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Na decisão que prejudica gravemente o DF, ministros do TCU criticam o STF

Walton Alencar puxa o coro ao qual Zimler se associou nas críticas ao Supremo

O ministro Walton Alencar, do Tribunal de Contas da União, criticou o Supremo Tribunal Federal por haver suspendido em maio a decisão por ele articulada, no TCU, condenando o Distrito Federal a pagar à União o que não tem e nem é devido, segundo o governador Ibaneis Rocha: R$10 bilhões. Em mais uma decisão que prejudica o DF, nesta quarta, Alencar ironizou o STF. Disse que “até hoje não julgou” o mérito da primeira medida, enquanto Benjamin Zimler diz que “vai demorar anos”. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Alencar também garante que nada tem contra o governador, “por cujo sucesso na administração do DF eu torço muito.”

“Ibaneis escolheu o lado errado para se aliar”, diz um ministro do TCU para explicar a hostilidade de Walton Alencar ao governo do DF.

Alencar se irritou, diz esse ministro, porque Ibaneis nomeou para o seu secretariado uma filha de Augusto Nardes, ministro do TCU de quem ele seria desafeto. Cristiane Nardes é secretária de Governança do governo do DF.

Diario do Poder

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PF faz busca e apreensão em sede do Pros, no Lago Sul, e gráfica

Está sendo investigado superfaturamento na prestação de contas de candidatos do partido que disputaram eleições para deputado distrital

BrasilinhaUrgente /Arquivo cedido ao MetrópolesBRASILINHAURGENTE /ARQUIVO CEDIDO AO METRÓPOLES

A Polícia Federal, a pedido da Justiça Eleitoral, cumpre mandados de busca e apreensão na sede do Pros, no Lago Sul, e na gráfica do partido (foto em destaque), instalada na cidade de Planaltina de Goiás, Entorno do DF.

A operação, deflagrada nesta quinta-feira (15/08/2019), é decorrência de uma investigação sobre superfaturamento na prestação de contas de candidatos que disputaram as eleições para deputado distrital no ano passado.

Está sendo investigado esquema em que a legenda teria informado à Justiça Eleitoral a distribuição de R$ 5,7 milhões para os postulantes à Câmara Legislativa do Distrito Federal pagarem material de campanha. O dinheiro, entretanto, nunca teria sido entregue a eles, sendo embolsado por caciques da sigla.

De acordo com informações da PF, os mandados foram autorizados em investigação da prestação de contas de Marizete Pereira. A candidata do Pros à Câmara Legislativa teria recebido, segundo a própria legenda, R$ 159 mil em material para a campanha de 2018. Ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE), porém, ela negou que o dinheiro foi entregue e disse que teria sido coagida a assinar uma declaração confirmando o recebimento.

A assessoria de imprensa do Tribunal Regional Eleitoral do DF (TRE) explicou que o processo está sob sigilo e que as diligências desta quinta foram determinadas por pelo desembargador Telson Ferreira após depoimento do secretário-geral do partido, ouvido na quarta (14/08/2019).

Metrópoles tenta contato com representante do Pros.

Metropoles

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