17set/190

Delator da Odebrecht é encontrado

  • Informações Notícias do Trecho 
O executivo Henrique Valladares, ex-vice-presidente da Odebrecht e um dos delatores na Operação Lava-Jato, foi encontrado morto hoje (17) em sua casa no Rio de Janeiro.

O empresário foi responsável pela delação de personalidades importantes, como Aécio Neves, a quem conta ter pago R$ 50 milhões, que foram depositados em contas no exterior.

Valladares ainda alegou ter recebido uma cobrança de dinheiro por Edison Lobão quando o então ministro de Dilma Rousseff estava internado em uma UTI. Nos dois casos, a empreiteira baiana pedia em troca facilidades na área de energia.

O executivo ainda delatou lideranças indígenas e membros da CUT. Não há informações das causas da morte ou mais detalhes sobre o caso

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17set/190

Delator da Odebrecht é encontrado morto

  • Informações Notícias do Trecho 
O executivo Henrique Valladares, ex-vice-presidente da Odebrecht e um dos delatores na Operação Lava-Jato, foi encontrado morto hoje (17) em sua casa no Rio de Janeiro.

O empresário foi responsável pela delação de personalidades importantes, como Aécio Neves, a quem conta ter pago R$ 50 milhões, que foram depositados em contas no exterior.

Valladares ainda alegou ter recebido uma cobrança de dinheiro por Edison Lobão quando o então ministro de Dilma Rousseff estava internado em uma UTI. Nos dois casos, a empreiteira baiana pedia em troca facilidades na área de energia.

O executivo ainda delatou lideranças indígenas e membros da CUT. Não há informações das causas da morte ou mais detalhes sobre o caso.

 

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17set/190

Polícia pede quebra de sigilo de Agaciel em investigação que apura prática de “Rachadinha

Solicitação foi feita após policiais encontrarem canhotos de cheques em nome do deputado na gaveta do diretor da CLDF

No dia 4 de julho, investigadores da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) encontraram, em posse do diretor-legislativo da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), Arlécio Alexandre Gazal, canhotos de cheques nominais ao deputado distrital Agaciel Maia (PL). Os valores, somados, chegavam a R$ 300 mil.

Como consequência, o deputado foi incluído nas investigações que, até então, focavam no colega e parlamentar Robério Negreiros (PSD), suspeito de fraudar sua presença nas sessões da Casa.

Contra Agaciel pesaram as evidências de que ele poderia estar praticando a chamada “rachadinha“, quando o parlamentar recebe de volta parte dos vencimentos dos funcionários ligados a ele. A prática é ilegal.

Por isso, os investigadores fizeram um pedido de quebra do sigilo bancário e fiscal do deputado e ex-diretor do Senado à Justiça, que analisa a solicitação. Não há prazo determinado para ser aceita ou negada.

Metropoles

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17set/190

O presidente Jair Bolsonaro concede entrevista exclusiva ao Jornal da Record

Depois de nove dias internado por conta de uma cirurgia para a correção de uma hérnia, o presidente Jair Bolsonaro recebeu alta nesta segunda-feira (16). Antes de deixar o hospital, em São Paulo, ele concedeu uma entrevista exclusiva ao repórter Thiago Nolasco. Entre outros assuntos, Bolsonaro confirmou que estará na Assembleia Geral da ONU, comentou a situação do preço do petróleo no mundo e ainda falou sobre uma postagem do filho Carlos Bolsonaro sobre democracia. Bolsonaro ainda descartou a volta da CPMF e disse como está sua relação com o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro.

Confira nas multiplataformas do Jornal da Record os quatro boletins diários que vão ao ar também na Record TV e ainda uma versão exclusiva para o digital.

Times

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17set/190

Primeira tentativa de investigar as relações entre governo e ONGs, em 2006, acabou em pizza

Senadores articulam uma nova CPI para investigar a paixão das organizações não-governamentais (ONGs) pelo dinheiro… do governo. Não é a primeira vez que essas entidades são alvo de investigação: em 2006, o Senado instalou a primeira CPI das ONGs proposta pelo então senador Heráclito Fortes. Acabou em pizza, mas ao menos descobriu que as ONGs tomavam do governo federal mais de R$1 bilhão por ano. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

A CPI das ONGs investigou repasses de 2001 a 2006. Só para ONGs batizadas de “associações” e “institutos” foram mais de R$5 bilhões.

O total apurado pela CPI do faturamento entidades privadas “sem fins lucrativos”, segundo o Siafi, foi de R$13,7 bilhões.

A CPI foi enterrada pelo PT e aliados, que protegiam as ONGs. Eram tempos dos muitos roubos que a Lava Jato descobriria depois.

