4dez/190

Santa Maria: Administrador vai pedir exoneração e Jaqueline já procura substituto

A situação está insustentável e a única decisão era mesmo pedir para sair. O futuro ex-administrador de Santa Maria já fez a sua carta de despedida e deverá entregar a madrinha da cidade, distrital Jaqueline Silva ainda essa semana.

Pelas as próximas horas deverá ocorrer um tsuname de denúncias contra o gestor de Santa Maria e a distrital Jaqueline Silva já começa a "sangrar politicamente" por não ter tomado uma decisão até esse momento.

Na próxima semana a cidade de Santa Maria vai pegar fogo com mensagens nas redes sociais de fanfarras realizadas no período eleitoral dentro da região. E novos personagens devem surgir nessa loucura que virou a nossa querida Santa Maria.

 

Redação

 

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4dez/190

FIM DA CARREIRA?

José Gomes é condenado a 4 anos de prisão por corrupção eleitoral

Decisão da 10ª Zona Eleitoral considerou atos continuados do deputado distrital durante campanha de 2018

HUGO BARRETO/METRÓPOLES

O deputado distrital José Gomes Ferreira Filho (PSB) foi condenado pela 10ª Zona Regional Eleitoral a quatro anos, cinco meses e 16 dias de cadeia em regime fechado por corrupção eleitoral, além do pagamento de 45 dias-multa. A decisão foi publicada, em 29 de novembro, no Diário do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-DF).

O parlamentar e o primo Douglas Ferreira Laet são acusados de obrigar funcionários da empresa Real JG Serviços Gerais a votarem nele, no pleito de 2018, sob ameaça de demissão. Em abril, o TRE-DF já havia cassado o mandato de Gomes, mas a defesa recorreu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e agora aguarda a análise do processo.

PARA A JUÍZA ANDRÉIA LEMOS GONÇALVES DE OLIVEIRA, AS INVESTIDAS CONTRA OS FUNCIONÁRIOS DA EMPRESA REAL JG TIVERAM CARÁTER CONTINUADO. NA DECISÃO, ELA NÃO ENCONTROU MOTIVOS PARA REDUZIR A PENA DOS RÉUS, MAS APONTOU PELO MENOS SETE CRIMES DO PARLAMENTAR.

De acordo com a decisão, o distrital usou e se deixou ser usado por Douglas para se beneficiar dos atos do primo. A juíza destacou a forma como Douglas se dirigia aos funcionários da empresa: “Quem coloca comida na mesa de vocês?”.

Segundo a juíza, a pena foi agravada porque o empresário era patrão das pessoas e, em pelo menos três oportunidades, teria participado das ações. Por serem réus primários, tanto o distrital quando o primo poderão recorrer em liberdade até o trânsito em julgado.

EM NOTA, O DEPUTADO DISSE QUE “NÃO COMETEU NENHUM ATO ILÍCITO, E SE ENCONTRA JULGADO POR SUPOSTAS ATITUDES QUE, SE COMETIDAS, O FORAM POR TERCEIROS E JAMAIS SOB SEU COMANDO”. ALÉM DISSO, ALEGOU QUE A SENTENÇA CONTÉM “VÍCIOS QUE SERÃO SUPLANTADOS PELO TRE. OS ADVOGADOS JÁ TRABALHAM COM A TESE RECURSAL”.

O caso

Conforme revelado pelo Metrópoles, José Gomes foi acusado de abuso de poder econômico e coação de funcionários da empresa Real JG Serviços Gerais durante a campanha de 2018. O socialista teria ameaçado de demissão aqueles que não o apoiassem à Câmara Legislativa. Pelo menos 12 empregados da Real JG teriam sido desligados da empresa por esse motivo. O parlamentar nega todas as acusações.

Para o Ministério Público Eleitoral (MPE), “há comprovação robusta e contundente da concretização de ações que denotam emprego nocivo de recursos patrimoniais geridos ou controlados por agente com a finalidade de afetar a legitimidade e a normalidade do pleito em benefício do candidato”. No entendimento do órgão, a atitude comprometeu a lisura do processo eleitoral.

