31out/180

Começa Articulação Na Câmara Legislativa Para Eleição Da Mesa Diretora

(foto: Breno Fortes/CB/D.A Press)

Passadas as eleições gerais, o foco dos distritais recém-emplacados pela capital recai sobre a disputa pela Mesa Diretora da Câmara Legislativa, em 1º de janeiro de 2019. Por ora, ao menos cinco nomes são ventilados para a Presidência. Todos detém experiência na Casa. No páreo, estão Claudio Abrantes (PDT), Rafael Prudente (MDB), Reginaldo Veras (PDT), Rodrigo Delmasso (PRB) e Roosevelt Vilela (PSB). O número tende a reduzir, para que as composições sejam viabilizadas, uma vez que alguns deputados integram o mesmo grupo político.

 

Para o clareamento do cenário, precisa-se definir qual governista concorrerá: Abrantes, Prudente ou Delmasso. A escolha é necessária para evitar um racha na base do chefe do Palácio do Buriti recém-eleito Ibaneis Rocha (MDB) e, consequentemente, a diminuição das chances de vitória. Se o emedebista cumprir a promessa de não interferir na disputa do Legislativo local, os distritais terão de tomar a decisão entre si.

Apesar de integrar o PDT, partido que participou da chapa à reeleição do governador Rodrigo Rollemberg (PSB), Abrantes, que rompeu com o socialista em meados de 2017, declarou, logo ao início da campanha, apoio a Ibaneis, devido à garantia do emedebista de concessão da paridade salarial da Polícia Civil com a Federal e de pagamento da terceira parcela do reajuste do funcionalismo público. Antes de embarcar de vez na articulação pela Presidência da Câmara, o parlamentar deve passar alguns dias no Goiás e na Bahia.

No segundo mandato, Prudente teve o nome ventilado por ser o único distrital eleito pelo MDB. O parlamentar ainda teve desempenho favorável na corrida eleitoral, com 26.373 votos. Abertamente, o emedebista nega o engajamento na disputa pela Presidência. Contudo, trabalha pela candidatura.

Delmasso tenta se cacifar para a corrida pelo comando da cúpula do Legislativo local com o apoio de parte da bancada evangélica. O distrital colocou o nome à disposição em nome de “um projeto de fortalecimento de mandatos”. “Faríamos isso com uma gestão transparente, ligada à ética e a moralidade”, pontuou. Enfrenta resistência, contudo, em setores do plenário que discordam das bandeiras dele e seu partido, o PRB, ligado à Igreja Universal do Reino de Deus.

Independência

Correligionário de Rollemberg, Roosevelt Vilela lançou o próprio nome ao grupo de distritais recém-eleitos que não integram a base de Ibaneis Rocha. “Há a ideia de termos um representante dos estreantes. Mas tudo depende do cenário geral. Nada nos impede de prosseguir ou recuar”, pontuou. Eleito pela primeira vez de forma direta, o socialista chegou a assumir o mandato na Câmara Legislativa nesta legislatura, à época em que Joe Valle (PDT) se licenciou para assumir a Secretaria de Trabalho.

Com a terceira maior votação para o Legislativo local e um discurso de independência, Reginaldo Veras engajou-se na disputa. Para decolar, no entanto, a candidatura precisa ser discutida com o correligionário Claudio Abrantes, dada a inviabilidade de dois representantes do mesmo partido no confronto. O PT, dos distritais eleitos Arlete Sampaio e Chico Vigilante, não lançará nomes à corrida pela Presidência.

Fonte: Correio Braziliense

Quero CompartilharShare on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on LinkedIn
31out/180

Arruda e Cristovam separam para eles as cadeiras mais cobiçadas do Governo Ibaneis

Por Toni Duarte//RADAR-DF

O governador eleito Ibaneis Rocha até agora tem apenas um secretário definido: André Clemente. Ele foi escolhido para ser o futuro secretário da Fazenda. Fora isso, o futuro chefe do Executivo Local não tem muita pressa no anúncio do seu secretariado, providência que fará só daqui a 15 dias, segundo apurou o Radar.

