22jul/190

Distante do povo, bola de Reguffe murcha e pode ter dificuldade eleitoral em 2022

Por Toni Duarte//RADAR-DF

O resultado das eleições de 2014 mostrou que  Reguffe foi eleito senador pelo Distrito Federal com  mais votos do que o então governador eleito Rodrigo Rollemberg (PSB). Hoje, distante do povo, o senador sem partido pode encontrar dificuldades para se reeleger ou concorrer ao Buriti nas próximas eleições

Aliados do senador Reguffe acreditam que o seu projeto, que impõe o fim do imposto sobre medicamentos, possa continuar em 2022 causando o mesmo efeito que lhe tornou um campeão de votos nas eleições de 2010 e 2014 que o levou da Câmara Federal para o Senado com exatos 821.715 votos, bem mais do que os votos recebidos pelo então governador eleito Rodrigo Rollemberg (PSB) naquela eleição.

Apesar do governo Ibaneis estar apenas sete meses no poder, políticos como Izalci Lucas (PSDB), Leila do Vôlei (PSB) e José Antonio Reguffe (sem partido) nunca deixaram de se movimentar de olho em 2022.

Dos três senadores, Reguffe é o único que terá que se esforçar em dobro para não ficar sem mandato na próxima eleição.

Os experientes da política avaliam que o discurso de Reguffe está velho e manjado e que já não convence mais o seu eleitorado que cansou de esperar pelos baixos preços dos medicamentos que nunca se tornaram uma realidade.

Desde a Câmara Federal até o Senado, Reguffe já fez mais de 300 pronunciamentos sobre o mesmo tema, mas ninguém dá ouvidos.

Outro problema que será enfrentado pelo senador é a busca por uma legenda.

Após ter sido eleito em 2014, Reguffe pediu a desfiliação em 2016 do Partido Democrático Trabalhista (PDT) por discordar que a legenda possuísse Ministérios no governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

Em 2018, Reguffe recusou um novo convide do PDT para voltar a se filiar com o objetivo de garantir palanque no DF à candidatura de Ciro Gomes ao Palácio do Planalto.

Nos últimos três meses o senador tem feito uma maratona batendo de porta em porta  dos partidos que abrem mas  exigem contrapartidas. Partido como o PC do B e PDT, por exemplo,  que perderam a “boquinha” dentro da máquina pública da União fazem a exigência de cargos no  gabinete do senador brasiliense  para abrigar os aliados.

Desde o primeiro dia de mandato, Reguffe tem mantido a promessa de redução de cargos.

Conta com apenas 12 assessores quando tem direito a ter 55 funcionários em seu gabinete, além do uso da verba para contratar mais gente se desejar. Os partidos sabem disso e sabem ainda que na politica a divisão do bolo é uma regra.

Ainda que arranje um partido, para encabeçar uma candidatura majoritária no DF em 2022, José Antonio Reguffe vai penar para construir uma aliança partidária onde todos se esforçarão para vê-lo no pódio sem que recebam nada em troca. Será que ele vai conseguir?

 

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22jul/190

Ibaneis: “Jardineiro da Novacap não pode ganhar salário de R$ 17 mil”

Segundo o governador do Distrito Federal, os salários públicos precisam ser compatíveis com as funções dos empregados

Segundo o governador Ibaneis Rocha (MDB), a população não admite o pagamento de um salário de R$ 17 mil para o jardineiro de uma estatal. Na declaração, ele fez referência à investigação iniciada pela Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF) nas folhas salariais das empresas públicas, a começar pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap). A auditoria reacendeu a polêmica sobre os supersaláriosno serviço público. Para o emedebista, altos salários devem ser pagos somente a gestores qualificados, quando necessário.

Do ponto de vista do governador, remunerações de peso são válidas para a contratação em altos cargos, como o de presidente do Banco Regional de Brasília (BRB) ou de uma grande estatal. “O que nós não podemos entender é um servidor, um empregado de uma empresa, com um nível escolar baixo, que não é por culpa dele, como é o caso que eu cito sempre, do jardineiro da Novacap que ganha R$ 17 mil. Isso a população não consegue admitir. Você tem que ter um nível salarial compatível com a função”, disparou Ibaneis Rocha.

De acordo com Ibaneis, os empregados conquistaram os grandes salários dentro da legalidade, com base em decisões judiciais, mas o GDF estuda formas de racionalizar os gastos públicos. “Agora chegou um outro momento. Quem está sofrendo com isso é a população mais carente, porque não tem serviços públicos de qualidade”, assinalou.

