12dez/200

“Rei dos golpes” levou sem pagar dezenas de carros anunciados no DF

Com lábia afiada, o falsário é alvo de 15 inquéritos apurados pela PCDF e conseguiu deixar um rastro de prejuízos estimado em R$ 100 mil

homemREPRODUÇÃO

A lábia afiada, o gosto pelo dinheiro fácil e a voracidade em fazer novas vítimas são algumas das principais características de um dos maiores estelionatários que atuam no Distrito Federal. Foragido após mandado de prisão preventiva ser expedido pela Justiça, Claudeci Barbosa da Silva, 47 anos, fez pelo menos 11 vítimas em seis regiões administrativas da capital da república. Ao todo, o falsário responde a 15 inquéritos policiais.

Conhecido como “golpista do seminovo”, o criminoso tem preferência por escolher os alvos por meio das redes sociais, selecionando os anúncios de carros usados. A facilidade em mapear as oportunidades de compra fez com que Claudeci enganasse vários anunciantes, simultaneamente. O prejuízo provocado pelo estelionatário teria chegado a cifras próximas de R$ 100 mil. Os automóveis alvos do criminoso jamais foram recuperados pelas vítimas.

De acordo com o inquérito instaurado na 35ª Delegacia de Polícia (Sobradinho II), o golpista mantinha o mesmo discurso no momento de entrar em contato com as vítimas. “Ele se mostrava interessado em comprar o carro anunciado e marcava um encontro com a vítima e comunicava que o patrão lhe devia dinheiro e entraria em contato com o vendedor para concretizar a transação. No entanto, tudo não passava de uma encenação”, explicou o delegado-chefe da 35ª DP, João de Ataliba.

Transferência fraudulenta

Após o primeiro contato com Claudeci, as vítimas eram procuradas por um comparsa do golpista, que ainda não foi identificado pelos investigadores. O suspeito que se apresentava como “patrão” do estelionatário pedia os dados bancários dos proprietários dos veículos para que fosse feita uma transferência bancária. Um comprovante de depósito era enviado para as vítimas e a entrega do veículo e do Documento Único de Transferência (DUT) eram feitos.

Apenas 24h, após o golpe que as pessoas percebiam que o dinheiro da transferência jamais havia sido compensado. “Após perceberem a farsa, as pessoas ligavam para Claudecir, que inventava uma desculpa, como problemas com banco ou até que o suposto patrão havia sofrido um acidente. Em seguida, as vítimas eram bloqueadas no WhatsApp e deixavam de ser atendidas”, disse o delegado.

Uma das vítimas do golpista do seminovo amargou um prejuízo de R$ 11 mil, depois de publicar uma postagem no Facebook anunciando a venda de um Corsa Classic, em julho deste ano. O falsário e a vítima se encontraram às margens da rodovia BR-020 e concretizaram o negócio. O estelionatário levou o carro, mas o proprietário jamais recebeu o dinheiro.

Onda de crimes

Os policiais que ele está envolvido como autor ou suspeito em 11 ocorrências, em sua maioria, pelo crime de estelionato. Entre os anos de 2003 a 2006, o autor atuava com a aquisição fraudulenta de materiais de construção, quando então realizava os respectivos pagamentos com o uso de cheques fraudados, roubados ou sem fundos ou por meio de transferências falsas.

A partir de fevereiro de 2020, o criminoso passou a atuar com a aquisição fraudulenta de veículos com o mesmo modus operandi. Ele praticou golpes em Sobradinho, Recanto das Emas, Asa Sul, São Sebastião, Planaltina e Samambaia.

“Esse suspeito atua desde 2003 e se encontra em plena atividade criminosa, tendo sido registrado contra ele sete ocorrências policiais neste ano de 2020, das quais cinco por fatos praticados no mês de agosto e duas por fatos praticado no mês de setembro. Em relação aos seus antecedentes policiais, pesam contra o autor outros quinze inquéritos policiais, em sua quase totalidade pela prática do crime de estelionato”, finalizou o delegado. Metropoles

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12dez/200

Aparelhamento leva ONU a excluir a Amazônia de evento sobre o clima

Não querem ouvir que o Brasil preserva 43% das florestas do planeta e a Europa, 0,7%

Até a Organização das Nações Unidas (ONU) foi “aparelhada” por ONGs e ativistas: excluiu o Brasil de reunião virtual de 77 países, neste sábado (12) para discutir o clima.

Não querem dar chance para o desmonte de meias verdades e mentiras absolutas sobre a Amazônia.

Não desejam ouvir que o Brasil preserva mais de 43% das florestas do planeta.

Já a Europa, tão vigilante quanto à Amazônia, só responde por 0,7% do total. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Em uma atitude de inspiração fascista, o “Climate Action Tracker” excluiu do evento os países que não rezam por sua cartilha.

Curiosamente, a maioria dos participantes do evento da ONU não tem papel relevante na “produção” do clima, para o bem ou para o mal.

A exclusão de países impede o exercício da pluralidade de ideias, no evento, e nega inclusive o papel histórico do Brasil na fundação da Diário do poder

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12dez/200

Para Caiado, ‘chega a ser criminoso’ Dória usar vacina como barganha eleitoral

Para governador de Goiás, o colega paulista tenta dividir o "Brasil com vacina" do "Brasil sem vacina

 

 

 

 

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), não economizou adjetivos nesta sexta (11) para definir a tentativa do paulista João Doria (PSDB) de “dividir o País entre Brasil com vacina e Brasil sem vacina”.

Disse que a atitude de Doria “é de uma insensatez e de uma arrogância ímpares”, ao defender o anúncio do ministro Eduardo Pazuello (Saúde), em Goiânia, de federalizar a vacinação contra covid.

Também criticou a atitude de “soberba” do tucano em relação aos demais governadores. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

“Querer usar a vacina como barganha eleitoral chega a ser criminoso”, disse Caiado, referindo-se à pré-candidatura de Doria a presidente.

Caiado lembrou que a há 47 anos uma lei federal atribui ao Ministério da Saúde o comando de iniciativas nacionais de vacinação.

O Planto Nacional de Imunizações (PNI) dá autoridade ao Ministério da Saúde para requisitar todas as vacinas importadas ou fabricadas no país.

Em entrevista à Rádio Bandeirantes, Caiado também ironizou Doria por “mudar de nome” para Bolsodoria e depois se voltar contra o presidente. Diário do poder

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