7jul/170

O trio e a sucessão ao Palácio do Buriti

Muito se fala na sucessão ao Palácio do Buriti. Mas a verdade que tudo ainda está no estilo balão de ensaio. Para se candidatar a governador, o pretenso precisa passar por uma especie de corrida de obstáculos.

Uma dessas barreiras é ser reconhecido como pré-candidato, Alírio Neto(PTB) e Izalci Lucas (PSDB), já transpuseram essa barreira. Nas redes sociais tanto para o bem ou mal, já são reconhecidos assim. Bom começo.

O cenário vem mostrando que a sucessão ao Palácio do Buriti tem passado pelo governador Rodrigo Rollemberg, o senador José Reguffe ( sem partido) e Jofran Frejat (PR) que foi candidato na eleição passada. O resto é mera especulação e paixão política sem razão.

Esse trio é o responsável pelo engajamento nas redes sociais e esse nomes geram cliques, curtidas e muita repercussão. O futuro político deles e os rumos que eles iram tomar

destravará a sucessão ao Palácio do Buriti.

Alguns pontos: 

1 - O governador Rodrigo Rollemberg é o candidato natural a sucessão isso todos sabem. O atual governador é o alvo de todas as críticas e o adversário a ser batido.

2 - Quem Reguffe irá apoiar?  Reguffe será candidato?  Qual o peso de Reguffe na sucessão? São essas perguntas a serem respondidas, o desfecho dessas questões irá influir diretamente na configuração do cenário político.

3 - Jofran Frejat mesmo quieto gera mídia espontânea sem ter contato com as redes sociais, Frejat consegue ser falado na internet. Suas pretensões políticas irão mexer no cenário e será decisivo no rumo dos futuros candidatos seja esquerda, direta, meio e fim. Radiocorredor

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7jul/170

Politica: Arruda pode não participar de palanques em 2018

O governador Rodrigo Rollemberg anda sorrindo aos quatros cantos depois que soube de uma possível desistência do ex- governador José Roberto Arruda em não participar de forma direta do processo politico no ano que vem.

O ex- candidato Jofran Frejat, não fala de forma pública, mas deseja seu ex- apoiador ( Arruda) agindo de forma neutra e participando do processo somente no dia da eleição, cumprindo seu papel de cidadania na hora do voto.

O que Frejat vem desejando poderá se confirmar se depender de alguns aliados do ex- governador Arruda;" Acho que Arruda não precisa se indispor com nenhum grupo politico. Como ele não virá para as disputas, o melhor caminho certamente será apenas observar o desenrolar do processo politico", declarou um aliado de primeira hora do ex- governador.

 

 

fonte: Redação

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7jul/170

STJ NEGA A LULA FIM DE INVESTIGAÇÃO SOBRE ACERVO ENCONTRADO EM SEU PODER

MINISTRO BARRA TENTATIVA DE LULA DE NÃO DAR CONTA DE 'TESOURO'

A DEFESA DE LULA ALEGOU 'CONSTRANGIMENTO ILEGAL COM O PROCEDIMENTO, DECORRENTE DA ABSOLUTA INCOMPETÊNCIA DA AUTORIDADE COATORA PARA PRATICAR TAL ATO'

fonte: Diáriodopoder

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7jul/170

Violência e assédio contra a mulher no ambiente de trabalho

Violência e assédio contra a mulher no ambiente de trabalho

Os abusadores precisam ser expostos.

Servidores e servidoras públicas e defensores das mulheres contra a violência de gênero

Nos órgãos públicos, que existem aos montões no Distrito Federal, predomina a situação de que homens são os ocupantes das maiorias dos cargos de chefia. Muitos desses “homens”, se é que merecem ser chamados assim, reproduzem no ambiente de trabalho o machismo que existe na sociedade. Os fatos a seguir são verdadeiros, mas com preservação dos nomes, para proteger as vítimas. O assunto é chato, mas precisamos conversar sobre isso.

O sujeito é o típico machista e hipócrita: Repugnante, Pusilânime e Salafrário. O covarde adora gritar com as mulheres que trabalham em sua repartição. Tripudia e humilha. Ameaça representar e representa contra as vítimas na Corregedoria no órgão onde trabalha. Na vida particular diz que vai à missa, se diz um bom cristão, cuida da sogra, cuida dos filhos, bem, pelo menos diz que cuida.

No trabalho,ascendeu, desde que ingressou no cargo público, por ser especialista em uma coisa: puxar-saco. Bajulador ao extremo, sempre submisso, mas, quando tem uma oportunidade, grita e humilha as suas vítimas. Com homens não tem a coragem de fazer o mesmo, talvez por medo de ser derrubado por uma grande porrada. Se fizer com homens o que faz com as colegas mulheres sabe que vai apanhar.

Ele como muitos tentam justificar às condutas e posturas que adotam com as colegas mulheres como forma de compensação por suas prováveis frustrações sexuais.

"Apresentando uma deficiência física que, certamente, trouxe sérios comprometimentos a sua sexualidade. Talvez seja broxa, defendem alguns. Provavelmente os filhos dele nem sejam dele mesmo, regurgitam outros. Nada disso, no entanto, serve como desculpa, como muleta para as condutas misóginas que adota".

Temos que prestar atenção nessa história, pois ela acontece entre pessoas esclarecidas. As vítimas são estudadas, muitas com mestrado e doutorado, mas nem todo o estudo e formação impede que elas sejam vítimas. O ambiente de trabalho, inclusive no setor público, ainda permite que violências contra a mulher aconteçam diariamente.

As vítimas, mesmo sendo bem remuneradas, com excelente formação, temem represálias. Ainda é a palavra dele contra a delas. Para derrubar a máscara do Repugnante, Pusilânime e Salafrário, talvez seja preciso mais do que a palavra delas. Infelizmente ainda é assim, embora, aos poucos, isso esteja mudando.

Não devemos deixar que as muletas psicológicas dos abusadores sirvam como desculpa. Temos que ir além da aparência. Não podemos mais tolerar esse tipo de comportamento em nenhum lugar. Os abusadores precisam ser expostos. Blogdosombra.

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