23dez/170

Politica: Brazlândia tende a ter dez candidatos á distrital

A cidade de Brazlândia deverá ter no máximo dez nomes no processo eleitoral de 2018. Esse ano a briga será intensa e mais uma vez o distrital Juarezão e o líder dos deficientes , Iolando Almeida, vão certamente disputar a preferência eleitoral na pacata região.

Dentre os dez nomes apresentados até o momento um deles mostra que poderá dar trabalho na dupla favorita. Trata-se de Edberg Lopes, que disputa votos com Iolando Almeida no meio aos deficientes da cidade;" O Iolando deixou de nos representar há muito tempo. E por isso minha pré- candidatura começa a ganhar força", declarou Edberg ao gbu.

 

 

fonte: Redação

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22dez/170

Politica: Edimar Pireneus sonha com a Câmara Federal

A cidade de Brazlândia deverá abraçar uma candidatura para a Câmara Federal em 2018. O ex- presidente da Câmara Legislativa, Edimar Pireneus, tende a ser o favorito  na opinião do eleitorado da pacata cidade do DF em 2018.

O ex- parlamentar já vem fazendo caminhadas dentro da região e espera o reconhecimento pelo o trabalho que fez durante sua passagem pelo o parlamento do DF;"Vamos trabalhar para levar as prioridades do DF na discussão nacional`", salientou Pireneus ao gbu.

O blogdogbu também perguntou ao ex- distrital em qual dos nomes ele irá apostar suas fichas para distrital na região;" Na verdade tenho que respeitar todos os postulantes á distrital em minha cidade. Não posso escolher lado ou defender esse ou aquele candidato. Essa missão será da nossa comunidade que terá a noção exata de sua decisão", disse Edimar.

 

fonte: Redação

 

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21dez/170

Politica: Major Cesário disputará a Câmara Federal

O ex- candidato á deputado federal por Brazlândia, Major Cesário, decidiu que vai buscar mais uma vez o sonho em se transformar em deputado federal pelo o DF. Segundo apurou o blogdogbu o pré-candidato acredita que os atuais representantes deixam a desejar;" Os policiais estão esquecidos na pauta nacional. E uma segurança pública trabalhando desmotivada é um sinal péssimo para o futuro do DF", disse, Major Cesário.

fonte: Redação

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20dez/170

“Vamos concluir o 1º mandato com contas equilibradas”, diz Rollemberg

Governador deixa no ar intenção de dar continuidade à sua gestão no GDF ao fazer balanço de três anos no Buriti

Michael Melo/Metrópoles

MICHAEL MELO/METRÓPOLES

“Saímos do limite da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e nossos servidores recebem em dia”, afirmou. “Deixamos um legado importante para Brasília, que nenhum governo pode tirar: desativação do Lixão, universalização da educação para crianças de 4 e 5 anos, regularização fundiária, novo modelo de gestão da Saúde e investimentos para enfrentar a crise hídrica”, completou.

Durante a apresentação dos resultados de seu mandato, o governador falou sobre as obras e o desafio de melhorar a qualidade dos serviços prestados na rede pública de Saúde. Ele condicionou contratações de servidores e a criação de 220 leitos do Hospital da Criança à aprovação da emenda ao orçamento do DF que prevê o uso de R$ 1,2 bilhão do Instituto de Previdência dos Servidores (Iprev). A proposta será votada em 15 de janeiro.

Michael Melo/Metropoles

MICHAEL MELO/METROPOLES

Rollemberg falou sobre programas de geração de emprego, austeridade e medidas para conter a crise hídrica

O discurso entusiasmado, contudo, se contrapõe à avaliação do chefe do Executivo local. De acordo com pesquisa Metrópoles/Dados, 73,4% dos eleitores brasilienses consideram a gestão dele ruim ou péssima e 41,5% dão nota zero ao governo. Após o balanço, o socialista foi questionado por jornalistas sobre que nota daria à própria gestão. “Isso a população, no momento certo, dirá”, respondeu.

Realizações

Rollemberg falou ainda sobre as principais obras realizadas sob seu comando, bem como das que ainda estão em andamento. Informou que pretende encerrar de vez o Lixão da Estrutural até o primeiro semestre de 2018. Em relação à crise hídrica, destacou a entrega dos subsistemas produtores do Bananal e do Lago Norte, que adicionam mais de 1,4 mil litros por segundo na captação de água do DF.

