31maio/170

Rollemberg: Da euforia ao temor em menos de 24 horas

Rollemberg: Da euforia ao temor em menos de 24 horas

Rollemberg reuniu sua base política na Câmara Legislativa do DF para tentar evitar a instalação da CPI da JBS.

Por Donny Silva

Nesta terça-feira pela manhã, o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) partiu pra cima da JBS, dizendo que eles “quebraram a cara” se achavam que teriam negócios no governo do DF após doações feitas pela empresa à sua campanha em 2014.

Entretanto, passada a euforia, ao fim do dia Rollemberg reuniu sua base política na Câmara Legislativa do DF para tentar evitar a instalação da CPI da JBS.

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30maio/170

PT INCORPORA REFORMA DE AÉCIO, QUE PERDEU FORÇA APÓS DELAÇÃO

ITENS DA PEC APROVADA NO SENADO PODEM ENTRAR NO TEXTO FINAL

PEC DA REFORMA POLÍTICA DE AUTORIA DE AÉCIO ESTÁ MAIS ADIANTADA QUE A REFORMA DA CÂMARA, MAS PERDEU FORÇA APÓS DELAÇÃO DA JBS

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30maio/170

Congresso já debate reformas pós-Temer

 Por trás da discussão de nomes para eventual eleição indireta, caciques políticos já debatem como seria a tramitação das reformas no pós-Michel Temer. No debate, alguns têm defendido que primeiro deve ser costurada a agenda de consenso para, então, buscar um candidato.

Governistas e parte da oposição concordam com a necessidade da reforma previdenciária e trabalhista, mas falta consenso sobre a velocidade das discussões e a extensão das mudanças. Até entre aliados de Temer há críticas à condução das reformas. Os que já desembarcaram do governo, por sua vez, reforçam o coro da oposição sobre uma “dosagem” das reformas.

Enquanto Temer tenta ficar no cargo, o grupo ainda fiel ao presidente defende que um eventual novo governo deve manter a agenda da equipe econômica, com o argumento de que é preciso garantir a retomada do crescimento.

Alguns caciques importantes da base e da oposição, porém, dizem que manter a situação como está pode não ser fácil. Há governistas que não concordam com a tese de que não haverá solavancos e dificuldades nas reformas no pós-Temer.

Um influente senador que apoia Temer diz que a aprovação da reforma da Previdência já era difícil em cenário considerado “normal”. Em eventual novo governo, “ficará ainda mais complicado”. “Nessa circunstância, não será um tema econômico, será político”, afirma ele.

Por isso, cresce a articulação em torno do tema. “Mais do que um nome, o que tem de prevalecer é a agenda. Defendo as reformas, mas o que está em discussão é qual reforma teremos. Com qual a calibragem?”, diz o líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL).

Terreno

Cada vez mais distante de Temer, o senador alagoano é o símbolo do grupo que tem desembarcado do governo e tenta marcar posição antes de eventual mudança no Planalto. O movimento defende uma repactuação suprapartidária em torno das reformas.

Esse grupo de insatisfeitos irrompeu e mostrou alguma força na última sessão da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Antes da confusão em que senadores quase se atracaram, o movimento contra a reforma trabalhista somou 11 votos em um requerimento que poderia atrasar a tramitação. Já o grupo favorável à reforma somou 13 senadores. Apertado, o placar surpreendeu muitos governistas.

Citado como um dos nomes que conseguem transitar entre a oposição e os governistas, o senador Jorge Viana (PT-AC) reconhece que algumas reformas são necessárias, mas defende nova tramitação. “Numa eleição indireta, reformas teriam de ter pactuadas primeiro aqui (no Congresso)”, diz Viana, ao lembrar que “se o candidato não o fizer, não será eleito”. Se isso acontecer, o senador vê um avanço em relação ao que acontece atualmente. “Já seria um passo adiante porque com Temer não foi assim.”

O petista reconhece que há necessidade de ajustar a legislação trabalhista. Viana critica, porém, a maneira com que a reforma tem avançado. “Isso é que está colocando as pessoas na rua”, diz A crítica à tramitação une vários nomes. A reclamação é com a velocidade e a intensidade das reformas. “É lógico que as pessoas vão reagir quando o governo tenta empurrar goela baixo sem uma transição”, diz Renan.

