17jan/210

Ministro Pazuello detalha distribuição das vacinas para todos os estados igualmente

Ministro criticou a "manobra política" de João Dória, que armou vacinação de uma pessoa para posar para fotos

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, concede entrevista, neste momento, sobre a vacinação contra a covid-19 no país. A coletiva é no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), no Rio de Janeiro.

Neste domingo (17), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomendou o uso emergencial no país das vacinas CoronaVac, do Instituto Butantan, em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac, e da AstraZeneca, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em parceria com o consórcio Astrazeneca/Oxford. A reunião durou cerca de cinco horas.

No caso da CoronaVac, a taxa de sucesso na prevenção da doença em relação ao grupo que tomou placebo (medicamento inócuo) atingiu 50,39%, segundo a agência. Para a AstraZeneca, a Anvisa confirmou a eficácia global do imunizante em 70,42%.

O Ministério da Saúde afirmou que após a aprovação da Anvisa, o início da vacinação pode ocorrer em até cinco dias. A previsão é de que o processo possa começar no dia 20 ou 21 de janeiro.

Diário do poder

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17jan/210

Diretoria da Anvisa aprova uso emergencial das vacinas de Oxford e Coronavac

Relatora Meiruze Freitas, Romison Mota e Alex Campos votaram a favor da liberação para aOxford/AstraZeneca e Coronavac

Depois de extensa análise durante quase cinco horas de reunião, a diretoria colegiada da Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu, por unanimidade de seus diretores, aprovar o uso emergencial das vacinas de Oxford/AstraZeneca e Coronavac contra a covid-19 no Brasil.

Segundo a relatora, Meiruze Freitas, a ausência de alternativa terapêutica e os benefícios que se sobrepõem aos riscos foram fundamentais para a decisão. Ela também agradeceu e pediu uma salva de palmas para os técnicos da agência que trabalhavam incansavelmente nos últimos dias para analisar todos os dados enviados pelos dois laboratórios.

O voto foi seguido pelos diretores Romison Mota e Alex Campos, que lembraram as dificuldades enfrentadas pelo país e pelo mundo no enfrentamento do coronavírus.

Com a maioria formada, os votos da diretora Cristiane Jourdan e do diretor-presidente Antonio Barra Torres foram mais sucintos, acompanhando integralmente a fala da relatora. Barra Torres lembrou, entretanto, que emergencial é o uso e não a autorização, que foi feita após análise criteriosa e minuciosa dos técnicos da agência.

“A Anvisa é hoje a única agência reguladora do mundo a analisar ao mesmo tempo dois protocolos vacinais de uso emergencial, e o fez em tempo recorde de nove dias. Um feito sem precedentes”, disse Barra Torres.

Com a decisão, a imunização pode começar assim que Fiocruz e Butantan sejam notificados oficialmente ou a partir da divulgação do resultado no site da Anvisa.

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