12dez/170

Movimentações poderá juntar; Ibaneis, Alirio, Cristovam e Frejat numa mesma chapa

Sob as articulações de Arruda e Filippelli, a chapa dos sonhos está em plena construção para 2018

A briga politica no DF deverá começar a mostrar novas decisões no inicio de 2018. Vale lembrar que muita gente do meio politico poderá se surpreender com a formação da chapa oposicionista ao atual governador Rodrigo Rollemberg.

As costuras passam pelo o nome do ex- presidente da OAB / DF, advogado Ibaneis Rocha Barros Junior, com a força do Palácio do Planalto e contando com as articulações combinadas por parte dos caciques; Tadeu Filippelli e José Roberto Arruda.

A proposta inicial

Entre os caciques da politica local tem gente escalado para chamar o ex- deputado distrital Alirio Neto para uma conversa ao pé de ouvido e convence-lo a abrir mão de sua pré- candidatura e  juntar-se a Ibaneis Rocha, na chapa oposicionista. Mas a orientação é que Alirio Neto continue com sua pré - campanha nas ruas e deixe para aderir a chapa de Rocha no momento certo.

No meio politico, já dão como certa a desistência de Alírio e assim somar o tempo de TV do PTB ao audacioso projeto do ex- presidente da OAB/DF.

Um nome que some as esquerdas para somar com Frejat

Os quarteis generais políticos de Brasilia estão em pleno movimento nesse final de ano com relação a trazer o nome do Senador Cristovam Buarque como primeiro nome ao senado federal da grande chapa de oposição a Rodrigo Rollemberg.

Entre Arruda, Filippelli,Alirio e assessores próximos os entendimentos dão conta que o Senador fortaleceria a chapa; Ibaneis/ Alirio e forçaria  sem muitas dificuldades o ingresso do ex- candidato ao GDF, Jofran Frejat, como segundo nome ao senado da grande frente de oposição ao socialista Rollemberg. Agora é esperar para ver!

 

fonte: Redação

 

 

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12dez/170

Encontro esperado no DF

FONTE: João Vitola

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12dez/170

General pode disputar o Buriti

Foto: Folha de São Paulo

O Patriota-DF, vem com uma surpresa para a sucessão ao Palácio do Buriti,  Antônio Hamilton Mourão que está meio de uma polêmica relativo a intervenção militar será o nome para concorrer ao governo do DF. As negociações estão avançadas e Mourão já tem toda a chancela do deputado federal e presidenciável Jair Bolsonaro.

Nos bastidores  General Mourão já teria topado disputar o Palácio do Buriti.

Cenas dos próximos capítulos...

Fonte: Redação

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12dez/170

BARBOSA, PARA QUEM PARTIDOS ‘SÃO DE MENTIRINHA’, REÚNE-SE COM POLÍTICOS DO PSB

REUNIÃO EM SP TEVE OITO DOS 33 INTEGRANTES DA BANCADA DO PARTIDO NA CÂMARA

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12dez/170

Gilmar alerta que Lula e Bolsonaro podem ser cassados por pré-campanha

Por Estadão Conteúdo

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral(TSE), Gilmar Mendes, disse nesta segunda-feira que atos antecipados de campanha eleitoral de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PSC-RJ) poderão levar à condenação por abuso de poder econômico e à cassação de uma eventual diplomação caso sejam financiados de maneira irregular.

Gilmar preside o TSE apenas até fevereiro de 2018, quando dará lugar ao ministro Luiz Fux, eleito neste mês. Na semana passada, Gilmar foi voto vencido em decisões do TSE que rejeitaram processos contra os dois pré-candidatos sob a acusação de antecipação da campanha eleitoral. Segundo ele, o tribunal voltará a discutir o assunto em fevereiro e poderá adotar uma posição mais “enfática”.

Em sua avaliação, a pergunta que deve ser respondida é não apenas se há campanha antecipada, mas quem a está financiando. “Há estruturas aí que já passam – jatinhos, deslocamentos de caravanas, ônibus, reunião organizada de pessoas e tudo mais. Tudo isso precisa ser avaliado. Acho que esse vai ser o tema do tribunal já em fevereiro”, afirmou o ministro em Washington, onde participou de assinatura de convênio que prevê o envio de observadores da Organização dos Estados Americanos (OEA) para acompanhar as eleições presidenciais de 2018.

Gilmar disse que os ministros terão de traçar uma “linha”, além da qual atividades de candidatos antes do início oficial da campanha serão consideradas irregulares. Para ele, esse limite já foi ultrapassado por Lula e Bolsonaro. “Quem está financiando? Isso pode levar ao reconhecimento de abuso de poder econômico, que pode levar à própria cassação do diploma. É preciso ter muito cuidado com isso”, afirmou.

“Mas isso está sendo registrado, embora nós tenhamos evitado – eu fui voto vencido – a aplicação de uma sanção”, disse Gilmar, que reconheceu que há uma “lacuna” na legislação, que dificulta a fiscalização de atos na fase de pré-campanha. O ministro voltou a manifestar preocupação sobre a potencial influência econômica do crime organizado nas eleições de 2018, nas quais serão escolhidos o presidente, governadores, senadores e deputados federais e estaduais.

Cruzamento de dados revelaram que quase metade dos 730 mil doadores na disputa municipal do ano passado não tinha capacidade econômica para realizar as contribuições, ressaltou. A suspeita é que cerca de 300 mil pessoas tenham sido utilizadas como laranjas para canalizar recursos para candidatos.

O modelo teria se disseminado depois da mudança na legislação eleitoral que proibiu doações de pessoas jurídicas. “Nós temos preocupação hoje, inclusive por conta desse novo modelo, com o crime organizado, com a participação nas próprias eleições, porque essa gente já dispõe de recursos”, disse o ministro. “Eu acompanhei as eleições do Rio de Janeiro, onde vocês sabem nós temos uma situação muito peculiar, com milícia, tráfico e tudo mais.”

Julgamento no STF

Gilmar avaliou que o Supremo Tribunal Federal (STF) adotará uma decisão “esquizofrênica” se decidir que Assembleias Legislativas não têm poder para impedir a prisão de deputados estaduais. A votação foi suspensa na semana passada quando o placar estava em 5 a 4 contra a prerrogativa das Assembleias Estaduais. A discussão no plenário do tribunal deverá ser retomada nesta semana.

A Corte decidiu que o Congresso tem a palavra final sobre medidas cautelares que afastem os parlamentares da função, como no caso do recolhimento noturno do senador Aécio Neves (PSDB-MG).

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