18out/190

Brazlândia: Terceira idade em grande estilo na entrega de lenços da Capoterapia

 

Esta sexta feira, dia 18 de outubro, teve um toque especial para os idosos de Brazlândia. Na ocasião, aconteceu a cerimônia de entrega de lenços, um gesto de reconhecimento da prática da Capoterapia.

Destaca-se que este trabalho é desenvolvido na Obra Social Santa Isabel, pelo competente jovem Professor Alessandro.

O Professor afirma: "é uma emoção Surreal trabalhar com a Terceira Idade, a gente recebe muito mais do que dá".

Lembrando que a Capoterapia é uma atividade que abrange todas as idades, toda via, a maior demanda é a terceira idade!

Tal atividade tem o poder despertar na pessoa o sentimento de sentir-se vivo e que somos importantes para uns para os outros!

"Tem algum idoso em casa!? Nos encaminhe!", declarou,Professor Alessandro.

 

Redação

Quero CompartilharShare on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on LinkedIn
18out/190

Política: Distrital Iolando Almeida e Professor Alessandro juntos pelo o social

O distrital Iolando Almeida começou um giro de conversas com as principais lideranças de Brazlândia na busca de fortalecer pautas de interesse da comunidade.

Na semana passada o parlamentar tomou café com o jovem e popular professor Alessandro, uma das principais lideranças da área social da região.

O bate papo foi considerado produtivo segundo Alessandro;" Falamos em avançar com projetos sociais para a cidade. Senti que o deputado Iolando Almeida tem essa preocupação e vamos construir de forma conjunta uma pauta positiva para Brazlândia", disse o professor.

Já o distrital Iolando Almeida considerou importante o encontro;" O Professor Alessandro mostra que o social é uma porta que nunca deve se fechar. Ele tem atuado em áreas importantes da cidade e reconheço seu trabalho e seu espírito solidário", salientou, Iolando.

 

Redação

Quero CompartilharShare on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on LinkedIn
18out/190

Brazlândia: Aliados de Iolando Almeida nas campanhas de pelo menos 4 conselheiros eleitos

As eleições para conselheiro tutelar ocorrida no início de outubro, trouxe resultados dos mais diversos na cidade de Brazlândia.

Enquanto os favoritos amargaram inesperadas derrotas, outras candidaturas tiraram proveito de apoios importantes que podem ter definido a lista dos ganhadores ao final do processo.

Distrital deu liberdade a aliados

O parlamentar da região, Iolando Almeida, saiu vitorioso dentro do processo em virtude de sua postura. Ele decidiu não apostar de forma direta em candidaturas e deu liberdade a seus aliados se posicionarem da melhor forma.

Ao final do processo o parlamentar viu aliados seus participando diretamente na vitória de 4 conselheiros eleitos dentro de Brazlândia.

Destaque para Alisson Blau, Neném do Incra 08, Kelly e Valdinéia Carvalho que estiveram envolvidos nas candidaturas dos três primeiros colocados ( Paulinho, Tamir e Professor Claudio).

Agiu certo Iolando Almeida!

Redação

Quero CompartilharShare on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on LinkedIn
18out/190

Supremo começou a julgar prisão após decisão de segunda instância

Luís Roberto Barroso e Luiz Fux antecipam votos e dizem que mudança de jusrisprudência do STF favoreceria criminosos de colarinho-branco. STF começou nesta quinta-feira (17/10) a julgar ações que contestam cumprimento de pena após condenação em segundo grau de jurisdição

 

Um dia antes do início do julgamento em que o Supremo Tribunal Federal (STF) vai decidir se mantém ou não a possibilidade de que réus sejam presos após serem condenados em segunda instância, dois ministros da Corte adiantaram seus votos e disseram que a eventual mudança no entendimento da Corte representaria um retrocesso, favorecendo a impunidade. “A execução da pena depois de condenação em segunda instância funciona como um desincentivo para a criminalidade”, disse Luiz Fux. Para Luís Roberto Barroso, “os criminosos de colarinho-branco e os corruptos” serão os principais beneficiados, caso o STF modifique a jurisprudência sobre o assunto.