Fonte: Metrópoles

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4dez/190

TSE aprova assinatura eletrônica para apoiar a criação de novos partidos

O relator e a presidente do tribunal votaram contra, mas foram votos vencidos

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu na noite desta terça-feira (3) (3) reconhecer assinaturas eletrônicas no processo de criação de partidos políticos, abrindo caminho para a formalização do Aliança para o Brasil, partido que está sendo criado pela família do presidente Jair Bolsonaro.

A Justiça Eleitoral terá ainda que regulamentar a medida, mas não há prazo para a criação de aplicativos e programas de computador para efetivar a decisão. Segundo a presidente do TSE, ministra Rosa Weber, as soluções não estarão prontas para as eleições municipais de 2020.

O julgamento foi motivado por consulta apresentada há um ano pelo deputado Jerônimo Goergen (PP-RS), com a seguinte pergunta: “Seria aceita a assinatura eletrônica legalmente válida dos eleitores que apoiem dessa forma a criação de partidos políticos nas listas e/ou fichas expedidas pela Justiça Eleitoral?”

Novos partidos

Para a criação de partidos políticos, um dos requisitos exigidos é a apresentação de fichas de apoiamento de eleitores, cuja autenticidade das assinaturas em papel é feita pela Justiça Eleitoral.

Por 4 votos a 3, o tribunal seguiu voto do ministro Luís Felipe Salomão. Segundo o ministro, o setor técnico do tribunal informou que há viabilidade técnica para desenvolver os aplicativos necessários para implementar a medida. Salomão também afirmou que o uso da assinatura digital trará mais segurança na conferência, que é feita manualmente pela Justiça Eleitoral. O voto foi acompanhado pelos ministros Tarcísio Vieira, Sergio Banhos e Luís Roberto Barroso.

“No cenário jurídico inexiste óbice à certificação digital de assinaturas. A adoção dessa sistemática é viável”, disse Salomão.

Barroso também votou a favor das assinaturas eletrônicas, mas ponderou que a efetivação da medida depende de regulamentação pelo TSE e do desenvolvimento dos aplicativos e sites, que ainda não tem prazo para ocorrer.

“Vai que a gente não consegue desenvolver essa ferramenta? disse Barroso.

O relator do caso, ministro Og Fernandes, ficou vencido por entender que o apoio por meio eletrônico não pode ser aceito por não estar previsto em lei ou nas regras do TSE. Edson Fachin e a presidente, Rosa Weber, acompanharam o relator.

Rosa Weber disse que o tribunal não tem recursos para verificar a autenticidade das assinaturas que serão entregues pelos partidos.

 

Diariodopoder

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4dez/190

Santa Maria: Distrital e GDF esperam que administrador peça para sair

A confusão gerada por denúncias de assedio moral por parte do administrador regional de Santa Maria a uma servidora, deverá trazer futuras dores de cabeça a distrital da região.

Depois de divulgado o fato, a distrital Jaqueline Silva assim como o próprio governo espera que o administrador evite negar as acusações e se afaste do cargo como uma demonstração de que precisa de um tempo para mostrar a sua inocência.

Nos corredores do Palácio do Buriti já se dar como certa a queda do administrador da cidade na futura mini -reforma que o governador Ibaneis Rocha fará na maquina pública no final desse mês. Mas entre os aliados do governador o comentário é que o próprio administrador solicite a sua exoneração para evitar um desgaste maior.

Redação

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4dez/190

Ibaneis Rocha prepara mudanças no primeiro escalão do GDF

Governador do DF afirmou, contudo, que descarta uma grande reforma administrativa e que quer ajustar equipe para o 2º ano de gestão

Rafaela Felicciano/Metrópoles

RAFAELA FELICCIANO/METRÓPOLES

De acordo com o titular do Palácio do Buriti, as mudanças serão “pontuais” já para preparar a equipe, que parte para o segundo ano de gestão.

“Vou trocar algumas peças pontuais, a qualquer hora, mas não se trata de reforma”, disse à coluna.

