24jul/180

Rosso mantém indecisão sobre GDF: “Não lançamos majoritária ainda”

Após desistência definitiva de Jofran Frejat (PR), o deputado federal afirmou que construirá eventual candidatura por meio do diálogo

Igo Estrela/Metrópoles

Escolhido pela terceira via para ser o pré-candidato ao Palácio do Buritinas eleições de outubro, Rogério Rosso (PSD) manteve mistério sobre sua decisão em acatar a proposta. Após a desistência definitiva de Jofran Frejat (PR) para ser o cabeça de chapa na coalizão com PR, MDB, PP, DEM, Avante e PHS, o deputado federal e seu grupo soltaram uma nota na qual lamentam a saída do adversário da disputa, mas reiteram a união da aliança formada sob o comando dele e do senador Cristovam Buarque (PPS).

“Continuamos nossa aliança e vamos construir, por meio do diálogo, serenidade, desprendimento e, acima de tudo, união pela população do DF, que não aceita mais os descasos do atual governo”, diz o comunicado.

A declaração não confirma Rosso para a disputa ao Governo do Distrito Federal, mas aponta a disposição de dar continuidade à terceira via, que estava ameaçada de dissolução. “Não lançamos a chapa majoritária ainda”, observou o deputado federal em resposta ao Metrópoles.

Até a última semana, a coalização era comanda por Izalci Lucas (PSDB). Mas, na quinta (19), uma reunião entre aliados mudou o barco de direção. Os coligados tiraram Izalci de cena, afirmaram apoio a Rosso e deixaram a vaga de vice em aberto para um possível postulante do ninho tucano.

“É como se tivéssemos feito uma prévia sem cédula. Todo mundo foi se manifestando a favor do Rosso. O Izalci foi o único que se posicionou de forma diferente. Nós insistimos para ele ser vice, mas Izalci não aceitou”, afirmou Cristovam Buarque, um dos coordenadores da terceira via, quando a decisão foi tomada.

A aliança ainda é formada por PSD, PSDB, PRB, PSC, DC e PPS e, inclusive, já aprovou o plano de governo elaborado por Rosso em uma provável competição.

No domingo (22), Rosso expôs suas principais diretrizes a aliados. Em reunião que durou quase três horas na sede do PSD-DF, no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), representantes do PPS, PSC e PRB concordaram com as ideias do deputado federal e deram sugestões para o esboço de um eventual plano de governo. Metropóles.

 

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24jul/180

Brazlândia: cenário de 1994 poderá ocorrer de novo nas eleições de 2018

Distrital Juarezão e Iolando Almeida surgem como nomes fortes em 2018

A briga politica na região de Brazlândia vem aumentando a cada dia. Dentre os mais de 10 pré- candidatos á distrital na região apenas duas possíveis candidaturas se movimentam com chances reais de vitória no dia 07 de outubro.

O atual deputado Juarezão continua liderando as intenções de votos para deputado distrital dentro de seu partido, enquanto Iolando Almeida avança em pelo menos dez regiões com grandes chances dos dois pré- candidatos escreverem um capitulo já escrito por Edimar Pireneus e Zé Ramalho. Ambos foram eleitos na época.

fonte: Redação

 

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24jul/180

PMB Apoiará Eliana

Segundo informações, nesta semana o  Partido da Mulher Brasileira (PMB) anunciará apoio à candidatura de Eliana Pedrosa (PROS) ao Buriti. A presidente regional do partido, Léia Santos, conversou com a equipe de Eliana,  e deverá fazer o anúncio do apoio até a próxima sexta-feira. Enquanto isso, outros partidos também conversam com o grupo de Eliana.

 

 

 

 

Fonte: Donny Silva

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24jul/180

Eliana Pedrosa é lançada como candidata ao Buriti

A ex-deputada Eliana Pedrosa (Pros), de 65 anos, foi escolhida pela coligação de Pros, PTC, PTB, PMN e Patriota, neste sábado (21), como candidata ao governo do Distrito Federal nas eleições de 2018. A convenção conjunta foi realizada na sede do PTB, na Estrutural. Eliana Pedrosa chegou ao local às 10h30 e foi saudada por correligionários.

“Quero falar de uma medida de choque, para que nós possamos garantir o atendimento das pessoas na área de saúde, buscar médicos onde eles estiverem. Pagar mais, se for necessário, cortando custos em outras áreas”, declarou Eliana.

O presidente nacional do Pros, Eurípedes Gomes de Macedo Júnior, esteve no lançamento da chapa. “Não adianta a gente colocar qualquer um, temos que ter experiência. É um nome que está preparado, já foi deputada distrital”, disse.

