5nov/180

DIRETO AO ASSUNTO: futuro administrador de Brazlândia

"A cidade de Brazlândia tem um parlamentar eleito. Nada mais justo que o nome do futuro administrador regional passar por sua escolha de forma direta. Afinal precisamos respeitar a vontade das urnas" 

Damião Miguel -  blogdogbu

 

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5nov/180

“Bolsonaro não é o salvador da pátria”, diz deputada eleita Bia Kicis

Com 86.415 votos, a promotora aposentada foi a terceira mais bem votada entre os oito parlamentares do DF que estarão na Câmara em 2019

Michael Melo/ Metrópoles

MICHAEL MELO/ METRÓPOLES

Bia foi a terceira deputada com melhor votação pelo DF, com 86.415 votos. Ela disse que pretende presidir a Comissão de Constituição de Justiça (CCJ) da casa e trabalhar por causas como a redução da maioridade penal para 16 anos e mudanças na lei de execuções penais. “Uma pessoa é condenada a 20 anos de prisão, só cumpre um sexto e vai para rua. A lei tem que ser aplicada’, afirmou.

Ela também defendeu a construção de unidades prisionais. “A bandidagem está solta e temos que tirar os bandidos da sociedade. Tem pessoas que são incorrigíveis e se forem soltas vão matar, estuprar. Sinto muito para quem fica de mimimi e passa a mão na cabeça de bandido”, afirmou.

Sobre os demais representantes do DF no Congresso Nacional, Kicis disse que prevê uma relação conflituosa. “Ninguém vai sair puxando o cabelo, mas certamente teremos uma convivência combativa. Os eleitores da [Érika] Kokay, por exemplo, esperam que ela defenda uma agenda e que tenha uma conduta que é o oposto do que esperam de mim”, disse. E completou: “O Bolsonaro terá pessoas aguerridas como eu no Congresso. Teremos a maioria”.

Assista à entrevista:

Nanica até o início de 2018, a legenda do próximo presidente elegeu 52 deputados em todo o país. Se conseguir a migração de mais cinco parlamentares, ultrapassa o PT, que contará com 56, e se torna a maior bancada da Câmara. No Senado, o PSL tem quatro representantes. Kicis é uma das que planejam passar para o partido de Bolsonaro, uma vez que o PRP não ultrapassou a cláusula de barreira.

Carreata

Após ser eleita, em 7 de outubro, Bia Kicis organizou carreata de apoio à candidatura de Bolsonaro à Presidência da República. Ela tem, no discurso, temas defendidos pelo representante nacional, como reforma tributária, privatização e mudanças na área da segurança pública. METROPÓLES

 

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5nov/180

De volta a Brasília, Ibaneis reavaliará divisão da Secretaria de Saúde

Governador eleito afirmou, nesta segunda (5), que levará em consideração crítica de Jofran Frejat sobre a proposta de partir a pasta em duas

Filipe Cardoso/Especial para o Metrópoles

FILIPE CARDOSO/ESPECIAL PARA O METRÓPOLES

O governador eleito Ibaneis Rocha (MDB) desembarcou no Aeroporto Internacional de Brasília, às 11h42 desta segunda-feira (5/11), ao lado da mulher, Mayara Noronha. Depois de deixar a esposa e as malas em casa, no Lago Sul, o emedebista  seguiu para reunião com o ministro interino da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Eumar Novacki, para pleitear patrulhas mecanizadas — equipamentos agrícolas — para áreas rurais do Distrito Federal.

A expectativa é de que a partir desta segunda, Ibaneis revele mais nomes do primeiro escalão do governo, como o da Secretaria de Saúde. Ao Metrópoles, o governador eleito disse que a decisão de dividir a pasta pode ser revista. “Eu pedi a opinião do [Jofran] Frejat sobre a questão da atenção básica, mas ainda não há nada definido”, explicou.