Diante das críticas às reformas, governistas tentam avançar o mais rápido possível com a reforma trabalhista e é possível que seja solicitada urgência na tramitação – o que poderia encurtar o período até que o tema vá ao plenário do Senado. Se isso ocorrer, dizem aliados de Temer, será um item a menos na mesa de negociação com quem desembarcou do governo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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30maio/170

Campanha Maio Amarelo movimenta a Câmara Legislativa

Campanha Maio Amarelo movimenta a Câmara Legislativa

Homenagem teve simulação de resgate/Comunicação Social da Câmara Legislativa/Foto: Rinaldo Morelli/CLDF

Para reforçar a importância da campanha Maio Amarelo, voltada para a conscientização dos motoristas de todo o mundo sobre a segurança no trânsito, a Câmara Legislativa realizou, na manhã desta segunda-feira (29), sessão solene em reconhecimento aos serviços prestados pelos profissionais que trabalham no trânsito, em prol da educação, prevenção, redução e atendimentos em casos de acidentes no Distrito Federal. A iniciativa da homenagem partiu dos deputados Joe Valle (PDT) e Celina Leão (PPS).

A sessão solene foi precedida por atividades na área externa da Câmara Legislativa, que foi palco de simulações de resgate e salvamento pelo Corpo de Bombeiros do DF e apresentação de habilidades dos cães da Polícia Militar do DF. Representantes do Detran, DER, DNIT, PM, Corpo de Bombeiros, Secretaria de Educação do DF e Secretaria de Mobilidade do DF apresentaram balanços de operações realizadas nas ruas do DF. A programação contou também com a apresentação de peça pelo Teatro Rodovia (PMDF), de vídeos e material educativo.

Além de representantes dos órgãos de trânsito, parlamentares, servidores e autoridades, as apresentações foram acompanhadas por alunos e professores de várias escolas do DF, entre elas, a Santa Helena, Escola Classe da 411 Norte, Escola Classe Vila RCG do Cruzeiro, Guardas Mirins de Sobradinho e São Sebastião e Bombeiros Mirins da Estrutural e da Ceilândia.

Este ano, o tema da campanha Maio Amarelo é "Minha escolha faz a diferença". O movimento, que ocorre em todo o mundo, é focado na ação coordenada entre sociedade civil e poder público. A intenção é trazer à tona o tema da segurança viária e mobilizar toda a sociedade, envolvendo órgãos de governos, empresas, entidades de classe, associações, federações e sociedade civil organizada.

Conscientização - Ao abrir a sessão solene, o deputado Joe Valle, ressaltou que com a união de esforços entre todos os órgãos e entidades ligados às questões do trânsito os índices de acidentes e de mortes nas ruas do Distrito Federal continuarão sendo reduzidos a cada ano. Acrescentou que o trabalho de conscientização dos cidadãos deve começar desde cedo nas escolas. "Só assim poderemos avançar cada vez mais nesse processo de redução das estatísticas de mortes no trânsito", disse.

A deputada Celina Leão também destacou a importância dos trabalhos de conscientização dos motoristas e de prevenção de acidentes. Observou que cerca de 43 mil pessoas morrem por ano no Brasil vítimas de acidentes de trânsito. Afirmou que a Câmara Legislativa tem aprovado leis voltadas para a melhoria da mobilidade e conscientização dos motoristas do DF. Como exemplo, citou a legislação que permitiu a utilização pelos brasilienses de aplicativos como o Uber. Dessa forma, segundo ela, quando pretendem sair para beber, os cidadãos deixam seus carros em casa e chamam o Uber. Com isso, os índices de acidentes têm diminuído significativamente em todo o DF.

O diretor de Fiscalização do Detran/DF, Glauber Peixoto, agradeceu a iniciativa da Câmara Legislativa de aderir à campanha Maio Amarelo, colocando em pauta o tema da segurança viária para chamar a atenção da sociedade sobre os altos índices de mortes e feridos no trânsito. Garantiu que o Detran está trabalhando com afinco na fiscalização e conscientização dos cidadãos, mas é preciso a união de forças para que se comemore a cada ano a redução dos índices de acidentes.