Os 11 ministros do Supremo se reúnem nesta quinta-feira (17/10) a partir das 14 horas para analisar três ações que questionam a validade da prisão após a condenação dos réus em duas instâncias da Justiça. O julgamento será um dos mais importantes da história do STF. Uma eventual mudança do entendimento do tribunal pode beneficiar milhares de detentos em todo o país, inclusive condenados na Lava-Jato por crimes como lavagem de dinheiro e corrupção. Um deles é o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, que cumpre pena em Curitiba desde abril de 2018. O presidente do STF, Dias Toffoli, porém, adiantou que o julgamento não terminará nesta quinta-feira (17/10).

Nessa primeira etapa, ocorrerão as chamadas sustentações orais dos defensores da prisão em segunda instância e dos que são contrários a ela. Além de advogados representando os autores das ações e da Procuradoria-Geral da República (PGR), falarão também representantes de organizações que demonstraram interesse no julgamento. Dez organizações foram aceitas e tentarão moldar a opinião dos magistrados. Os votos dos ministros serão conhecidos somente a partir da próxima quarta-feira, quando o STF voltará a se reunir.

Para Luís Roberto Barroso, a prisão em segunda instância é fundamental para combater práticas criminosas. Segundo ele, nos últimos anos, o país “consagrou um ambiente de impunidade para a criminalidade do colarinho-branco”, o que fez com que o momento da prisão fosse sendo atrasado pelo Poder Judiciário.

“Primeiro, era primeiro grau, depois passou a poder executar depois do segundo grau. Em 2009, quando o direito penal chegou no andar de cima, mudou-se a jurisprudência para impedir a execução depois do segundo grau. Os efeitos foram devastadores para o país e para a advocacia”, disse Barroso. “Para a advocacia criminal, porque passou a impor aos advogados, por dever de ofício, o papel indigno de interpor recurso descabido atrás de recurso descabido, para não deixar o processo acabar. Portanto, a mudança melhorou o país, estimulou a colaboração premiada, permitiu que se desbaratassem as redes de corrupção”, completou.

Barroso observou, ainda, que, no caso dos condenados por crimes violentos, em muitos casos se justificará a manutenção da prisão preventiva, mesmo que a prisão em segunda instância seja derrubada. “Portanto, no fundo, uma mudança no entendimento da Corte vai favorecer os criminosos de colarinho-branco e os corruptos”, disse.

Luiz Fux salientou que a jurisprudência até agora mantida pelo STF segue padrões internacionais. Ele lembrou que a Justiça brasileira é lenta, e que atrasar o cumprimento da pena pode resultar em prejuízos para o ordenamento jurídico. “No Brasil, as decisões demoram muito para se solidificar. Eu considero que haverá um retrocesso se a jurisprudência for modificada. Além disso, em todos os países, a mudança de jurisprudência só ocorre depois de muitos anos, porque tem que se manter íntegra, estável e coerente”, afirmou.

O defensor-público-geral do Rio de Janeiro, Rodrigo Pacheco, que tambémparticipará da sessão desta quinta-feira (17/10), afirmou que, desde que foi permitida a prisão em segunda instância, foram prejudicadas as pessoas mais pobres. De acordo com ele, 25% de todos os habeas corpus apresentados no STJ têm sido acolhidos, o que revela falhas nas instâncias anteriores. “Temos que acabar com o mito de que a revogação da possibilidade de prisão em segunda instância só beneficia réus da Lava-Jato. As pessoas carentes que estão presas também têm acesso aos tribunais superiores”, disse.

Convulsão social    

Em meio ao clima de expectativa pelo julgamento do STF, umcomentário feito em uma rede social pelo general Eduardo Villas Boas chamou a atenção.“Experimentamos um novo período em que as instituições vêm fazendo grande esforço para combater a corrupção e a impunidade, o que nos trouxe — gente brasileira — de volta a autoestima e a confiança”, disse. “É preciso manter a energia que nos move em direção à paz social, sob pena de que o povo brasileiro venha a cair outra vez no desalento e na eventual convulsão social.”

