7nov/180

Politica: Célia do Hospital quer ser a mais votada na lista triplice para deixar Iolando Almeida na saudade

A briga pelo o comando da cidade de Brazlândia já está pegando fogo. Uma das coordenadores da campanha do governador Ibaneis Rocha, Célia do Hospital, vem trabalhando nos bastidores para conseguir ser a mais votada na futura lista tríplice que servirá como base para Ibaneis Rocha definir o chefe do executivo de Brazlândia.

Entre aliados Célia do Hospital vem falando que Brazlândia não vem levando sorte com deputado eleito indicando administrador;" A cidade fica abandonada e criam a politica do curral eleitoral. Precisamos ter uma administração para todos", disse a ex-servidora da saúde.

 

fonte: Redação

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7nov/180

Ricardo Grossi é cotado para lista tríplice da administração de Brazlândia

A comunidade já conhece e pede nas redes sociais a inclusão do nome de Grossi na lista do governador Ibaneis.

Morador de Brazlândia há 20 anos, casado com a professora Silvia Braz, foi chefe de gabinete da presidência da Câmara Legislativa por 2 anos e atualmente é assessor especial da Deputada Celina Leão.

Foi coordenador de campanha de Celina e Ibaneis nas cidades de Brazlândia, Ceilândia, Taguatinga, Samambaia, Recanto das Emas, Riacho Fundo I e II.

Foi consultado pelo blog se há interesse na disputa pela vaga de Administrador de Brazlândia e falou que está no aguardo do direcionamento da Deputada Celina Leão e o governador Ibaneis.

 

blogdofidelis

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7nov/180

Brazlândia: Proposta de Ibaneis Rocha poderá deixar Iolando Almeida sem administração

O governador Ibaneis Rocha vem declarando que tende a escolher os seus administradores regionais por escolha popular. A proposta da lista tríplice poderá sepultar o sonho de Iolando Almeida em indicar o futuro administrador de Brazlândia.

Nos bastidores políticos da pacata Brazlândia, nenhum nome que vem despontando na região com a apoio popular para administrador tem o aval do mais novo distrital;"O nome que Iolando Almeida deseja ver no comando da cidade terá que está na lista triplice ou então ele vai ficar a ver navios", acredita Neizinho Brasilia, liderança da cidade.

 

fonte: Redação

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7nov/180

A Luta Continua 3

O rorizismo acabou no Distrito Federal. Nem primo, sobrinho ou neto do ex-governador Joaquim Roriz foram eleitos nestas eleições. O eleitor está atento e quer candidatos com brilho próprio. Paulo Roriz, Dedé Roriz e Joaquim Roriz Neto não foram eleitos e ainda não entenderam o motivo. Dedé Roriz e Joaquim Neto tentarão novamente em 2022. Até lá, terão tempo suficiente para serem eles mesmos.

Donysilva

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7nov/180

Moro propõe mais rigor para progressão de pena e prescrição de crimes

A ideia geral, segundo o magistrado, é resgatar parte do pacote de 10 medidas contra a corrupção proposto pelo Ministério Público Federal, mas que não avançou no Congresso Nacional. Foto: Reprodução/Globo News

Na primeira entrevista coletiva concedida após ter aceitado o convite para ser ministro da Justiça, o juiz federal Sergio Moro afirmou hoje (6), em Curitiba, que pretende apresentar um conjunto de projetos de lei para combater a corrupção e enfrentar o crime organizado. A ideia geral, segundo o magistrado, é resgatar parte do pacote de 10 medidas contra a corrupção proposto pelo Ministério Público Federal (MPF), mas que não avançou no Congresso Nacional, além de outras iniciativas apresentadas por organizações da sociedade civil, como a Fundação Getúlio Vargas (FGV) e a Transparência Internacional.

“A ideia é que essas reformas sejam propostas simples e que possam ser aprovadas em breve tempo, sem prejuízo que propostas mais complexas sejam apresentadas em momento posterior ou paralelamente”, explicou. Ele citou alguns exemplos do que pretende enviar ao Congresso, mas ressaltou que a versão final das propostas, ainda em estudo, deverão ser precedidas de um acordo interno que será construído com o presidente eleito, Jair Bolsonaro.

Entre as medidas propostas por Moro, está a alteração das atuais regras de prescrição dos crimes, a possibilidade de deixar mais claro na legislação o cumprimento da prisão após condenação em segunda instância.  A previsão da execução das sentenças dos tribunais do júri também foi apontada pelo futuro ministro. “Já existe um precedente da 1ª turma do Supremo Tribunal Federal admitindo que o veredicto do tribunal do júri sobre crime de homicídio possa ser executados independentemente de recursos. Num quadro grave de epidemia de homicídios, me parece importante essa medida”, afirmou.