As alterações podem ocorrer desde as secretarias, passando por administrações e chegando até mesmo a estatais que não estejam bem avaliadas internamente.

Os ajustes também servirão para reorganizar a base de apoio do governo na Câmara Legislativa (CLDF). Metropoles

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4dez/190

Bloco de maioria evangélica perde posto para o “centrão” da CLDF

Iolando (PSC) abandonou o DF Acima de Tudo para se aliar ao grupo do setor produtivo: Brasília em Evolução, que se tornou o maior da Casa

JP Rodrigues/Metrópoles

JP RODRIGUES/METRÓPOLES

Agora, o grupo considerado como o “centrão” da CLDF passa a contar com Reginaldo Sardinha (Avante), Rossevelt Vilela (PSB), Daniel Donizet (PSDB), Eduardo Pedrosa (PTC), João Cardoso (Avante), José Gomes (PSB) e Iolando (foto em destaque). A principal pauta deles é a bandeira do setor produtivo, principalmente na área de tecnologia.

O DF Acima de Tudo também apoia as pautas do setor empresarial. No entanto, ao longo do ano, ele tem priorizado os interesses do eleitorado evangélico. O grupo permanecerá com Martins Machado e Rodrigo Delmasso (ambos do Republicanos), Valdelino Barcelos (PP), Jorge Vianna (Podemos) e Fernando Fernandes (Pros).

Os blocos parlamentares são importantes na correlação de forças na casa legislativa, uma vez que fecham entendimentos para as votações e participam em maior número das divisões de comissões e cargos. Quanto maior um grupo, mais poder ele tem na hora de aprovar suas pautas. Metropoles

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4dez/190

Assassino de Bernardo também foi preso por assassinar a mãe

A mulher foi morta em 1992, quando chegava de uma caminhada no Parque da Cidade. Paulo chegou a ser internado na ala psiquiátrica da Papuda

Reprodução

Acusado de tirar a vida do próprio filho Bernardo, de 1 ano e 11 meses, Paulo Roberto de Caldas Osório, 45, foi preso e internado na ala psiquiátrica da Papuda suspeito de assassinar a mãe. O crime ocorreu em 12 de março de 1992, na 712 Sul. Na ocasião, Paulo tinha 18 anos e atacou Neuza, assim que ela chegava de uma caminhada no Parque da Cidade.

Ele pensou se tratar de um ladrão e a matou a facadas, mesmo ela dizendo: “Filho, não faz isso. Eu sou sua mãe”. Logo depois, Paulinho, como era tratado na ocasião, usou uma corda para enforcar a vítima e colocou fogo no corpo da mãe. Tentou apagar, mas já era tarde demais.

Depois, Paulo saiu de casa e quem encontrou o corpo de Neuza foi o marido da vítima, também chamado Paulo. O acusado pelo crime é funcionário concursado do Metrô e está afastado por problemas psicológicos. A Companhia do Metropolitano disse que encaminhará uma nota sobre o servidor. Metropoles

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4dez/190

Pai diz que Bernardo morreu ao ser dopado com remédio controlado

Em depoimento à PCDF, Paulo Roberto contou que queria viajar com o filho. Ele deu medicamento misturado ao suco de uva para a criança

Reprodução/Redes sociais

REPRODUÇÃO/REDES SOCIAIS

Paulo Roberto de Caldas Osório, 45 anos, confessou ter matado o próprio filho Bernardo, de apenas 1 anos e 11 meses. Em depoimento à Polícia Civil do DF, o funcionário do Metrô disse que a ideia inicial era “dar um susto” na ex-mulher, Tatiana da Silva, e na mãe dela. Segundo ele, as duas dificultavam o acesso ao menino. O plano era fazer uma viagem com o garoto. Para isso, teria dissolvido comprimidos de medicamento controlado que tomava e misturado ao suco do da criança. A bebida foi dada ao filho após a saída da escola, na sexta-feira (29/11/2019). O objetivo era que ele dormisse durante o trajeto até Minas Gerais. A criança, porém, teria passado mal, vomitado e, depois, morrido.