O coordenador geral de Operações rodoviárias do DNIT, Alexandre Fernandes, afirmou que, desde que foi criado há 16 anos, o DNIT assumiu o protagonismo da segurança viária nas rodovias do DF e tem contribuído com a instalação de controladores de velocidade e dispositivos de fiscalização. Para ele é fundamental que a campanha do Maio Amarelo não se encerre no final deste mês. "A campanha deveria ser mantida pelo resto do ano, pois a partir da reunião de esforços e mobilização possamos constantemente reduzir o número de acidentes e preservar vidas", sugeriu.

O subcomandante geral da PMDF, Coronel Souza Lima, agradeceu a homenagem da Câmara legislativa e aproveitou a ocasião para fazer um agradecimento oficial a todos os integrantes da corporação que participam de atividades voltadas à segurança no trânsito do DF.

Faixa de pedestres - O superintendente regional da Polícia Rodoviária Federal no DF, Vandervaldo Gonçalves, parabenizou a Câmara Legislativa pela homenagem aos profissionais que atuam na área de trânsito, lembrando que este ano se comemora os 20 anos da instituição da lei que obriga os motoristas a pararem nas faixas para os pedestres. "Trânsito é cidadania. É também questão de tolerância e respeito à vida do próximo", observou.

O comandante geral do Corpo de Bombeiros do DF, Hamilton Santos Esteves Júnior, parabenizou todos os órgãos ligados ao trânsito pelo trabalho de conscientização dos motoristas que tem sido realizado no DF. Ele fez um agradecimento especial ao Samu por trabalhar em conjunto com o Corpo de Bombeiros no trabalho de atendimento a vítimas de trânsito. Informou que em 2016 foram registradas 1130 ocorrências de trânsito, sendo que 98% das vítimas foram levadas com vida para os hospitais. "Temos que continuar lutando para reduzir ainda mais os percentuais de vidas que são ceifadas a cada ano no DF", acrescentou.

O diretor geral do Departamento de Estradas e Rodagem (DER/DF), Henrique Ludovice, convidou a todos para a solenidade de encerramento da campanha Maio Amarelo 2017, que acontecerá na próxima quarta-feira (31), no Palácio do Buriti. Informou que na ocasião serão lançados cinco livros voltados para a conscientização dos motoristas e redução de pontos de conflitos no trânsito, além de outros temas ligados à área.

O coordenador de Educação do Denatran, Francisco Vieira Garoce, disse que para se ter uma solução efetiva para as questões do trânsito é fundamental o investimento na educação. Afirmou que atualmente o Distrito Federal é modelo de inserção da disciplina Educação para o Trânsito, tanto no ensino fundamental, quanto no ensino médio.

Ao final da sessão solene foram entregues moções de louvor e placas a personalidades brasilienses e profissionais que se dedicam às atividades ligadas a área de trânsito do DF. blogdosombra

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30maio/170

Rollemberg desafia JBS após ser acusado de receber propina em campanha

Rafaela Felicciano/Metrópoles

RAFAELA FELICCIANO/METRÓPOLES

Contrariado com o estrago causado pelas delações da JBS em sua gestão, o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) decidiu partir para o ataque. Nesta terça-feira (30/5), durante visita ao Sol Nascente, em Ceilândia, o socialista carregou nas palavras para desafiar os delatores a provarem que teria recebido propina disfarçada de doação oficial em 2014, conforme afirmou Ricardo Saud, ex-executivo da J&F, holding controladora da JBS.

“Eu desafio qualquer executivo da JBS a apontar contrapartida ou benefício que tenha sido dado pelo GDF em função das doações… Se deram qualquer doação oficial pensando em contrapartida, quebraram a cara”, enfatizou, com convicção, o chefe do Executivo local, em entrevista à Rede Globo. Segundo ele, o seu governo chegou a recusar pedido de benefício tributário, que a empresa considerava vantajoso, para o centro de comercialização que mantinha no DF.

Rollemberg, conforme mostrou o Metrópoles no domingo (28), aparece na relação de 16 nomes de governadores eleitos, entregue pelo ex-executivo, para quem a JBS teria desembolsado propina. Em 2014, R$ 852,8 mil reforçaram a campanha do então candidato ao Palácio do Buriti. Na prestação de contas apresentada por Rollemberg ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o maior volume repassado, R$ 450 mil, aparece como doação direta da JBS.

