado por boa parte da torcida alviverde.

Depois, deu a volta olímpica com a equipe ao redor do gramado do Allianz Parque. No trajeto, foi bastante aplaudido por torcedores, principalmente depois de se enrolar em uma bandeira do clube.

Em determinado momento, os palmeirenses puxaram o grito de “mito” para ovacioná-lo. Depois, xingaram o ex-presidente Lula (PT), torcedor do rival Corinthians.
Jair Bolsonaro também foi tietado pelos jogadores, que o abraçaram no palco onde receberam as medalhas. Principalmente o técnico Luiz Felipe Scolari, que já havia prestado continência no vestiário, e Felipe Melo, que repetiu o gesto durante a premiação.

O goleiro Jailson foi outro que o tratou como ídolo. Durante a volta olímpica, o levou para as arquibancadas para cumprimentar os torcedores e posou para fotos com o presidente eleito.
Bolsonaro permaneceu dentro do campo com o time por 30 minutos e deu a volta no gramado, vestido com a camisa do Palmeiras. Recebeu dos atletas o troféu e o ergueu para a torcida, rodeado por um batalhão de seguranças.

O presidente eleito assistiu ao jogo em um camarote no Allianz Parque. Ao seu lado estiveram os principais nomes da CBF, como o atual presidente, Antônio Nunes, e o futuro, Rogério Caboclo.
A patrocinadora do clube, Leila Pereira, da Crefisa, também posou para fotos com ele. Diáriodopoder

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