Moro também sugeriu a proibição de progressão de regime prisional quando houver prova de ligação do preso com organizações criminosas. “Se existem provas de que o preso mantem vínculos com organizações criminosas, significa que ele não está pronto pra ressocialização”, argumentou. Ele também falou em uma regulamentação mais clara para a utilização de policiais disfarçados em operações para desbaratar o crime organizado. ” A nossa legislação, embora permita esse tipo de comportamento, não é totalmente clara”, justificou.

Desafio

Ao explicar os motivos de ter aceitado o convite para ser ministro da Justiça, Sergio Moro disse que não se trata de um projeto pessoal, mas a perspectiva de implementar uma agenda ampla de combate à corrupção e o crime organizado. Ele disse que, apesar de a Operação Lava Jato ter quebrado uma “tradição de impunidade” no Brasil, ele temia uma regressão nos mecanismos de combate à corrupção.

“Foram diversos momentos em que surgiram informações sobre projetos de lei em trâmite no Congresso, que poderiam afetar o trabalho que se realizava e o projeto de abuso de autoridade, que sem cuidados poderia ser uma criminalização da atividade hermenêutica”, comentou.

Convite

Moro revelou que foi sondado no dia 23 de outubro pelo economista Paulo Guedes, futuro ministro da Economia, se teria interesse em participar do governo. Na quinta-feira passada (1º), já eleito, Bolsonaro e Moro se reuniram no Rio de Janeiro para sacramentar a indicação para o ministério.

“Isso [o convite] não tem nada a ver com o processo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele foi condenado e preso porque cometeu um crime e não por causa das eleições”, rebateu, em relação às críticas de que ele teria agido politicamente na condenação do ex-presidente, que abriu caminho para a sua prisão e consequente inabilitação para concorrer às eleições de outubro.

“Interpretaram minha ida como uma espécie de recompensa, [mas] minha decisão foi tomada em 2017, sem qualquer perspectiva de que o deputado federal [Bolsonaro] fosse eleito presidente da República. […] Não posso pautar minha vida numa fantasia, num álibi falso de perseguição política”, afirmou. (ABr)

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7nov/180

Centrad: Ibaneis quer quitar dívida de R$ 1,1 bi e mudar GDF em 2019

Governador eleito reuniu-se com o presidente da Caixa Econômica Federal nesta terça-feira (6/11) e iniciou estudos para resolver o imbróglio

Filipe Cardoso/Especial para o Metrópoles

FILIPE CARDOSO/ESPECIAL PARA O METRÓPOLES

O governador eleito Ibaneis Rocha (MDB) tem promovido uma maratona de reuniões com dirigentes de órgãos públicos locais e nacionais. Novato na política brasiliense, tenta se aproximar das autoridades públicas e tratar de pautas de interesse da sua futura gestão. No último encontro desta terça-feira (6/11), com o presidente da Caixa Econômica Federal, Nelson Antônio de Souza, ele discutiu as dívidas do Centro Administrativo (Centrad).

Segundo Ibaneis, o objetivo é quitar os débitos – que somam R$ 1,14 bilhão – com as instituições financeiras e trazer o controle do espaço todo para o Governo do Distrito Federal (GDF). De acordo com o advogado, o Executivo local tem uma dívida de R$ 970 milhões com a Caixa e uma de R$ 170 milhões com o Santander. Ele quer iniciar a transferência dos servidores em março de 2019.

O governador eleito disse que foram apresentados quatro projetos para resolver a questão do Centrad, hoje judicializada. O que mais lhe interessou é o de compra do imóvel, construído a partir de uma parceria público-privada (PPP). “Vamos negociar com a redução de juros para que os valores diminuam e um financiamento para que a gente tenha capacidade de pagamento que não comprometa tanto o orçamento”, afirmou.

Para Ibaneis, essa seria a saída que garantiria prazo suficiente para mudar as secretarias e encerrar os contratos de aluguel sem prejudicar o orçamento. Os estudos foram iniciados, nesta terça, com a conversa com o presidente da Caixa, e a previsão é de terminá-los até o fim da transição. “Tudo isso para que, no dia 1º [de janeiro], a gente já tenha uma solução para esse problema”, concluiu.

O emedebista revelou que também pretende criar e instalar a Universidade Distrital no local, no primeiro ano de gestão. “A ideia é começar o projeto de mudança e desocupar imóveis ocupados. Vou calcular a quantidade de servidores”, declarou. Outra parte de funcionários públicos seria alocada nas administrações regionais.

Denúncias

O imbróglio envolvendo o Centrad dura até hoje e vem desde o início de 2015, quando a Justiça suspendeu o habite-se concedido pelo governo de Agnelo Queiroz (PT), nos últimos dias de seu mandato, por supostas irregularidades na construção. Em 2017, foi criada uma força-tarefa após virem à tona denúncias de executivos da empreiteira Odebrecht em delações premiadas e acordos de leniência no âmbito da Operação Lava Jato.