A mais importante obra de captação de água, entretanto, ainda está em andamento. É a do Sistema Produtor Corumbá, uma parceria entre os governos do DF e de Goiás.

O socialista lembrou também outras medidas de seu governo, como a implementação do Bilhete Único e o investimento de R$ 207 milhões no Trevo de Triagem Norte e na Ligação Torto-Colorado, que deve resultar no fim de engarrafamentos na saída norte do DF, por onde mais de 100 mil motoristas transitam todos os dias.

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20dez/170

Desconstruindo candidaturas: Eliana Pedrosa

Dando continuidade a serie: Desconstruindo Candidaturas. Hoje iremos falar da ex-deputada, empresária e  vice-governador, presidente do Podemos-DF, Eliana Pedrosa. As eleições de 2014 nunca irão sair da memória de Eliana. A sua ida PPS fez com que desse um passo atrás na sua carreira política.

Para quem não se lembra depois de desistir da candidatura Pedrosa foi ser vice do então líder das pesquisas José Roberto Arruda. o "careca" com problemas judicais ficou fora do jogo, a vez era de Eliana. Mas a direção nacional do PPS puxou o tapete da empresária e ela foi ser candidata a deputada federal, não foi eleita. Só dá um Google para entender a história.

Hoje vida que segue Eliana foi para o Podemos do senador e presidenciável,  Alvaro Dias e de cara deu uma bica no deputado distrital Rodrigo Delmasso. Com certeza Rodrigo irá sair da legenda. Nas articulações para ser cabeça de chapa isso pegou muito mal, nos confidenciou um dos pré-candidatos ao Palácio do Buriti.

A empresária ainda não se viabilizou como candidata ao Governo e nas negociações seu nome é pouco falado para ser a líder de uma coligação. Todos os outros postulantes vêem Eliana disputando uma vaga na Câmara Dos Deputados e de vez em quando o Senado.

O maior problema de Eliana Pedrosa é caseiro todos os postulantes ao Buriti principalmente da direita são bens claros em dizer quem atrapalha a ex-deputada é o seu irmão Eduardo Pedrosa muito conhecido nos bastidores.

Dizem que Eduardo é um verdadeiro articulista isso amedronta as articulações.  Outro problema é o seu sobrinho Dudu Pedrosa, filho do Eduardo, que é pré-candidato a deputado distrital. É confuso assim mesmo.

Os pré-candidatos a deputado distrital não entram no Podemos temendo a filiação de "Dudu" e assim serem bucha de canhão do clã Pedrosa.

Outra coisa que talvez os articuladores comentam é se a postulante é uma pessoa de direita centro-direita ou até mesmo centro-esquerda. Nas mesas de negociações essa é questão apesar de diminuta e muito mais falada.

Mais uma situação nessa saramandaia, Eliana uma hora se articula com os envagelicos e já chegou até cogitar ser vice de Jofran Frejat. Isso embola a cabeça de que  tentar compor com a empresária.

O que poucos sabem é Eliana e Eduardo não toleram mais o ex-governador José Roberto Arruda a treta entre eles é forte. A maioria dos candidatos estão sendo ou são manipulados por Arruda de alguma forma. Essa pendenga com o "careca" ainda irá dar muito pano para a manga e até mesmo atrapalhar "Os Pedrosas."

 Resumo:

1 - A sombra de Eduardo Pedrosa atrapalha Eliana

2 - Os passos do seu sobrinho Dudu enfraquece a nominata do Podemos

3 - Eliana não está pontuando nas pesquisas de opinião e isso a coloca em último lugar

4 - A postulante ao Buriti precisa mostrar que não é desagregadora e trazer partidos para o seu projeto majoritário.

5 - A treta com Arruda é séria e nos bastidores a chance de um dos dois lados se  ferir é grande.

6 - Caso Dudu Pedrosa se filie ao Podemos pode quebrar a nominata com toda certeza. 2014 que o diga.

7 - O fantasma de 2014 ainda paira. Será que Eliana aprendeu a lição?

8 - Os outros partidos não acreditam nas pretensões majoritárias de Eliana.

9 - Eliana deveria tentar ser vice de Frejat, concorrer ao Senado ou até mesmo deputado federal.

