10ago/190

Bombeiros DF garante medalha nos jogos mundiais na China

Corpo de Bombeiros do Distrito Federal garante medalha nos Jogos Mundiais - World Police and Fire Games (WPFG)

O sargento do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal _Paulo Domingos_, garantiu a primeira medalha no judô, para o Brasil, neste fim de semana, disputando os Jogos Mundiais em Chengdu na China.

Paulo Domingos, ganhou medalha de bronze após duas vitórias contra um policial atleta da Mongólia e Twain.
O World Police and Fire Games (WPFG), é um evento bienal de aberto ao pessoal de serviço ativos e aposentados da aplicação da lei e combate ao fogo em todo o mundo.


O WPFG Federation é um braço da Califórnia Políce Athletic Federation (CPAF), uma organização americana.

Os jogos oferecem aproximadamente sessenta desportos (e quase 80 disciplinas), incluindo a pesca amadora, luta livre e tiro com pistola. A participação é de cerca de 10.000 participantes, um número ligeiramente menor do que os Jogos Olímpicos e superior a terceira posição titular, o Commonwealth Games.

 

Sgt BM Samuel Sousa
_*Comunicação Social Projeto WPFG_*

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10ago/190

Governador Ibaneis participa da Marcha para Jesus com Bolsonaro

 

Governador Ibaneis participa da Marcha para Jesus. Evento reuniu centenas de fiéis que caminharam da Praça do Buriti à Funarte

O governador Ibaneis Rocha participou na manhã deste sábado (10) da Marcha para Jesus, no Eixo Monumental. A caminhada, que reuniu centenas de evangélicos, saiu pela via S1 da Praça do Buriti em sentido à Funarte. O tema desta edição foi Juntos Marchamos pela Família e pelo Brasil. A marcha contou com o apoio do Governo do Distrito Federal (GDF).

“Estamos retomando a Marcha para Jesus e pela família com muito carinho, tendo a confiança de que iremos lotar a Esplanada dos Ministérios no ano que vem”, disse o governador, sob a presença de líderes religiosos e políticos. O presidente Jair Bolsonaro também participou do encontro.

Dois trios elétricos e apresentações musicais gospel animaram o público. A Marcha para Jesus é um evento organizado por entidades cristãs em todo o país. Em Brasília, foi coordenada pelo Conselho de Pastores Evangélicos do Distrito Federal.

Galeria de Fotos:encurtador.com.br/dkJW2

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10ago/190

TOFOLLI AFIRMA QUE HOUVE TENTATIVA DE DERRUBAR BOLSONARO DA PRESIDÊNCIA

Por paulo Eneas
Em entrevista publicada hoje (09/08) na Revista Veja, o ministro Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal, afirma que teria havido uma tentativa de derrubada do Presidente Bolsonaro durante os meses de abril e maio. Essa tentativa, segundo a narrativa do ministro, teria sido levada adiante por setores militares, parte do Congresso Nacional e segmentos empresariais.
Na entrevista o ministro afirma ter sido procurado inclusive por um General do Exército para consultar a respeito da constitucionalidade do eventual emprego das Forças Armadas à revelia de uma ordem presidencial no caso de uma situação de convulsão social. Para evitar uma ruptura, teria sido celebrado um pacto que implicava, entre outros, o sepultamento da Lava Toga, o afastamento do então Ministro Santos Cruz e outras iniciativas.
Em toda a entrevista, Dias Toffoli tenta apresentar a si mesmo e ao STF como sendo um suposto poder moderador, que teria afiançado a estabilidade institucional e permitido o prosseguimento do mandato presidencial de Jair Bolsonaro. Afirma que o presidente “recorreu às ruas para reafirmar sua legitimidade” e que ele, Dias Toffoli, teria procurado convencer os interlocutores que o procuravam da legitimidade da eleição de Jair Bolsonaro.
É evidente que as revelações do presidente da suprema corte não podem ser tomadas pelo seu valor de face, principalmente se considerarmos a crise de legitimidade que o próprio STF sofre ante a opinião pública por conta do ativismo judicial de seus integrantes e pelo fato de ter se tornado, aos olhos da população, uma corte de apelação criminal do chefe criminoso petista mantido na carceragem da Polícia Federal em Curitiba, e não em um presídio comum, por decisão do próprio STF.
Precedentes políticos dos meses de abril e maio
Mas ainda que se faça muita ressalva às revelações de Dias Toffoli, é fato que nos meses de abril e maio o ambiente político era de confrontação com o presidente: falava-se abertamente em impeachment ou parlamentarismo branco.
Nos corredores do Congresso Nacional, agentes políticos “vendiam” a ideia de que, uma vez que Jair Bolsonaro se recusava a seguir os métodos tradicionais do toma-lá-dá-cá, a que chamam cinicamente de governabilidade, um outro presidente poderia muito bem fazê-lo e dessa forma atender as expectativas do baixo clero e assim garantir a suposta governabilidade.
Em diversas oportunidades, o então Ministro Santos Cruz dava declarações que claramente indicavam um questionamento da autoridade do presidente. Também no Congresso, o anão político Rodrigo Maia procurava tomar para si a pauta da Reforma da Presidência, e chegou-se até mesmo a ventilar que a proposta de Paulo Guedes seria deixada de lado e que a “Reforma do Maia” seria aquela sobre a qual o Congresso iria se debruçar.
A grande imprensa, por sua vez, promovia ataques diretos e intensos aos conservadores ao mesmo tempo em que dava amplo espaço ao vice-presidente, procurando apresentá-lo como uma alternativa moderada para chefiar o país. Seria “o adulto na sala”, na expressão criada por um jornalista da Folha de São Paulo. E veículos como O Antagonista repetiam à exaustão a necessidade de uma suposta tutela militar sobre Bolsonaro.
As Manifestações de 26 de Maio mudaram o rumo do cenário
Esse ambiente claramente conspiratório mudou a partir das Manifestações de 26 de Maio. Milhões de pessoas saíram às ruas espontaneamente em todo o País em defesa do Presidente Bolsonaro, em defesa da Reforma da Previdência de Paulo Guedes, bem como de outras pautas do governo, como decreto das armas e o pacote anticrime de Sérgio Moro.
O sucesso das manifestações mostraram a força política e a liderança nacional incontestável do Presidente Bolsonaro. Já na semana seguinte, o ambiente mudou: impeachment e parlamentarismo saíram de cena, a proposta de reforma previdenciária do governo passou a andar no parlamento, e sumiram as falas de membros do governo que claramente afrontavam a autoridade presidencial.
Três semanas depois, o então ministro Santos Cruz seria exonerado, e as aparições manifestações públicas o vice-presidente, Hamilton Mourão, tornaram-se na sua quase totalidade puramente protocolares e formais.
A autoridade presidencial e a agenda positiva do governo se impuseram, com a aprovação da reforma previdenciária, os sinais positivos de recuperação da economia e com o Presidente da República tomando para si, em várias oportunidades, o protagonismo de pautar o debate político por meio de uma mudança no padrão de sua relação com a grande imprensa.
BlogBombeiros
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