No entanto, no âmbito interno de seus apoiadores, há uma guerra silenciosa e fratricida na busca pelos melhores cargos disponíveis na estrutura do governo.

A Secretaria de Estado do Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos do Distrito Federal é um dos um dos órgãos de gestão da administração pública, mais cobiçado pelos políticos por cuidar exatamente da parcela mais empobrecida e carente do DF.

É nela que o ex-governador José Roberto Arruda se esforça para demarcar o seu território.

O ex-governador quer a mulher dele, a deputada federal  eleita Flávia Arruda para comandar a pasta responsável pela execução das políticas de Assistência Social, Transferência de Renda e de Segurança Alimentar e Nutricional, Gestão do Sistema Único de Assistência Social e do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional no âmbito do DF.

A secretaria também faz a avaliação e gestão da informação, fomento de parcerias e articulações de rede.

Trocado em miúdo: Arruda enxerga na pasta como uma maravilhosa máquina geradora de votos, que permitirá a deputada Flávia Arruda chegar em 2022 com musculatura política e força popular para disputar o Buriti. Esse é o plano.

Arruda também já fez um limpa no partido que considera como seu. Salvador Bispo não é mais o presidente do PR. O lugar, a partir desta segunda-feira (29), foi ocupado por Flávia Arruda.

Valdemar da Costa Neto, presidente nacional da legenda, acatou a mudança no DF. Ele alega que o partido terá na presidência da sigla nos Estados um deputado eleito.

Vencida essa etapa,  o ex-governador reivindica as bênçãos de Ibaneis para fazer o deputado distrital Agaciel Maia (PR) presidente da Câmara Legislativa ou pelo menos líder do futuro governo local.

Agaciel é uma espécie de “Roméro Jucá do cerrado”. Tem a facilidade de está em todos os governos.

Ele é filiado ao PR, partido de oposição ao derrotado governador Rodrigo Rollemberg, mas sempre esteve dentro do governo com algumas administrações e continua sendo o líder do fracassado governo socialista.

A movimentação espaçosa do “careca”,  para pegar uma boa fatia do bolo do novo governo, acendeu a luz de alerta dos muitos que  iniciaram a corrida ao lado do ex-presidente da OAB-DF, quando ele ainda  aparecia apenas com dois pontos percentuais nas pesquisas de intenções de votos.

Gente mais próxima do governador eleito, adiantaram ao Radar que Ibaneis não irá ficar amarrado a ninguém e que tende  nomear para a referida pasta responsável pela execução das políticas de Assistência Social e transferência de renda uma pessoa de  extrema confiança.

E tem rumo no que dizem: durante a campanha Ibaneis fez compromisso de  fazer um governo voltado para os mais pobres.

No meio da louca  corrida pelo poder aparece também o ex-governador e senador derrotado, no primeiro turno do dia sete de outubro,  Cristovam Buarque (PPS). Ele já dá como certo  que será o futuro secretário de Educação.

Cristovam declarou apoio de boca ao governador eleito quando faltavam 9 dias para encerrar a campanha do último dia 28. Segundo se informa ainda, o senador já escolheu até os seus principais auxiliares.

Para os aliados de primeira hora, Cristovam foi um retardatário,  adjetivo atribuído a alguém que está atrasado em relação ao tempo, ao local ou a um grupo de pessoas. Também  sustentam  que tem uma fila de pretendentes reivindicando a mesma pasta.

Enquanto alguns esquartejam, brigam  e dividem cargos, se considerando  sentados nas importantes caideiras  do primeiro escalão do governo, Ibaneis Rocha, segundo assessores mais próximos, usará de muita cautela na escolha do seu secretariado que irá governar o DF nos próximos quatro anos.

Por enquanto, o governador eleito, que passou o dia de ontem com uma agenda cheia de entrevistas aos veículos de comunicação e encontros institucionais como a visita que fez ao presidente Michel Temer (MDB),  vai tirar as próximas duas semanas para cuidar da própria saúde e da futura primeira-dama que está grávida de mais um filho do casal. Depois disso a  história pode ser outra.

