19jul/170

Por ordem de Moro, BC bloqueia R$ 606 mil de Lula

Por ordem de Moro, BC bloqueia R$ 606 mil de Lula

O ex-presidente Lula teve R$ 606.727,12 bloqueados pelo Banco Central nesta terça-feira 18 por ordem do juiz federal Sérgio Moro.

Portal 247

O confisco dos ativos foi um pedido feito pelo Ministério Público Federal no dia 4 de outubro de 2016, atendido agora pelo magistrado. O ex-presidente foi condenado a 9 anos de 6 meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro na semana passada por Moro.

O dinheiro foi encontrado em quatro contas de Lula: R$ 397.636,09 (Banco do Brasil), R$ 123.831,05 (Caixa Econômica Federal), R$ 63.702,54 (Bradesco) e R$ 21.557,44 (Itaú).

Além do dinheiro, Moro também confiscou três apartamentos e um terreno de Lula, todos os imóveis em São Bernardo do Campo (SP) e também dois veículos. Os bens confiscados correspondem "a parte ideal de 50% correspondente à meação" - Lula é viúvo desde fevereiro, quando sua esposa, Marisa Letícia, faleceu vítima de um AVC.

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19jul/170

Indecisão De Frejat Freia Crescimento Da Direita No DF

O médico que virou político bem sucedido, continua sendo uma incógnita no Distrito Federal. Jofran Frejat, filiado ao PR de José Roberto Arruda (preso recentemente numa operação da Lava Jato), quase venceu as eleições em 2014. Deu muito trabalho a Rodrigo Rollemberg (PSB) que acabou vencendo o pleito na disputa ao Buriti.

Enquanto outros políticos colocam seus nomes e ideias na rua com vistas às eleições de 2018, à interlocutores Frejat diz que será candidato a governador. À outros, diz que prefere o Senado. Não se sabe o que de fato o experiente político deseja.

Fontes afirmaram ao Blog que Jofran Frejat já estaria de malas prontas para ingressar em outro partido,onde teria mais espaço e tranquilidade para trabalhar.

Políticos de direita torcem para que Frejat decida logo a que cargo concorrerá em 2018. O tempo passa e Rollemberg começa a dar sinais de que não quer deixar o Buriti no próximo ano. Começou a pegar gosto pelo poder executivo.

De tanta indecisão, Frejat já ganhou até o apelido de “tucano”. A aposta é que Frejat será mesmo candidato ao Senado, porque tem 82 anos e teria 8 anos de mandato no legislativo e encerraria com chave de ouro sua carreira política.

Fonte: Donny Silva

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19jul/170

Palanque para o PSB em Taguatinga

Informações Milena Lopes, Jornal de Brasília 

A exoneração do administrador regional de Taguatinga, Ricardo Lustosa, nada tem a ver com o futuro do mandato da deputada distrital Sandra Faraj (SD). Quem garante é o Palácio do Buriti. O discurso oficial para a justificativa da troca do apadrinhado da parlamentar evangélica por uma das figuras do PSB que precisa de holofote, Marlon Costa (foto), é de que o governo busca a melhoria permanente da atuação das administrações. Nos bastidores, a notícia é de que Costa está de olho na projeção popular, porque 2018 está bem aí.

Sem recepção

Há quem aposte que a atuação de Lustosa é que gerou indisposição com o Buriti. O governador Rodrigo Rollemberg sentiria falta de tapete vermelho em uma das mais importantes regiões do DF. E teria aproveitado as falhas de recepção para, então, dar palanque a um dos fieis escudeiros dele, que, permanece acumulando o cargo de subsecretário de Mobiliário Urbano e Participação Social. A nomeação dele aparece como interina no Diário Oficial do DF, mas já é tida como certa a permanência dele no cargo.

Sem satisfação 

O gabinete de Sandra Faraj não se manifesta oficialmente sobre o assunto, mas já se sabe que a deputada estava fora do País quando Rollemberg resolveu avisar Lustosa que ele sairia em breve do governo. A deputada, como boa evangélica que é, foi uma das que votou e defendeu a edição do decreto legislativo que derrubou a lei contra a homofobia que Rollemberg regulamentou.

