13dez/180

CLDF derruba veto e eleição para administrações deve ocorrer em 2019

Proposta de Chico Vigilante (PT) havia sido vetada por Rollemberg (PSB) e agora será promulgada pelo Legislativo

Daniel Ferreira/Metrópoles

Os deputados distritais derrubaram, nesta quarta-feira (12/12), o veto ao Projeto de Lei n° 951/2016, que cria regras para as eleições nas administrações regionais do Distrito Federal. Com a decisão da Câmara Legislativa (CLDF), o governo de Ibaneis Rocha (MDB) terá que realizar o pleito para os órgãos em 90 dias.

A proposta, de autoria do deputado Chico Vigilante (PT), havia sido vetada integralmente pelo governador Rodrigo Rollemberg (PSB) – segundo o Governo do Distrito Federal (GDF), por vício de iniciativa.

Durante a votação desta quarta (12), a derrubada do veto havia alcançado apenas 12 votos, o que mantinha o veto do governador. Porém, Julio Cesar e Rodrigo Delmasso (ambos do PRB) mudaram seus entendimentos pela neutralidade e decidiram pela derrubada definitiva da canetada de Rollemberg. A matéria será promulgada pela Câmara Legislativa e já entra em vigor em janeiro de 2019.

“Agora teremos eleições, como prevê a Lei Orgânica. Estamos fazendo cumprir a lei e ajudando o governador eleito Ibaneis Rocha”, comemorou Vigilante, logo após o resultado da votação.

O texto do petista determina que as eleições sejam concluídas no primeiro trimestre de 2019. A versão de Rollemberg empurrava a disputa para 2022. Além disso, o projeto do governador previa que os candidatos tivessem filiação partidária, enquanto o texto de Vigilante dispensa essa exigência.

O assunto, contudo, ainda não está pacificado. Segundo a equipe de Ibaneis Rocha (MDB), houve vício de iniciativa, pois a autoria do projeto deveria ser do Executivo, não do Legislativo.

“Vamos trabalhar nosso projeto para enviar à CLDF no início do ano, até porque é um compromisso do governador Ibaneis a eleição das administrações regionais”, disse o futuro secretário-chefe da Casa Civil, Eumar Novacki.

O que diz o projeto?

O texto estabelece que qualquer cidadão inscrito em seção eleitoral da respectiva região administrativa poderá participar do pleito.

O projeto ainda prevê que, após a votação, será constituída uma lista com os 10 candidatos mais bem colocados. Em seguida, o governador nomeará um dos três da lista. Em caso de vacância, a nomeação do novo administrador deve recair em um dos remanescentes.

Para concorrer ao cargo, os candidatos deverão ter: idade mínima de 25 anos; residência fixa na localidade há mais de um ano; experiência profissional de no mínimo três anos; idoneidade moral e reputação ilibada; além de escolha mediante participação popular, entre outras exigências. Metropóles

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12dez/180

Politica: Sandro Cesar quer ser federal em 2022

O jovem empresário Sandro Cesar deverá se manifestar no ano de 2019 como provável candidato á federal em 2022. O sonho alimentado por Sandro Cesar é compartilhado por um grupo significativo na região;" O Sandro é simples e com visão de futuro", declarou, Amanda Nunes, moradora do setor sul da cidade.

Procurado pelo o blogdogbu o jovem empresário no ramo de seguros não escondeu a disposição de colocar seu nome a disposição popular;" Se eu sentir que a comunidade ver com simpatia o meu nome, naturalmente que é possivel pensar na idéia", disse Sandro.

 

fonte: Redação

 

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11dez/180

Brazlândia: Pastor Ney um dos nomes para 2022 na cidade

A cidade de Brazlândia começa a conhecer os futuros nomes com vistas as eleições de 2022. Se o atual deputado distrital da cidade, Iolando Almeida, não corresponder a expectativa da comunidade, os seus opositores podem sonhar eleitoralmente.

Entre um dos nomes mais cobiçados partidariamente está o jovem e conhecido Pastor Ney, reconhecido por seu trabalho junto a comunidade mais carente da região. Procurado pelo o blogdogbu o não declarado pré- candidato contemporizou;" Precisamos trabalhar para depois pensar em politica", declarou Ney ao gbu.

