20dez/170

“Vamos concluir o 1º mandato com contas equilibradas”, diz Rollemberg

Governador deixa no ar intenção de dar continuidade à sua gestão no GDF ao fazer balanço de três anos no Buriti

Michael Melo/Metrópoles

MICHAEL MELO/METRÓPOLES

“Saímos do limite da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e nossos servidores recebem em dia”, afirmou. “Deixamos um legado importante para Brasília, que nenhum governo pode tirar: desativação do Lixão, universalização da educação para crianças de 4 e 5 anos, regularização fundiária, novo modelo de gestão da Saúde e investimentos para enfrentar a crise hídrica”, completou.

Durante a apresentação dos resultados de seu mandato, o governador falou sobre as obras e o desafio de melhorar a qualidade dos serviços prestados na rede pública de Saúde. Ele condicionou contratações de servidores e a criação de 220 leitos do Hospital da Criança à aprovação da emenda ao orçamento do DF que prevê o uso de R$ 1,2 bilhão do Instituto de Previdência dos Servidores (Iprev). A proposta será votada em 15 de janeiro.

Michael Melo/Metropoles

MICHAEL MELO/METROPOLES

Rollemberg falou sobre programas de geração de emprego, austeridade e medidas para conter a crise hídrica

O discurso entusiasmado, contudo, se contrapõe à avaliação do chefe do Executivo local. De acordo com pesquisa Metrópoles/Dados, 73,4% dos eleitores brasilienses consideram a gestão dele ruim ou péssima e 41,5% dão nota zero ao governo. Após o balanço, o socialista foi questionado por jornalistas sobre que nota daria à própria gestão. “Isso a população, no momento certo, dirá”, respondeu.

Realizações

Rollemberg falou ainda sobre as principais obras realizadas sob seu comando, bem como das que ainda estão em andamento. Informou que pretende encerrar de vez o Lixão da Estrutural até o primeiro semestre de 2018. Em relação à crise hídrica, destacou a entrega dos subsistemas produtores do Bananal e do Lago Norte, que adicionam mais de 1,4 mil litros por segundo na captação de água do DF.

A mais importante obra de captação de água, entretanto, ainda está em andamento. É a do Sistema Produtor Corumbá, uma parceria entre os governos do DF e de Goiás.

O socialista lembrou também outras medidas de seu governo, como a implementação do Bilhete Único e o investimento de R$ 207 milhões no Trevo de Triagem Norte e na Ligação Torto-Colorado, que deve resultar no fim de engarrafamentos na saída norte do DF, por onde mais de 100 mil motoristas transitam todos os dias.

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20dez/170

Desconstruindo candidaturas: Eliana Pedrosa

Dando continuidade a serie: Desconstruindo Candidaturas. Hoje iremos falar da ex-deputada, empresária e  vice-governador, presidente do Podemos-DF, Eliana Pedrosa. As eleições de 2014 nunca irão sair da memória de Eliana. A sua ida PPS fez com que desse um passo atrás na sua carreira política.

Para quem não se lembra depois de desistir da candidatura Pedrosa foi ser vice do então líder das pesquisas José Roberto Arruda. o "careca" com problemas judicais ficou fora do jogo, a vez era de Eliana. Mas a direção nacional do PPS puxou o tapete da empresária e ela foi ser candidata a deputada federal, não foi eleita. Só dá um Google para entender a história.

Hoje vida que segue Eliana foi para o Podemos do senador e presidenciável,  Alvaro Dias e de cara deu uma bica no deputado distrital Rodrigo Delmasso. Com certeza Rodrigo irá sair da legenda. Nas articulações para ser cabeça de chapa isso pegou muito mal, nos confidenciou um dos pré-candidatos ao Palácio do Buriti.

A empresária ainda não se viabilizou como candidata ao Governo e nas negociações seu nome é pouco falado para ser a líder de uma coligação. Todos os outros postulantes vêem Eliana disputando uma vaga na Câmara Dos Deputados e de vez em quando o Senado.

O maior problema de Eliana Pedrosa é caseiro todos os postulantes ao Buriti principalmente da direita são bens claros em dizer quem atrapalha a ex-deputada é o seu irmão Eduardo Pedrosa muito conhecido nos bastidores.

Dizem que Eduardo é um verdadeiro articulista isso amedronta as articulações.  Outro problema é o seu sobrinho Dudu Pedrosa, filho do Eduardo, que é pré-candidato a deputado distrital. É confuso assim mesmo.

Os pré-candidatos a deputado distrital não entram no Podemos temendo a filiação de "Dudu" e assim serem bucha de canhão do clã Pedrosa.

Outra coisa que talvez os articuladores comentam é se a postulante é uma pessoa de direita centro-direita ou até mesmo centro-esquerda. Nas mesas de negociações essa é questão apesar de diminuta e muito mais falada.