O restante, R$ 402,8 mil, foi repassado pela direção distrital do PSB à campanha do socialista em 40 transações atípicas, com valores que começam em R$ 6,54. Os repasses foram feitos de maneira oficial entre julho e novembro de 2014.

A versão do governador de que o GDF se mantém fora do radar do grupo, entretanto, não se sustenta. Reportagem divulgada pelo Metrópoles revelou que, somente nos últimos dois anos e meio da gestão de Rollemberg, a empresa amealhou R$ 12,6 milhões em serviços para fornecimento de produtos da merenda escolar. Quase a metade dos R$ 31.070.135,37 foram pagos à JBS como contraprestação pelos serviços prestados ao governo local num período de nove anos.

A contratação ocorreu em 2014, na gestão de Agnelo Queiroz (PT). Porém, em 2015, ano em que o governo de Rollemberg teve início, houve a primeira prorrogação do contrato. O termo aditivo previa mais 12 meses de vigência, a partir de 21 de julho daquele ano, sem licitação. Em 2016, a secretaria editou o segundo termo aditivo e prorrogou por mais um ano o contrato firmado. A vigência terminará em 21 de julho próximo.

Cenário ruim
As doações da JBS não são as únicas que assombram Rollemberg. Ele também recebeu, como doação eleitoral em 2014, R$ 1,7 milhão de três empreiteiras que são alvo da Lava Jato. De acordo com registros do TSE, foram R$ 200 mil da Odebrecht; R$ 500 mil da Andrade Gutierrez, repassados por meio da direção do partido; e R$ 1 milhão da Via Engenharia.

Não bastasse isso, a provável delação de um dos detentos do Complexo Penitenciário da Papuda tem tirado o sono do número um do Palácio do Buriti. Preso desde 1º de julho de 2016, Lúcio Funaro, apontado como operador do ex-deputado Eduardo Cunha, negocia um acordo de colaboração com o MPF.

Um dos cinco nomes apresentados por ele aos procuradores durante reuniões preliminares pode trazer complicações para o governo atual: Ricardo Leal, principal arrecadador da campanha de Rollemberg. Metropóles.

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29maio/170

CONTRA A CRISE, ALIADOS DE TEMER AVALIAM LICENÇA COMO PLANO B

LICENÇA POR 6 MESES PARA SE DEFENDER LEVARIA MAIA AO PLANALTO

LICENÇA DE TEMER NÃO SERIA RENÚNCIA E LEVARIA MAIA AO PLANALTO

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29maio/170

Alckmin avisa: o PSDB não tem compromisso com Temer

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), negou neste sábado que haja um acordo entre diferentes partidos em utilizar uma eventual eleição indireta para eleger um nome e colocar o Congresso Nacional contra a Operação Lava Jato. Uma das principais lideranças nacionais tucanas e que pretende concorrer às eleições gerais em outubro do ano que vem, Alckmin afirmou que nenhum acordo desse tipo está na agenda e que é preciso garantir o encaminhamento das reformas antes de conversar sobre eleição indireta. “Hoje a pauta é trabalhar, tentar acelerar as reformas, acredito que possamos rapidamente no Senado aprovar a reforma trabalhista”, disse o tucano quando perguntado sobre o suposto “acordão”. Informações do Estadão.Nos bastidores, Alckmin articula o nome do presidente interino do PSDB, senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), para uma eleição indireta, garantindo em troca o apoio a sua candidatura em outubro de 2018. Ontem, o tucano chegou a defender publicamente o nome do senador e do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso para um eventual colégio eleitoral. O ex-presidente, no entanto, já afastou a possibilidade de concorrer.Ao lado do prefeito João Doria, Alckmin participou hoje de um seminário organizado pela Prefeitura de São Paulo que reuniu prefeitos, vereadores e secretários de outras cidades e Estados para apresentar os programas realizados pelos governos dos tucanos.