Plenário dividido

Veja como deve ser o voto de cada ministro, segundo posições manifestadas em julgamentos anteriores e declarações públicas:

Contra a prisão em 2ª instância:
Gilmar Mendes
Ricardo Lewandowski
Marco Aurélio Mello
Celso de Mello
Dias Toffoli (defende prisão após confirmação da condenação pelo STJ)
Rosa Weber

A favor:
Luís Roberto Barroso
Luiz Fux
Edson Fachin

Cármen Lúcia
Alexandre de Moraes

Possibilidades de resultado:
1 — STF mantém a prisão a partir de condenação em 2ª instância
2 — Ministros decidem que a prisão deve ocorrer após condenação no STJ
3 — Réu passa a ser preso somente ao final do processo, depois que todos os recursos forem analisados.

Jornal Times

Quero CompartilharShare on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on LinkedIn
18out/190

Ibaneis retomará conversas sobre 3ª parcela de reajuste em 2020

Categorias serão chamadas para se sentar à mesa entre os meses de março e abril. Governador anunciou outras novidades para o funcionalismo

O Governo do Distrito Federal (GDF) vai retomar, no primeiro trimestre de 2020, as negociações para o pagamento da terceira parcela do reajuste salarial que deveria ter sido incorporado aos contracheques do funcionalismo local ainda em 2015. A informação foi confirmada pelo governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB).

Segundo o chefe do Executivo local, as categorias serão chamadas à mesa para negociar entre março e abril. Paralelamente à terceira parcela, o governo estuda novos reajustes e ações de valorização dos servidores públicos.

Antes mesmo das rodadas de negociação, contudo, o Palácio do Buriti quer incorporar a Gratificação de Apoio Técnico-Administrativo (Gata) aos vencimentos dos servidores de nível médio e fundamental da Saúde. A criação da carreira de auxiliar e técnico de enfermagem também está em marcha.

“SÓ NÃO VOU MEXER COM ESSES REAJUSTES NESTE ANO. MAS O PRÓXIMO SERÁ DA VALORIZAÇÃO DO SERVIDOR. AMO O SERVIÇO PÚBLICO, SÓ QUE FAÇO ISSO DE FORMA RESPONSÁVEL.”

IBANEIS ROCHA, GOVERNADOR DO DF

Após a eleição de 2018, o emedebista pretendia quitar a terceira parcela do reajuste salarial em questão, aprovada por lei em 2013, ainda no governo Agnelo Queiroz (PT). Os percentuais deveriam ter sido aplicados em 2015, na gestão de Rodrigo Rollemberg (PSB), o que não ocorreu.

Ibaneis prometeu honrar o compromisso, mas esbarrou em problemas, como decisões do Tribunal de Contas da União (TCU) que colocaram em xeque o uso de parte dos recursos do Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF), ameaçando as contas do GDF. Dessa forma, o atual governo decidiu organizar as finanças e tentar reverter o entendimento do TCU, para que seja possível conceder os aumentos ao funcionalismo local.

Gata

Ibaneis decidiu incorporar a Gata e analisar a criação da carreira de auxiliar após ouvir os argumentos do deputado distrital Jorge Vianna (Podemos). De acordo com o parlamentar, as demais categorias tiveram a incorporação das respectivas gratificações.

Segundo Ibaneis, o governo conduzirá a política de valorização dos servidores por partes. O primeiro passo é resolver os problemas de categorias que estão há mais tempo com os salários defasados. Na sequência, virão os reajustes. A terceira etapa será de avanços em áreas prioritárias.

“ESTÁ NA LINHA DO QUE TENHO DITO SEMPRE. SOBRE A QUESTÃO DOS ASSISTENTES, ELES SÃO INJUSTIÇADOS, DA MESMA FORMA COMO A POLÍCIA CIVIL E A POLÍCIA MILITAR FORAM VÍTIMAS DE INJUSTIÇA. ENTÃO, ESTOU DANDO UM TRATAMENTO DIFERENTE DOS DEMAIS. QUERO INICIAR AS NEGOCIAÇÕES DOS REAJUSTES ENTRE MARÇO OU ABRIL. MAS, ANTES, VOU IGUALAR AS CONDIÇÕES ENTRE AS CATEGORIAS.”