Quero CompartilharShare on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on LinkedIn
31out/180

“Fomos miseravelmente traídos por Lula”, diz Ciro Gomes

Candidato ao Planalto pelo PDT considerou um insulto convite do petista para assumir o papel de vice na chapa do PT

Reprodução/TV Globo

REPRODUÇÃO/TV GLOBO

Terceiro colocado na eleição presidencial, Ciro Gomes (PDT) afirmou em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo que foi “miseravelmente traído” pelo ex-presidente Lula e seus “asseclas”. Segundo a reportagem, Ciro nega ter lavado as mãos ao ter viajado para a Europa depois do primeiro turno. “A gente trai quando dá a palavra e faz o oposto. Não declarei voto ao Haddad porque não quero mais fazer campanha com o PT”, disse.

Ao jornal paulista o pedetista critica ainda a atuação do PT para impedir o apoio do PSB à sua candidatura e diz que considerou um insulto convite de Lula para assumir o papel de vice no lugar Fernando Haddad (PT).

“Porque isso é uma fraude. Para essa fraude, fui convidado a praticá-la. Esses fanáticos do PT não sabem, mas o Lula, em momento de vacilação, me chamou para cumprir esse papelão que o Haddad cumpriu. E não aceitei. Me considerei insultado”, disse ao ser questionado sobre o convite do ex-presidente para integrar a chapa petista.

Ciro ainda afirmou que não deverá participar da bloco de oposição ao novo governo ao lado do PT. “Não quero participar dessa aglutinação de esquerda. Isso sempre foi sinônimo oportunista de hegemonia petista. Quero fundar um novo campo, onde para ser de esquerda não tem de tapar o nariz com ladroeira, corrupção, falta de escrúpulo, oportunismo. Isso não é esquerda. É o velho caudilhismo populista sul-americano”, declarou. DIARIODOPODER.

 

Quero CompartilharShare on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on LinkedIn
31out/180

Futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, se reúne com Eliseu Padilha nesta quarta

Lorenzoni é quem vai a Brasília esta semana para conversar com a equipe de Temer Foto: Marcelo Camargo

 

A primeira reunião dos coordenadores do governo de transição será nesta quarta (31), em Brasília. O ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, nomeado pelo presidente Michel Temer para conduzir os trabalhos, reúne-se à tarde com o deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS), confirmado como futuro ministro da área e designado pelo presidente eleito Jair Bolsonaro para coordenar as atividades por parte do novo governo.

Na próxima terça (6), Bolsonaro deve desembarcar em Brasília para, pessoalmente, dar suas orientações sobre os trabalhos e se reunir com Temer. Ele disse que quer encontrar o presidente da República para agradecer o apoio e está confiante de que este período de transição será tranqüilo.

O presidente eleito avisou que pretende reduzir de 29 para 15 ou 16 o número de ministérios, daí a decisão de fusão entre algumas pastas. Será criado o superministério da Economia – unindo Fazenda, Planejamento e Indústria e Comércio. Houve reações dos empresários que desaprovaram a proposta.

Para o superministério, será nomeado o economista Paulo Guedes, responsável pela área durante a campanha presidencial. Também foi confirmada a união entre os ministérios da Agricultura e Meio Ambiente. Iniciativa que conta com a rejeição dos ambientalistas. Não há ainda sinalização sobre a fusão dos ministérios da Educação e da Cultura.

Nesta terça (30), Bolsonaro se reuniu, no Rio, com os assessores mais próximos para definir as prioridades e já alguns nomes que vão compor sua futura equipe. Com a posse marcada para 1º de janeiro, ele quer acelerar alguns temas, como a reforma da Previdência, que está em curso no Congresso Nacional.