 

fonte: Redação

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11dez/180

Distritais da CCJ aprovam Luos com emendas que beneficiam igrejas

Adendos ao projeto de lei flexibilizam a instalação de templos religiosos no DF. Projeto deve ser votado em plenário ainda nesta terça (11)

Suzano Almeida/Metrópoles

Em meio a confusão, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Legislativa aprovou, na tarde desta terça-feira (11/12), o projeto de Lei de Uso e Ocupação do Solo (Luos). A deputada distrital Sandra Faraj (PR) insistiu na aprovação de emendas que permitem a instalação de escritórios de advocacia em áreas residenciais do Plano Piloto e também de igrejas.

Sandra disse que estava defendendo as propostas relacionadas às igrejas não porque ela é pastora evangélica, mas porque essas entidades fazem “trabalhos sociais”.

“Eu não estou desprestigiando o trabalho técnico da Casa, mas não podemos excluir as igrejas”, defendeu a parlamentar.

A deputada se referia ao fato de servidores do corpo técnico da CLDF que trabalham no projeto da Luos terem desaconselhado a inserção das emendas no texto.

O texto da Luos deve ser analisado em plenário ainda na tarde desta terça (11). Metropoles.

 

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11dez/180

Vigilante é encontrado morto dentro de banheiro do prédio da AGU

Segundo a Polícia Militar do Distrito Federal, a vítima seria trabalhador do edifício, estava de plantão e teria cometido suicídio

Rafaela Felicciano/Metrópoles

O corpo de um homem foi encontrado dentro do banheiro do prédio da Advocacia-Geral da União (AGU) na manhã desta terça-feira (11/12). De acordo com a Polícia Militar do Distrito Federal, a vítima é um vigilante que estava trabalhando durante o plantão do edifício, localizado no Setor de Indústrias Gráficas (SIG).

A corporação diz que a vítima tirou a própria vida. O homem seria funcionário terceirizado do Grupo Ágil de segurança. Procurada pela reportagem, a AGU lamentou a morte do vigilante nas dependências da instituição, disse que se solidariza com familiares e está colaborando com o trabalho da Polícia Civil.

Busque ajuda

Metrópoles tem a política de publicar informações sobre casos de suicídio ou tentativas que ocorrem em locais públicos ou causam mobilização social. Isso porque é um tema debatido com muito cuidado pelas pessoas em geral.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que o assunto não venha a público com frequência, para que o ato não seja estimulado. O silêncio, porém, camufla outro problema: a falta de conhecimento sobre o que, de fato, leva essas pessoas a se matarem.

Depressão, esquizofrenia e o uso de drogas ilícitas são os principais males identificados pelos médicos em um potencial suicida. Problemas que poderiam ser tratados e evitados em 90% dos casos, segundo a Associação Brasileira de Psiquiatria.

Está passando por um período difícil? O Centro de Valorização da Vida (CVV) pode te ajudar. A organização atua no apoio emocional e na prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo, por telefone, e-mail, chat e Skype 24 horas todos os dias.

 

Arte/Metrópoles

 

Disque 188

A cada mês, em média, 1 mil pessoas procuram ajuda no Centro de Valorização da Vida (CVV). São 33 casos por dia, ou mais de um por hora. Se não for tratada, a depressão pode levar a atitudes extremas.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a cada dia, 32 pessoas cometem suicídio no Brasil. Entre os estudiosos e a própria organização, existe um consenso de que 90% desses casos poderiam ser evitados. Hoje, o CVV é um dos poucos serviços em Brasília no qual se pode encontrar ajuda de graça. Cerca de 50 voluntários atendem 24 horas por dia a quem precisa.

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11dez/180

Brazlândia: “Operação de guerra” para não perder na lista tríplice

Distrital Iolando Almeida movimentou para não passar vergonha em lista tríplice para administrador 

A briga no referendo popular para administrador regional na cidade de Brazlândia, foi marcado por uma verdadeira "operação desespero" por parte de um grupo politico da região.

O distrital Iolando Almeida que não queria o nome do Coronel  Jesiel para o comando da cidade, se viu obrigado a se movimentar para não passar vergonha e assim ter alguém ligado a ele na lista tríplice da eleição popular.

