1jun/190

‘Queria que ele voltasse vivo’, diz avô de criança morta em Samambaia

Rhuan Maicon da Silva Castro, 9 anos, morava com os avós no Acre. O garoto foi levado pela mãe em 2014 e assassinado por ela neste sábado (1°/6)

O corpo de Rhuan Maicon da Silva Castro, 9 anos, foi encontrado neste domingo (1°/6), em Samambaia
(foto: Reprodução/Facebook)

Levado em 2014 pela mãe sem avisar a outros familiares, a morte de Rhuan Maicon da Silva Castro, 9 anos, chocou os familiares dele, que o procuravam incansavelmente. Na madrugada deste domingo (1°/6), o corpo do pequeno foi encontrado esquartejado em Samambaia. À Polícia Civil, Rosana Auri da Silva Cândido, 27, confessou que tirou a vida do próprio filho com a ajuda da companheira, Kacyla Priscyla Santiago Damasceno Pessoa, 28 anos.

“Eu só queria que ele estivesse vivo”, desabafou o avô paterno do menino, Francisco das Chagas de Castro, 63. Em entrevista ao Correio, ele contou que Rhuan morava com ele no Acre, quando foi levado pela mãe. “Minha esposa e eu cuidávamos dele. Nós que o criamos durante 4 anos. Dávamos de tudo e ele era a alegria da casa. Entramos com uma ação judicial para conseguir a guarda dele. O processo ainda estava em andamento, mas era favorável a nós. Porém, um dia ela o levou e nunca mais voltou”, afirmou.

Francisco diz que, após a fuga de Rosana, percorreu diversas cidades à procura do neto. “Sempre que recebíamos qualquer pista, corríamos atrás. Fomos a Goiânia (GO), Trindade (GO) e Anápolis (GO), mas não conseguimos encontrá-lo”, disse. O avô recebeu a notícia da morte do neto nesta manhã, por meio de uma mensagem no celular. “Ninguém teve coragem de me contar pessoalmente. Meu coração está em pedaços”, se emocionou.

O avô detalhou que Rosana casou com o filho dele e tiveram Rhuan. “Eles eram muito jovens e não ficaram juntos por muito tempo. Meu filho foi embora, mas ela ficou morando com a gente. Depois, sumiu deixando tudo para trás. Saiu de casa só com a roupa do corpo. Os documentos, cartão de vacina e brinquedos do meu neto estão aqui”, lamentou. Francisco disse que não consegue imaginar o que poderia ter motivado o assassinato. “Ele poderia ter ficado com a gente. Rhuan me chamava de papai. Nós que o criávamos”, lembrou.

Fransciso ainda contou que não tem dinheiro para o velório. “Vamos ver o que delegado vai me falar. Queria que ele voltasse para mim vivo”, ressaltou.

Entenda o caso 

Agentes da 26ª Delegacia de Polícia (Samambaia Norte) investigam a morte de Rhuan. Rosana e Kacyla foram presas em flagrante, momentos após o crime. Aos agentes, elas confessaram ter matado o garoto. O menino dormia, quando foi atingido por uma facada no peito. Em seguida, a mãe dele ainda o atingiu com diversos golpes. As acusadas ainda tentaram queimar os restos mortais em uma churrasqueira, mas desistiram e distribuíram o corpo, esquartejado, em uma mala e duas mochilas escolares.

Pessoas que estavam na rua viram Rosana passando de madrugada com a mala. Ela jogou o item em um bueiro da quadra 425 de Samambaia. As testemunhas foram ver o que tinha dentro do objeto e encontraram as partes do corpo. Os policiais foram acionados e encontraram as mulheres dentro de casa, com os restos mortais de Rhuan. Outra criança, filha de Kacyla, estava no local. Ela foi encaminhada à um abrigo.

Fonte: Correio Braziliense

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1jun/190

Política: A briga pelo o protagonismo de Flávia Arruda e Paula Belmonte

As disputas e o mal está impera na difícil relação entre duas parlamentares estreantes na vida política do DF.

As deputadas federais; Flávia Arruda e Paula Belmonte, não escondem a repulsa que uma tem pela a outra no dia a dia do parlamento. Os debates internos entre as duas mas parece sessão de UFC.

Segundo os bastidores, o protagonismo do momento político do DF, seria uma das razões para a "briga de foice" das duas parlamentares. Já tem outros que dizem que a dupla mais parece a famosa e inesquecível dupla Tom& Jerry.

Com essa briga só quem perde é o DF. Acordem deputadas!

