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Liliane Roriz e Joaquim Roriz Neto assinam filiação ao Pros

Assim, o Pros pode ter dois integrantes do clã Roriz a testar os nomes nas urnas em outubro. Joaquim Roriz Neto já havia acertado a ida para o partido a fim de disputar vaga de deputado federal.

Liliane, contudo, ainda é dúvida por estar inelegível – ela aguarda análise de recurso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Mas assegurou, durante a filiação, que não vai pleitear a releição. Caso possa concorrer, deve se lançar a outro cargo.

A mãe de Joaquim Roriz Neto, Jaqueline Roriz, se mantém no PMN. Agora, o Pros tem um senador da República em seus quadros, Hélio José, e duas deputadas distritais: Liliane e Telma Rufino.

Já Eliana Pedrosa, que deixou o Podemos, estuda concorrer ao GDF.

Condenação

Em abril do ano passado, Liliane foi condenada pelo TRE-DF a 4 anos, 5 meses e 8 dias de prisão em regime semiaberto, além de multa de R$ 32,4 mil – o equivalente ao valor de 60 salários mínimos em 2011.

A ação foi movida pelo Ministério Público Eleitoral. Para os promotores, Liliane Roriz ofereceu vantagens indevidas a eleitores na disputa por uma vaga na Câmara Legislativa, além de não ter declarado, na prestação de contas da campanha, despesas com apoiadores que trabalharam para ela.

Em março de 2016, Liliane foi condenada no TRE-DF pelos mesmos crimes – mas em outra ação, com novas testemunhas – e também recorreu ao TSE.

Em novembro, em decisão monocrática, o relator de um dos processos no TSE, ministro Luiz Fux, negou o recurso. Mas ainda cabe uma nova tentativa de absolvição em órgão colegiado na Corte.

Metropóles

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