Faltou até gasolina

O distrital determinou uma força tarefa a seu grupo politico na noite de sábado e a orientação era que movimentassem o máximo para levar gente e garantir o nome de Jesiel na cabeça da lista triplece;" Claro que tínhamos que mostrar nossa força e ganhar essa eleição. Se não fossemos o primeiro seria uma vergonha", declarou um aliado de Iolando Almeida que teve como missão o transporte de moradores no dia da eleição.

Depois de tudo isso. Teve carro que faltou gasolina para transportar gente.

 

 

fonte: Redação

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11dez/180

Brazlândia: 1% da comunidade participa de referendo de lista triplice para administrador

A proposta de um grupo de lideranças da cidade de Brazlândia em realizar um referendo para tirar um lista tríplice com vista ao comando da cidade na gestão Ibaneis Rocha, parece que não teve a vontade correspondida na participação popular.

O público presente foi de 1% levando em conta a população da região. Ao final apenas 827 pessoas tiveram seus votos validados dentro do processo. O grupo que de candidatos que compõe a lista tríplice foram;

1° Coronel Jesiel 282 votos
2° Nilson Mariano 175 votos
3° Ronaldo Via Sacra  98 votos.

fonte: Redação

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11dez/180

Aécio Neves, Cristiane Brasil e Paulinho da Força são alvos de operação da PF

Aécio Neves é investigado por destinar a partidos aliados dinheiro de doações da JBS. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

A Polícia Federal está nas ruas na manhã desta terça (11) para cumprir mandados de busca e apreensão em imóveis do senador e deputado eleito Aécio Neves (PSDB) e da irmã Andréa Neves, tanto no Rio de Janeiro quanto em Minas Gerais.

Também são alvos de mandado de busca e apreensão o deputado federal e presidente nacional do Solidariedade, Paulinho da Força, e a deputada federal Cristiane Brasil (PTB). Ambos teriam emitido notas frias para Aécio Neves. Os senadores Antonio Anastasia (PSDB-MG) e Agripino Maia (DEM-RN), além do deputado federal Benito da Gama (PTB-BA), também estão envolvidos na operação.

De acordo com as delações do executivos da J&F Joesley Batista e Ricardo Saud, o senador tucano teria recebido quase R$ 110 milhões em propina. Ainda segundo as investigações, Aécio comprou o apoio político do Solidariedade por R$ 15 milhões; empresários paulistas teriam contribuído com doações de campanha e caixa 2, por meio da emissão de notas frias.

Patmos

A operação desta terça aprofunda as investigações da Operação Patmos, deflagrada em maio de 2017. À época, foram cumpridos 41 de busca e apreensão e oito de prisão preventiva, com autorização do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin.

Nesta operação foram presos a irmã de Aécio, Andréa Neves; o primo do senador tucano Frederico Pacheco de Medeiros; o procurador do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Ângelo Goulart Villela; o assessor do senador Zeze Perrela e uma irmã do doleiro Lucio Funaro.

A operação foi baseada em um áudio entregue à PGR por Joesley Batista no qual Aécio pede ao empresário R$ 2 milhões para pagar sua defesa na Lava Jato. A entrega do dinheiro foi gravada pela Polícia Federal. Diáridopoder.

 

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11dez/180

Em diplomação, presidente pede confiança daqueles que não votaram nele

Bolsonaro promete ruptura de práticas que retardaram o progresso do País

à sua chegada, o presidente Bolsonaro cumprimenta a assistência que o aplaudia. Fotos: Valter Campanato/ABr)

No discurso de diplomação, o presidente eleito, Jair Bolsonaro, prometeu hoje (10) governar para todos, sem qualquer distinção ou discriminação. Bolsonaro pediu a confiança daqueles que não votaram nele. Também afirmou que o voto popular é um “compromisso inquebrantável”. Segundo ele, a construção de uma nação mais justa depende da “ruptura de práticas que retardaram o progresso no país”, como mentiras e manipulação.

“A partir de 1º de janeiro, serei o presidente dos 210 milhões de brasileiros. Governarei em benefício de todos sem distinção de origem social, raça, sexo, cor, idade ou religião”, afirmou o presidente eleito durante a cerimônia de diplomação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Bolsonaro disse que a diplomação representa o reconhecimento da decisão do eleitorado brasileiro, em “eleições livres e justas”. Agradeceu o trabalho da Justiça Eleitoral, o apoio da família e os 57 milhões de votos. Em primeiro lugar, agradeceu a Deus por estar vivo, após ter sido esfaqueado no início da campanha eleitoral.