‘Não depende de nós’

Ao falar sobre a permanência ou não do PSDB do governo de Michel Temer (PMDB), Alckmin, mais uma vez, defendeu que o compromisso do partido não é com o governo, mas com o país. Ele evitou, no entanto, definir uma posição partidária antes do julgamento da chapa Dilma-Temer no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que vai ser retomado no dia 6 de junho.

“Nosso compromisso é com o Brasil, com as reformas, que são necessárias para retomar a atividade econômica. E não mudou a nossa posição em relação ao governo Temer, pelo contrário, diante da instabilidade estamos e ficaremos ajudando e aguardando os desdobramentos”, disse o governador. “Muitas coisas não dependem de nós”.

Além de defender a reforma trabalhista, Alckmin disse que apesar do cenário nacional conturbado é preciso garantir a aprovação de “dois ou três pontos” da reforma política até setembro deste ano, para que seja possível aprovar propostas que entrem em vigor nas próximas eleições presidenciais. O tucano é defensor de uma cláusula de barreira que diminua o número de partidos no Congresso Nacional, além de pregar o fim das coligações e o voto distrital.

Afagos

Depois de passarem por uma semana de tensão e desencontros entre a Prefeitura e o governo estadual, Doria e Alckmin usaram o seminário para mostrarem que estão “lado a lado” e reforçarem o discurso que estão trabalhando juntos e que a relação não está abalada.

Sinalizando que houve um desgaste, Doria disse que a amizade dos dois não está ancorada “apenas na política”, mas na amizade de 38 anos. “Uma história de 27 anos de amizade indivisível, inquebrantável, que fique claro aos meios de comunicações, aos deputados, vereadores e prefeitos que atenderam nosso convite para participar deste seminário”, disse o prefeito em entrevista coletiva aos jornalistas.

Alckmin, por sua vez, reforçou as ações conjuntas de Estado e Prefeitura e fez uma brincadeira chamando o prefeito de São Paulo de “Geraldo Doria”. ESTAÇÃODANOTICIA

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28maio/170

Fantasma: Possível delação de Gim Argello tira o sono de caciques do DF

Fantasma: Possível delação de Gim Argello tira o sono de caciques do DF

/Foto: Pedro França/Agência Senado

O ex-senador Gim Argello (PTB-DF), que foi o maior contribuinte da coligação União e Força (PTB / PR / DEM / PRTB / PMN) nas eleições de 2014, preocupa a caciques candango

Por Marquinhos Marques-Jornal Opção

Nos bastidores da política do DF existe um certo desconforto em determinadas figuras locais que tem sofrido de insônia. Isso porque o ex-senador estaria negociando uma delação premiada para diminuir o seu tempo de prisão. Ele foi condenado em outubro do ano passado a 19 anos de reclusão pelos crimes de corrupção, de lavagem de dinheiro e de obstrução à investigação, preso na Operação Vitória de Pirro, um dos desdobramentos da Lava Jato.

Gim teria contribuído com vários candidatos a deputado federal, distrital, senador e ao governo do DF via caixa 2 na eleição de 2014. Agora fica a pergunta, será que esta delação vai entregar os nomes de todos os que foram beneficiados pelos recursos ilegais?

É importante frisar que a coligação que pode ter sido beneficiada com recursos de propina, elegeu vários deputados tanto distritais como federais, o medo é que estes nomes venham à tona, jogando por terra qualquer aspiração nas eleições 2018. Quem viver verá!

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27maio/170

Defesa Admite Suposta Irregularidade Em Nomeação E Complica Juarezão

 O parlamentar informou que a nomeação de um comissionado para cargo de confiança foi feita em troca da isenção do repasse de 10% do salário

Juiz pediu à Câmara Legislativa e ao Ministério Público que investiguem o caso

Condenado a quitar o débito de R$ 20,6 mil em contribuições partidárias — acrescido das parcelas que vão vencer até o trânsito em julgado da ação — após a desfiliação do PRTB, o distrital Juarezão (PSB) complicou-se na sustentação da defesa ao, involuntariamente, confessar uma suposta irregularidade. Nos autos do processo, o parlamentar informou que a nomeação de um comissionado para cargo de confiança foi feita em troca da isenção do repasse de 10% do salário. Agora, a Justiça pede que o Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT) e a Câmara Legislativa investiguem o caso.

