19dez/170

MPF ACUSA PETISTA KOKAY DE FICAR COM PARTE DO SALÁRIO DE ASSESSORA

MPF: DEPUTADA DO PT EMBOLSAVA PARTE DO SALÁRIO DE ASSESSORA

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19dez/170

Governistas e oposição ensaiam acordo para votação do orçamento

CB.Poder

impasse sobre a votação da Lei Orçamentária Anual (LOA), que fixa a receita e as despesas do governo para 2018, está próximo ao fim. Conforme acordo ensaiado, nesta sexta-feira (15/12), entre distritais da oposição e a base aliada ao governador Rodrigo Rollemberg (PSB), a proposta original de R$ 42,4 bilhões deve ser votada na próxima terça-feira (19). A apreciação da polêmica emenda de R$ 1,2 bilhão, porém, ficaria para o início de janeiro de 2018.

Sem a votação da LOA, o GDF tem acesso a apenas um duodécimo da receita do ano anterior. Nesse caso, o Palácio do Buriti pode usar o montante somente para despesas obrigatórias, como pagamento da folha de pessoal e custeio da máquina. Investimentos e licitações, por exemplo, ficam vetados.

O acordo começou a ser desenhado na manhã de hoje, em uma reunião capitaneada pelo presidente do Legislativo local, Joe Valle (PDT), que contou com a presença de outros sete parlamentares. Comunicado sobre os termos, o líder do governo na Câmara Legislativa, Agaciel Maia (PR), encontrará o governador mais tarde para explicar os detalhes da proposição.

O acerto está condicionado a dois itens: a garantia de que a emenda com recursospoupados pelo governo após a reforma da previdência seja avaliada em janeiro e o remanejamento de parte da verba para a construção de escolas, como prometido durante as sessões da Câmara em Movimento. Um dos lugares agraciados com uma nova unidade de ensino seria o Itapoã.

Os deputados não classificam o acordo como “fechado”, porque submeterão os termos ao crivo do colégio de líderes, na próxima segunda-feira (18). A tendência, contudo, é que todos batam o martelo de forma favorável à proposta. Um documento seria assinado para validar o acerto.

Imbróglio

O imbróglio sobre a votação da LOA tomou corpo na última terça-feira, quando a proposta deveria ser votada em plenário. O centro da polêmica é uma emenda, proposta por Agaciel Maia (PR) a pedido do Executivo local. O documento distribuía o R$ 1,2 bilhão entre obras, nomeações de servidores, transporte, além de itens triviais, como casamentos comunitários.

A oposição apontou que a tentativa de alteração determinada pelo Palácio do Buriti aconteceu “na surdina”, sem diálogo, e a derrubou em uma votação apertada, que contou com o voto de minerva do presidente da Casa, Joe Valle (PDT). Insatisfeita com a decisão, a base governista esvaziou o plenário para adiar o debate. Ontem, em uma sessão marcada por xingamentos e bate-boca, os aliados novamente deixaram a Casa para evitar a apreciação da matéria.

Assim, travou-se um embate. De um lado, aliados de Rollemberg afirmaram que a votação de uma proposta fragmentada prejudicaria as previsões orçamentárias. Do outro, a oposição alegou que era adequado dar o sinal verde, por ora, apenas à destinação dos R$ 42,4 bilhões originais. Portanto, o uso do R$ 1,2 bilhão restante deveria ser avaliado no próximo ano, com o correto detalhamento, para que o governo não use o dinheiro em projetos banais, apenas para a concretização de pretensões eleitorais.

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19dez/170

Desconstruindo Candidaturas: Tadeu Filippelli

Dando continuidade a serie: Desconstruindo Candidaturas. Iremos falar do ex vice-governador, presidente do PMDB-DF e ex-deputado federal, Tadeu Filippelli. As pretensões de Filippelli são as mais fictícias possíveis. Primeiro porque ele fez parte da fracassada gestão de Agnelo Queiroz e tenta de todas as formas descolar a sua imagem dos fracassos petistas. Segundo seu nome só caia nas pesquisas. O Portal Metropoles (leia aqui) encomendou uma pesquisa que mostra bem esse quadro.

 Candidatura ao Palácio do Buriti? Ledo engano. As principais pastas do governo Agnelo estavam sobre os domínios do PMDB e de pessoas que foram indicadas por ele. Os exemplos são as secretarias de Transporte e Obras.

Portanto, cada fracasso dessas secretarias e outros órgãos devem sim serem atribuídos a Filippelli. Fora as denúncias da lava-jato que ainda vão o perseguir caso ele não obtenha um  mandato para ter aquele foro privilegiado básico.

A verdade é que Tadeu Filippelli tem a síndrome "Arrudiana" : não está no jogo,  porém, quer controlar tudo. Para isso, o ex-vice coloca na mesa o PMDB e PP legendas que ele dita as regras e barganha com as forças de direita.