Segundo o presidente eleito, a intenção é aprovar o que for possível ainda este ano, agilizando assim algumas medidas e evitando problemas. Ele não deu detalhes sobre suas preocupações específicas. Também anunciou que pretende fazer andar os projetos de extinção e privatização de estatais. (ABr)

Quero CompartilharShare on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on LinkedIn
29out/180

Politica: Novo governador quer lista tríplice para administrador regional

O mais novo governador do DF, Ibaneis Rocha, declarou em entrevista ao portal Metrópoles logo após a sua vitória, que as escolhas dos novos administradores regionais das cidades satélites seguirá um rito diferente dos últimos anos.

O novo chefe do executivo pensa em ouvir representantes da comunidade para se conhecer uma lista triplice da opinião popular e depois desse processo, ele escolheria o nome de sua preferência.

Perguntado pelo o Metrópoles sobre como será conhecido o nome dos administradores, Ibaneis disse; "Não se pode ter administradores escolhidos apenas pelo dedo do governador. Eles precisam ter vínculo com a população. A participação dos moradores na indicação é importantíssima. Vou ouvir a população, será definida uma lista tríplice e desses três nomes vou indicar um. E os moradores vão avaliar os administradores. Vou dar todas as condições para eles trabalharem, mas se forem mal avaliados, serão retirados, e a população indicará outro nome."

fonte: Redação

Quero CompartilharShare on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on LinkedIn
29out/180

Politica: Iolando Almeida dar fim ao sonho de Célia do Hospital virar administradora

O distrital Iolando Almeida da cidade de Brazlândia deu um ponto final na proposta da servidora aposentada da saúde, Célia do Hospital, em se transformar em administradora regional da cidade.

O parlamentar já se declarou governista até os "dentes" e deverá somar forças com os projetos de Ibaneis Rocha no poder legislativo pelo os próximos quatro anos.

Nos bastidores o distrital da região estranhou o interesse da ex- administradora do hospital regional de Brazlândia, Célia do Hospital, em se transformar chefe do executivo local nesse momento ;" Brazlândia continua com voz na Câmara", salientou em tom claro de quem manda.

 

fonte:  Redação

Quero CompartilharShare on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on LinkedIn
29out/180

Presidente eleito articula ampla e confortável maioria no Congresso NacionalBolsonaro deve contar com mais de 300 deputados na Câmara

Foto: Luis Macedo

O presidente eleito Jair Bolsonaro articula uma confortável maioria no Congresso Nacional, a fim de garantir a aprovação dos compromissos assumidos durante a campanha, que incluem reformas ambiciosas. Na Câmara dos Deputados, por exemplo, as negociações estão adiantadas. A expectativa é que, além dos 52 deputados eleitos do PSL, a bancada do governo conte com mais de 300 parlamentares. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Deputado experiente, já no sétimo mandato, Bolsonaro articula uma nova forma de acordo, através das bancadas “transversais”.

Pelo novo conceito, o futuro governo vai manter relações especiais com frentes parlamentares como Agropecuária, Evangélica e de Segurança.

O presidente eleito só não abre mão de quebrar o paradigma do “toma lá, dá cá” na negociação dos cargos do seu governo. Diáriodopoder.

 

Quero CompartilharShare on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on LinkedIn
29out/180

Bolsonaro representa a vitória contra o velho jeito de fazer políticaEle provou que dinheiro e tempo de TV não são mais indispensáveis

Bolsonaro provou que dinheiro e tempo de TV não são necessários para ganhar eleição

A vitória de Jair Bolsonaro (PSL) ainda levará ao divã comentaristas e cientistas políticos, inconformados com a própria constatação de que foi a vitória contra a velha política, do tostão contra o milhão, a vitória da “guerra de guerrilha” das mídias digitais contra a mídia tradicional. Retirado das ruas pela facada de um ativista de esquerda, Bolsonaro foi eleito presidente sem sair de casa para pedir votos País afora. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O PT embolsou mais de R$212 milhões do Fundo Eleitoral, enquanto a Justiça Eleitoral disponibilizou apenas R$9 milhões para o PSL.

Bolsonaro deu show nas redes sociais, com seus 15,3 milhões de seguidores, tornando inútil o ambicionado tempo de rádio e TV.