Mais uma situação nessa saramandaia, Eliana uma hora se articula com os envagelicos e já chegou até cogitar ser vice de Jofran Frejat. Isso embola a cabeça de que  tentar compor com a empresária.

O que poucos sabem é Eliana e Eduardo não toleram mais o ex-governador José Roberto Arruda a treta entre eles é forte. A maioria dos candidatos estão sendo ou são manipulados por Arruda de alguma forma. Essa pendenga com o "careca" ainda irá dar muito pano para a manga e até mesmo atrapalhar "Os Pedrosas."

 Resumo:

1 - A sombra de Eduardo Pedrosa atrapalha Eliana

2 - Os passos do seu sobrinho Dudu enfraquece a nominata do Podemos

3 - Eliana não está pontuando nas pesquisas de opinião e isso a coloca em último lugar

4 - A postulante ao Buriti precisa mostrar que não é desagregadora e trazer partidos para o seu projeto majoritário.

5 - A treta com Arruda é séria e nos bastidores a chance de um dos dois lados se  ferir é grande.

6 - Caso Dudu Pedrosa se filie ao Podemos pode quebrar a nominata com toda certeza. 2014 que o diga.

7 - O fantasma de 2014 ainda paira. Será que Eliana aprendeu a lição?

8 - Os outros partidos não acreditam nas pretensões majoritárias de Eliana.

9 - Eliana deveria tentar ser vice de Frejat, concorrer ao Senado ou até mesmo deputado federal.

Na próxima matéria iremos falar de Izalci Lucas

Fonte: Radiocorredor

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20dez/170

Câmara Legislativa aprova orçamento 2018

Câmara Legislativa aprova orçamento 2018

Foram apresentadas 710 emendas -- Foto: Agência Brasília -

Por Agência Brasília / Diário do Poder 

Nesta terça-feira (19) a Câmara Legislativa concluiu a votação, em segundo turno, do Projeto de Lei Orçamentária Anual (Ploa) para o exercício 2018 com 17 votos pela aprovação. Sendo assim, para o ano que vem o Distrito Federal terá orçamento previsto de R$ 26,95 bilhões. Computados os repasses da União para o Fundo Constitucional, o montante chegará a R$ 42,4 bilhões.
Durante a votação, os deputados legislativos apresentaram 710 emendas ao projeto. O primeiro turno já havia sido finalizado na noite de quarta-feira (13).

Os parlamentares se comprometeram ainda a comparecer em sessão extraordinária, em 15 de janeiro, para votar projeto de lei do Executivo que remanejará parte dos recursos, no valor de aproximadamente R$ 1,3 bilhão. Inicialmente, a proposta seria apreciada na forma de emenda à Ploa, mas não houve consenso. Parte dos parlamentares questionou o rito utilizado, o que adiou a votação.

A proposta do governo estima receita de R$ 26,95 bilhões para o próximo ano. Os recursos para o exercício seguinte estão assim divididos na proposta do governo:

R$ 14,8 bilhões para pagamento de pessoal
R$ 7,3 bilhões para custeio
R$ 2,3 bilhões para investimentos
R$ 680 milhões para reserva de contingência
R$ 400 milhões para operações financeiras
R$ 300 milhões para juros da dívida
R$ 300 milhões para amortização da dívida

A esta quantia se soma o repasse ao Fundo Constitucional, que atende a segurança pública e cobre parte dos gastos da saúde e da educação. É esperado que União repasse R$ 13,6 bilhões do fundo e R$ 1,86 bilhão para os investimentos das estatais.

Em relação ao fundo, a divisão de valores é de R$ 7,8 bilhões para a área de segurança. R$ 2,4 bilhões para educação e R$ 3,3 bilhões para a saúde.

Adotadas medidas de ajuste fiscal para equilibrar as contas do governo — que já deu resultados com a saída do DF do limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal, a Ploa mantém as despesas de 2018 praticamente no mesmo patamar de 2017.

Os investimentos serão mantidos, de acordo com o documento, custeados especialmente por meio de financiamentos do Banco do Brasil e do BNDES, por exemplo.

Entre as principais obras, estão as intervenções no Trevo de Triagem Norte, na saída Norte, obras de infraestrutura em regiões carentes e três escolas técnicas em processo de licitação.

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20dez/170

MINISTRO EDSON FACHIN NEGA SUSPEIÇÃO DE MORO PRETENDIDA POR LULA

DEFESA DO EX-PRESIDENTE TENTAVA AFASTAR MORO POR 'PARCIALIDADE'

TRF-4 E STJ JÁ HAVIAM NEGADO PEDIDO DE LULA PELO AFASTAMENTO DE MORO E ANULAÇÃO DE SUAS DECISÕES (FOTO: REPRODUÇÃO)

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