O advogado queria dividir a secretaria em duas: uma para atenção básica (posto de saúde e unidades básicas) e outra para gerir os hospitais e as Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs). No entanto, Frejat criticou a proposta e disse que a cisão da pasta seria um equívoco.

Reuniões

Em São Paulo desde a última quarta-feira (31/10) para fazer um checkup, Ibaneis aproveitou a viagem para se encontrar com três governadores eleitos. O último encontro, nesse domingo (4/11), foi com o futuro gestor do Acre, Gladson Cameli (PP), para discutir o desenvolvimento econômico para as unidades da Federação.

Ele também participou de reuniões com o próximo governador de SP, João Doria (PSDB), e com o eleito do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC). Ibaneis voltou a Brasília com encontros marcados. Às 17h, ele se reúne com presidentes dos três partidos que formaram a primeira chapa para a disputa ao GDF: MDB, PP e Avante. Em seguida, recebe os integrantes de outras legendas, apoiadoras do primeiro e segundo turno.

Às 19h, se encontra com o senador Cristovam Buarque (PPS). O parlamentar apresentará a Ibaneis o projeto que chama de Escola Ideal. A proposta é que algumas cidades do DF tenham unidades de ensino integrais, com edificações novas e equipamentos modernos. As instituições serviriam de modelo para ampliação posterior do sistema.

Transição

Ibaneis receberá de sua equipe a sugestão de trabalhar com 24 comissões temáticas no processo de transição. O conselho escolhido pelo advogado para gerenciar a ação, composto por 15 pessoas, concluiu, no domingo (4/11), uma espécie de organograma para nortear o procedimento. Cada um dos 24 núcleos deve ter cinco integrantes. Ao total, 120 pessoas deverão participar dos trabalhos.

O vice-governador eleito, Paco Britto (Avante), vai gerir os trabalhos, e os três secretários anunciados por Ibaneis serão coordenadores de áreas específicas. O futuro titular da Fazenda, André Clemente, chefiará a área que será nomeado para comandar. Erika Filippelli coordenará a comissão que trata sobre questões das mulheres. Izídio Santos, a área de Obras e Desenvolvimento Econômico.

Além desses setores, os núcleos terão grupos dedicados à saúde, educação, transporte, meio ambiente, agricultura, desenvolvimento urbano, trabalho e  transporte, entre outros. Dos integrantes da equipe de transição, 13 devem fazer parte de um quadro remunerado pelo poder público. Eles estarão dentro da estrutura disponibilizada pelo GDF, pois precisam de senhas para ter acesso às contas e informações sigilosas do governo, necessárias para a futura gestão. METROPOLES

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5nov/180

Brazlândia: Todo mundo querendo ser administrador na cidade

Até velhos políticos que a cidade achavam que tinha morrido, quer virar administrador de Brazlândia no governo de Ibaneis Rocha

A cidade de Brazlândia passou o feriadão em clima de campanha antecipada. Os grupos políticos da cidade estão em pleno vapor brigando pelo o comando da cidade no governo Ibaneis Rocha.

A movimentação totalmente sem sentido, resgatou velhos políticos que até pouco tempo achávamos que já tinham morrido. Mas pela zoada empregada dentro da cidade estão mais vivos que muitos dentro da região.

O distrital da região, Iolando Almeida, anda sorrindo das movimentações;" É uma piada o tanto de gente que não tem o que fazer e agora querem virar administrador de Brazlândia", salientou um aliado próximo do parlamentar.