Diáriodopoder

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17set/190

BOLSONARO ALTERA LEI E OBRIGA AGRESSOR DE MULHER PAGAR CUSTO DO SUS

Por Macros Rocha
Nesta terça-feira (17), o presidente Jair Bolsonaro sancionou um projeto de lei que obriga agressores domésticos ou familiares a ressarcirem o Estado pelas despesas com atendimento das vítimas.
O texto, na prática, altera a Lei Maria da Penha e faz referência aos gastos do SUS (Sistema Único de Saúde) e à oferta de dispositivos de segurança às vítimas de violência – o botão do pânico, por exemplo.
A medida entra em vigor após 45 dias e já deve constar no DOU (Diário Oficial da União) desta próxima quarta-feira (18).
“Os gastos do atendimento prestado pelo SUS, pagos com recursos públicos, também precisam ser objetivo de reparação, do contrário, quem estar assumindo tal responsabilidade, por um ato ilícito, será a sociedade de uma forma geral”, diz o autor do projeto original, deputado federal  Rafael Motta (PSB-RN).
O Planalto informou que a nova lei não causará impacto no orçamento da União, já que não cria, nem modifica despesa e tampouco prevê renúncia de receita.
Fonte: Conexão Política
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17set/190

Escola de ensino especial de Brazlândia comemora 50 anos com o Festival Canta Viola Sertaneja


No próximo dia 21 de setembro os alunos do Centro de Ensino Especial 01 de Brazlândia, mais conhecido como Cenebraz, recebe o intervalo cultural em parceria com o Festival Canta Viola Sertaneja.

A atividade será realizada das 9h às 12h com abertura do grupo de Break Dance com B. Boys da cidade. Na sequência a comunidade escolar vai contar com apresentação coreográfica dos estudantes da própria escola. O momento cultural ainda conta com apresentações musicais dos cantores sertanejos Thiago Henrique, criador do Festival, e dos jovens Manu e Daniel.

Thiago Henrique tem se destacado na região de Brazlândia cantando e compondo canções que evidenciam a peleja e o sossego da vida no campo, desde a infância. Para esta etapa, o sertanejo revela a importância do projeto em promover a inclusão. O Canta Viola Sertaneja tem patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC-DF), programa de fomento da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF.

A Cenebraz , escola pública fundada em 16 de agosto de 1969, atende 380 estudantes com deficiência. A ocasião é um momento de comemoração dos 50 anos da instituição. Pintura de rosto, arte com balões, pipoca, algodão doce e brinquedos infláveis complementam a festa. Além do artista de grafite Mayko que vai criar uma arte numa das paredes da escola para reforçar a identidade do local.

Na última sexta-feira (13/7) os estudantes receberam duas apresentações de teatro dos grupos Dançarte e Mamulengo sem fronteiras no período vespertino, como parte das comemorações. O projeto Canta Viola Sertaneja tem o objetivo de exaltar a cultura sertaneja e divulgar artistas da região Centro-Oeste. Esta será a última etapa do festival que já passou pela Cidade Estrutural e pela praça do Laço, em Brazlândia.

A convite dos responsáveis pela escola de ensino especial Cenebraz, a organização  do  Festival Canta Viola Sertaneja vai realizar um intervalo cultural. “Atividades culturais como esse festival são importantes na educação especial, uma vez que uma característica marcante de nossos alunos é o gostar de cantar e dançar. Estas atividades estimulam os alunos na auto-expressão, possibilitando o desenvolvimento das potencialidades através da criatividade, flexibilidade, sensibilidade, reflexão,” relata Íris Marlei Lopes dos Reis, diretora da CENEBRAZ.

História

Dentro do contexto de igualdade de condições e acesso à educação está o Centro de Ensino Especial 01 de Brazlândia. Em 1969, atendia as quatro primeiras séries do Ensino Fundamental, já com alunos com necessidades educacionais especiais. Mas somente em 14 de outubro de 1992 a escola passou por uma reforma para abrigar esse público específico.

Com o aumento da demanda dos alunos com deficiência , em 1998 fez-se necessário o aumento de três salas de aula e de dois banheiros adaptados para atender, preferencialmente os alunos da Educação Precoce.

Até o ano de 2003 era o único Centro de Ensino Especial que tinha como prática atender o Ensino Regular juntamente com o Ensino Especial. “Percebendo o grande benefício que a experiência possibilitava aos alunos, protelamos ao máximo a saída do Ensino Regular. Porém por orientação e por questão de regulamentação, teríamos que limitar o atendimento aos alunos com deficiência e ao Programa de Educação Precoce e aqueles que tivessem condições deveriam ser incluídos no Ensino Regular,” informou Íris Marlei Lopes dos Reis.

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