Teto

Após a investigação na Novacap, a CGDFpretende fazer uma devassa nos salários do BRB, da Agência de Desenvolvimento do DF (Terracap) e das outras empresas públicas. Atualmente, o governo tenta aplicar o “abate-teto” nas estatais por meio do Decreto nº 39.670, de 15 de fevereiro de 2019. No entanto, empregados questionam judicialmente o limitador.

Segundo o GDF, o teto salarial atualmente só não é aplicado no BRB, na Terracap, TCB e Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb) por força de determinações judiciais. A partir de julho, o índice será aplicado na estatal responsável pelo abastecimento de água e pela rede de esgoto brasiliense.

 

Metropoles

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22jul/190

Rui Costa desiste de inaugurar aeroporto para atingir Bolsonaro, na Bahia

Petista aproveita declaração preconceituosa do presidente para desgastá-lo

Governador Rui Costa vistoria obras Novo Aeroporto de Vitória da Conquista. Foto: Manu Dias/GOVBA

O governador da Bahia, Rui Costa (PT), anunciou hoje (22) que não participará da inauguração do novo Aeroporto de Vitória da Conquista (BA), que terá a presença do presidente da República Jair Bolsonaro (PSL), nesta terça-feira (23). O petista alega que o evento foi transformado em “uma convenção político-partidária” a favor do presidente. Mas também atua politicamente para desgastar a imagem de Bolsonaro junto aos nordestinos, após o presidente tratar governadores nordestinos pelo termo pejorativo “paraíba”, ao sugerir que seu governo “não tem que ter nada” com o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB).

No vídeo publicado nas redes sociais Rui Costa afirmou não poder concordar que o governo de Bolsonaro  “exclua o povo da inauguração”, fazendo um evento restrito a poucas pessoas escolhidas a dedo, referindo-se à iniciativa do cerimonial da Presidência da República de restringir a 70 pessoas os convidados do governador, no universo de 300 convidados para o evento. Números que foram ampliados para 100 e 600, respectivamente.

Depois de investir na retórica de exaltação da resistência e do trabalhador nordestino, Rui Costa disse ter convidado o presidente Bolsonaro para uma grande festa.

Diário do poder

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22jul/190

Paula Belmonte Destina R$ 14 Milhões Para A Saúde E R$ 6 Milhões Para A Educação Do DF

 

A deputada federal Paula Belmonte (Cidadania-DF) destinou R$ 6 milhões em emendas parlamentares para a educação pública no Distrito Federal. O recurso será adicionado ao orçamento da Secretaria de Educação.

Do total, R$ 5 milhões serão utilizados para aquisição de ônibus, pelo Programa Caminho da Escola, do Ministério da Educação. “Vi várias crianças moradoras de área rural que não tem transporte para ir à escola e tem o ensino prejudicado”, conta Paula Belmonte. A outra parte será dividida igualitariamente entre 10 escolas.

Na saúde

Priorizando as crianças, serão destinados R$ 14 milhões. Ao todo, 17 unidades e 13 regiões administrativas serão beneficiadas. O recurso será adicionado ao orçamento da Secretaria de Saúde do Distrito Federal.

Ao todo, 17 unidades de saúde e 13 regiões administrativas serão contempladas com os recursos federais. Paula Belmonte conta que a saúde é o ponto mais crítico do governo, quanto à população: “As pessoas perdem entes nas filas dos hospitais por falta de equipamentos básicos”, lamenta. “Por onde passo, escuto relatos assustadores. Isso é muito sério”, revela.

A deputada destinou R$ 1 milhão para cada um dos seguintes hospitais regionais: Asa Norte, Gama, Guará, Brazlândia, Ceilândia, Planaltina, Santa Maria, Samambaia, Sobradinho, Taguatinga e Paranoá. Para o Hospital Materno Infantil de Brasília (HMIB), o recurso chega a R$ 2 milhões.

Atenção Primária

Além dos hospitais regionais, serão beneficiadas unidades de atenção básica. A Unidade Básica de Saúde (UBS) de Ceilândia receberá R$ 300 mil; a Casa de Parto de São Sebastião e a UBS da Estrutural, cada uma, R$ 200 mil. Já as UBSs do Paranoá e Planaltina terão disponíveis R$ 150 mil cada..

Donnysilva

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22jul/190

Política: Iolando quer fazer mudanças quando voltar às atividades

O  distrital Iolando Almeida decidiu em conversas reservadas com assesssores próximos que poderá realizar mudanças tímidas em seu grupo político.

O parlamentar não esconde a insatisfação com os resultados politicos da administração regional de Brazlândia e por isso vem avaliando a mudança no xadrez político de sua equipe dentro da região.

A proposta pode levar  membros da administração para outros horizontes, enquanto  assessores do parlamentar podem aterrissar nos corredores da administração da cidade.

Figurão vai, figurão vem!

Redação

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