Na próxima matéria iremos falar de Izalci Lucas

Fonte: Radiocorredor

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20dez/170

Câmara Legislativa aprova orçamento 2018

Câmara Legislativa aprova orçamento 2018

Foram apresentadas 710 emendas -- Foto: Agência Brasília -

Por Agência Brasília / Diário do Poder 

Nesta terça-feira (19) a Câmara Legislativa concluiu a votação, em segundo turno, do Projeto de Lei Orçamentária Anual (Ploa) para o exercício 2018 com 17 votos pela aprovação. Sendo assim, para o ano que vem o Distrito Federal terá orçamento previsto de R$ 26,95 bilhões. Computados os repasses da União para o Fundo Constitucional, o montante chegará a R$ 42,4 bilhões.
Durante a votação, os deputados legislativos apresentaram 710 emendas ao projeto. O primeiro turno já havia sido finalizado na noite de quarta-feira (13).

Os parlamentares se comprometeram ainda a comparecer em sessão extraordinária, em 15 de janeiro, para votar projeto de lei do Executivo que remanejará parte dos recursos, no valor de aproximadamente R$ 1,3 bilhão. Inicialmente, a proposta seria apreciada na forma de emenda à Ploa, mas não houve consenso. Parte dos parlamentares questionou o rito utilizado, o que adiou a votação.

A proposta do governo estima receita de R$ 26,95 bilhões para o próximo ano. Os recursos para o exercício seguinte estão assim divididos na proposta do governo:

R$ 14,8 bilhões para pagamento de pessoal
R$ 7,3 bilhões para custeio
R$ 2,3 bilhões para investimentos
R$ 680 milhões para reserva de contingência
R$ 400 milhões para operações financeiras
R$ 300 milhões para juros da dívida
R$ 300 milhões para amortização da dívida

A esta quantia se soma o repasse ao Fundo Constitucional, que atende a segurança pública e cobre parte dos gastos da saúde e da educação. É esperado que União repasse R$ 13,6 bilhões do fundo e R$ 1,86 bilhão para os investimentos das estatais.

Em relação ao fundo, a divisão de valores é de R$ 7,8 bilhões para a área de segurança. R$ 2,4 bilhões para educação e R$ 3,3 bilhões para a saúde.

Adotadas medidas de ajuste fiscal para equilibrar as contas do governo — que já deu resultados com a saída do DF do limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal, a Ploa mantém as despesas de 2018 praticamente no mesmo patamar de 2017.

Os investimentos serão mantidos, de acordo com o documento, custeados especialmente por meio de financiamentos do Banco do Brasil e do BNDES, por exemplo.

Entre as principais obras, estão as intervenções no Trevo de Triagem Norte, na saída Norte, obras de infraestrutura em regiões carentes e três escolas técnicas em processo de licitação.

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20dez/170

MINISTRO EDSON FACHIN NEGA SUSPEIÇÃO DE MORO PRETENDIDA POR LULA

DEFESA DO EX-PRESIDENTE TENTAVA AFASTAR MORO POR 'PARCIALIDADE'

TRF-4 E STJ JÁ HAVIAM NEGADO PEDIDO DE LULA PELO AFASTAMENTO DE MORO E ANULAÇÃO DE SUAS DECISÕES (FOTO: REPRODUÇÃO)

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19dez/170

MPF ACUSA PETISTA KOKAY DE FICAR COM PARTE DO SALÁRIO DE ASSESSORA

MPF: DEPUTADA DO PT EMBOLSAVA PARTE DO SALÁRIO DE ASSESSORA

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19dez/170

Governistas e oposição ensaiam acordo para votação do orçamento

CB.Poder

impasse sobre a votação da Lei Orçamentária Anual (LOA), que fixa a receita e as despesas do governo para 2018, está próximo ao fim. Conforme acordo ensaiado, nesta sexta-feira (15/12), entre distritais da oposição e a base aliada ao governador Rodrigo Rollemberg (PSB), a proposta original de R$ 42,4 bilhões deve ser votada na próxima terça-feira (19). A apreciação da polêmica emenda de R$ 1,2 bilhão, porém, ficaria para o início de janeiro de 2018.

Sem a votação da LOA, o GDF tem acesso a apenas um duodécimo da receita do ano anterior. Nesse caso, o Palácio do Buriti pode usar o montante somente para despesas obrigatórias, como pagamento da folha de pessoal e custeio da máquina. Investimentos e licitações, por exemplo, ficam vetados.

O acordo começou a ser desenhado na manhã de hoje, em uma reunião capitaneada pelo presidente do Legislativo local, Joe Valle (PDT), que contou com a presença de outros sete parlamentares. Comunicado sobre os termos, o líder do governo na Câmara Legislativa, Agaciel Maia (PR), encontrará o governador mais tarde para explicar os detalhes da proposição.

