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Adalberto Monteiro quer Vanusa Lopes no Patriota para disputar eleição em 2022

Adalberto Monteiro, presidente do PATRIOTA-DF quer Vanusa Lopes, ex-esposa do deputado distrital João Hermeto (MDB), filiada ao partido para disputar uma vaga de distrital em 2022.

“As mulheres precisam ser respeitadas e ocupar cada vez mais espaço na política. E aqui no partido ela terá chances de ser eleita e certamente fará um grande trabalho na CLDF, pois conhecemos a índole, coragem, liderança e capacidade da Vanusa”, afirmou Monteiro.

Donnysilva

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CPI do Feminicídio tem pré-acordo, com oposição na relatoria

Presidência e vice-presidência ficarão com Telma Rufino (Pros) e Claudio Abrantes (PDT), respectivamente. Relator será Fábio Felix (PSol)

Jacqueline Lisboa/Esp. Metrópoles

JACQUELINE LISBOA/ESP. METRÓPOLES

Um “pré-acordo” definiu, nesta segunda-feira (04/11/2019), a composição da Comissão Parlamentar de Inquérito do Feminicídio (CPI do Feminicídio) da Câmara Legislativa. A presidência do colegiado ficará por conta da deputada distrital Telma Rufino (Pros). A vice-presidência, com Claudio Abrantes (PDT); e a relatoria com o oposicionista Fábio Felix (PSol). Os demais membros são Arlete Sampaio (PT) e Eduardo Pedrosa (PTC). O acordo deverá ser oficializado nesta terça-feira (05/11/2019), às 15h, durante sessão ordinária.

A escolha dos nomes se deu após acordo entre a base e a oposição da Casa. Com três dos cinco membros, os governistas preferiram ocupar as duas vagas de chefia dos trabalhos. Será Telma Rufino a responsável por definir a pauta e apontar quem serão as pessoas ouvidas pela comissão, que tem prazo de funcionamento até abril de 2020, podendo ser prorrogado. Claudio a substituirá quando ela estiver ausente.

Posto de destaque, a relatoria, responsável por compilar as informações e apontar soluções para questões levantadas pela CPI do Feminicídio, ficará a cargo de Fábio Felix. Ao lado de Arlete Sampaio, foi ele um dos proponentes das investigações sobre os vácuos que têm causado a morte de tantas mulheres do Distrito Federal de maneira violenta.

Eduardo Pedrosa (PTC) e a própria Arlete Sampaio terão voz no colegiado, mas sem funções específicas. Isso porque a petista, membro da oposição, faz parte da minoria dentro da CPI e Pedrosa é suplente de Hermeto (MDB), que pediu afastamento.

O desligamento temporário de Hermeto se deu após a repercussão de uma decisão do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), que deferiu medida protetiva contra o emedebista. Ele foi acusado pela ex-mulher Vanusa Lopes de violência psicológica e alijamento social. Por esse motivo, ele deverá se manter a pelo menos 300 metros de distância e sem contato com ela.

A notícia, publicada em primeira mão pelo Metrópoles, nessa quinta-feira (31/10/2019), causou alvoroço entre os coletivos de mulheres e se agravou nessa sexta (01/11/2019), quando dois boletins de ocorrência, de 2001 e 2002, foram divulgados pela ex-mulher. Em um deles, Vanusa relata ter tido uma arma apontada por Hermeto contra sua cabeça. O afastamento foi anunciado nesta segunda-feira (04/11/2019), de acordo com ele, motivado pela morte da irmã, e não pela medida protetiva.

Ainda há disputa

Apesar da aparente calmaria entre governo e oposição, ainda há negociações por mais espaço para Arlete Sampaio. O governo, contudo, entende que dar a relatoria para Fábio Felix é um gesto de “benevolência” com a oposição, por terem a maioria dos membros.

Mesmo a relatoria sendo um cargo tão importante quanto a presidência, caso haja algo no relatório final que cause desacordo com o pretendido pelo Palácio do Buriti, os governistas teriam o poder de veto.

Por outro lado, a oposição deseja, ainda, a vice-presidência por um cálculo simples: Telma Rufino é suplente do atual administrador regional de Ceilândia, Fernando Fernandes (Pros), que pode voltar ao Legislativo local a qualquer momento. Dessa forma, a presidência passaria às mãos da oposição.