O vice na chapa é o policial civil e ex-deputado distrital Alírio Neto, do PTB. Ele chegou a anunciar pré-candidatura a governador, mas voltou atrás em junho e fechou coligação com Eliana Pedrosa.

Até as 12h30, a liga formada pelos cinco partidos ainda não tinha divulgado os nomes dos candidatos ao Senado, nem a quantidade de candidaturas para deputado federal e deputado distrital.

O que diz a candidata

No primeiro discurso como candidata, Eliana traçou prazo para resolver a fila das cirurgias na rede pública do DF. “Nós precisamos garantir esse atendimento [de saúde], zerar as filas das cirurgias nos primeiros cem dias”, disse.

A ex-deputada também falou sobre a alta do desemprego. “Estamos com 315 mil pessoas desempregadas no DF, procurando emprego, fora aqueles que já desanimaram. A pauta social, então, é muito importante.”

Eliana Pedrosa disse, ainda, que pretende mudar o formato das administrações regionais. Hoje, o DF tem 28 órgãos responsáveis pela gestão das 31 regiões administrativas.

“Queremos fazer um governo com mais proximidade da casa das pessoas. As administrações regionais são vistas como cabide de empregos, e queremos levar para lá o Na Hora, posto da CEB, da Caesb. [Queremos] que do princípio ao fim se possa tirar um habite-se, um licenciamento de obras, de empresas”.

 Trajetória

Eliana Pedrosa foi deputada distrital por três mandatos consecutivos, entre 2002 e 2014. De 2006 a 2009, foi secretária de Desenvolvimento Social do governo de José Roberto Arruda (PR).

Em 2014, Eliana se lançou pré-candidata ao Buriti pelo PPS. Em seguida, disse que seria vice de Arruda, mas o acordo partidário não se confirmou. Ao fim, disputou uma vaga na Câmara dos Deputados, mas os 55 mil votos garantiram apenas a suplência de Izalci Lucas (PSDB). Em abril deste ano, Eliana Pedrosa se filiou ao Pros e lançou candidatura ao governo. É a primeira vez que a empresária disputa o comando do Palácio do Buriti. (Informações do G1)

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24jul/180

Valdemar, o negociador polonês do partido de Jofran Frejat

Os demônios de Frejat: Arruda e Valdemar (no detalhe)

 A revista Veja prestou uma boa “ajuda” ao candidato do PR ao Buriti, Jofran Frejat, que não sabe se mergulha na lama, adota os “demônios”- José Roberto Arruda etc –  ou muda de direção. Com o título de “O negociador polonês”, a reportagem da revista mostra todas as operações de Valdemar Costa Neto, que não é presidente do PR, mas é uma espécie de “demônio” que comanda todas as negociações do partido.  Um delator diz que o PR recebeu R$ 4,3 milhões de propina. Valdemar sempre teve um diálogo aberto com o presidente Michel Temer, outro que está sendo investigado, mas usou a Câmara dos Deputados para barrar outras investigações.

Leia a integra da reportagem da Veja, assinada por Marcelo Rocha:

O negociador polonês

Delator diz que o mandachuva do PR, o partido mais cobiçado pelos presidenciáveis, recebeu 4,3 milhões de reais em propina

 

Por Marcelo Rocha, Veja

Desde que deixou a penitenciária da Papuda, onde cumpriu onze meses de cadeia por corrupção, o ex-deputado Valdemar Costa Neto não ocupa formalmente nenhum posto de direção no Partido da República (PR).

 Apesar disso, continua ditando os rumos da legenda. Às vésperas das convenções que vão confirmar o nome dos candidatos à Presidência da República, Costa Neto é quem articula as alianças e dá a palavra final sobre elas, além de pautar as conversas com alguns dos principais postulantes ao Palácio do Planalto — Geraldo Alckmin (PSDB), Jair Bolsonaro (PSL), Ciro Gomes (PDT) e até Lula, que está preso e inelegível.

PR de Costa Neto, como de costume, acena em todas as direções. Quem aceitar o apoio da sigla não poderá alegar desconhecimento de causa quando a fatura for apresentada mais adiante. Com uma bancada de quarenta deputados e um minuto e 34 segundos de tempo de televisão, o PR é uma das joias do chamado “centrão”, um grupo de partidos que, apesar do apelido, se move muito mais por interesses pessoais e conveniências políticas do que por alinhamento ideológico — interesses e conveniências, ressalte-se, muitas vezes nada republicanos.