O acerto está condicionado a dois itens: a garantia de que a emenda com recursospoupados pelo governo após a reforma da previdência seja avaliada em janeiro e o remanejamento de parte da verba para a construção de escolas, como prometido durante as sessões da Câmara em Movimento. Um dos lugares agraciados com uma nova unidade de ensino seria o Itapoã.

Os deputados não classificam o acordo como “fechado”, porque submeterão os termos ao crivo do colégio de líderes, na próxima segunda-feira (18). A tendência, contudo, é que todos batam o martelo de forma favorável à proposta. Um documento seria assinado para validar o acerto.

Imbróglio

O imbróglio sobre a votação da LOA tomou corpo na última terça-feira, quando a proposta deveria ser votada em plenário. O centro da polêmica é uma emenda, proposta por Agaciel Maia (PR) a pedido do Executivo local. O documento distribuía o R$ 1,2 bilhão entre obras, nomeações de servidores, transporte, além de itens triviais, como casamentos comunitários.

A oposição apontou que a tentativa de alteração determinada pelo Palácio do Buriti aconteceu “na surdina”, sem diálogo, e a derrubou em uma votação apertada, que contou com o voto de minerva do presidente da Casa, Joe Valle (PDT). Insatisfeita com a decisão, a base governista esvaziou o plenário para adiar o debate. Ontem, em uma sessão marcada por xingamentos e bate-boca, os aliados novamente deixaram a Casa para evitar a apreciação da matéria.

Assim, travou-se um embate. De um lado, aliados de Rollemberg afirmaram que a votação de uma proposta fragmentada prejudicaria as previsões orçamentárias. Do outro, a oposição alegou que era adequado dar o sinal verde, por ora, apenas à destinação dos R$ 42,4 bilhões originais. Portanto, o uso do R$ 1,2 bilhão restante deveria ser avaliado no próximo ano, com o correto detalhamento, para que o governo não use o dinheiro em projetos banais, apenas para a concretização de pretensões eleitorais.

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19dez/170

Desconstruindo Candidaturas: Tadeu Filippelli

Dando continuidade a serie: Desconstruindo Candidaturas. Iremos falar do ex vice-governador, presidente do PMDB-DF e ex-deputado federal, Tadeu Filippelli. As pretensões de Filippelli são as mais fictícias possíveis. Primeiro porque ele fez parte da fracassada gestão de Agnelo Queiroz e tenta de todas as formas descolar a sua imagem dos fracassos petistas. Segundo seu nome só caia nas pesquisas. O Portal Metropoles (leia aqui) encomendou uma pesquisa que mostra bem esse quadro.

 Candidatura ao Palácio do Buriti? Ledo engano. As principais pastas do governo Agnelo estavam sobre os domínios do PMDB e de pessoas que foram indicadas por ele. Os exemplos são as secretarias de Transporte e Obras.

Portanto, cada fracasso dessas secretarias e outros órgãos devem sim serem atribuídos a Filippelli. Fora as denúncias da lava-jato que ainda vão o perseguir caso ele não obtenha um  mandato para ter aquele foro privilegiado básico.

A verdade é que Tadeu Filippelli tem a síndrome "Arrudiana" : não está no jogo,  porém, quer controlar tudo. Para isso, o ex-vice coloca na mesa o PMDB e PP legendas que ele dita as regras e barganha com as forças de direita.

Tadeu não admite ficar no rabo do foguete tanto que para o seu lado trouxe Ibaneis Rocha excelente jurista que acha conhecer o meio político e mal sabe ele que nesse meio é um tentando dar rasteira no outro o tempo todo.

A candidatura de Fillippelli é o mais puro blefe com o intuito de barganhar alto nas articulações. A verdade é que Tadeu quer um lugar ao sol. No fundo ele sabe que no máximo pode pleitear uma candidatura a deputado federal. A imunidade tem que valer mais que a sua vaidade.

A vinda de Ibaneis para o PMDB só foi uma maneira de atrair os holofotes e mostrar força. Uma estratégia para acuar os outros postulantes ao Governo. Mas nos bastidores ninguém confia em Filippelli, que é da velha escola das raposas políticas.

Suas posições dúbias são comentadas pelos quatro cantos. Sua pose de "todo poderoso" atrapalha mais que ajuda e o afunilamento do jogo irá mostrar isso.

