23maio/190

Órgãos públicos terão que divulgar gastos com energia e água

Os órgãos públicos, no âmbito do Distrito Federal, terão que divulgar mensalmente os gastos com energia e água. O Projeto de Lei nº 497/2015, que obriga a divulgação dos gastos, de autoria do deputado distrital, Robério Negreiros (PSD), foi aprovado nesta terça-feira, (21), pela Comissão de Economia, Orçamento e Finanças (CEOF), da Câmara Legislativa do Distrito Federal. O projeto ainda precisa ser analisado pela CCJ e Plenário, antes de seguir para sanção do governador.

De acordo com a proposta, as despesas deverão ser informadas nos sítios eletrônicos de cada órgão, acompanhadas de símbolo padrão de consumo de energia e água, com suas cores indicativas de consumo consciente, adequado, em alerta ou abusivo.

Segundo o deputado Robério, no cenário político atual, a transparência sobre os atos do poder público é ação que deve ser piamente incentivada e respeitada e a implantação do referido projeto trará um evidente impacto positivo de incentivo à adoção de ações que favoreçam a racionalização dos recursos naturais necessários ao funcionamento de toda a estrutura pública. "A medida acarretará, também, uma significativa redução de gastos referentes ao consumo de luz e água de todos os órgãos públicos”, declarou.

Cláudio Moreira

ASCOM - Deputado Robério Negreiros (PSD/DF)

Contato: (61) 98128.0221

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23maio/190

Júlia Lucy: “Nova tabela de preços para abertura de empresas inviabiliza empreendedorismo no DF”

Deputada defende acordo antes de votação da proposta que transfere Junta Comercial para o DF

A transferência da Junta Comercial da União para o Distrito Federal que deveria ser motivo de comemorações tornou-se um problema, pois “o que poderia ser uma oportunidade de fomentar o empreendedorismo e trazer serviços de qualidade pode se transformar num gatilho para a informalidade e o estrangulamento de novas empresas”, afirma a Deputada Júlia Lucy (NOVO).

Embora seja uma demanda de longa data do setor produtivo local, o Projeto de Lei nº 214/2019, tem sofrido duras críticas, já que foi aprovada uma nova tabela de preços que reajustou desproporcionalmente as taxas cobradas pelo órgão, sem um prazo de transição para que os empreendedores se adaptassem.

Em alguns casos, como o da taxa para consórcios e grupos de sociedade em caso de cancelamento, o preço era de R$ 10. Esse valor pulou para R$ 545, ou seja, um aumento de 5.450%.  Em média, os custos cobrados aumentaram em mais de 800%.

Integrante da Comissão de Economia, Orçamento e Finanças (CEOF), a deputada Júlia Lucy (NOVO) afirmou que pretende se reunir com os Vogais da Junta Comercial (responsáveis pela aprovação da nova tabela de preços) na próxima segunda-feira (27). A ideia é, segundo ela, compreender os critérios utilizados para o reajuste e por que a nova tabela foi alterada. Além disso, a deputada acredita ser possível convencer os vogais a utilizar critérios técnicos que permitirão revisar a tabela com preços mais justos. “Sem isso, o empreendedorismo no Distrito Federal está ameaçado”, acredita a parlamentar.

“Nós temos todo o interesse em votar esse projeto de Lei e organizar a Junta Comercial aqui do DF da maneira mais eficiente possível. Mas nós não votaremos esse projeto enquanto esses preços não forem diminuídos”, assegurou Júlia Lucy. Ela relata que os empreendedores se queixam de que a tabela de preços estabelecida recentemente vai empurrar os negócios de Brasília para a informalidade. “Isso é a mesma coisa que dizer que o Distrito Federal não quer empreendedores. E não é esse o recado que temos que passar; temos é que favorecer a abertura de empresas e a formalização dos pequenos negócios”,disse.

O projeto de lei que transfere da União para o DF a Junta Comercial já foi aprovado pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS). A autarquia é responsável, entre outras atribuições, pelo registro de novas empresas e negócios.

Maiores informações:

Assessoria de imprensa da deputada Júlia Lucy-

Giselle Chassot

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23maio/190

Política: Paula Belmonte demonstra compromisso ao votar manutenção do COAF com Sérgio Moro

Deputada Paula Belmonte não deseja que a sujeira vá para debaixo do tapete e decide votar respeitando a sociedade de bem

A proposta aprovada no Congresso Nacional onde difiniu a ida do COAF para a pasta da economia, foi, na avaliação de grande parte da sociedade brasileira uma demonstração de temor por parte da classe politica do órgão ficar sob o comando do Ministro Sérgio Moro.

No DF, a posição firme da Deputada Paula Belmonte em votar contra a corrupção e a manutenção do COAF no Ministério da Justiça, mostra que a parlamentar está no caminho certo. Pelo menos é o que acha a jornalista Sheylla Martins;" Fico feliz que a Deputada Paula Belmonte em seu primeiro mandato demonstre uma sintonia com a população e tenha votado contra a corrupção. O voto dela mostra seu sentimento de respeito pelo o Brasil", declarou ao blogdogbu.

 

Redação

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