27jul/200

PF vasculha casa do governador do Piauí ao investigar roubo de R$50 milhões do Fundeb

Gabinete da primeira-dama e deputada federal Rejane Dias (PT-PI) também é alvo de buscas

A  Polícia Federal deflagrou na manhã desta segunda-feira (27) a terceira fase da operação Topique, que investiga corrupção no governo do Piauí com recursos federais para Educação, inclusive do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica).

Em colaboração com a Controladoria Geral da União (CGU) e o Ministério Público Federal (MPF), a PF cumpre cumpre 12 mandados de busca e apreensão ordenados pela Justiça Federal no Piauí em Teresina e Brasília.

Em Teresina, agentes federais vasculham a sede da Secretaria Estadual de Educação, no setor de pregões, e em endereços importantes como a residência do governador Wellington Dias (PT) e endereços de irmãos da primeira-dama e deputada federal Rejane Dias (PT-PI), cujo gabinete em Brasília também é alvo de buscas da PF, autorizadas pela ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Rosa Weber.

Segundo as investigações, entre os anos de 2015 e 2016, agentes públicos da cúpula administrativa da Secretaria de Educação se associaram a empresários do setor de locação de veículos para o desvio ao menos de R$ 50 milhões do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica) e do PNATE (Programa Nacional de Apoio ao Transporte Escolar).

Mesmo após duas fases ostensivas da operação, de acordo com a PF, o Governo do Estado do Piauí mantém contratos ativos com as empresas participantes do esquema criminoso que totalizam o valor de R$96,5 milhões de reais, celebrados entre os anos de 2019 e 2020.

As ações desta segunda-feira dão continuidade às investigações nas operações Topique e Satélites, de agosto de 2018 e setembro de 2019, contra os crimes de organização criminosa, corrupção ativa, corrupção passiva, lavagem de dinheiro e fraude em licitação na Secretaria de Educação do Piauí.

Diário do poder

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27jul/200

Política: DEM e MDB fora do centrão

foto: Minervino Júnior/CB/DA.Press)

Saída do DEM deve ser oficializada já na quarta-feira (29/7)

Os partidos DEM e MDB, que integravam o bloco do ‘Centrão’ na Câmara dos Deputados, irão sair do grupo soma mais de 200 dos 513 parlamentares da Casa. O líder do DEM, Efraim Filho (PB), disse ao Correio que as duas legendas entenderam que era o momento de “preservar essa autonomia regimental”.

“Não teve bronca, não teve briga, não teve divergência. É uma posição em nome da autonomia do partido e vida que segue”, afirmou. De acordo com ele, a Comissão Mista de Orçamento (CMO) já teve preenchimento de vagas, e era a justificativa do momento para integração dos partidos no grupo.
O bloco hoje é formado pelo PL, PP, PSD, MDB, DEM, Solidariedade, PTB, PROS e Avante – alguns estão mais alinhados com o governo (como o PP, PSD e PL) e outros tem posição de mais moderados, como o Solidariedade. Ele foi formalizado no ano passado para a formação da CMO.
Nos últimos meses, uma divisão aparece cada vez mais clara no bloco, quando alguns partidos negociaram com o governo um apoio maior com as pautas do Palácio do Planalto, e em troca indicaram nomes a cargos em ministérios. Outras legendas ficaram de fora falando em autonomia em relação ao governo.
Na semana passada, o racha ficou mais claro após a votação da votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que cria o Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). O líder do bloco e do PP, Arthur Lira (AL), agiu como um articulador do governo e tentou retirar o texto da pauta, para o Planalto ganhar mais um tempo para articulações. O presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que queria votar a matéria, manteve a votação em pauta.
Questionado sobre a relação entre o episódio do Fundeb com o “desembarque” do partido, Efraim admitiu que a votação contribuiu com a decisão tomadas.
“Ali teve um episódio, que foi um requerimento de retirada de pauta por parte do bloco. O fato de a gente ter a relator do Fundeb, a professora Dorinha (TO), gerou um ruído interno dentro da bancada, mas foi superado, tanto que logo depois foi retirado. Mas, para evitar repetição de episódios como esse, o curso natural das coisas era já ter feito a saída do bloco, e acho que esse episódio acaba simbolizando a saída, mas sem nenhum tipo de estresse”, disse.
Em sua página no Twitter, o líder do MDB, Baleia Rossi, escreveu apenas que a presença do partido “no bloco majoritário da Câmara se devia às cadeiras nas comissões”. “Manteremos diálogo com todos”, escreveu.
O líder do PP e do bloco, Arthur Lira (PP-AL), também se pronunciou pelas redes sociais. De acordo com ele, o bloco “tem como objetivo manter o diálogo e a votação das pautas importantes para o país”.
“O chamado bloco do centrão foi criado para formar a comissão de orçamento. Não existe o bloco do Arthur Lira. O bloco foi formado para votar o orçamento e é natural que se desfaça. Ele deveria ter sido desfeito em março, o que não aconteceu por conta da pandemia”, escreveu em sua página do Twitter.

