22maio/170

PRESIDENTE MICHEL TEMER FAZ OFENSIVA PARA EVITAR DESMANCHE DA BASE ALIADA

REUNIÕES AO LONGO DO FIM DE SEMANA DISCUTIRAM CRISE NO GOVERNO

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22maio/170

Maia deve rejeitar todos os pedidos de impeachment, diz vice-líder

O vice-líder do governo na Câmara, Darcísio Perondi (PMDB-RS), disse nesta quinta-feira (18) que o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), deve rejeitar todos os pedidos de abertura de processo de impeachment contra o presidente Michel Temer. É prerrogativa de Maia analisar a admissibilidade dos pedidos. “Ele, com certeza, vai rejeitar todos os pedidos”, disse Perondi. O peemedebista afirmou ainda que o questionamento de aliados é normal, mas que Temer é habilidoso no diálogo com parlamentares. Sobre o PSDB especificamente, Perondi disse que “é óbvio que o partido tem dúvida, mas está firme no governo”. “É o Brasil dos novos tempos.” Informações do Estadão.

Mesmo que os tucanos desembarquem do governo Temer, Perondi garantiu que o PMDB seguirá no poder. Um dos parlamentares mais próximos ao presidente, Perondi disse ainda que Temer está indignado com as acusações e angustiado. “Como não ficar angustiado num momento desses?”, questionou.

“Moleque”

O vice-líder do governo na Câmara chamou o empresário Joesley Batista de “moleque” e “brasileiro escroto”. Joesley Batista, um dos donos da JBS, gravou conversa com Temer em que o presidente teria dado o aval para a compra do silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) nas investigações da operação Lava Jato

“Ele é um moleque, um brasileiro escroto”, disse Perondi, logo após o pronunciamento do presidente, que afastou a possibilidade de renúncia ao cargo. De acordo com o vice-líder do governo na Câmara, Temer sequer cogitou a hipótese de deixar o posto. “Parece-me que ele tentou comprar a República”, acrescentou, buscando ligar Joesley aos governos do PT.

Perondi afirmou que o andamento das reformas trabalhista e da Previdência não muda e que elas são uma necessidade. “Estamos quase chegando aos números para aprovar a reforma da Previdência na Câmara”, ressaltou. “Talvez, as reformas ameacem os poderosos”, acrescentou.

Nesta quinta-feira mais cedo, porém, o senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES) suspendeu o calendário da reforma trabalhista. A previsão era apresentar o relatório na terça-feira, 23. “Isso é normal, a reforma trabalhista vai atrasar só um pouquinho”, afirmou o vice-líder do governo na Câmara.

Perondi buscou explicar como Joesley Batista se reuniu com Temer no Palácio do Jaburu, conforme mostraram as delações e foi confirmado pelo presidente nesta quarta-feira em nota oficial e nesta quinta em pronunciamento. “Esse empresário tentou agenda com Temer durante 60 dias e ele não quis recebê-lo. Aí, ele descobriu o telefone particular de Temer”, disse. “Ele atendeu, Temer atende a todos. Gentil que é, ele disse: ‘Venha cá’. Com certeza, foi uma cilada”, continuou. estaçãodanoticia.

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22maio/170

De R$ 1,4 bi dados em propina, PT abocanhou quase metade

 A JBS, dos irmãos Joesley e Wesley Batista, afirmou ter entregado R$ 1,4 bilhão em propinas nos 42 anexos de seu acordo de delação premiada, conforme informou “O Estado de S. Paulo”. Os valores nominais de 214 pagamentos constam dos depoimentos e planilhas apresentados pelos delatores envolvendo 28 partidos – não está claro, porém, o período que engloba os repasses. Em valores, o grupo concorre com a Odebrecht, cuja delação listou R$ 1,68 bilhão em repasses para 26 partidos.

Os repasses envolvendo a JBS podem ser maiores ainda se forem consideradas todas as doações eleitorais legais. O total relatado nos anexos é mais que o triplo do que Joesley Batista havia admitido ter pagado como propina – R$ 400 milhões – e mais do dobro do que afirmara Ricardo Saud, ex-diretor de Relações Institucionais da empresa (R$ 600 milhões).

Os pagamentos a políticos, provados pelas planilhas, mostram que a JBS é mais governista do que a Odebrecht. No ranking da quantidade de verba que o grupo direcionou a políticos o PT lidera com R$ 616 milhões (43,5% do total) e R$ 453 milhões para o PMDB, partido de Michel Temer, que foi vice de Dilma Rousseff. A Odebrecht havia reservado 25,4% de seus repasses para os petistas e 14,7% ao PMDB.