 

fonte: REDAÇÃO

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5nov/180

Articulações na transição começam a mostrar a cara do novo governo do DF

“Sou de delegar e cobrar resultados. Vou anotando as tarefas que passo para depois exigir respostas” – Ibaneis Rocha, governador eleito(foto: Arthur Menescal/Esp. CB/D.A Press)

O perfil que o governador eleito manterá à frente do poder é uma incógnita, pois o emedebista nunca atuou na administração pública nem na vida parlamentar. Mas, após a eleição, ele demonstrou que quer ouvir muito %u2014 mas que também age por impulso

HM Helena Mader

Sem atuação prévia na gestão pública ou na vida parlamentar, o governador eleito do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), era uma incógnita no meio político até entrar na disputa pelo Palácio do Buriti. Assim que ele se consagrou campeão da corrida pelo governo, uma dúvida surgiu entre representantes da máquina pública, de sindicatos, do setor produtivo e de parlamentares: qual será o perfil adotado pelo futuro chefe do Executivo local, que toma posse em 1º de janeiro?

Antes mesmo de assumir o cargo, Ibaneis começou a dar sinais de qual será seu estilo de comando. Ele nega que seja centralizador e promete delegar tarefas, mas já antecipou que concentrará atribuições importantes, como a articulação política. Diplomático, abaixou o tom ríspido da campanha e fez elogios ao adversário, Rodrigo Rollemberg (PSB), ao lado de quem terá que conduzir a transição. Sinalizou ainda que pretende ouvir a sociedade organizada antes de tomar decisões importantes — até a escolha de secretários passou por consultas a segmentos interessados em cada área.

Essa ânsia de agradar a vários setores e de fugir de embates, entretanto, pode trazer empecilhos a Ibaneis, sobretudo diante da dificuldade em chegar a consensos com relação a algumas decisões. A escolha do futuro secretário de Saúde é um exemplo. Na última terça-feira, o governador eleito anunciou que divulgaria o nome do futuro chefe da pasta no fim do dia, após uma série de reuniões com representantes do segmento.

Ele ouviu integrantes de sindicatos de médicos, enfermeiros, auxiliares de enfermagem, e de especialistas na área, como o ex-secretário de Saúde Jofran Frejat. Mas, depois da bateria de encontros, não chegou a um nome para a secretaria. Ainda sem um titular capaz de agradar a integrantes de todas as carreiras da saúde, a saída foi criar uma equipe de transição, que discutirá os principais problemas do sistema de atendimento médico, para só depois anunciar o escolhido. Além da Secretaria de Saúde, o emedebista já anunciou que pretende criar ainda uma pasta específica para cuidar apenas da atenção básica de saúde.

Outra promessa de campanha  foi cumprida na primeira semana da transição. Após a eleição da listra tríplice de delegados para a escolha do cargo de diretor-geral da Polícia Civil, Ibaneis Rocha anunciou que nomeará o mais votado: Robson Cândido teve 242 votos na eleição interna da categoria, realizada na última quarta-feira. O atual comandante da instituição, Eric Seba, nomeado por Rollemberg, também havia ficado em primeiro lugar entre os delegados.

O Sindicato dos Policiais Civis, entidade que reúne agentes e escrivães, também pretendia formar uma lista, mas a categoria não reagiu à decisão do governador eleito de antecipar sua decisão, após a formação da lista tríplice eleita pelos delegados. Ibaneis Rocha pretende ainda ouvir a população para a escolha dos administradores regionais. A medida já está prevista na Lei Orgânica do Distrito Federal e deve ser detalhada por meio de decreto, sem a necessidade da criação de uma lei que discipline a participação popular.

Acostumado a lidar com o poder após administrar a Ordem dos Advogados do Brasil no DF (OAB-DF) por três anos, o emedebista garante que não é centralizador. “Sou de delegar e cobrar resultados. Vou anotando as tarefas que passo para depois exigir respostas. O governo tem dia para começar e para terminar, então teremos que tomar medidas e exigir os resultados com rapidez”, explica.

A decisão de aumentar o número de secretarias é usada por Ibaneis como exemplo de que privilegia sempre a delegação de tarefas. Ele lembra que a OAB-DF tinha 50 comissões, cada uma responsável por temas específicos e que, por isso, sabia sempre a quem recorrer quando precisava tratar de algum assunto. “Com mais secretarias, terei de quem cobrar cada tarefa, por mais específica que seja”, acrescenta o governador eleito. “Em algumas pastas estratégicas, como saúde, educação, segurança e obras, quero estar sempre junto. E, nessas áreas, não haverá indicações políticas”, garante.