A campanha de Bolsonaro custou menos que campanha de vereador de cidade média, R$1,7 milhão, para conquistar 58 milhões de votos.

Apoiado pela versão atual da chamada “vanguarda do atraso”, Haddad (PT) tem um número de seguidores cinco vezes menor que Bolsonaro. Diáriodopoder.

 

Quero CompartilharShare on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on LinkedIn
29out/180

Bolsonaro é eleito presidente com mais de 57,5 milhões de votosCom 94,4% da apuração concluída, ele já totaliza 57,6 milhões de votos

Jair Bolsonaro foi eleito presidente do Brasil com mais de 55,5% dos votos. (Foto: Jorge Araúo/Folhapress)

O deputado Jair Bolsonaro (PSL) foi eleito presidente da República neste domingo (28). Após 99,2% das urnas apuradas, o candidato do PSL soma 55,2% dos votos válidos, contra 44,46% do candidato Fernando Haddad (PT). Isso correspondente a 57.501.118 votos do candidato do PSL, contra 46.744.07 do petista.

Militar da reserva e deputado federal, Jair Messias Bolsonaro nasceu em 21 de março de 1955 e está atualmente filiado ao Partido Social Liberal (PSL) Ele é deputado desde 1991 e hoje está no final do seu segundo mandato. Seu irmão Renato e três de seus filhos são políticos: Carlos (PSC), vereador do Rio de Janeiro, Flávio (PSL), deputado estadual no Rio de Janeiro e Eduardo (PSL), deputado federal por São Paulo.

Jair Bolsonaro se formou na Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), um dos principais centros de excelência do Exército Brasileiro, servindo aos grupos de artilharia de campanha e paraquedismo. Ficou conhecido do público em 1986, quando escreveu um artigo para a revista Veja criticando salários de oficiais militares. Por causa disso foi preso por quinze dias, mesmo tendo recebido cartas de apoio de colegas do exército. Foi absolvido dois anos depois.

Bolsonaro ingressou na reserva em 1988 como capitão para ingressar na política, elegendo-se vereador no Rio de Janeiro. A partir de 1991 foi eleito sete vezes, sucessivamente, deputado federal. O PSL é o nono partido político de sua carreira. Sua candidatura a presidente foi lançada em agosto de 2018, com o general aposentado Hamilton Mourão (PRTB) como vice na chapa. Diáriodopoder.

 

Quero CompartilharShare on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on LinkedIn
26out/180

Brazlândia: Se Iolando Almeida não entrar em acordo com Ibaneis, Celia do Hospital poderá virar administradora

Os novos deputados distritais já estão se organizando para a escolha do novo presidente do poder legislativo em janeiro de 2019. O parlamentar eleito por Brazlândia, Iolando Almeida, deverá sentar com o próximo governador eleito logo depois de definido o processo politico.

Nos bastidores comenta-se que Célia do Hospital poderá virar administradora da cidade, caso o parlamentar da região, Iolando Almeida, não entre em acordo com o próximo governador.

De acordo as pesquisas de intenções de voto o advogado Ibaneis Rocha vem sendo o preferido na vontade popular. Como Célia do Hospital está ajudando na coordenação do candidato do MDB, seu nome passa a fazer parte da lista dos preferenciais de Ibaneis Rocha. Agora é esperar!

 

fonte: Redação

Quero CompartilharShare on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on LinkedIn
25out/180

PARANOÁ: SALVE JORGE PODERÁ ASSUMIR O COMANDO DA CIDADE

O ex- candidato Salve Jorge que teve uma votação acima dos dez mil votos, deverá ser um dos nomes mais fortes para o comando da cidade do Paranoá. Nos bastidores da politica local e regional  o nome de Salve Jorge já vem sendo dado como certo para administrador.