Para apoiar o ex-presidente Lula, em 2002, o PR cobrou 10 milhões de reais — taxa de adesão quitada pelo PT com dinheiro desviado dos cofres públicos. Depois, para continuar apoiando o governo no Congresso, o partido combinou o pagamento de um “extra” aos seus parlamentares e ganhou o comando do Ministério dos Transportes. O extra, que ficou conhecido como mensalão, rendeu a Costa Neto aquela rápida temporada na Papuda. E o comando do Ministério dos Transportes, sabe-se agora, pode devolvê-lo à penitenciária.

 A Operação Lava-Lato descobriu que o ex-deputado cobrou e recebeu propina de empreiteiras que prestavam serviços ao Ministério dos Transportes. Ele, como sempre, não ocupava nenhum cargo de comando na pasta, mas nada lá ia adiante sem o seu aval. Pedro Leão Neto, ex-diretor da Odebrecht, empresa envolvida no escândalo de corrupção na Petrobras, contou à Polícia Federal que a empreiteira venceu uma licitação para construir trechos da Ferrovia Norte-Sul (FNS).

O achaque não tardou. No início de 2007, meses depois da assinatura do primeiro contrato, no valor de 110 milhões de reais, o representante da empreiteira foi chamado a Brasília para uma conversa com o então presidente da Valec, a estatal responsável pelo acompanhamento da obra, e preposto de Costa Neto.

Sem meias palavras, o aliado queixou-se de que a empresa não estava repassando os pagamentos combinados com o PR. Pedro Leão relatou à polícia que não sabia de nenhuma combinação prévia envolvendo propina. Diante do impasse, foi orientado a procurar o então deputado Costa Neto no Congresso Nacional.

A reunião aconteceu no gabinete do parlamentar. De novo, sem meias palavras, tratou-se exclusivamente de “negócios”. “O deputado disse que a empresa estava trazendo problemas para seu grupo político, pois não estava contribuindo e, dessa forma, estava fazendo com que outras empresas também não contribuíssem”, relatou o executivo em seu depoimento. E, na sequência, veio a ameaça: o ministério suspenderia os pagamentos à Odebrecht, caso a construtora não repassasse o equivalente a 4% do valor do contrato.

De acordo com o delator, depois desse primeiro encontro, houve outras reuniões em Brasília e em São Paulo entre os executivos e o então deputado para tentar reduzir o valor da propina. Sem sucesso. O montante de 4,3 milhões de reais foi repassado a Costa Neto. A Polícia Federal confrontou as informações prestadas pelo executivo da Odebrecht em delação premiada com as planilhas de pagamentos de propina apreendidas nos computadores da empreiteira durante uma das fases da Lava-Jato.

Uma delas, identificada como “FNS”, registra repasses, entre outubro de 2007 e fevereiro de 2008, a quatro pessoas identificadas pelos apelidos de “Trio Elétrico” (55?000 reais), “Quatro Queijos” (70?000 reais), “Bob Marley” (660?000 reais) e “Polonês” (4,3 milhões). Pedro Leão confirmou que as anotações faziam referência à propina paga nas obras da Ferrovia Norte-Sul. “Trio Elétrico”, “Quatro Queijos” e “Bob Marley” foram identificados como funcionários da Valec que recebiam suborno.

O “Polonês” milionário era o ex-deputado Valdemar Costa Neto. O dinheiro do então parlamentar, segundo a planilha, foi entregue em São Paulo. O ex-deputado já foi intimado pela Polícia Federal a se explicar sobre as acusações, mas invocou o direito ao silêncio. Procurado por VEJA, mandou dizer que não se pronunciaria. Está atarefado demais, dedicado às negociações políticas nas quais é assediado pelos presidenciáveis.

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24jul/180

BREAKING NEWS! 11 Dias De Indecisão E Equipe Já Pensa Lançar Frejat Ao Senado

A equipe de Jofran Frejat (PR) parece ter perdido definitivamente as esperanças hoje, após mais um dia de silêncio do cirurgião que novamente decidiu não decidir se voltará à disputar o Buriti. Frejat perdeu tempo precioso nos últimos 11 dias, desanimou a militância, abandonou seus principais colaboradores e de que quebra, fez ressurgir Rosso e ainda reanimou o governador Rodrigo Rollemberg. Tudo isso em apenas 11 dias…

Segundo informações, boa parte da equipe de Frejat já deseja vê-lo candidato ao Senado, porque seria mais fácil para o médico, que aos 81 anos de idade, passou a ter visões sobre diabos até no próprio palanque. Pelos cálculos de analistas políticos, não há mais tempo para reconstruir a candidatura de Frejat ao GDF. A melhor opção seria lançá-lo ao Senado e apoiar um outro nome da direita ao Buriti. Conversas andam a mil nos bastidores nesta noite de segunda-feira (23).

 

 

 

 

Fonte: Donny Silva

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