O pai afirmou à polícia que diluiu três comprimidos do sonífero hemitartarato de zolpidem, que tomava diariamente, e misturou ao suco do menino, servido em um copo infantil. Assim que buscou o filho no colégio, por volta das 16h45, pediu que ele desse pelo menos dois goles. A bebida foi consumida mais algumas vezes.

O depoimento foi prestado nessa terça-feira (03/12/2019). Osório disse que em um primeiro momento, após tomar algumas goladas do suco, Bernardo não teria adormecido. Então, ele teria desistido da viagem e retornado para casa, na 712 Sul, e dado banho no menino. A intenção, contou, seria devolver a criança à mãe. Entretanto, o menino teria vomitado e ficado sonolento. Com a criança dormindo, ele retornou ao plano original de viajar.

De acordo com o agente de estação do Metrô-DF, que estava afastado do trabalho para tratamento psicológico, após uma parada para abastecer o carro, entre os estados de Goiás e da Bahia, notou que Bernardo estava muito quieto na cadeirinha e em uma posição desconfortável. Disse que estacionou o carro às margens da rodovia, foi para o banco de trás e ao tentar colocá-lo em uma posição melhor, notou que o menino estava “molenguinho”. Ao procurar os sinais vitais, percebeu que ele havia morrido. Metropoles

 

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4dez/190

Servidora denuncia administrador de Santa Maria: “Vai gozar gostoso”

Frase teria sido enviada à funcionária por WhatsApp pelo administrador Miro Gomes. Polícia investiga o caso

Reprodução/Redes sociais

REPRODUÇÃO/REDES SOCIAIS

A funcionária Camila Pereira dos Santos registrou boletim de ocorrência na Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) em 27/11/2019.

Além do relato, ela apresentou prints das mensagens de teor sexual que teria recebido do administrador Miro Gomes, como é conhecido em Santa Maria.

“Vc me deixou muitoooo a fim rs rs rs, excitado (…) garanto que você vai gozar gostosooo (e vai se deliciar)”

As mensagens teriam sido enviadas entre os dias 23 e 24 de abril de 2019.

Veja prints entregues à Deam:

Além do assédio sexual, a funcionária fez outra denúncia contra Miro Gomes: disse que foi acusada, junto a colegas, de ter vazado informações estratégicas do órgão para a imprensa.

Ela conta que, em 22 de novembro, o administrador reuniu todos os servidores comissionados e os teria obrigado a entregar seus aparelhos de celular desbloqueados. Tentava, segundo a denunciante, descobrir quem havia passado as mensagens citando informações da administração.

Camila disse à polícia não ter mais as mensagens citadas, apenas prints das conversas.

“Estou bem abalada, porque tudo isso é muito constrangedor. Fui proibida de trabalhar, afastada da administração antes mesmo de ser exonerada”, disse a mulher à coluna.

Em nota, o administrador nega todas as acusações, diz que se antecipou e prestou depoimento na delegacia.

Veja a nota na íntegra de Miro Gomes:

Diante do boletim de ocorrência registrado pela sra. Camila Pereira dos Santos, venho a público explicar os fatos:

1- Confio na investigação em curso pela Delegacia Especial de Atendimento à Mulher da Polícia Civil do DF e informo que me antecipei e já prestei depoimento apontando que não há assédio sexual, conforme alegado;

2- A sra. Camila segue como servidora nomeada da Administração Regional de Santa Maria até a presente data e os alegados fatos se desenvolveram em abril de 2019, o que evidencia que não houve assédio ou pressão como busca fazer crer a servidora;

3- O boletim de ocorrência dá conta que não há registro das mensagens originais por parte da sra. Camila, sendo apresentados somente prints de telas de celular, que alteram substancialmente o cenário estabelecido na troca de mensagens, com exclusão de respostas e conversas;

4- Importante ressaltar que a sra. Camila registrou boletim de ocorrência de fato ocorrido há sete meses em retaliação à apuração interna na Administração Regional sobre vazamento de informações administrativas acerca de obras a serem iniciadas e em andamento na cidade.

Diante dos fatos apresentados, minha inocência será provada em breve.

METROPOLES

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