7jan/210

Política: Iolando, reeleição e os adversários para 2022

Edimar Pireneus, Grilo, Pastor Omar são nomes que enfrentarão Iolando Almeida em 2022

Iolando Almeida

O processo político eleitoral de 2022 já começa a tomar forma e definirá o futuro de muita gente daqui a dois anos.

O distrital Iolando Almeida da cidade de Brazlândia terá pelo menos dez candidatos a distrital  dentro de sua região como adversários e  já sabe da dura missão da reeleição.

O parlamentar do PSC definirá pelo os próximos dias uma linha de trabalho mais próxima da comunidade e ações mais políticas nas demais cidades do DF.

Em uma análise política dos adversários de Iolando Almeida, eles reconhecem que o distrital é o favorito entre os futuros candidatos daqui a dois anos dentro de Brazlândia e alguns já pensam em se juntar para conseguir bater de frente com Iolando.

Esperar para ver!

Redação

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7jan/210

Vigilante do DF atingido com golpes de facão na cabeça agonizou até a morte

Dois suspeitos do crime foram detidos nesta quinta-feira e um terceiro permanece foragido

homem mortoREPRODUÇÃO

O vigilante de 63 anos, morto brutalmente por assaltantes a golpes de facão na cabeça, foi deixado agonizando, ainda com vida, pelos autores do crime, na noite de 31 de dezembro do ano passado. A dupla foi presa nesta quinta-feira (7/1), após policiais da 24ª Delegacia de Polícia (Setor O) cumprirem mandado de prisão preventiva. Um terceiro suspeito permanece foragido.

De acordo com as investigações, na noite da barbárie, o vigilante foi encontrado pelo colega de trabalho que ia substituí-lo. Ele estava deitado e com a cabeça encostada em um saco de cimento. Ainda com vida, mas em estado gravíssimo. “Não conseguia falar, não prestou depoimento e morreu no hospital”, explicou o delegado-chefe da unidade, Raphael Seixas.

Segundo o delegado, a usina de energia solar onde ocorreu o crime está em construção e já havia sido alvo de criminosos no dia anterior ao latrocínio. Quando a polícia chegou ao local para fazer a perícia, já em 1º de janeiro, o engenheiro responsável pela obra, inicialmente, afirmou que não sentia falta de nada. “Ele não sabia o que os criminosos poderiam ter levado, pois as únicas coisas que faltavam eram os fios de cobre do crime anterior”, explicou.

Arma desaparecida

Ainda na usina, a polícia encontrou um coldre usado pelo vigilante. A arma, porém, jamais foi localizada. Os investigadores encontraram apenas um revólver artesanal, provavelmente usado pelos bandidos. “Um dos presos nesta quinta-feira confessou que cometeu o crime. Segundo ele, o vigilante efetuou disparos contra o grupo, que reagiu o atingindo com diversos golpes de facão. Todos acertaram a cabeça da vítima”, ressaltou o delegado.

O detento negou a autoria no furto anterior e disse que os comparsas levaram apenas a arma do funcionário da empresa privada. Os criminosos têm passagem por crimes de furto, principalmente de fios de cobre. “Acreditamos que eles se especializaram nesse tipo de crime, possuem um receptador e contam com a venda certa desse tipo de material”.

O outro assaltante, que foi atingido com um corte na cabeça, seguia para o Maranhão quando foi surpreendido pelos policiais. Ele passou por exames no Instituto Médico Legal (IML), que constatou a lesão recente e compatível com a do facão usado para matar a vítima.

Prontuários do Hospital Regional de Taguatinga (HRT) também confirmam que ele recebeu atendimento no local. “Foi um crime bárbaro. Um facão, possivelmente usado no crime, foi apreendido na residência de um dos investigados”, finalizou Raphael Seixas. Metrópoles

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7jan/210

Baleia Rossi enfrenta resistência no MDB e até entre deputados de São Paulo

Lorota de “frente partidária” revela fragilidade de Baleia: as candidaturas são avulsas e não se subordina a conchavo de líderes

A dificuldade de Rodrigo Maia para viabilizar Baleia Rossi na disputa pela presidência da Câmara, como provou a demora na escolha, é prenúncio dos obstáculos que o nome do MDB-SP enfrentará até 1º fevereiro, dia da eleição.

A lorota de “frente partidária” também revela sua fragilidade: candidaturas a presidente no Congresso são avulsas, não se subordinam a conchavo de líderes, como o de Maia, ao melhor estilo “me engana que eu gosto”. Por isso não há “traição” de deputado que “desobedece” líder. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

A característica de “eleição avulsa” explica a candidatura de Fábio Ramalho (MG) a presidente da Câmara. Ele é do MDB de Baleia Rossi.

Baleia é bom articulador, mas enfrenta resistência até dos deputados de São Paulo. Ainda há a velha “birra” antipaulista no comando da Câmara.

Não por acaso, Arthur Lira (PP-AL) percorre o País, visitando “eleitores”, com deputados do DEM de Rodrigo Maia e do MDB de Baleia Rossi.

Também pesa contra Baleia o apoio da “bancada do atraso”, de correntes esquerdistas contrárias às reformas que o País tanto necessita. Diário do poder

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