Até onde Filippelli irá blefar? Ninguém sabe. As pesquisas mostram que seu nome ao Palácio do Buriti não emplaca de forma alguma ao contrário chama mais à atenção das forças ocultas do que outra coisa.

Resumo: 

1 - Tadeu Fillippelli traz consigo tempo de TV, mas um partido rejeitado pela opinião pública

2- O ex vice não é visto como um político de confiança e tenta de todas as formas minar a candidatura dos seus aliados.

3 - Nem os deputados distritais estão satisfeitos no PMDB e se pudessem já teriam pulado do barco.

4 - A verdade é que Tadeu Filiippellli é ruim de votos. Suas votações pelo tanto de poder que detinha sempre foram fiascos.

5 - Ibaneis Rocha que é um jurista de respeito não aceita banco de reservas e gosta de dirigir o ônibus.

6 - Seus pares querem só seu tempo de TV e só fazem reunião com por causa disso.

7 - Filippelli deveria concentrar as suas forças em obter um mandato de deputado federal. Mesmo assim não será fácil.

8 - Sua síndrome "Arrudiana" sobe a sua cabeça e seus aliados falam mal dele que só.

Na próxima matéria iremos analisar a candidatura de Eliana Pedrosa (Podemos).


Fonte: Radiocorredor

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19dez/170

TCDF analisa denúncia de “apadrinhamento” em coligada do BRB

Daniel Ferreira/Metrópoles

DANIEL FERREIRA/METRÓPOLES

Entre os implicados, estão parentes de figuras de projeção na capital da República, como o governador Rodrigo Rollemberg (PSB), os deputados distritais Juarezão (PSB) e Ricardo Vale (PT), além do conselheiro do TCDF Paulo Tadeu. O diretor-presidente da instituição, Ralil Nassif Salomão, é apontado por supostamente atuar em favor da contratação de funcionários com conexões políticas.

Esta não é, no entanto, a primeira vez que a Cartão BRB enfrenta o desgaste de um processo levantando suspeita sobre suas contratações. Segundo a gestão da empresa, em 2010, o Sindicato dos Bancários de Brasília chegou a apresentar outra denúncia, com teor semelhante à atual, mas a acusação não prosseguiu. Após um longo período sem questionamentos, a entidade sindical tornou a se queixar, no ano passado, da modalidade de admissão.

A Cartão BRB alega que as acusações têm como pano de fundo conflitos referentes a indicações para cargos diretivos. De acordo com o Sindicato dos Bancários, tal imputação representaria apenas o pedido para uma “apuração aprofundada dos fatos”, e não haveria qualquer motivação partidária. “Não estamos preocupados com questão de governo. Governantes saem, o BRB fica”, disse o diretor-presidente da entidade, Eduardo Araújo.

Em parecer do MPC-DF ao qual o Metrópoles teve acesso, a procuradora-geral de Contas, Cláudia Fernanda de Oliveira Pereira, defende a substituição de funcionários contratados sem concurso público por profissionais aprovados em certame. O processo tramita em segredo de Justiça.

Parentes

Uma das situações mencionadas na ação é o de Sarah de Sousa Vale, filha do deputado distrital Ricardo Vale e sobrinha do conselheiro Paulo Tadeu, do TCDF. De acordo com a unidade técnica responsável por apurar os casos, Sarah estagiou na consultoria jurídica do Banco de Brasília até maio de 2015. Cinco meses depois, foi admitida como assistente administrativa I da Cartão BRB.

De acordo com as conclusões registradas no documento, não houve processo seletivo interno ou externo para a vaga, nem cumprimento do requisito de experiência de 12 meses. A autorização para admissão foi assinada pelo diretor-presidente da empresa, em vez da gerência e da diretoria que solicitaram o preenchimento do posto. “A contratação de Sarah de Sousa Vale feriu o princípio da impessoalidade”, concluiu a procuradora Claudia Fernanda, no parecer.

A equipe técnica esclareceu, no entanto, que o contrato de trabalho foi rescindido em julho de 2016, “elidindo-se a situação de irregularidade”. Procurado pela reportagem, Ricardo Vale escolheu não se pronunciar sobre o caso. Paulo Tadeu, impedido de julgar o processo na Corte de Contas, também não quis se manifestar.

A contratação de um filho do deputado distrital Juarezão também é questionada no processo. De acordo com o parecer do MPC-DF, Juarez Carlos de Lima Oliveira Júnior, que tem formação em sistemas de informação, foi contratado inicialmente para o emprego de analista de atendimento júnior. Em maio de 2016, ele teria passado a ocupar o cargo de analista de TI júnior.