Afirmou que cumprirá sua determinação de transformar o país em um local de justiça social. “Eu me dedicarei dia e noite a um objetivo que nos une: a construção de um Brasil próspero,  justo, seguro e que ocupe o lugar que lhe cabe no mundo.”

Democracia

O presidente eleito lembrou que o Brasil deu um exemplo de respeito à democracia nas eleições de outubro. “Em um momento de profundas incertezas, somos um exemplo que a transformação pelo voto popular é possível. Este processo é possível. O nosso compromisso com o voto popular é inquebrantável. Os desejos de mudanças foram expressos nas eleições.”

Bolsonaro disse ainda que só com rupturas de algumas práticas haverá avanços. “A construção de uma nação mais justa e desenvolvida requer uma ruptura com práticas que retardaram o nosso progresso, não mais violência, não mais as mentiras, não mais manipulação ideológica, não mais submissão de nosso destino.”

Novas tecnologias

Para o presidente eleito, as novas tecnologias demonstraram sua força nas urnas. “As eleições de outubro revelaram uma realidade distinta das práticas do passado. O poder popular não precisa mais de intermediação. As novas tecnologias permitiram uma eleição direta entre o eleitor e seus representantes. Esse novo ambiente, a crença na liberdade, é a melhor garantia dos ideiais que balizam a nossa Constituição.”

Família

Bolsonaro agradeceu o apoio da família, citou a mulher Michelle, os cinco filhos e a mãe Olinda, de 91 anos. Ao mencionar o nome da caçula, Laura, 8 anos, acenou para a menina que estava sentada na plateia.(ABr)

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11dez/180

Operação da PCDF mira fraude em contratos de R$ 5 milhões na Secriança

Contratação era destinada à organização de concursos de redação, contação de histórias e distribuição de livros para alunos da rede pública

Divulgação/PCDF

A Polícia Civil do DF e o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) deflagraram, nesta terça-feira (11/12), a Operação Conto do Vigário. Estão sendo cumpridos nove mandados de busca e apreensão autorizados pela 6ª Vara Criminal de Brasília. Os alvos da investigação são contratos, convênios e termos de fomento firmados entre a Secretaria de Políticas para Crianças, Adolescentes e Juventude (Secriança) e os institutos Brasília Para o Bem-Estar do Servidor Público (Ibesp) e Terra Utópica, no valor de R$ 5 milhões. Ainda não há informações sobre quanto foi o prejuízo aos cofres públicos.

Segundo as investigações, comandadas pela Divisão de Combate à Corrupção e aos Crimes contra a Administração Pública (Dicap), a contratação era destinada à organização de concursos de redação, contação de histórias e distribuição de livros e revistas para alunos do ensino público do Distrito Federal. A PCDF e o MPDFT identificaram sinais de irregularidades, uma vez que não teriam sido observados os requisitos necessários para formalizar os acordos, além do não cumprimento integral da prestação do serviço.

De acordo com a PCDF, há indícios da ocorrência dos crimes de estelionato majorado, associação criminosa e peculato. Os mandados estão sendo cumpridos nas instituições envolvidas e em endereços ligados a elas. A Secretaria da Criança não é alvo de medidas nessa fase da operação. Buscas estão sendo feitas no Lago Sul, em Vicente Pires, nas asas Sul e Norte, Jardim Botânico e Belo Horizonte (MG).

Em março deste ano, Metrópolesmostrou que o MPDFT investigava denúncia contra Deoclecio Luiz Alves de Souza, o Didi, ex-assessor do deputado distrital Professor Israel Batista (PV). A reportagem apurou que ele é um dos investigados nessa operação e teve mandado de busca e apreensão cumprido em sua casa.

Emendas parlamentares de R$ 946 mil e outra de R$ 977,4 mil, somando pouco mais de R$ 1,9 milhão, não teriam sido executadas como deveriam e há suspeita de que parte dos recursos foi desviada. O dinheiro era destinado ao projeto Sara e Sua Turma, uma iniciativa paradidática em escolas da rede pública.

Criado para trabalhar a inclusão de crianças vítimas de preconceito dentro e fora de sala de aula, o projeto Sara e Sua Turma serve como preparatório para a Prova Brasil – que integra a Avaliação Nacional do Rendimento Escolar, criada com o objetivo de aferir a qualidade do ensino oferecido pelo sistema educacional brasileiro.