IBANEIS ROCHA, GOVERNADOR DO DF

“Todos os servidores merecem respeito e atenção, mas as prioridades são Educação, Saúde e Segurança”, pontuou. Ibaneis também estuda propostas para a área social, a exemplo das creches.

No encontro em que os aumentos foram discutidos estavam, além de Ibaneis e Vianna, o chefe da Casa Civil, Valdetário Monteiro, e o secretário de Economia, André Clemente. A agenda ocorreu nessa terça-feira (15/10/2019), no Palácio do Buriti.

REPRODUÇÃO/ GABINETE DE JORGE VIANNAReprodução/ Gabinete de Jorge Vianna

Pelas contas do deputado, a incorporação da Gata vai beneficiar 20 mil servidores. Não se trata de um aumento direto. Mas, uma vez que a gratificação for incorporada, vai permitir o crescimento pontual dos demais benefícios. Com isso, os contracheques poderão ter incrementos.

Sindicato

Pela perspectiva do presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Civis da Administração Direta, Autarquias, Fundações e Tribunal de Contas do DF (Sindireta), Ibrahim Yusef, o GDF não deve sinalizar “pacotes de bondades” apenas para um grupo de categorias.

“Todos os servidores merecem valorização. Vamos ver o que pode acontecer no Dia do Servidor Público, 28 de outubro. Esperamos uma agenda positiva. Existem mudanças importantes que não precisam de dinheiro, com alterações de leis e denominações de carreiras”, disse.

TCU

No início de agosto, o TCU proibiu o GDF de bancar com recursos do Fundo Constitucional despesas referentes a aposentadorias e pensões de servidores da Educação e da Saúde. A suspensão do pagamento foi determinada em processo que analisa prestação de contas do fundo, sob relatoria do ministro Walton Alencar Rodrigues. Auditoria apontou que teriam sido utilizados irregularmente R$ 2,6 bilhões do FCDF para o pagamento de pessoal inativo e pensionistas das áreas de educação e saúde do Distrito Federal.

Outros dois processos tramitam no TCU e podem ter impacto significativo nas contas do GDF. Um trata do recolhimento das contribuições previdenciárias dos servidores da área de segurança, e o outro questiona o reajuste no auxílio-moradia dos policiais militares. Em caso de derrota, o Governo do Distrito Federal terá que desembolsar algo em torno de R$ 10 bilhões para devolver à União.

Jornal Times

Quero CompartilharShare on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on LinkedIn
18out/190

Morre João Miguel, filho de suspeito de desviar dinheiro de tratamento

Criança sofria de doença degenerativa e teve o pai preso em agosto deste ano, por ter fugido para a Bahia com o dinheiro arrecadado em campanhas

 

Morreu na manhã desta quinta-feira (17), em Belo Horizonte, o menino João Miguel, de 1 ano e dez meses e que lutava contra uma doença conhecida como AME (Amiotrofia Muscular Espinhal).

O caso da criança ficou conhecido depois que os pais organizaram uma vaquinha para arrecadar dinheiro para custear o tratamento do garoto. Por causa da doença degenerativa, que causa perda dos neurônios motores, João Miguel precisava tomar uma medicação cuja caixa custava R$ 375 mil.

Moradores da cidade de Conselheiro Lafaiete, a 100 km de Belo Horizonte, e até mesmo a Polícia Civil se mobilizaram para arrecadar dinheiro e promover campanhas para custear o tratamento do menino.

No entanto, o pai do garoto, Matheus Henrique Leroy Alves, de 37 anos, sacou cerca de R$ 1 milhão do dinheiro arrecadado e fugiu para a Bahia. Ele foi preso após ser encontrado pela Polícia Civil em um apart-hotel em Salvador cerca de três meses depois.

Alves foi indiciado pelos crimes de estelionato, apropriação e desvio de valores de pessoa portadora de deficiência, abandono material e falsa comunicação de crime.

Jornal Times

Quero CompartilharShare on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on LinkedIn