Sucessão

Há dentro do bloco nomes distintos que são pré-candidatos à presidência da Câmara. O líder do DEM nega qualquer relação da saída do partido com a sucessão de Rodrigo Maia, mas já há muita articulação na Casa. “A influência disso na decisão (de sair do bloco) é zero. O Democratas só vai tratar disso após as eleições municipais”, afirmou Efraim Filho.
Sabe-se que o líder do Centrão, Arthur Lira, o está de olho na cadeira de Maia, que quer fazer um sucessor. Dentro do PP há, ainda, Aguinaldo Ribeiro (PB), além de outros nomes do Centrão, como o presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira (SP).

Novo Bloco

Efraim nega que o DEM e o MDB estejam saindo do bloco do Centrão para criarem um novo bloco. Perguntado se outros partidos iriam sair do bloco para criar um novo grupo, o deputado disse não saber. “Tem várias conversas que eu não estou acompanhando”, disse.
Na semana passada, o deputado Glaustin Fokus (PSC-GO) disse ao Correio que discute-se a formação de uma espécie de “grupo 2”, descolado da figura de Arthur Lira. Há conversas entre o PSL, PSC e PROS neste sentido.
“A ideia é fazer um grupo, é fazer uma divisão. Trilhar o mesmo caminho (do PP), mas em um caminhão diferente, em ônibus diferentes. Mas continuando na base do governo”, relatou. O parlamentar afirmou que ainda não havia nada certo, e que isso não era resultado de uma divisão de apoios.
Fonte: Correio Braziliense
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27jul/200

Padre Bernardo: Zé Antônio poderá unir forças para um confronto direto com Joseleide

Com os números da última pesquisa em mãos,  um grupo de políticos e lideranças comunitárias de Padre Bernardo resolveram se unir para definirem os próximos passos para o enfrentamento ao pré-candidato Joseleide Lázaro.

Segundo uma fonte adiantou ao blogdogbu o grupo ligado ao pré-candidato Zé Antônio decidiu cair em campo e vem garantindo nas rodas de conversas que só uma verdadeira coalizão poderá impedir a vitória de Joseleide Lázaro nas disputas de novembro.

A proposta

Segundo essa fonte, já está em pleno andamento a política da "grande oferta" para a desistência da maioria dos pré-candidatos a prefeitura e assim apenas três grupos disputarem o processo majoritário.

Dentro desses entendimentos, o nome do Vereador Zé Antônio seria o escolhido para a cabeça de chapa. Entre os mais influentes de Padre Bernardo, comenta-se que Zé Antônio tem duas coisas importantes para o projeto; dinheiro e pouca rejeição.

 

Redação

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27jul/200

Padre Bernardo: Joseleide Lázaro dispara rumo ao comando de Padre Bernardo

Às últimas pesquisas que circulam no Município de Padre Bernardo mostra uma disputa meio que desigual nos números das intenções de voto.

O pré-candidato Joseleide Lázaro tem a melhor avaliação entre os pré-candidatos até esse momento e nas intenções de voto ele lidera com folga as disputas majoritárias no município.

O único que poderá colocar "água no chopp" de Joseleide poderá ser o Vereador Mazim. Que segundo alguns levantamentos ainda respira sem a ajuda dos aparelhos na disputa para a prefeitura.

Vamos esperar!

 

Redação

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27jul/200

Governo Bolsonaro define retorno do ministério de Segurança Pública

Reunião do governo com a bancada da Câmara esta semana define a volta, mas PF e PRF ficam com a Justiça

 

Presidente da Frente Parlamentar de Segurança Pública, o deputado Capitão Augusto (PL-SP) marcou reunião na próxima quinta-feira (30) com o ministro André Mendonça (Justiça) para tratar da recriação do Ministério de Segurança Pública. Interlocutor frequente do presidente da República, o deputado garante que está mantida a ideia e que a recriação aguarda apenas que Jair Bolsonaro se livre do coronavírus. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Capitão Augusto reiterou sua aposta na escolha do ex-deputado e coronel da reserva da PM Alberto Fraga (DF) para o novo ministério.

Tanto a Polícia Federal quanto a Polícia Rodoviária Federal devem permanecer vinculadas ao Ministério da Justiça.

Para ele, o novo ministério terá muito a fazer, coordenando as polícias militares e civis, guardas municipais e bombeiros em todo o País.

Capitão Augusto vai disputar a presidência da Câmara, segundo ele, para priorizar projetos ligadas à área de segurança pública.

Diário do poder
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27jul/200

CLDF poderá indicar o próximo conselheiro do TCDF

 

Uma proposta apresentada pelo vice-presidente da Câmara Legislativa, Rodrigo Delmasso (Republicanos), altera a forma de escolha dos conselheiros do Tribunal de Contas do DF. Caso seja aprovada, a casa legislativa ficará responsável pela nomeação sem vínculo com a área técnica do TCDF. Um deputado distrital pode ser escolhido.

A próxima mudança na composição da corte que fiscaliza as despesas e gastos do Executivo e Legislativo ocorre, no entanto, em 2021 com a aposentadoria compulsória do conselheiro Paiva Martins, que completará 75 anos.

Vale ressaltar que a vaga é exclusiva da carreira de auditores, mas o TCDF não tem nenhum até o momento

Rádio corredor

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