O blogdogbu procurou Salve Jorge para falar sobre sua ida para o comando da cidade em um possível governo Ibaneis Rocha, mas ele não atendeu o telefone. Lembrando que mesmo ocorrendo uma "zebra" e dando Rollemberg,  o ex- candidato também estaria na relação dos favoritos.

fonte: Redação

Quero CompartilharShare on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on LinkedIn
25out/180

Ibaneis pede ao TRE-DF apuração sobre suposto pagamento a evangélicos

Segundo denúncia, candidato teria pago R$ 100 a fiéis de igreja para fazer campanha. Ele nega que tenha autorizado

Daniel Ferreira/Metrópoles

DANIEL FERREIRA/METRÓPOLES

O candidato ao Governo do Distrito Federal Ibaneis Rocha (MDB) se antecipou a seus adversários e pediu ao Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal que apure denúncia feita pelo jornal O Globo, sobre suposto pagamento de R$ 100 feito pelo político a fiéis de uma igreja para que eles fizessem campanha. A defesa do emedebista nega que o grupo tivesse sido contratado pelo comitê do buritizável.

No pedido de investigação, os advogados de Ibaneis ressaltam que se de fato houve pagamento por terceiros (não autorizados), mais ainda em se tratando de doação oriunda de fonte vedada (igreja), todas as providências previstas na legislação eleitoral “serão imediatamente adotadas pelo candidato, com o recolhimento dos recursos ao erário”.

De acordo com o advogado de Ibaneis, Bruno Rangel, “se tais pagamentos ocorreram, não foram autorizados”. Na petição protocolada no Tribunal Regional Eleitoral do DF, nessa quarta-feira (24/10), a defesa afirma que a “regra geral da campanha para o segundo turno é de que apenas apoiadores voluntários façam parte das ações nas ruas e que qualquer excepcionalidade seja previamente autorizada, com a devida contabilização”.

“Note-se que, nos termos da Resolução nº 23.553/17, candidatos ao Governo do Distrito Federal podem contratar mais de quatro mil pessoas para trabalhar em suas campanhas, além de possuir o limite de gastos de R$ 2.800.000,00 para o 2º turno, razão pela qual, de forma alguma, a campanha necessitaria utilizar-se da suposta contribuição, podendo, se necessário, ela mesma contratar e efetuar os pagamentos”, diz a peça.

“O caso será apurado pela coordenação de campanha e merecerá, se for o caso, os devidos registros junto à prestação de contas do candidato, em estrito cumprimento do que determina a legislação eleitoral”, completa.

Denúncia

Um grupo de religiosos da Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra denunciou o recebimento de R$ 100 por pessoa para fazer campanha de rua em favor do candidato ao Palácio do Buriti Ibaneis Rocha (MDB). Segundo reportagem do jornal O Globo, na terça-feira (23/10), alguns evangélicos agitavam bandeiras na W3 Norte, gritavam o nome de Ibaneis e distribuíam adesivos.

No fim da tarde, segundo a reportagem, um dos coordenadores chamou os cerca de 50 participantes do evento e pagou R$ 100 a cada um, dentro de um ônibus. Depoimentos gravados pelo jornal apontam que o grupo teria sido coordenado por um bispo chamado Rafael.

Houve ainda relatos de que os atos pagos estariam ocorrendo desde a última sexta (19) e turnos duplos seriam pagos com diárias de R$ 200. As listas apontadas na reportagem são da Sara Nossa Terra de Samambaia, Sobradinho, Paranoá e Ceilândia.

Embora o líder da igreja, pastor Bispo Rodovalho, tenha apoiado oficialmente Ibaneis Rocha, ele afirmou ao Metrópoles, por meio de nota, que desconhece tais atos de pagamento. “Isso é um equívoco. Se existem membros da Igreja trabalhando para campanhas políticas, voluntários ou não, é uma prática pessoal. Nossos pastores e líderes são cidadãos que se posicionam individualmente”, afirmou.

Rodovalho ainda afirmou que a Sara Nossa Terra não tem como “controlar o engajamento dos milhares de membros em qualquer tipo de trabalho ou participação eleitoral. Acusar a igreja de ‘comprar votos’ tem, em si, a maldade e a intenção de atingir parte da sociedade que hoje se posicionou contra sua tutorização”, completou.

Quero CompartilharShare on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on LinkedIn