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19jul/170

MARCOS VALÉRIO FECHA ACORDO DE DELAÇÃO PREMIADA COM A PF

O ACORDO PRECISA SER HOMOLOGADO PELO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL

MARCOS VALÉRIO CUMPRE PENA EM UMA PRISÃO DE SEGURANÇA MÍNIMA EM SETE LAGOAS (MG) (FOTO: REPRODUÇÃO YOUTUBE)

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19jul/170

Politica: Enquete para um nome de Brazlândia em 2018 já mostra os favoritos da cidade

JÁ COMEÇOU A ENQUETE. OBSERVE AO LADO DIREITO DO BLOG E PARTICIPE!

O blogdogbu colocou no ar essa semana uma enquete que deseja ouvir a opinião da comunidade com vistas ao processo politico de 2018. A enquete vem perguntando quem a comunidade acha mais preparado para representar os interesses da cidade na Câmara Legislativa nas eleições do ano que vem.

Então fique atento para deixar registrada a sua opinião. Se deseja deixar sugestões basta nos mandar a sua opinião no blogdogbu.com@gmail.com

fonte: Redação

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18jul/170

Politica: Brazlândia ganha mais um nome para 2018

A cidade de Brazlândia ganhou na tarde de ontem a confirmação de mais um nome nas disputas eleitorais de 2018. O servidor público da área da segurança, Adeilton Braz, declarou ao blogdogbu que não vai abrir mão de por seu nome nas disputas eleitorais no ano que vem.

Então vamos saber quem de fato é Adeilton Braz,;

"QUEM É ADEILTON BRAZ? "  

   Casado com a Carismática Professora Natiane e pai de dois filhos, completou 40 anos, é filho de Brazlandia e também o primogênito dos 5 filhos da Dona Lozinha. Ex Soldado do Exército Brasileiro, Ex Auxiliar Técnico em Análise Econômica da FGV  (Fundação Getúlio Vargas), Ex sócio dos Depósitos de Gás da Super Gas Braz e Liquigas em Brazlandia.  Atualmente é  CB da Polícia Militar do DF. Bacharel em Teologia, Pós graduado em Docência do Ensino Superior, Gestão e Orientação Pedagógica e Psicopedagogia. É também Conselheiro de Prevenção do Uso indevido de Drogas.... Em 2007 ele fundou a ADEBRAZ - Associação Beneficente dos Evangélicos de Brazlandia, é  o idealizador e também o coordenador da Festa do Dia do Evangélico em Brazlandia, Coordenador do Jantar em Comemoração ao Dia do Pastor em Brazlandia, criador do Projeto Jardim de Infância Semeando em Brazlandia e também na Ceilândia. Foi um dos principais Coordenadores da campanha vitoriosa do Deputado Juarezao em 2014 e rompeu com o parlamentar em virtude de Juarezão não cumprir o que prometeu. Tende a ser um oposicionista ferrenho do distrital do PSB em 2018.

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17jul/170

MENTOR DA FICHA LIMPA CHAMA “EMENDA LULA” DE CAVALO DE TROIA

PROPOSTA QUER PROIBIR PRISÃO DE CANDIDATOS ATÉ OITO MESES ANTES DA VOTAÇÃO

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17jul/170

Politica: Distrital Cristiano Araújo está entre os 10 mais lembrados na maioria das pesquisas pré- eleitorais

O recesso chegou e os deputados distritais começam a se organizar para o segundo semestre. O blogdogbu vem acompanhando as pesquisas pré- eleitorais com vistas 2018 e muita gente vem sendo esquecida na hora da opinião popular.

Quem vem demonstrando uma grande desenvoltura nos levantamentos é o deputado do PSD, Cristiano Araújo, que na maioria das pesquisas o jovem parlamentar sempre está entre os dez mais citados nas intenções de voto. Procurado pelo o blogdogbu o parlamentar preferiu manter o pé no chão;" Não penso em eleição nesse momento. Precisamos direcionar nossas atenções a projetos de interesse da comunidade. A missão minha será de priorizar a melhoria da saúde pública e a geração de empregos. Depois a população fará a avaliação no momento certo", Salientou Cristiano.

fonte: Redação

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17jul/170

Politica: Empresário aparece como alternativa a briga de Juarezão e Iolando Almeida

O distrital Juarezão deverá ter uma oposição sistemática ao seu ambicioso projeto de reeleição em 2018. Enquanto a equipe do distrital do PSB direciona sua artilharia pesada contra o suplente de deputado Iolando Almeida, o empresário Deusdete Benevides, como bom nordestino vem comendo pela as beiradas.