No caso específico de Dilma e Lula, que comandaram o país antes de Temer, o empresário Joesley Batista disse que abasteceu duas contas para os ex-presidentes na Suíça. O saldo chegaria, só em 2014, a cerca de US$ 150 milhões (sendo US$ 80 milhões de Dilma e US$ 70 milhões de Lula), o que em valores atuais representariam R$ 487,5 milhões, ou seja, quase meio bilhão de reais.

A cifra pode ser ainda maior se for considerada a informação dada por Joesley Batista de que contas de Lula no exterior teriam recebido, em 2010, outros US$ 50 milhões (R$ 162,5 milhões, valores atuais) e de Dilma outros US$ 30 milhões (R$ 97,5 milhões). Somando os valores que teriam sido repassados a Dilma e Lula, juntos, em 2010 e 2014 chega-se à surpreendente cifra de R$ 747,5 milhões (em valores atuais). Só não está claro ainda se o cálculo de toda a propina paga ao PT inclui os valores das contas que os ex-presidentes teriam no exterior.

Os créditos dessas importâncias milionárias, segundo o delator, eram em grande parte decorrentes de propinas sobre empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). “Os saldos das contas vinculadas a Lula e Dilma eram formados pelos ajustes sucessivos de propina do esquema BNDES e do esquema gêmeo, que funcionava no âmbito dos fundos Petros e Funcef”, apontou o empresário em um dos anexos da delação.

Tanto nas delações dos irmãos Batista quanto nos relatos de Ricardo Saud o PSDB – até 2016 na oposição – aparece em terceiro lugar como beneficiário de propinas. Do dinheiro da JBS, os tucanos ficaram com R$ 90 milhões (6,3%), um pouco menos do que receberam da Odebrecht (8,9% do total).

Em quarto lugar na lista de repasses da JBS está o PSD, do atual ministro Gilberto Kassab, com 51,6 milhões (3,6 % do total). O PSD nasceu governista, durante a gestão de Dilma Rousseff, e se mantém assim com Temer.

Em uma anotação feita a mão pelo executivo Ricardo Saud consta uma lista de “partidos cooptados (parceiros) PT”. A primeira sigla a aparecer é a do PR, ao lado da qual foi anotado R$ 34 milhões. A relação segue com PSD (R$ 43 milhões), PP (R$ 45 milhões), PMDB (R$ 129,2 milhões), PCdoB (R$ 13 milhões), PDT (R$ 4 milhões), PV-SP (R$ 1 milhão), PRB (R$ 2 milhões) e termina com o PROS ( R$ 10,5 milhões). Estaçãodanoticia.

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22maio/170

JBS Pagou Propina A Dois Dos Três Governadores Do PSB, Revela Delator

O delator Ricardo Saud, diretor de Relações Institucionais da JBS, provocou um tsunami ao relatar quanto a empresa pagou em caixa 2 nos últimos anos. Em depoimento a integrantes do Ministério Público Federal (MPF) no dia 5 de maio, ele disse que 1.829 candidatos a cargos eletivos em 2014 receberam propina do grupo empresarial. Mas, após citar nominalmente dezenas de políticos beneficiados, o executivo deixou alguns mistérios no ar. Um deles terá o efeito de uma bomba quando explodir. Resta saber onde o estrago será feito: na Paraíba ou no Distrito Federal.

Ricardo Saud foi enfático: dos três governadores eleitos pelo PSB em 2014, dois receberam propina. Um deles, como o próprio executivo detalhou, foi Paulo Câmara, em Pernambuco. Resta dúvida quanto ao segundo. As delações dos sete executivos da JBS deram origem a várias horas de gravação dos depoimentos, e os investigadores ainda se debruçam sobre o vasto acervo de documentos entregues ao MPF. Embora o segundo nome não tenha surgido até agora, as opções são restritas a Ricardo Coutinho e Rodrigo Rollemberg. Ambos são filiados ao PSB, partido que abandonou a base aliada do presidente Michel Temer na manhã de sábado (20/5), três dias após o escândalo da JBS vir a público.

Veja o vídeo em que Ricardo Saud fala em propina para governadores do PSB

Desses três governadores, apenas Rollemberg recebeu doações oficiais da JBS na disputa eleitoral de 2014. Segundo os valores declarados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), foram R$ 852.831,75. Desse montante, R$ 450 mil foram pagos diretamente pela empresa. Os R$ 402.831,75 restantes estavam espalhados em 40 transações atípicas feitas ao diretório do PSB do DF, que repassou o montante à campanha de Rollemberg.

Os R$ 450 mil que financiaram Rollemberg foram doados em 24 de outubro de 2014, dois dias antes do segundo turno, quando a chapa do PSB saiu vitoriosa da disputa contra Jofran Frejat (PR). O responsável pela negociação, conforme consta em tabelas apresentadas pelos delatores à Procuradoria-Geral da República, era “Ricardo Rollemberg”.