Tadeu não admite ficar no rabo do foguete tanto que para o seu lado trouxe Ibaneis Rocha excelente jurista que acha conhecer o meio político e mal sabe ele que nesse meio é um tentando dar rasteira no outro o tempo todo.

A candidatura de Fillippelli é o mais puro blefe com o intuito de barganhar alto nas articulações. A verdade é que Tadeu quer um lugar ao sol. No fundo ele sabe que no máximo pode pleitear uma candidatura a deputado federal. A imunidade tem que valer mais que a sua vaidade.

A vinda de Ibaneis para o PMDB só foi uma maneira de atrair os holofotes e mostrar força. Uma estratégia para acuar os outros postulantes ao Governo. Mas nos bastidores ninguém confia em Filippelli, que é da velha escola das raposas políticas.

Suas posições dúbias são comentadas pelos quatro cantos. Sua pose de "todo poderoso" atrapalha mais que ajuda e o afunilamento do jogo irá mostrar isso.

Até onde Filippelli irá blefar? Ninguém sabe. As pesquisas mostram que seu nome ao Palácio do Buriti não emplaca de forma alguma ao contrário chama mais à atenção das forças ocultas do que outra coisa.

Resumo: 

1 - Tadeu Fillippelli traz consigo tempo de TV, mas um partido rejeitado pela opinião pública

2- O ex vice não é visto como um político de confiança e tenta de todas as formas minar a candidatura dos seus aliados.

3 - Nem os deputados distritais estão satisfeitos no PMDB e se pudessem já teriam pulado do barco.

4 - A verdade é que Tadeu Filiippellli é ruim de votos. Suas votações pelo tanto de poder que detinha sempre foram fiascos.

5 - Ibaneis Rocha que é um jurista de respeito não aceita banco de reservas e gosta de dirigir o ônibus.

6 - Seus pares querem só seu tempo de TV e só fazem reunião com por causa disso.

7 - Filippelli deveria concentrar as suas forças em obter um mandato de deputado federal. Mesmo assim não será fácil.

8 - Sua síndrome "Arrudiana" sobe a sua cabeça e seus aliados falam mal dele que só.

Na próxima matéria iremos analisar a candidatura de Eliana Pedrosa (Podemos).


Fonte: Radiocorredor

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19dez/170

TCDF analisa denúncia de “apadrinhamento” em coligada do BRB

Daniel Ferreira/Metrópoles

DANIEL FERREIRA/METRÓPOLES

Entre os implicados, estão parentes de figuras de projeção na capital da República, como o governador Rodrigo Rollemberg (PSB), os deputados distritais Juarezão (PSB) e Ricardo Vale (PT), além do conselheiro do TCDF Paulo Tadeu. O diretor-presidente da instituição, Ralil Nassif Salomão, é apontado por supostamente atuar em favor da contratação de funcionários com conexões políticas.

Esta não é, no entanto, a primeira vez que a Cartão BRB enfrenta o desgaste de um processo levantando suspeita sobre suas contratações. Segundo a gestão da empresa, em 2010, o Sindicato dos Bancários de Brasília chegou a apresentar outra denúncia, com teor semelhante à atual, mas a acusação não prosseguiu. Após um longo período sem questionamentos, a entidade sindical tornou a se queixar, no ano passado, da modalidade de admissão.

A Cartão BRB alega que as acusações têm como pano de fundo conflitos referentes a indicações para cargos diretivos. De acordo com o Sindicato dos Bancários, tal imputação representaria apenas o pedido para uma “apuração aprofundada dos fatos”, e não haveria qualquer motivação partidária. “Não estamos preocupados com questão de governo. Governantes saem, o BRB fica”, disse o diretor-presidente da entidade, Eduardo Araújo.

Em parecer do MPC-DF ao qual o Metrópoles teve acesso, a procuradora-geral de Contas, Cláudia Fernanda de Oliveira Pereira, defende a substituição de funcionários contratados sem concurso público por profissionais aprovados em certame. O processo tramita em segredo de Justiça.

Parentes

Uma das situações mencionadas na ação é o de Sarah de Sousa Vale, filha do deputado distrital Ricardo Vale e sobrinha do conselheiro Paulo Tadeu, do TCDF. De acordo com a unidade técnica responsável por apurar os casos, Sarah estagiou na consultoria jurídica do Banco de Brasília até maio de 2015. Cinco meses depois, foi admitida como assistente administrativa I da Cartão BRB.

De acordo com as conclusões registradas no documento, não houve processo seletivo interno ou externo para a vaga, nem cumprimento do requisito de experiência de 12 meses. A autorização para admissão foi assinada pelo diretor-presidente da empresa, em vez da gerência e da diretoria que solicitaram o preenchimento do posto. “A contratação de Sarah de Sousa Vale feriu o princípio da impessoalidade”, concluiu a procuradora Claudia Fernanda, no parecer.