Nos últimos dias o empresário de sucesso na área da saúde, vem realizando visitas pontuais na região de Brazlândia mostrando o seu projeto alternativo aos de Juarezão e Iolando Almeida;" Vamos ser a terceira via, nem ao fracasso de Juarezão e muito menos a insistência de Iolando Almeida. O Deusdete terá projetos para nossa cidade sem essa briga desenfreada de grupos politicos em Brazlândia", garantiu um futuro apoiador de Benevides.

Só lembrando que o possível coordenador de Benevides poderá ser um oficial da reserva. O gbu divulgará nas próximas matérias o curriculum politico dele. Mas podemos adiantar que ele já foi candidato em eleições anteriores.

fonte: Redação

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17jul/170

Politica: Cenário começa a se definir

A briga por uma cadeira na Câmara Legislativa em 2018 deverá ser muito difícil e escreverá capítulos importantes na vida politica da capital da república. O chefe do executivo local vem dando sinais claros que deseja ter uma base de apoio um pouco mais confortável caso o projeto da sua reeleição vingue no próximo ano. Vislumbrando esse cenário, Rollemberg não consegue disfarçar as suas escolhas pessoais na briga eleitoral em 2018.

O atual administrador de Taguatinga, Marlon Costa, vem sendo visto no meio politico como um virtual nome a ter o apoio direcionado do governador Rodrigo Rollemberg;" O Marlon Costa é muito habilidoso e fiel ao Rodrigo, isso tende a somar para ele nas eleições de 2018 com vistas as eleições distritais", declarou um aliado de Rollemberg ao gbu.

Outro nome que tem a simpatia direta do governador é o poderoso Marcão, como é conhecido no governo, Marcos Dantas. Mas até o momento ele não se decidiu se disputará o processo politico no ano que vem ou vai se dedicar a reeleição do governador Rodrigo Rollemberg. É esperar para ver!

 

 

fonte: Redação

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17jul/170

Um sinal de alerta para a oposição de Rollemberg

Um sinal de alerta para a oposição de Rollemberg

Os números divulgados na pesquisa OpinaDF, do Instituto Brasileiro de Pesquisa e Análise de Dados – IBPAD, mostram que, ao subestimarem o potencial competitivo do atual governador, aqueles que aspiram sua cadeira podem estar plantando a semente de sua própria derrota no ano que vem.

Por Saulo Batista-Portal NBN 

Ao se medir pelo clima mais frequente nos bastidores, a corrida pelo Buriti estaria resumida a uma disputa entre os pré-candidatos de oposição na busca por definir quem será o algoz de Rodrigo Rollemberg, já considerado por muitos como um “ex-governador em exercício”. Entretanto, os números divulgados na pesquisa OpinaDF, do Instituto Brasileiro de Pesquisa e Análise de Dados – IBPAD, mostram que, ao subestimarem o potencial competitivo do atual governador, aqueles que aspiram sua cadeira podem estar plantando a semente de sua própria derrota no ano que vem.

Num cenário no qual o governador sofre um nível de rejeição que em condições normais inviabilizaria sua reeleição, mas também onde o principal grupo de oposição hoje se encontra incapaz de representar uma alternativa para 2018 em função das graves acusações que pesam contra seus líderes no âmbito da Operação Drácon, temos um eleitorado órfão, dos quais 91% ainda não sabe dizer em quem depositar seu voto de confiança nas próximas eleições.

Daqueles que se utilizam destes números para elaborar as estratégias que vem sendo seguidas por alguns dos principais postulantes ao GDF temos ouvido que, de uma pesquisa realizada com tanta antecedência, os dados mais relevantes são os que dizem respeito à rejeição dos postulantes. Pois são justamente estes que trazem um importante sinal de alerta para aqueles que aspiram governar o DF a partir de 2019.

