13nov/170

Metroviários descumprem liminar e pedem que o judiciário reconsidere

TRT-10 determinou que o Metrô funcione com 90% da frota em horário de pico e 60% em tempo normal, o que não está sendo cumprido. Greve continua nesta terça.

O Sindicato dos Metroviários (SindMetro) decidiu manter a greve da categoria para esta terça-feira (14/11). Com isso, os trens só devem funcionar em horário de pico, das 6h às 10h e das 16h30 até as 20h30. Os metroviários enviaram, na segunda-feira (13/11), a defesa da categoria ao Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRT-10), pedindo a reconsideração da Justiça quanto ao descumprimento por parte da categoria da liminar expedida pelo órgão. No documento, apresentado na última quarta-feira, o TRT determina que o Metrô funcione com 90% da frota de trens em horário de pico e 60% em tempos normais. O Metrô tem até a próxima quinta-feira para apresentar a réplica. Só depois disso, a Justiça deve emitir uma decisão sobre o impasse.

Na falta de acordo, quem acaba se prejudicando são os usuários frequentes do transporte. Um deles é o publicitário Hugo Santos, 36 anos, que seguia do Guará até a Rodoviária, nesta segunda. Ele relatou que, nos últimos dias, tem sido chamado para conversar com a chefia por conta de atrasos no trabalho. O motivo são os atrasos de até uma hora para chegar ao serviço. “Faço o possível: pego carro emprestado, Uber, mas não adianta muito. Também fui assaltado na sexta passada dentro do ônibus, isso no mesmo horário que eu pego o metrô. Acho o transporte muito mais seguro ”, explicou o publicitário.

A rotina do casal Rafael Soares, 28, e Aline Cavalcanti, 20, precisou ser repensada por causa da greve. Moradores de Taguatinga, eles relatam que precisam pegar dois ônibus a mais para chegar ao Plano Piloto. “Se nós pegarmos um ônibus direto, vamos ficar uma hora a mais esperando na parada de ônibus, o que é perda de tempo. Nem nos avisam sobre essas mudanças, se funciona ou não”, lamentou a maquiadora.

13/11/2017. Credito: Antonio Cunha/CB/D.A. Press. Brasil. Brasilia - DF. Greve dos Metroviarios. Aline Cavalcante e Rafael Soares na estacao do metro 114 Sul.

Prejuízo

De acordo com o Metrô, o impacto maior para a estatal está no lado financeiro, de cerca de R$ 250 mil por dia. Além disso, estima-se que 160 mil pessoas são prejudicadas diariamente, principalmente os usuários que precisam do transporte em horário de pico.

Fonte: Correioweb

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8nov/170

Lei que torna todos os assentos de coletivos preferenciais passa a valer

A norma foi publicada no Diário Oficial do DF em setembro deste ano e entrou em vigor nesta quarta-feira (8/11)

A partir desta quarta-feira (8/11), passa a valer a nova legislação que torna preferenciais todos os assentos no metrô e nos ônibus do Distrito Federal. Isso significa que passageiros idosos (a partir de 60 anos), gestantes e passageiros com crianças de colo, ou com deficiência e mobilidade reduzida têm prioridade para ocupar os bancos nos coletivos. A norma foi publicada no Diário Oficial do DF em setembro deste ano.

A Companhia Metropolitana do Distrito Federal (Metrô-DF) explica que vai passar a informar os usuários sobre a mudança por meio de sistemas de som nas estações e nos trens. Em nota, a companhia também disse que os televisores localizados no interior dos vagões também trarão a mensagem. Além disso, adesivos serão fixados em todos assentos. A instalação já começa nesta semana.

O Transporte Urbano do DF (DFTrans) explicou que a informação está sendo veiculada nos totens da Rodoviária do Plano Piloto e nos televisores que estão dentro dos ônibus. Além disso, adesivos colados nos veículos também alertam os usuários sobre o início da vigência da medida.