O deputado concorreu na corrida eleitoral de 2014 pelo PRTB, partido de Luiz Estevão. À época, o ex-senador, preso no Complexo Penitenciário da Papuda, investiu quantias milionárias na campanha de dezenas de candidatos ao cargo de distrital. Estevão sonhava em formar uma bancada com três parlamentares na Câmara Legislativa, mas a sigla, em coligação com o PMN, conseguiu eleger apenas dois: Juarezão e Liliane Roriz.

Ao ingressar no PRTB, o parlamentar assinou uma ficha de filiação, na qual concordava em ceder parte dos vencimentos — a contribuição partidária é comum em todas as unidades da Federação e varia entre 1% e 11%, a depender do estatuto da sigla. Em 18 de março de 2016, o parlamentar, sem efetivar nenhum repasse, decidiu desfiliar-se do PRTB para integrar o PSB, partido do governador Rodrigo Rollemberg.

Logo depois, o PRTB ingressou na Justiça para receber as pendências. Em contra-argumentação, o parlamentar alegou que “a obrigação foi forçada; a contribuição é ilegal; e que fez acordo com partido para isenção da contribuição em troca da nomeação de determinada pessoa para cargo de confiança”.

Diante da afirmação de Juarezão, o magistrado Hilmar Castelo Branco, do Tribunal de Justiça do DF e dos Territórios (TJDFT), pediu que a conduta do parlamentar fosse averiguada. “Não há prova de que isso tenha ocorrido e a simples confissão acerca da existência de acerto é incapaz de provocar o efeito almejado pelo requerido (Juarezão), ao inverso, importa indício de desvio ético e até mesmo delito, na medida em que utilizar nomeação em cargo público para obter isenção de encargo pessoal é conduta reprovada pela lei”, descreve a sentença.

Mandato

A Câmara Legislativa recebeu o ofício do magistrado na última quinta-feira. O documento segue para as mãos da Mesa Diretora, que deve encaminhá-lo à Procuradoria da Casa, onde os aspectos jurídicos são analisados. Depois dessa etapa, a cúpula do Legislativo local decide se arquiva ou dá prosseguimento ao processo. No último caso, a representação segue para o Corregedor da Casa. Como Juarezão ocupa o posto e, por isso, é considerado incapacitado para analisar o caso, outro distrital deve assumir a investigação. A depender dos desfechos, se houver provas de irregularidades, o parlamentar pode perder o mandato.

O MPDFT deve seguir as averiguações paralelamente, por meio da Vice-Procuradoria-Geral do DF, comandada pela procuradora Selma Sauerbronn. Caso existam indícios de crime eleitoral, contudo, os autos seguem para o Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

Em nota, a assessoria de comunicação de Juarezão informou que a consignação — desconto compulsório em folha — é ilegal. E acrescenta: “Como o Direito é interpretativo, o juiz não decidiu nesse sentido (de aplicação de sentença em razão da suposta venda de cargo público), e nem poderia, pois não houve delito, caso houvesse, estaria na sentença”, esclareceu.

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25maio/170

Cláudio Monteiro, O Arrecadador De Propina No Submundo Da Copa

As devastadoras delações de executivos da empreiteira Andrade Gutierrez levaram para a cadeia figurões da política do Distrito Federal e personagens que, embora aparecessem menos sob os holofotes, atuavam com destaque nos bastidores. Um deles é Cláudio Monteiro — conhecido como Cláudio Buchinho —, homem-forte do ex-governador Agnelo Queiroz (PT) ao longo da carreira pública do petista. Companheiro de projetos e de falcatruas, Monteiro tinha papel central nos desvios de recursos públicos do Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha, remodelado para a Copa do Mundo de 2014.

Agente aposentado da Polícia Civil, Cláudio Monteiro foi o primeiro distrital eleito com votos de colegas de corporação. Na época filiado ao PRP, fez parte da Legislatura inaugural da Câmara Legislativa, entre 1991 e 1994, ao lado de Agnelo Queiroz, eleito pelo PCdoB. Na terça-feira (23/5), ambos estavam entre os 10 presos pela Polícia Federal por suspeita de desvios na reforma do Mané Garrincha.