 

Redação

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1jun/190

Política: “Eu disse a ela que não ia aceitar meninices de uma dondoca” disse Ibaneis Rocha

A deputada, que chegou atrasada no encerramento do evento, puxou Mayara pelo braço e cobrou explicações

 

Na tarde desta sexta-feira (31), durante o lançamento de um programa social resultado de uma parceria entre o Ministério da Cidadania e o GDF, a deputada Paula Belmonte discutiu com a primeira-dama do DF, Mayara Noronha por  não ter voz nem assento entre as autoridades presentes ao anúncio do programa.

A deputada, que chegou atrasada no encerramento do evento, puxou Mayara pelo braço e cobrou explicações. Ela culpou a esposa do governador que ao notar a confusão, tomou as dores da mulher e passou um sabão na parlamentar. Disse que, se Paula Belmonte “quisesse reclamar, que reclamasse para ele”.

“Ela chegou atrasada e, diante da situação de não ser atendida, ameaçou ir para a oposição. Eu disse a ela que não ia aceitar meninices de uma dondoca. E não vou mesmo, isso é ridículo, até porque citei três vezes o nome dos parlamentares presentes, inclusive o dela”, afirmou o governador Ibaneis Rocha.

Jornal de Brasília

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1jun/190

Distrito Federal oficializa adesão ao Programa Criança Feliz

A cerimônia de abertura da IV Semana do Bebê, realizada nesta sexta-feira (31) pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), foi marcada pela adesão do Distrito Federal ao Criança Feliz, programa do Governo Federal para acompanhamento de meninos e meninas na primeira infância. O decreto que oficializa a parceria do DF com o Ministério da Cidadania, responsável pela execução do programa, foi assinado pelo governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha. “Esse programa vem cuidar de quem mais precisa. Esperamos que o sucesso dele seja sentido na vida de cada criança atendida. Nosso trabalho é cuidar dos que mais precisam com educação de qualidade, saúde de qualidade e garantido que tenham um futuro melhor”, disse Ibaneis Rocha.

O Criança Feliz atende crianças de até 6 anos e gestantes, com visitas semanais feitas por técnicos capacitados em desenvolvimento infantil. Também inclui ações de saúde, educação, assistência social, cultura e direitos humanos. O Criança Feliz Brasiliense vai ser coordenado pela Casa Civil, com participação das secretarias de Justiça e Cidadania (Sejus), de Desenvolvimento Humano e Social (Sedhs), de Saúde (SES) e de Educação (SEE). Na próxima semana, deve sair o edital de contratação de visitadores, que passarão por pelo menos 3,2 mil residências da capital.

Na avaliação do secretário de Justiça e Cidadania, Gustavo Rocha, a parceria com o Ministério da Cidadania será fundamental para mudar a realidade de diversas crianças do DF que estão em situação vulnerável. O secretário reforçou ainda a importância do afeto para o desenvolvimento integral das crianças, ao explicar a escolha do tema da IV Semana do Bebê. “O mote desta Semana do Bebê é o direito ao abraço. Queremos mostrar a importância do afeto para a formação integral das crianças. É investindo nisso que vamos mudar a realidade das crianças e contribuir para que tenhamos adultos com plenitude moral”, explicou.

A partir deste sábado até o dia 7 de junho, a carreta do percorrerá sete cidades do DF: Samambaia, Ceilândia, Estrutural, Varjão, Fercal, Itapoã e Planaltina. A população terá acesso a diversas atividades, como apresentações artísticas, brincadeiras, palestras, oficinas, rodas de conversa, ações de saúde, assistência jurídica e psicossocial.  “Serão sete dias com mais de 150 atividades disponibilizadas para a população. Nosso desafio é mostrar a importância de se investir na primeira infância”, disse a subsecretária de Políticas para Criança e Adolescente da Sejus, Adriana Faria.

De acordo com a Secretaria Nacional de Promoção do Desenvolvimento Humano do Ministério da Cidadania, Ely Harasawa, o DF é um exemplo de atuação intersetorial para atendimento das crianças na primeira infância. “A realização da carreta do bebê é uma iniciativa extremamente importante porque leva esse tema para dentro das comunidades. É um exemplo de trabalho intersetorial”.

Também estiveram no lançamento da IV Semana do Bebê a primeira-dama Mayara Noronha, o secretário de Desenvolvimento Humano e Social do DF, Eduardo Zaratz, o secretário de Saúde, Osnei Okumoto, a secretária da Mulher, Ericka Filippelli, o secretário de Juventude, Léo Bijos, entre outras autoridades. A solenidade contou ainda com a presença de estudantes da Escola Classe 1 da Estrutural e de alunos da Casa de Música do Paranoá, que fizeram apresentações com flauta e violino.

 

Fonte: Chiquinho dornas

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