7jun/200

Manifestações com pouca gente marca domingo no Brasil

Atos pró e contra o governo Bolsonaro foram tranquilos em Brasília e em São Paulo. Forte esquema de segurança montado e a baixa adesão de ambos os lados ajudou a manter o clima de tranquilidade

O forte esquema de segurança montado e a baixa adesão de ambos os lados ajudou a manter o clima de tranquilidade.

A Polícia Militar do Distrito Federal fez um cordão de isolamento no gramado central da Esplanada dos Ministérios para evitar contato entre os manifestantes.

Os que apoiam o governo ficam do lado sul enquanto os contrários estão do lado norte.

Segundo o major Michello Bueno, da comunicação da PMDF, foram apreendidos um “porrete” e duas armas de choque. Ele não informou se as armas foram apreendidas de manifestantes pró ou contra o governo.

São Paulo

Os manifestantes contra o governo se reuniram no Largo da Batata, zona oeste paulistana, no ato Mais Democracia. Líderes do movimento discursaram em um carro de som. Os participantes gritaram palavras de ordem contra o racismo, contra o fascismo e contra o presidente Jair Bolsonaro. A Avenida Faria Lima chegou a ter um dos lados da via interrompidos para o fluxo de carros.

O ato havia sido inicialmente convocado para acontecer na Avenida Paulista. Porém, uma decisão judicial determinou que protestos antagônicos não deveriam acontecer no mesmo local. Na semana passada, houve confusão entre participantes de manifestações pró e contra o governo. A Polícia Militar interviu, lançando bombas de gás contra os manifestantes.

Hoje na Avenida Paulista, em frente a sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), um grupo de apoiadores do presidente Bolsonaro se reuniu com bandeiras do Brasil e cartazes.

Desde o final da manhã, a Polícia Militar esteve presente na região da Paulista com unidades da cavalaria, viaturas e bloqueios para revistar as pessoas que saíam das estações do metrô. Segundo a Secretaria de Estado Segurança Pública de São Paulo, o patrulhamento buscava garantir a segurança da população e proteger o patrimônio. A corporação usou drones para monitorar tanto o Largo da Batata, como a Paulista. Algumas imagens foram disponibilizadas nas redes sociais da PM.

Apesar da determinação de que os atos acontecessem em lugares distintos, um grupo contra o presidente também se reuniu em uma das extremidades da Avenida Paulista, na Praça do Ciclista. Um cordão de policiais militares com escudos, entretanto, não permitiu que o grupo avançasse na via e o protesto permaneceu a mais de um quilômetro de distância dos apoiadores do presidente. (Com informações da ABr)

 

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