O esporte, aliás, uniu a dupla. Após uma segunda temporada na CLDF, desta vez pelo PDT, Monteiro foi chefe de gabinete de Agnelo Queiroz entre 2003 e 2006, quando o amigo comandou o Ministério do Esporte no governo Lula. Em 2007, Agnelo deixou a pasta e assumiu a chefia da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Cláudio Monteiro foi atrás. Naquele período, manteve uma relação próxima a Rafael Barbosa, que viria a ser secretário de Saúde do DF na gestão de Agnelo.Monteiro pegou carona na ascensão de Agnelo, que, já filiado ao PT, venceu a corrida pelo Governo do DF em 2010. No Buriti, Cláudio Buchinho era o chefe de gabinete do petista. Em abril de 2012, entretanto, sofreu um baque e foi afastado do cargo por suspeita de receber uma espécie de “mesada” do bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira.

Agnelo foi forçado a exonerar o amigo, mas ficou sensibilizado. Em junho de 2012, Buchinho teve de se explicar à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investigava a atuação de Cachoeira com políticos. Gravações interceptadas pela Polícia Federal indicaram que Monteiro tinha influência em contratos e nomeações de interesse do grupo do bicheiro.

Em quatro horas de depoimento, Monteiro, que havia apresentado um habeas corpus para ficar calado, decidiu se defender. Negou as acusações, entregou os sigilos bancários dele e dos filhos. Ele ainda chorou negando qualquer irregularidade.

Veja o depoimento dele à CPMI

Reviravolta em campo
Como o escândalo nunca foi provado, Monteiro voltou ao GDF em setembro de 2012. Daquela vez, na condição do todo-poderoso chefe da Secretaria Extraordinária da Copa.

Quando as obras do Mané Garrincha começaram, Monteiro tinha um espaço reservado na praça desportiva. O secretário despachava diretamente do estádio, em uma espécie de contêiner, onde recebia políticos, empreiteiros e até times de futebol para organizar a agenda dos eventos-teste.

Com um empurrãozinho do amigo…
Foi naquela época que começou a receber propina da Andrade Gutierrez (AG), uma das empreiteiras responsáveis pelo Mané Garrincha. Segundo a delação de Rodrigo Leite Vieira, funcionário da construtora, o próprio governador intercedeu por Monteiro. A pedido de Agnelo, a AG pagou R$ 250 mil de propina “em razão dos problemas financeiros” do ex-chefe de gabinete.

As informações constam em inquérito que apura desvios milionários no Mané Garrincha, aberto na 10ª Vara Federal de Brasília. “Foram realizadas cinco entregas de R$ 50 mil cada. A primeira se deu no Balão do Periquito, no Gama, próximo à residência de Monteiro, e as demais no estacionamento em frente ao Living Park Sul e no Estádio Nacional de Brasília”, diz o documento que o Metrópoles teve acesso.

Em setembro de 2014, já no fim do governo Agnelo Queiroz, a secretaria que cuidava dos assuntos da Copa foi extinta, e Cláudio “Buchinho” Monteiro assumiu a pasta de Turismo. O órgão, então, ficou responsável pelas operações do estádio. Antes do fim do governo Agnelo, ainda comandou a Secretaria de Justiça, seu último cargo público.

Irmão ostentação
Na época da Copa de 2014, outra pessoa muito próxima a Cláudio “Buchinho” Monteiro se tornou conhecida da população do DF. Em junho daquele ano, a revista Veja Brasília revelou que o secretário tinha um “irmão ostentação”: o então diretor administrativo do Hospital Regional do Gama, Lincoln Monteiro. Embora naquele tempo tivesse salário líquido de R$ 10,4 mil, ele aparecia, nas redes sociais, em carros conversíveis, jet skis e lanchas no Lago Paranoá. Os bens, segundo Lincoln, eram de parentes e amigos.

Agora, aos 58 anos, o ex-secretário da Copa do Mundo no DF está preso na sede da Polícia Federal. Até que a prisão temporária de cinco dias vença, eledividirá a cela com Agnelo Queiroz e Tadeu Filippelli, também preso no âmbito da Operação Panatenaico.