“Assim, diante da ausência de processo seletivo e autorização de admissão pelo diretor-presidente Ralil Nassif Salomão, com dissimulação do efetivo emprego e área de atuação pretendidos e exercidos desde o início do contrato, entendeu que a contratação de Juarez Carlos de Lima Oliveira Júnior feriu o princípio da impessoalidade”, destacou o Ministério Público de Contas, no parecer sobre o entendimento do corpo técnico.

A respeito do caso, o deputado Juarezão esclareceu, em nota, que seu filho tem formação para o cargo ocupado, “tendo em vista possuir bacharelado em sistemas de informação”. “O mesmo cumpriu e demonstrou possuir todos os requisitos extrínsecos ou intrínsecos exigidos para o cargo, com capacidade técnica para tal, através do processo seletivo adotado pela empresa”, concluiu.

Além dos filhos dos distritais, uma “sobrinha por afinidade” do governador Rodrigo Rollemberg – ela é sobrinha direta da primeira-dama Márcia Rollemberg – também acabou implicada no processo. Isabela Gonçalves Kesselring estagiou na consultoria jurídica do BRB e, posteriormente, participou de um processo seletivo externo para o emprego de assistente administrativo I, da Cartão BRB.

A admissão no cargo, de acordo com a unidade técnica, “teria sido indicada por funcionário do BRB não identificado”. “Entretanto, não vislumbrou que a contratação, ocorrida em 08.04.2013, tenha sido influenciada pelo então senador da República e atual governador do Distrito Federal”, ponderou o Ministério Público de Contas.

Em nota, a assessoria do GDF destacou: “pela própria conclusão do MPC, não há qualquer indício de que o então senador Rodrigo Rollemberg tenha feito a indicação de uma suposta sobrinha para um estágio, o que, por si só, em função da existência de um processo seletivo, não configuraria irregularidade”.

No parecer, o MPC-DF declarou que “concorda integralmente” com as considerações da unidade técnica. “O acesso aos empregos das entidades controladas pelo BRB, salvo os cargos de livre provimento (membros do Conselho de Administração e da diretoria) e a possibilidade de terceirização para as áreas que a lei permite, deve se dar mediante concurso público, nos moldes já realizados pela empresa controladora, o BRB”, avaliou.

Critérios de contratação

O TCDF também analisa a suposta contratação de empregados por critérios de “amizade e afinidade” na Cartão BRB. Conforme a denúncia, o atual diretor-presidente da empresa, Ralil Nassif Salomão, e o diretor de tecnologia e produtos, Humberto Augusto Coelho, são apontados como responsáveis por indicações que resultaram na admissão de novos funcionários.

Salomão teria viabilizado a entrada, na subsidiária do BRB, de um contemporâneo de pós-graduação, um advogado que atuou em seu favor, além de outras cinco pessoas, as quais treinavam ou ministravam aulas de capoeira na associação Raízes do Brasil, da qual é sócio-fundador. Essas contratações ocorreram entre os anos de 2015 e 2016.

Levantamento realizado pela unidade técnica do Tribunal de Contas do Distrito Federal identificou 17 pessoas supostamente admitidas na empresa devido à relação de proximidade com Salomão e Coelho. Após uma inspeção na gerência de pessoas da Cartão BRB, verificou-se que não houve processo seletivo para esses postos.

“Esta representante ministerial concorda integralmente com as considerações externadas pela unidade técnica, que demonstrou, cabalmente, a ocorrência de irregularidades, em descompasso com os princípios constitucionais que norteiam a Administração Pública, nas contratações de pessoal efetuadas pela BRB Cartão por indicações do diretor-presidente e de diretor de tecnologia e produtos”, asseverou a procuradora-geral do MPC-DF, Cláudia Fernanda.

De acordo com a atual gestão da Cartão BRB, o procedimento utilizado para a admissão dos funcionários da empresa é lícito e segue todas as normas estabelecidas pela instituição financeira. Ainda segundo a subsidiária do Banco de Brasília, o pessoal contratado atende os requisitos técnicos necessários aos cargos que ocupam. Metropóles.

 

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18dez/170

TSE APROVA REGRAS PARA AS ELEIÇÕES DE 2018 E MIRA COMBATE A FAKE NEWS

ENTRE OS TEMAS, GASTOS DE CAMPANHA E REMOÇÃO DE CONTEÚDO NA INTERNET

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