Ricardo Leal, o arrecadador de recursos

A referência ao nome “Ricardo Rollemberg” como “contato” para doação ao então candidato Rodrigo Rollemberg aparece na página 12 da planilha sobre repasses financeiros aos partidos. Em 2012, Rollemberg perdeu um irmão de nome Ricardo. Na época das eleições, o único Ricardo com quem Rodrigo manteve estreita relação foi o empresário Ricardo Leal, um dos apoiadores destacados pelo político com o objetivo de arrecadar recursos para a campanha.

Pessoas próximas ao governador do DF apostam que a referência ao “Ricardo” citado na planilha é Ricardo Leal. Até recentemente, Leal integrava o conselho de administração do Banco de Brasília (BRB). Deixou o cargo logo após surgirem rumores de que o operador financeiro Lúcio Funaro, preso no âmbito da Lava Jato, estaria disposto a fazer delação premiada. Entre os nomes citados por Funaro aos procuradores, estaria o de Ricardo Leal.

“Propina disfarçada”

No vídeo em que Ricardo Saud revela que a JBS pagou propina a 1.829 candidatos em 2014, o executivo diz ainda que o valor total chegou à casa dos R$ 600 milhões. Em outro depoimento, o dono da JBS, Joesley Batista, afirmou que nenhuma doação feita pela empresa, inclusive as declaradas ao TSE, foi lícita. Em vídeo, o empresário afirmou que “o caixa 1 era contrapartida, propina disfarçada”.

Veja o vídeo em que Joesley Batista afirma que mesmo as doações oficiais eram propina

Outro lado

Por meio de nota enviada ao Metrópoles na noite de domingo (21/5), o GDF informou que “toda doação de campanha recebida pelo então candidato Rodrigo Rollemberg aconteceu de forma legal. As contas de campanha já foram aprovadas pelo Tribunal Regional Eleitoral”.

A reportagem não conseguiu contato com a assessoria do governador da Paraíba, Ricardo Coutinho, nem com o empresário Ricardo Leal para comentar o assunto.

Propina em Pernambuco

Enquanto os procuradores ainda investigam a veracidade das denúncias, Pernambuco digere a acusação feita a Paulo Câmara. Na delação de Ricardo Saud, ele explica como a verba chegou ao pupilo do então presidenciável Eduardo Campos (PSB), morto em um acidente de avião em plena campanha eleitoral.

Saud revela que a JBS ficou empolgada com a candidatura de Eduardo Campos ao Planalto e ofereceu R$ 15 milhões em propina. “Com a morte do Eduardo, o Paulo Câmara e o Geraldo Júlio (atual prefeito de Recife) nos procuraram falando que tínhamos que honrar (o compromisso), pois precisavam ganhar a eleição em homenagem ao Eduardo”, detalhou o diretor da JBS. Segundo Saud, os valores ilegais foram entregues ao grupo conforme combinado.

Por meio de nota, Paulo Câmara negou as acusações e disse que “nunca solicitou nem recebeu recursos da JBS em troca de favores”.

“Sou um homem de classe média, e vivo do meu salário.”

Paulo Câmara (PSB), governador de Pernambuco

Veja o vídeo em que Ricardo Saud fala da propina paga a Paulo Câmara

 

Fonte: Donny Silva

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22maio/170

Acabou Para Michel Temer

O presidente Michel Temer (PMDB) enviou 15 perguntas sobre a gravação feita pelo dono da JBS, para a Polícia Federal responder. É mais uma inútil manobra de Michel na tentativa de se manter no cargo.

Mas é preciso perguntar ao presidente Michel Temer o seguinte: Por quê permitiu que um grande empresário fosse visitá-lo no Palácio do Jaburu altas horas da noite, e sem a necessidade de se identificar? Por quê não lhe deu voz de prisão? E o teor da conversa?

Michel sempre foi cúmplice de Lula, Dilma e PT. E mentem muito bem juntos ou misturados….

Em Brasília, todos os políticos mais sérios sabem que o governo de Michel Temer acabou graças à cumplicidade com o crime capitaneado pela chapa PT/PMDB.

Fonte: Donny Silva

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22maio/170

FRANÇA INVESTIGA PROPINA PARA O GOVERNO LULA PELA COMPRA BILIONÁRIA DE SUBMARINOS

FRANCESES INVESTIGAM COMPRA DE SUBMARINOS DE R$24,4 BILHÕES

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22maio/170

FERNANDO HENRIQUE TELEFONA A TEMER PARA OFERECER O SEU APOIO

RECOMENDOU QUE SE MANTENHA FIRME E QUE RESISTA AOS ATAQUES

EX-PRESIDENTE FHC.

fonte: Diariodopoder

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19maio/170

DELATOR RELATA EM DEPOIMENTO QUE COMBINOU PROPINA MILIONÁRIA PARA TEMER

JOESLEY CONTA QUE ACERTOU PROPINA DE R$50 MILHÕES PARA TEMER

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19maio/170

PARA TEMER, ÁUDIO DE CONVERSA COM DONO DA JBS CONFIRMA SUA INOCÊNCIA

O ÁUDIO DA CONVERSA ENTRE TEMER E JOESLEY FOI DIVULGADO PELO STF

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17maio/170

Reguffe desconfiado

Reguffe desconfiado

/Foto: Jefferson Rudy/ Agência Senado

O assédio ao senador vem de todos os lados. E haja promessa!