A equipe técnica esclareceu, no entanto, que o contrato de trabalho foi rescindido em julho de 2016, “elidindo-se a situação de irregularidade”. Procurado pela reportagem, Ricardo Vale escolheu não se pronunciar sobre o caso. Paulo Tadeu, impedido de julgar o processo na Corte de Contas, também não quis se manifestar.

A contratação de um filho do deputado distrital Juarezão também é questionada no processo. De acordo com o parecer do MPC-DF, Juarez Carlos de Lima Oliveira Júnior, que tem formação em sistemas de informação, foi contratado inicialmente para o emprego de analista de atendimento júnior. Em maio de 2016, ele teria passado a ocupar o cargo de analista de TI júnior.

“Assim, diante da ausência de processo seletivo e autorização de admissão pelo diretor-presidente Ralil Nassif Salomão, com dissimulação do efetivo emprego e área de atuação pretendidos e exercidos desde o início do contrato, entendeu que a contratação de Juarez Carlos de Lima Oliveira Júnior feriu o princípio da impessoalidade”, destacou o Ministério Público de Contas, no parecer sobre o entendimento do corpo técnico.

A respeito do caso, o deputado Juarezão esclareceu, em nota, que seu filho tem formação para o cargo ocupado, “tendo em vista possuir bacharelado em sistemas de informação”. “O mesmo cumpriu e demonstrou possuir todos os requisitos extrínsecos ou intrínsecos exigidos para o cargo, com capacidade técnica para tal, através do processo seletivo adotado pela empresa”, concluiu.

Além dos filhos dos distritais, uma “sobrinha por afinidade” do governador Rodrigo Rollemberg – ela é sobrinha direta da primeira-dama Márcia Rollemberg – também acabou implicada no processo. Isabela Gonçalves Kesselring estagiou na consultoria jurídica do BRB e, posteriormente, participou de um processo seletivo externo para o emprego de assistente administrativo I, da Cartão BRB.

A admissão no cargo, de acordo com a unidade técnica, “teria sido indicada por funcionário do BRB não identificado”. “Entretanto, não vislumbrou que a contratação, ocorrida em 08.04.2013, tenha sido influenciada pelo então senador da República e atual governador do Distrito Federal”, ponderou o Ministério Público de Contas.

Em nota, a assessoria do GDF destacou: “pela própria conclusão do MPC, não há qualquer indício de que o então senador Rodrigo Rollemberg tenha feito a indicação de uma suposta sobrinha para um estágio, o que, por si só, em função da existência de um processo seletivo, não configuraria irregularidade”.

No parecer, o MPC-DF declarou que “concorda integralmente” com as considerações da unidade técnica. “O acesso aos empregos das entidades controladas pelo BRB, salvo os cargos de livre provimento (membros do Conselho de Administração e da diretoria) e a possibilidade de terceirização para as áreas que a lei permite, deve se dar mediante concurso público, nos moldes já realizados pela empresa controladora, o BRB”, avaliou.

Critérios de contratação

O TCDF também analisa a suposta contratação de empregados por critérios de “amizade e afinidade” na Cartão BRB. Conforme a denúncia, o atual diretor-presidente da empresa, Ralil Nassif Salomão, e o diretor de tecnologia e produtos, Humberto Augusto Coelho, são apontados como responsáveis por indicações que resultaram na admissão de novos funcionários.

Salomão teria viabilizado a entrada, na subsidiária do BRB, de um contemporâneo de pós-graduação, um advogado que atuou em seu favor, além de outras cinco pessoas, as quais treinavam ou ministravam aulas de capoeira na associação Raízes do Brasil, da qual é sócio-fundador. Essas contratações ocorreram entre os anos de 2015 e 2016.

Levantamento realizado pela unidade técnica do Tribunal de Contas do Distrito Federal identificou 17 pessoas supostamente admitidas na empresa devido à relação de proximidade com Salomão e Coelho. Após uma inspeção na gerência de pessoas da Cartão BRB, verificou-se que não houve processo seletivo para esses postos.

“Esta representante ministerial concorda integralmente com as considerações externadas pela unidade técnica, que demonstrou, cabalmente, a ocorrência de irregularidades, em descompasso com os princípios constitucionais que norteiam a Administração Pública, nas contratações de pessoal efetuadas pela BRB Cartão por indicações do diretor-presidente e de diretor de tecnologia e produtos”, asseverou a procuradora-geral do MPC-DF, Cláudia Fernanda.

De acordo com a atual gestão da Cartão BRB, o procedimento utilizado para a admissão dos funcionários da empresa é lícito e segue todas as normas estabelecidas pela instituição financeira. Ainda segundo a subsidiária do Banco de Brasília, o pessoal contratado atende os requisitos técnicos necessários aos cargos que ocupam. Metropóles.

 

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