21fev/210

Estrutural: Ibaneis procura substituto de Major Cunha para a administração da cidade

As mudanças no governo do Distrito Federal já estão em fase final de articulações por parte daqueles que decidem o futuro da cidade.

O governador Ibaneis Rocha já pediu a seus auxiliares que busque a troca de alguns administradores regionais pelos próximos dias.  A proposta de Ibaneis Rocha é fazer a troca onde não está funcionando de forma alguma.

Uma das cidades que o governador decidiu pela a troca do administrador será o da  Cidade Estrutural, que atualmente é apadrinhada pelo o presidente da Câmara Legislativa, Rafael Prudente.

Vale lembrar que o parlamentar vem sofrendo um desgaste jamais visto em sua história política dentro da região. E tem liderança que ressalta a péssima escolha do distrital do MDB;" O deputado Rafael Prudente não tem idéia do desastre que ele nos trouxe ao indicar o Major Cunha para comandar nossa administração. A comunidade não entende a insistência dele em alguém que não deu certo", disse.

Reunião de debates da cidade

O governador já recebeu informações que a administração além de não ter uma aprovação popular,  Major Cunha é considerado ausente nas decisões da cidade.

Vale lembrar que lideranças da região já estão em pleno movimento para participarem da indicação do provável substituto de Major Cunha no comando da cidade Estrutural.

Uma informação de dentro do palácio do Buriti dar conta que Ibaneis Rocha deseja indicar um nome que more na cidade e que tenha identificação com a comunidade e os grupos organizados da região.

 

Redação

Quero CompartilharShare on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on LinkedIn
21fev/210

Troca na Petrobras foi mostra que consumidor importa mais que o ‘mercado’

Mudança seguiu Lei das Estatais, lei das sociedades anônimas e regras das bolsas de valores, inclusive internacionais

A demissão do presidente da Petrobras foi mal recebida pelo “mercado” como se o executivo fosse indemissível. Não é.

A mudança não afeta a estatal, sujeita à lei das sociedades anônimas, às regras das bolsas de valores, inclusive internacionais, e à Lei das Estatais, aprovada em 2018, que veda interferências.

O presidente Jair Bolsonaro se comprometeu a não interferir na política de preços criminosa, mas exigia que a estatal não invadisse a sua seara. Roberto Castello Branco ignorou esse limite. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Desdenhando do impacto dos aumentos, o executivo ameaçava a ação de Bolsonaro, em curso há meses, para evitar greve dos caminhoneiros.

Se não interfere nos preços, Bolsonaro precisava mostrar que não é o “mercado” quem nomeia o presidente da Petrobras.

Se aumentos da estatal prejudicam a população, garantem lucros bilionários aos investidores do “mercado”, daí a reação à demissão.

Ao comunicar sua decisão ao ministro Paulo Guedes (Economia), Bolsonaro reiterou o pacto de não se imiscuir na gestão da Petrobras.

Diário do Poder

Quero CompartilharShare on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on LinkedIn