A iniciativa, bancada com a emenda do deputado Israel Batista (PV), que não é alvo da operação, incluía livros paradidáticos – materiais que, sem serem propriamente relativos ao ensino, são utilizados para esse fim. Mas parte deles não chegou às mãos dos alunos. Segundo a denúncia protocolada no MPDFT, a razão seria o desvio de recursos públicos.

Na época, a assessoria do parlamentar informou que Didi, responsável pela escolha do projeto Sara e Sua Turma e pela indicação do Instituto Terra Utópica, “não seguiu as normas de fiscalização das emendas propostas pelo mandato” e foi exonerado.

A assessoria do distrital disse, ainda, ter pedido informações sobre o processo de contratação, mas não recebeu os dados. Também na ocasião, Didi negou quaisquer irregularidade. A escolha do projeto Sara e Sua Turma, assegurou o ex-servidor, teve “relação estrita com o objetivo do mandato do deputado, que é promover a educação”.  Metropoles.

 

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11dez/180

Ibaneis define “meta restrita” de comissionados por secretaria do DF

Declaração foi feita pelo governador eleito na segunda-feira (10/12). No entanto, ele não falou em números

Igo Estrela/Metrópoles

O governador eleito Ibaneis Rocha (MDB) voltou a defender o corte de gastos com cargos comissionados da estrutura do Governo do Distrito Federal (GDF). O emedebista afirmou, na segunda-feira (10/12), que é possível ajustar a equipe de acordo com a demanda de cada área.

“Estabeleci com os secretários uma meta de nomeação bastante restrita. Conforme tomem posse e conhecimento real dos problemas da pasta, a gente pode até fazer um ajuste de 30 a 60 dias, aumentando ou diminuindo esses cargos”, explicou. O emedebista, contudo, não falou em números.

Segundo o GDF, existem cerca de 16,5 mil contratados nessa modalidade no governo local, com remunerações que variam de R$ 545 a R$ 13.929,03. Em sua primeira entrevista após a eleição, concedida ao Metrópoles, Ibaneis afirmou que, em sua gestão, 70% desses cargos seriam ocupados por servidores concursados.

De acordo com dados do Sistema Integral de Gestão Governamental (Siggo), programa que reúne informações financeiras do GDF, a gestão de Rollemberg gastou, apenas em 2017, quase meio bilhão de reais com gratificações. Desse valor, R$ 234 milhões foram destinados aos contracheques de colaboradores sem concurso público, os chamados “cargos de confiança”. Com servidores concursados em funções comissionadas, um pouco mais: R$ 235 milhões.

“Indicações políticas, de deputados, de pessoas ligadas ao governo e de partidos são naturais. Porém, só assumirá um cargo no GDF quem tiver competência curricular para isso. Seremos um governo técnico. Não há chance de ter um jogador de futebol trabalhando com licitações, por exemplo”, afirmou, na semana passada, o escolhido para assumir a Casa Civil em 2019, Eumar Novacki.

Os cargos gratificados sem vínculo são uma das principais forças do governante que assume o poder. Embora tenham sido criados para que o mandatário conte com pessoas de confiança para ajudá-lo a tocar projetos importantes dentro dos órgãos integrantes da estrutura governamental, tais postos de trabalho acabaram sendo utilizados em negociações com lideranças políticas e parlamentares – com o objetivo de fortalecer o apoio à gestão em vigor.

Satisfação com secretariado

Ainda nesta segunda (10/12), Ibaneis declarou estar satisfeito com o número de secretários anunciados até o momento. Porém, ponderou que a quantidade poderá variar, caso ache necessário. No total, já são 24 secretarias anunciadas e mais dois órgãos com o mesmo status. Atualmente, o GDF tem 21 pastas.

A aliados próximos, o futuro titular do Palácio do Buriti tem garantido anunciar os últimos nomes de sua equipe de ponta até o fim desta semana. Com isso, pretende completar todo o secretariado e direção de empresas estatais ligadas ao GDF nos próximos dias.

Alguns cargos ainda não foram confirmados pela equipe da transição – por exemplo, o de titular da Secretaria de Desenvolvimento Social, responsável pelos programas de distribuição de renda, e a presidência da Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab). Há outros órgãos – como a Agência de Fiscalização (Agefis), o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), o Instituto de Defesa do Consumidor (Procon-DF), a Agência Reguladora de Águas e Saneamento (Adasa-DF) e o Instituto de Assistência à Saúde dos Servidores (Inas-DF) – que não tiveram os nomes definidos pelo emedebista.