Coordenador de campanha de Ibaneis e confirmado como secretário de Fazenda da futura gestão, André Clemente diz que o chefe “é uma pessoa de grupo”. “Ele tem uma necessidade enorme de conhecer todas as áreas, não necessariamente de controlá-las. Ele delega muito e exige resultados sempre”, garante Clemente. “Grandes líderes têm sempre mão boa para escolher pessoas e formar equipes de credibilidade”, acrescenta o auditor da Fazenda.

Impulso

Outra característica do perfil de Ibaneis que já transpareceu ainda na transição é que, muitas vezes, ele age por impulso. Um exemplo foi o anúncio de que o empresário José Humberto Pires ocuparia a Secretaria de Desenvolvimento Econômico. Desejoso de ter Pires em seu secretariado, o governador eleito anunciou seu nome, mas, logo depois da divulgação, o empresário divulgou nota para esclarecer que não aceitaria o convite “por conta de compromissos institucionais e profissionais”.

O emedebista indicou ainda que pretende manter relações institucionais fortes na Esplanada dos Ministérios. Além de visitar o presidente da República Michel Temer um dia após as eleições, Ibaneis sinalizou por várias vezes que quer um bom relacionamento com o presidente eleito, Jair Bolsonaro. Disse que vai consultá-lo para escolher o secretário de Segurança e declarou voto no capitão da reserva.

Ibaneis visitou ainda a Câmara Legislativa e o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Dias Toffoli, nos primeiros dias de gestão. Numa sinalização de que quer boas relações com outros estados, já esteve com os governadores eleitos de Goiás e de São Paulo, Ronaldo Caiado (DEM) e João Doria (PSDB).

Troca de poder

A equipe de transição terá integrantes da atual gestão, como o secretário-chefe da Casa Civil, Sérgio Sampaio, e indicados pelo governador eleito, Ibaneis Rocha (MDB). O emedebista nomeou seu vice, Paco Britto (Avante) como coordenador da transição. Os secretários da próxima administração, à medida que forem anunciados por Ibaneis, passarão a compor o grupo.

A primeira semana

Desde que foi eleito, o advogado Ibaneis Rocha (MDB) tem buscando o diálogo com personalidades do meio político e jurídico. Na segunda-feira, esteve no Palácio do Planalto com o presidente Michel Temer, para tratar de recursos para o Distrito Federal, e com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli.

No dia seguinte, Ibaneis foi à Câmara Legislativa, para conversar com os deputados distritais sobre o orçamento para 2019.

Na quarta-feira, embarcou para São Paulo, onde esteve com o governador eleito, João Doria (PSDB). Ontem, houve um novo encontro com o tucano, no hotel onde Ibaneis está hospedado. Dessa vez, participou também o governador eleito do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC).

Nesta semana, Ibaneis deve ser receido pelo presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL).

Fonte: Correio Braziliense

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5nov/180

Politica: Enquetes para administrador cansam nas redes sociais

JÁ ESTÁ CANSATIVO!
Enquete para ADMINISTRADOR

Amigos, esse festival de enquetes nas cidades satélites pedindo participação dessa ou daquela pessoa para indicar o seu nome preferencial para administrador, na verdade, uma perca de tempo!

Tendo em vista que o governador eleito não adotará esse critério como princípio de escolha dos gestores de seu governo. O governador vai analisar primeiro a Câmara Legislativa, os apoios partidários e suas escolhas pessoais na condição de chefe do executivo. Então nunca esqueça que nenhum administrador regional foi escolhido por enquete nos últimos 30 anos no DF.