Delatores afirmaram que Agnelo, o ex-governador José Roberto Arruda (PR) e o ex-vice-governador Tadeu Filippelli (MDB) teriam recebido propina pela obra. Todos negam. Diante dos indícios de fraude, pagamentos de propina e superfaturamento, o GDF alegou que o contrato deveria ser cancelado por apresentar irregularidades desde o nascedouro da parceria público-privada.

Reuniões

Na tarde desta terça-feira (6/11), Ibaneis encontrou-se com a presidente do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF), conselheira Anilcéia Machado, o vice-presidente de Governo do Banco do Brasil, José Eduardo Pereira Filho, e o presidente da Inframérica, Jorge Arruda. Pela manhã, ele já havia se reunido com o presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), ministro Raimundo Carreiro.

No TCDF (foto em destaque), Ibaneis disse que pretende destravar os processos parados no órgão há muito tempo. Segundo ele, o tribunal tem alertado sobre erros nos editais do governo. “Pretendo corrigi-los para que a gente possa gerar mais legalidade”, afirmou. O futuro chefe do Executivo local também disse que estuda a criação de duas secretarias no próximo ano: de Transparência e de Governança.

Já no Banco do Brasil, o emedebista foi pedir recursos para infraestrutura e desenvolvimento do DF, como mobilidade urbana. “Discutimos como o GDF pode usar o Fundo Constitucional, que tem cerca de 30% do valor devolvido por falta de projetos. Também falamos sobre a construção do anel viário norte, no qual o banco tem R$ 100 milhões para investir no próximo ano”, explicou.

Aeroporto

Ibaneis também fez uma passagem rápida no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB) – onde está instalada a equipe de transição – para encontrar o presidente da Inframérica. O governador eleito pleiteou a construção de um aeroporto de cargas para criar uma área de livre comércio. “Ele vai viajar para a Argentina hoje, para tratar dos orçamentos do próximo ano, e pedi para que ele inclua esse projeto”, contou. Metropóles

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7nov/180

Flávia Arruda sobre Ibaneis Rocha: “Preciso ver com otimismo”

Mulher do ex-governador José Roberto Arruda foi a mais votada no Distrito Federal e estreia na Câmara Federal em 2019

Hugo Barreto/Metrópoles

HUGO BARRETO/METRÓPOLES

Em entrevista ao vivo com o Metrópoles nesta terça-feira (6/11), a candidata a deputada federal mais votada do Distrito Federal em 2018, com 121.340 votos, Flávia Arruda (PR), disse que espera colaborar com a gestão do governador eleito Ibaneis Rocha (MDB). “Preciso ver com otimismo, mas não sabemos de verdade como estão com as contas do governo. Como parlamentar eu estarei a disposição para ajudar, mas ainda vamos ver como será”, pontuou.

Flávia ressaltou que pretende ter uma forte atuação na área social e que espera que Ibaneis retome programas adotados na gestão do marido dela, José Roberto Arruda, como o Pão e Leite, o Mãezinha Brasiliense, o Bolsa Universitária e a Cesta Verde. “As pessoas me procuraram na rua ao longo da campanha. Mães falando que antes os filhos não iam para escola com fome e agora não podem mais contar com os projetos”, contou a parlamentar.

Flávia criticou a falta de continuidade dos projetos públicos. “Alguns acabaram assim que deixei de ser primeira-dama”, afirmou. Ela ressaltou que nunca foi procurada pelo atual governador Rodrigo Rollemberg (PSB) nem por qualquer pessoa de sua equipe para falar sobre ações de cunho social.

Apesar da boa relação com o governador eleito, Flávia disse que não pretende deixar o Congresso Nacional para assumir um cargo no GDF. “Fui eleita para ser deputada federal e vou cumprir o meu compromisso com as pessoas que votaram em mim”, disse.

Assista à entrevista:

Ela ressaltou que ajudou na elaboração do programa de governo adotado por Ibaneis. “Ajudei a construir a parte dedicada às mulheres e aos projetos sociais. Foi um plano construído para o [Jofran] Frejat que foi adotado pelo Ibaneis”, ressaltou. Correligionário de Flávia e favorito nas pesquisas de intenção de voto, o ex-secretário de Saúde deixou a corrida pelo Palácio do Buriti pouco antes do registro oficial das candidaturas.

Flávia assumiu a presidência do Partido da República no DF na semana passada e, em 2019, faz sua estreia em mandatos eletivos. Como parlamentar, a ex-primeira-dama disse que pretende destinar verbas para o Hospital da Criança e o Hospital do Coração. “São unidades de referência para todo o país”, afirmou. Metropoles

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