Segundo o deputado Cristiano Araújo (PSD), autor do texto, o projeto partiu de uma demanda da sociedade e visa contribuir no processo educacional da população. "Quem utiliza o transporte público muitas vezes se depara com uma pessoa mais jovem ocupando um assento e, por não ter mais nenhum preferencial disponível, um idoso ou uma gestante ficam em pé. Em outros locais, já é cultural se dar preferência nesses casos", disse.

Fonte: Correioweb

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8nov/170

GDF define regras do carnaval de 2018 e causa insatisfação de blocos de rua

Regras estabelecidas para a festa do próximo ano provocam reclamações das agremiações, que criticam a destinação do dinheiro dos patrocinadores limitada à infraestrutura. Carnavalescos também querem usar verbas para pagar cachês e artistas.

As celebrações de Momo na capital federal vão durar oficialmente 38 dias em 2018. O período carnavalesco será de 19 de janeiro a 25 de fevereiro, e as expectativas do governo são de aumentar tanto o número de foliões quanto a quantidade de blocos. O total de pessoas atrás dos trios deve crescer de 2 milhões para 2,5 milhões. O de agremiações nas ruas pode subir de 118 para cerca de 200. Para garantir a infraestrutura com o mínimo de recursos públicos, o GDF discute as regras para patrocínio de empresas privadas. Mas os representantes dos blocos cobram mudanças nas normas a fim de ampliar o leque de atividades a serem financiadas com dinheiro de patrocinadores ou repassado pelo Executivo local.

O governo também definiu diretrizes para a captação de recursos a iniciativas culturais do carnaval de Brasília. O objetivo é disciplinar a captação de fundos para apoio a projetos por meio de mecanismos de incentivo fiscal ou por patrocínio direto. Caberá à Secretaria de Cultura definir, nos próximos meses, as regras de um plano de ajuda à festa, detalhando como será o investimento em infraestrutura, serviços públicos de apoio e divulgação, inclusive medidas especiais de operação urbana, comunicação e apoio financeiro, além de como será feita a divisão dos recursos entre as agremiações. Os blocos e as escolas de samba poderão aderir a esse projeto, informando as demandas.

Para o patrocínio direto de empresas privadas, precisa haver um acordo, por meio de edital de chamamento publicado pela Secretaria de Cultura. Esses repasses devem ocorrer pelo fornecimento de produtos e serviços ou pelo investimento direto em um fundo público com finalidade cultural. A contrapartida é a exibição de publicidade e ativação de marca da patrocinadora. As interessadas em investir no carnaval de Brasília terão de garantir a estrutura básica, o conforto dos foliões, a limpeza e a segurança dos eventos.

A prioridade deve ser para projetos culturais carnavalescos destinados “às escolas de samba, voltados à sustentabilidade econômica, ao caráter socioeducativo e à afirmação do samba e da cultura popular”. O patrocinador oficial do carnaval terá direito de preferência no apoio aos projetos. Caso opte por não investir em todos os projetos carnavalescos com carta de captação, poderá haver apoio por parte de outras companhias — desde que não sejam do mesmo ramo de atividades do investidor principal.

A subsecretária de Políticas Culturais do GDF, Mariana Soares, conta que, desde agosto, são realizadas reuniões para definir as regras do carnaval de 2018. Os encontros envolvem representantes de 19 órgãos públicos e serviram para elaborar o edital de patrocínio. O prazo para entrega de propostas termina na sexta-feira. “Será selecionada a empresa que apresentar a proposta que melhor supra as necessidades de infraestrutura previstas no caderno de encargos ”, detalha Mariana.

Durante o período, as licenças para eventos serão emitidas pelo Centro Integrado de Atendimento ao Carnavalesco. A ideia é reduzir a burocracia para que todos os órgãos envolvidos atuem em uma estrutura única, com representantes das administrações regionais, do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil.

Fonte: Correioweb

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