 

Redação

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5nov/180

Após perder reeleição, Senador Cristovam dá pitacos ao novo governo

Gente, é risível a sede de poder do quase ex-senador Cristovam Buarque (PPS) que após perder a reeleição para a novata Leila do Vôlei (PSB), agora tenta se envolver no governo do emedebista Ibaneis Rocha. As “soluções” que Cristovam quer propor ao novo governo já são conhecidas e segundo informações, atualmente tem gente melhor qualificada e atualizada sobre o assunto no DF, como por exemplo, o professor Jordenes, que foi inclusive protagonista de uma reportagem sensacional no programa Fantástico sobre a escola integral.

É preciso relembrar que Cristovam teve passagem pífia no comando do Ministério da Educação, e que foi demitido por telefone pelo então presidente Lula. Isso sem falar que o “senador da educação” perdeu a reeleição quando era governador do DF em 1998 e antes disso, quando era reitor da UNB, a universidade viveu intensas greves e questionamentos durante sua conturbada gestão. Cristovam é bom de teoria, já na prática…

blogdodonnysilva

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5nov/180

De colete à prova de balas, Bolsonaro atribui vitória a Deus em culto no Rio

Presidente eleito chorou em culto e disse ser fruto de decisão divida

A futura primeira-dama Michelle e o presidente Jair Bolsonaro, ao chgarem no culto. (Foto: Fernando Frazão/ABr)

De colete à prova de balas, o presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), assistiu na manhã deste domingo (4) a um culto evangélico na Igreja Batista Atitude, no Rio. Enquanto acompanhou ao culto que durou cerca de duas horas, Bolsonaro chorou, se ajoelhou no púlpito durante oração, fez um rápido discurso de agradecimento e atribuiu sua vitória à decisão de Deus.

“Há quatro anos, decidi disputar a Presidência, sem recurso, sem partido, sem tempo de televisão, com grande parte da mídia contrária as nossas propostas. Mas, se isso tudo isso aconteceu no último domingo, só tem uma explicação. Foi Deus que decidiu. Nenhum cientista político conseguiu explicar o velho garoto que tinha apelido de palmito ter chegado onde chegou”, disse Bolsonaro, ao lado de Michelle Bolsonaro, sua mulher, que é tradutora de libras na igreja.

No seu discurso, ele voltou a declarar que vai ser o presidente de todos e prometeu “seguir os passos de Duque de Caxias, o pacificador”.

“A partir de ano que vem, serei o presidente de todos. Queremos, sim, usando o meu lado militar, seguir os passos de Caxias, o pacificador”, afirmou Bolsonaro, sendo aplaudido pelos fiéis.

Antes, Bolsonaro chorou no púlpito ao ouvir elogios do pastor Josué Valandro Junior, presidente da igreja.

O presidente eleito assistiu ao culto na segunda fileira cercado de policiais federais. Apesar de aplaudido pelos fiéis, ele assistiu ao culto sem ser assediado.

A cerimônia foi encerrada com a execução do Hino Nacional. O culto teve a presença de cerca de 4.000 pessoas.

Homenagem

Depois da celebração religiosa, o presidente eleito seguiu para casa, onde foi homenageado por um grupo de dez agentes do Batalhão de Choque da Polícia Militar (PM) do Rio, do pelotão de escolta presidencial, que o presenteou com um capacete branco e a camiseta preta que é uniforme do “Choque”.

À tarde, Bolsonaro voltou a publicar nas redes sociais, ressaltando que, para colocar o Brasil no caminho da prosperidade “é preciso compreender que todos estamos no mesmo barco, e que trabalhar para prejudicá-lo é prejudicar a si próprio”. “Se cada um levar consigo estes valores, certamente chegaremos em posição destaque no mundo. Conto com vocês!”, escreveu o presidente eleito, em suas redes.

Na terça (6), ele deve deixar o Rio pela primeira vez após vencer a eleição. Está prevista sua participação em Brasília nos primeiros encontros da transição com os integrantes do governo de Michel Temer. (Com informações da Folhapress e Agência Brasil)

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