Por João Zisman-Politiquês  

O Senador Reguffe sempre tem despontado nas pesquisas de opinião (a grande maioria delas encomendadas por pretensos candidatos) como o preferido pelo eleitorado de Brasília para a disputa do Buriti em 2018. Discreto, o senador tem falado aos seus interlocutores que não pretende se candidatar novamente antes de concluir o seu mandato atual, que se encerra apenas em 2022.

Sabe-se que em política não existe um “não” definitivo. Na dinâmica política, entre o sim e o não, prevalece a ponderação, senso de oportunidade, confluência de interesses legítimos e, sobretudo, a preferência popular evidenciada em pesquisas. Portanto, ainda é muito cedo para afirmar que Reguffe não será candidato ao GDF em 2018.

Enquanto sua candidatura é uma incógnita, o seu apoio é considerado fundamental para aqueles que pretendem disputar a eleição. O assédio ao senador vem de todos os lados. E haja promessa!

Os incautos “peregrinos” ainda não se deram conta de que o Senador Reguffe cada vez menos acredita em promessas pré-eleitorais. O governador Rollemberg jogou um balde de água fervente na credulidade do Senador, quando lhe prometeu e não cumpriu reduzir em 40% o número de comissionados do GDF.

Portanto, antes de abrir a boca e prometer alguma coisa para Reguffe, é bom lembrar do ditado popular: “gato escaldado tem medo de água fria”.

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17maio/170

Maia apresenta números do projeto da LDO com previsão de receitas de R$ 40,2 bi

O presidente da Comissão de Economia, Orçamento e Finanças (CEOF) da Câmara Legislativa do Distrito Federal, deputado Agaciel Maia (PR), anunciou na sessão desta terça-feira (18) que o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2018 já está na Casa. Tendo como base análise preliminar dos indicadores, o distrital acredita que o próximo ano deve ser “bem melhor” do que 2017, do ponto de vista econômico.

Maia apresentou alguns números constantes no projeto encaminhado pelo governo. A previsão de receitas, segundo informou, é de R$ 40,2 bilhões – incluindo os recursos que o DF recebe da União para as áreas de educação, saúde e segurança pública. De forma positiva, o distrital disse que o Fundo Constitucional terá um acréscimo de 5,02% (R$ 661,8 milhões a mais), totalizando um montante de R$ 13,9 bilhões.

O aumento dos recursos a serem repassados pela União geraram, contudo, um questionamento por parte do deputado Wasny de Roure (PT). Para o distrital, o incremento previsto deveria ser superior a 6%, considerando o crescimento das Receitas Correntes Líquidas.

Agaciel Maia apontou, ainda, que as receitas do DF devem girar em torno de R$ 26,4 bilhões, dos quais R$ 16,4 bi serão advindos da arrecadação de impostos. Ainda de acordo com o presidente da CEOF, os montantes empregados para o custeio da máquina pública devem ser de R$ 7,5 bi. No que concerne aos valores para investimentos, o número fixado é de R$ 1,7 bi.

O projeto da LDO estabelece metas e prioridades para o exercício financeiro do ano seguinte, orientando a construção do orçamento. A Lei Orgânica estabelece que o GDF deve encaminhar o texto para a Câmara até o dia 15 de maio, e o Legislativo local precisa apreciar a matéria até o final de junho.

fonte: estaçãodanoticia

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17maio/170

Politica: Iolando cercando mais aliados com vistas á 2018

O suplente de deputado distrital, Iolando Almeida, não anda parando com relação a novos aliados para o seu audacioso projeto em se transformar em deputado distrital em 2018. O principal adversário do distrital Juarezão anda deixando o parlamentar socialista de orelha em pé. O cercamento que Iolando Almeida vem realizando ao ex- aliados de Juarezão vem se intensificando;" Vamos montar uma grande equipe para vencer o processo do ano que vem. Será a esperança contra a decepção", declarou um ex- juarezista ao gbu.

Procurado pelo o blogdogbu o suplente Iolando Almeida garantiu que chegou a hora das coisas mudarem para melhor;" Infelizmente a cidade anda esquecida e tudo que foi prometido não foi cumprido até o momento", disse Iolando em um ataque velado a Juarezão.

fonte: Redação

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