A Sociedade de Transportes Coletivos de Brasília (TCB) também está acéfala, assim como as seis fundações da capital da República: de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap); de Apoio à Pesquisa (FAP); Hemocentro de Brasília (FHB); de Ensino e Pesquisa em Ciência da Saúde (Fepecs); Universidade Aberta do Distrito Federal (Funab); e o Jardim Zoológico de Brasília.

Apresentação

Ibaneis Rocha se reuniu nessa segunda-feira (10), pela primeira vez, com seu secretariado e dirigentes escolhidos para comandar empresas públicas e outros órgãos do GDF. Depois do encontro, um almoço foi oferecido aos integrantes do futuro primeiro escalão do Buriti.

A reunião serviu para alinhar as diretrizes a serem seguidas na construção das pastas. Embora o emedebista ainda não tenha concluído os anúncios de todos os integrantes da equipe, serão discutidos temas como escolha de administradores regionais e o embate com o governo Rollemberg sobre a redução de impostos. Metropóles.

 

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7dez/180

Após pedido de vista, TSE adia análise de recursos do PTB – DF

Caso os ministros da Corte Eleitoral deem ganho de causa ao partido, haverá mudança na composição das câmaras Legislativa e dos Deputados

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) adiou, nesta quarta-feira (5/12), após pedido de vista do ministro Admar Gonzaga (foto), a análise de recurso do PTB-DF que pedia a regularização da candidatura de 31 candidatos a cargos proporcionais.

O partido não realizou as filiações no prazo definido por lei, impedindo seus membros de terem os votos contabilizados no pleito de outubro. Se os petebistas conseguirem alterar esse entendimento, haverá mudança nas bancadas legislativas do DF tanto na Câmara Legislativa quanto na Câmara dos Deputados.

Antes da deliberação dos ministros, o Ministério Público Eleitoral (MPE) se posicionou contra o PTB-DF. O órgão defendeu a necessidade de os partidos se profissionalizarem e cumprirem prazos, como prevê a legislação, e usou parecer que responsabiliza as legendas por problemas em suas conexões com a internet.

Logo depois, o ministro-relator, Og Fernandes, votou contra o PTB-DF. Na sequência, Admar Gonzaga pediu vista. A ideia é concluir o julgamento até o próximo dia 18, antes da diplomação dos candidatos eleitos em outubro.

O PTB foi punido por não ter homologado, no sistema eletrônico da Justiça Eleitoral dentro do prazo previsto em lei, as filiações dos então futuros candidatos. Em sua defesa, ainda no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-DF), o partido argumentou que enfrentou problemas no sistema. A Corte não aceitou e defendeu a exclusão do nome de 31 candidatos das eleições de deputados distritais e federais.

Posteriormente, o próprio TRE-DF liberou que os candidatos mantivessem as campanhas e os nomes nas urnas, sem poder fazer uso do horário político nem da verba pública de campanha. Ainda assim, a candidata a distrital Jaqueline Silva alcançou mais de 13 mil votos, o que a possibilitaria assumir uma cadeira na Câmara Legislativa no lugar de Telma Rufino (Pros).

Confusão nas inscrições

O período de inscrições foi encerrado em 13 de abril deste ano. Segundo Alírio Neto, ex-presidente da sigla no DF, o PTB esperou até o último momento porque tinha a intenção de trazer mais candidatos. O processo de homologação deveria ter sido feito por uma secretária do partido em 13 de abril, mas apenas no dia 16 ela percebeu que os nomes não estavam registrados no sistema eleitoral.

À época, Alírio disse que o partido seguiu recomendações para entrar com recursos individuais, e quatro postulantes tiveram as candidaturas homologadas. Porém, não foi o que ocorreu com os demais 31, entre eles, a atual presidente do PTB-DF, Jaqueline Silva.

Mesmo com as restrições, como não puderam usar o horário eleitoral ou recursos do Fundo Eleitoral, os postulantes do partido chegaram a ter os nomes incluídos nas urnas. No entanto, os votos dados a eles não foram computados.

Fonte:  Metrópoles
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