Segundo o levantamento, os péssimos índices do governo Rodrigo Rollemberg – com aprovação de apenas 9% e rejeitado por 61% dos entrevistados – são comparáveis com os do governo do ainda presidente Michel Temer. Apesar disso, quando ajustados os números para levar em consideração apenas os eleitores que conhecem os pré-candidatos e se dispuseram a avaliá-los, temos que a rejeição do governador, apesar de altíssima, não destoa daqueles que hoje se imagina que serão os protagonistas das eleições de 2018 no Distrito Federal.

Esse é um dado crucial pois indica que, a não ser por uma mudança brusca e improvável no que diz respeito à percepção em relação a algum dos que já estão na disputa pelo Buriti ou o surgimento de um nome novo com maior aceitação por parte do eleitorado, o desafio diante do qual se vêem os que hoje buscam reduzir a rejeição de Rollemberg a ponto de torná-lo competitivo pode não estar tão distante quanto gostariam aqueles a quem interessa fazer crer que é intransponível.

Quem acompanha de perto as articulações para 2018 sabe que o espaço para o surgimento de um “nome novo” com apoio suficiente para se tornar competitivo é pequeno e cada vez menor. O mais frequente posicionamento adotado pelos políticos tradicionais, que controlam as burocracias partidárias, tem sido o de que não abrem mão de ser eles próprios os candidatos ao GDF.

Mesmo aqueles que gostariam de ser vistos como “gestores”, e que se esforçam para serem associados às qualidades que proporcionam uma alta popularidade ao prefeito de São Paulo, são, na verdade, velhos conhecidos do eleitor, representantes das mesmas oligarquias que dominam há décadas a cena política do DF, que participaram como protagonistas de governos marcados por desmandos e corrupção, e na sua imensa maioria envolvidos, eles próprios, em denúncias de desvios cometidos na condução da coisa pública.

A mecânica egocêntrica que tem pautado os movimentos de alguns dos principais pré-candidatos concorre para a construção de um cenário eleitoral que guarda estreita semelhança com a disputa municipal de São Paulo em 2008, quando a elevada impopularidade de Gilberto Kassab serviu de estímulo para o lançamento de um grande número de candidaturas de políticos tradicionais, como ex-prefeitos, igualmente mal avaliados e em sua maioria sem chances reais.

Para os que se dispõem a aprender as lições que a história tem a nos ensinar, fica a lembrança de que nas pesquisas realizadas com antecedência de cerca de um ano e meio da disputa na capital paulista, assim como hoje, a desvantagem do então prefeito no confronto com um na época franco favorito, que também contava com recall bastante elevado, era estatisticamente a mesma que assola Rollemberg, quando considerada a margem de erro das pesquisas, de 3% em ambas.

Os números do governador Rodrigo Rollemberg são ruins, muito ruins, a ponto de apenas 16,4% da população tê-lo mais em mais alta conta que Agnelo Queiroz (PT), aquele que não conseguiu sequer chegar ao segundo turno em sua sucessão e cujo nome se tornou junto ao eleitorado um sinônimo de corrupção e incompetência. Entretanto, como são igualmente ruins os índices de aceitação daqueles que até agora se apresentaram para a disputa de 2018, temos que – no que diz respeito à sua rejeição na comparação dos que hoje se colocam como seus adversários – a situação de Rollemberg chega a ser menos desfavorável hoje do que era e de Kassab em 2007.

O final desta história é conhecido e serve de lição para alguns que hoje, na oposição, diante dos números por ora desfavoráveis para o governo, se permite menosprezar um adversário que de forma alguma irá vender barato esta eventual vitória na disputa eleitoral que se aproxima.

A política não é uma ciência exata e nem de longe é possível afirmar que as semelhanças nos números e nas circunstâncias apontam para a reeleição do governador. Pelo contrário, repetir em Brasília o que se viu em São Paulo – tendo em vista, inclusive, a tradição do DF de não reeleger seus governadores – exigirá de Rollemberg um nível de habilidade que até agora seu governo não demonstrou em consolidar uma relação mais harmoniosa com o legislativo e conduzir uma gestão mais eficiente e melhor avaliada mesmo diante de uma de crise fiscal com a qual o governo ainda não conseguiu lidar de forma adequada.