Ao pedir a prisão de Buchinho, a delegada da Polícia Federal Fernanda Costa de Oliveira ressaltou que o acusado “teria recebido, a pedido de Agnelo, o valor de R$ 250 mil”. Por essa razão, a delegada quer que ele responda pelos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e associação criminosa.

Fonte: Metrópoles

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25maio/170

Quatro feridos em manifestação na Esplanada seguem internados no HBDF

Destas, 35 foram levadas para o Hospital de Base e 10 para o Hospital Regional da Asa Norte (Hran). Um dos pacientes internados, que foi ferido à bala no maxilar, apresenta estado mais grave. O homem, identificado pela Secretaria de Saúde como C.G.S, está sedado no Centro de Trauma do Hospital de Base, respirando com a ajuda de aparelhos, mas seu quadro é estável.

Já Vitor Rodrigues Fregulia, o jovem catarinense de 21 anos que teve a mão direita dilacerada após soltar um rojão, passou por uma cirurgia na mesma unidade de saúde. Ele permanece estável, respirando espontaneamente, mas sem previsão de alta.

Vitor é estudante do Instituto Federal (IFSC) de Araranguá, no sul de Santa Catarina, e veio a Brasília junto com uma caravana. Conforme informações repassadas pela assessoria da Central Única dos Trabalhadores de SC (CUT-SC) ao Diário Catarinense, outros 15 estudantes da cidade viajaram juntos.

REPRODIÇÃO/FACEBOOKReprodição/Facebook

Vitor veio com uma caravana de Santa Catarina para Brasília

O outro paciente internado é P.S.L, que está estável, respirando espontaneamente, sob cuidados clínicos no Centro de Trauma do HBDF. Já D.C.C.L, ferido no olho, foi avaliado, medicado e teve alta da emergência, mas deve retornar após 24 horas.

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24maio/170

Deputados pedem abertura de processo contra Rollemberg por improbidade

Um grupo de deputados distritais abriu guerra contra o governador Rodrigo Rollemberg (PSB). Eles acusam o chefe do Executivo de fazer uso irregular de recursos da Agência Reguladora de Águas (Adasa) e protocolaram, nesta terça-feira (24/5), representação contra o socialista por improbidade administrativa. O documento foi apresentado ao Tribunal de Contas do Distrito Federal e ao Ministério Público de Contas do DF (MPCDF).

A ação é encabeçada pelos deputados Celina Leão (PPS), Wellington Luiz (PMDB) e Raimundo Ribeiro (PPS). Eles explicam que o documento foi entregue aos órgãos de controle externo para que investiguem a legalidade do Decreto nº 39.797, de janeiro de 2017. Nele, ainda de acordo com a representação, o governador autoriza a utilização dos recursos da Adasa, resultantes do superávit registrado pela agência, sem previsão legal para tanto.

Saiba o que diz o documento:

Trecho da representação contra o governador Rollemberg

TRECHO DA REPRESENTAÇÃO CONTRA O GOVERNADOR ROLLEMBERG

Somente nessa terça-feira (24/5), a Câmara aprovou o Projeto de Lei Complementar 95/2016, que autoriza o Executivo a transferir para a Fonte 100 os superávits de alguns fundos de desenvolvimento do DF e de estatais, modificando sua aplicação – a nova lei sequer foi sancionada. Assim, para os autores da representação, qualquer medida adotada antes da aprovação do PLC seria ilegal.

“O que o governador fez ao aprovar o PLC 95/2016, na última terça-feira (23), foi tentar legalizar um ato irregular que já vinha ocorrendo e que pode puni-lo por improbidade administrativa”, protesta Celina Leão. “A Adasa é autônoma. Ou seja, não poderia sofrer intervenção do governo em suas finanças. Por conta desse decreto, a Adasa, em um momento tão difícil, de escassez de recursos hídricos, tem tido problemas para exercer seu papel de fiscalização”, pondera a distrital.

Na representação, os deputados pedem que o governador Rodrigo Rollemberg responda a processo por improbidade administrativa e que sejam devolvidos aos cofres da Adasa os recursos transferidos pelo GDF para investimentos em outras áreas. Até a publicação desta matéria, o Governo do Distrito Federal não havia se pronunciado sobre a representação contra Rodrigo Rollemberg por improbidade administrativa. Metropóles.

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