5fev/210

PARANOÁ: 68% da comunidade quer eleger um deputado distrital da região em 2022, igual São Sebastião e Recanto das Emas

Na mais recente pesquisa que gira os corredores do poder no Distrito Federal, aparece um cenário diferenciado em regiões como Paranoá, São Sebastião e  Recanto das Emas. Nessas regiões as comunidades locais vem se manifestando no sentido de defenderem que no processo eleitoral de 2022, as respectivas cidades tenham representantes na Câmara Legislativa.

No Paranoá 68% acreditam que chegou a hora da região eleger seu deputado distrital;" Vejo os benefícios chegando nas outras cidades satélites. E aqui no Paranoá e Itapoã é tudo mais difícil. Se tivéssemos eleito um distrital daqui a história seria outra", salientou, Marcos Fernandes, comerciante da região.

Pensando como o Paranoá pelo menos seis cidades satélites desejam o mesmo objetivo. Exemplos de São Sebastião (60%) e Recanto das Emas (54%), Brazlândia dentre outras.

Redação

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5fev/210

Gravíssimo: Família busca PCDF após morte de parente em clínica de reabilitação

Prontuário só teria sido entregue 2 depois e história contada à família é diferente da relatada por médicos que fizeram atendimento

homemMaterial cedido ao Metrópoles

A morte de Paulo Henrique Rodrigues Alves, 44 anos, levantou uma série de dúvidas entre os familiares. Internado no dia 9 de janeiro em uma clínica para tratar dependência química, ele faleceu sob circunstâncias ainda sem esclarecimentos no último domingo (31/1).

O caso ocorreu na Khenosis, um centro de reabilitação localizado em Santa Maria. Conforme conta a irmã de Paulo, Márcia Eliasson, ele foi ao local por conta própria para tratar a dependência de álcool e narcóticos. “Ele foi internado e ficamos duas semanas sem poder vê-lo. O único contato era por carta, onde ele pedia várias comidas e pertences”, explica.

Em uma dessas idas, no dia 20, uma enfermeira que cuida da mãe de Paulo chegou a vê-lo no jardim gritando para ir embora. “Ela nos contou, mas infelizmente não demos muita importância, pois é normal alguém que está com alguns problemas falar isso”, lamenta.

Em 25 de janeiro ocorreu o primeiro contato, por videoconferência. Márcia conversou com Paulo, que relatou uma situação de violência que sofreu. “Chorando, ele disse que foi amarrado em um quarto sem banheiro e teve que fazer as necessidades dele na calça. Como tinha uma pessoa do lado, ele acabou não dizendo exatamente o que aconteceu, mas uma enfermeira me disse com a maior naturalidade que deu um sossega leão [calmante extremamente forte] nele depois de começar a chutar o portão”, conta.

Três dias depois, ele ainda fez outro contato por vídeo, dessa vez com um dos filhos. Aparentemente tudo estava bem. “No domingo, no entanto, a gente recebeu a ligação de que ele tinha passado mal: teriam levado ele ao hospital e morreu lá, mas a história ficou bem estranha depois que ouvimos do médico que o atendeu que Paulo já tinha chegado morto”, explica.

Outro ponto que levanta dúvida na família é a causa da morte. Paulo não tinha nenhuma doença, mas a clínica também não informava que medicamento ele tomava. “Demoraram mais de 48 horas para entregar o prontuário dele. Qual o motivo dessa demora? Eles não deveriam ter tudo anotado e já entregar de uma vez?” questiona.

Diante da história aparentemente mal contada, a família buscou o advogado Mário Gomes, que orientou o registro de boletim de ocorrência. “Queremos saber o que houve, queremos o laudo cadavérico e um exame toxicológico para saber se deram algo para meu irmão antes e não disseram”, diz Márcia.

Procurada, a clínica informou que aguarda o laudo do Instituto de Medicina Legal (IML) para avaliar a causa da morte antes de se posicionar. O caso é investigado pela 33ª DP.

Metropoles

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