Entretanto, este resultado precisa ser lido com muito cuidado também pelos candidatos de oposição. Caso contrário, podemos nos ver diante da possibilidade concreta de reeleição de Rollemberg menos pela capacidade de seu governo em reverter seus altíssimos índices de rejeição e mais pela incapacidade dos nomes até agora apresentados em se consolidar como uma alternativa real para os insatisfeitos com os atuais rumos do GDF.

Saulo Batista Especialista em orçamento e políticas públicas, diretor de relações governamentais da Associação Nacional do Transportador e dos Usuários de Estradas, Rodovias e Ferrovias (ANTUERF) e secretário-executivo da União Geral dos Trabalhadores (UGT).

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17jul/170

A cantora Célia Rabelo e o violonista Félix Júnior se apresentam,  nesta quarta (19/7), na Happy Hour do Venâncio Shopping

Conhecida como uma das vozes femininas mais bonitas de Brasília, a cantora Célia Rabelo é a estrela do palco do Venâncio Shopping nesta quarta-feira (19/7), pelo projeto Venâncio Cultural. Ela se apresenta ao lado do grande violonista Félix Júnior, um virtuose do instrumento. Nessa parceria, construída ao longo dos últimos oito anos, os artistas envolvem o público e passeiam levemente pela música brasileira em choro, samba, bossa nova e pop. A Happy Hour tem classificação indicativa livre e entrada franca.

 

No show do Venâncio, os dois interpretarão Gonzaguinha, Elis Regina, Noel Rosa, Cartola, Tom Jobim, Chico Buarque, Gilberto Gil, Dorival Caymmi, João Bosco, Paulinho da Viola, Vinicius de Moraes, Milton Nascimento, Tim Maia, Claúdio Nucci,  Herbet Viana,  Roberta Sá, Marisa Monte, Zé Ramalho e outros grandes compositores brasileiros. Estão no roteiro “Alegre menina” (Djavan), “Você é linda” (Caetano Veloso), “Coisa feita” (João Bosco), “Frevo mulher” (Zé Ramalho), “Maria, Maria” (Milton Nascimento), “Descobridor dos sete mares” (Tim Maia e “De mais ninguém” (Marisa Monte), entre outras canções.

Com uma voz única e um timbre brilhante, Célia Rabelo encanta o público do DF desde muito jovem. Precisa na distribuição da melodia, entoa harmonicamente a sua voz, dando a cada música uma interpretação vibrante e emocionante. Com esmero técnico, ela coloca toda a sua elegância em obras dos grandes compositores da MPB. Por isso, realizou vários projetos no Brasil e no exterior, dentre eles “O Ano do Brasil na França”, em Paris, em 2005; “O Brasil no Bi-Centenário da Independência do Haiti”, em 2003, em Porto-Príncipe; e uma noite brasileira no Teatro do Hotel Gran Melia Kuningan, em Jacarta, na Indonésia, em 2010. Também acompanhou a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro e  a Orquestra Sinfônica da Base Aérea de Brasília. Já esteve com renomados artistas, como Paulinho Pedra Azul, Tunai, Jair Rodrigues, Zé Luíz Mazziotte, Roberto Menescal, João Donato, Vander Lee, Paulinho Tapajós e Rosa Passos.

Considerado pela crítica uma revelação entre os violonistas de sete cordas no Brasil, o músico instrumentista Félix Júnior é também compositor e arranjador. Já tocou ao lado de grandes nomes do cancioneiro popular, como Altamiro Carrilho, Joel Nascimento, Osvaldinho do Acordeom, Turíbio Santos, Jorge Cardoso, Gabriel Grossi, Bebe Kramer, Hamilton de Holanda, Rick Trolsen, Dirceu Leite, Dominguinhos, Daniela Spielman, Os Cariocas e Yamandú Costa, entre outros. Tem três CDs gravados, sendo um em parceria com o gaitista Gabriel Grossi.

SERVIÇO
Happy Hour com Célia Rabelo e Félix Júnior ((violão)
Data:
 quarta (19/7)
Horário: 18h
Entrada: gratuita
Local: Venâncio Shopping, Praça de Alimentação do Piso Térreo - SCS Quadra 8
Informações: (61) 3208-2000

Informações para a imprensa – Célia Curto (99298-4309 e curtocelia@gmail.com

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