Temor político

A autoproteção do governo com a nomeação dos dois cargos de comando da CPI do Feminicídio se dá por questões políticas. O Palácio do Buriti teme que ocorram ataques pessoais a membros do primeiro escalão, o que tem sido negado pela oposição. Ainda assim, para se resguardar, a força de trabalho do Executivo foi colocada a postos para evitar que a comissão ganhe contornos eleitorais a três anos do pleito.

Metropoles

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Trickster: delegado pede liberação de recompensa para achar casal

Ronaldo de Oliveira e a companheira são os principais alvos da operação que investiga fraude bilionária no DFTrans

A investigação deu origem à Operação Trickster, deflagrada pela corporação. De acordo com a polícia, há informação de que Ronaldo estaria circulando pela região de Brazlândia. O foragido já foi denunciado pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT).

Os policiais apuram um esquema criminoso no qual R$ 1 bilhão teria sido desviado da bilhetagem. Além de Ronaldo Oliveira, sua companheira, Soraya Gomes da Cunha, também é considerada foragidaOs dois são os principais alvos da Trickster, que já teve o inquérito concluído e enviado à Justiça.

O casal comanda cooperativas e empresas que chegaram a ter sete contratos com o GDF. Somados, apenas quatro alcançavam a cifra de R$ 36.051.890,36. Após uma série de denúncias do Metrópoles, o Tribunal de Contas do DF (TCDF) suspendeu quatro dos convênios.

A prisão do casal de empresários foi pedida pela polícia e concedida pela Justiça após os investigadores confirmarem que Ronaldo e Soraya pagavam propina para o ex-responsável pela unidade de controle de bilhetagem automática do DFTrans Harumy Tomonori. Ele foi detido em 23 de março do ano passado, em mais um desdobramento da operação.

Em depoimento, Harumy confessou que, mensalmente, recebia entre R$ 10 mil e R$ 15 mil para agilizar processos, pagamentos e fazer vista-grossa diante de irregularidades e fraudes cometidas pelas empresas de Ronaldo e Soraya. Entre as falcatruas, estava o fato de as empresas do casal descarregarem cartões estudantis de alunos no Entorno do DF como se fossem da rede pública de ensino do DF.

Imagens obtidas flagraram Harumy deixando umas das empresas do casal portando um envelope com o dinheiro pago em forma de propina. Durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão, os policiais encontraram um envelope semelhante na casa de Harumy com cerca de R$ 12 mil.

Suspensão de contratos

Em 18 de outubro de 2018, o Tribunal de Contas do DF determinou a anulação de um dos procedimentos licitatórios do qual as empresas de Ronaldo de Oliveira faziam parte. Além disso, a Corte estabeleceu a instauração de processo administrativo para averiguar a conduta das empresas G.P. Silva Transporte Eireli ME, Cooperativa de Transporte – Cooperbras, Rodoeste Transporte e Turismo Ltda. – EPP e Auto Viação Vitória Ltda. ME, e, ainda, autorizou a abertura de processo à parte no Tribunal para apuração de eventual conluio entre as licitantes.

De acordo com a denúncia apresentada ao Ministério Público de Contas do Distrito Federal (MPC-DF) e que deu origem a uma representação no TCDF, o Pregão Eletrônico n° 24/2016 foi colocado sob suspeita pelos conselheiros mesmo antes de vigorar.

Conforme análise da Corte, há indícios de direcionamento de licitação e formação de organização criminosa para burlar, superfaturar, fraudar e vencer licitações. O contrato, de R$ 33.834.154,20 era destinado à realização do transporte de alunos da rede pública na região de Sobradinho.

Segundo a denúncia apurada pelo tribunal, a empresa Rodoeste Transporte e Turismo LTDA. tem como sócia Ana Rosa de Oliveira, mãe de Ronaldo Oliveira, preso na ação da Corf.

A denúncia levada ao Ministério Público de Contas aponta, ainda, que era comum a Rodoeste utilizar os ônibus da frota e seu contrato na região de Brazlândia para transportar alunos usuários do cartão estudantil. A empresa recolheria os passes dos estudantes para que fossem validados nas catracas de outros coletivos, fraudando o subsídio repassado pelo GDF.

A PCDF disponibiliza dos seguintes meios para recebimento de denúncias:
Disque-Denúncia: telefone 197
E-mail: denuncia197@pcdf.df.gov.br
WhatsApp (61) 98626-1197

Metropoles

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