14maio/190

Administradora fica sabendo da exoneração pelo zap

As más escolhas - Foi comunicada da exoneração por zap

O primeiro bom dia de hoje 14/05/2019 da ex-administradora do Guará Vania Gurgel, foi do Deputado distrital Rodrigo Delmasso que as 06:41 mandou para a ex-administradora o print do diário oficial no qual informava sua exoneração.

Por mensagem se despediu da ex-administradora que segundo ele tomou atitudes em desacordo com o governo.

Fonte: blogdogleisson

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14maio/190

GDF cria Subsecretaria de Políticas para Idoso

GDF cria Subsecretaria de Políticas para Idoso - (Assumiu o cargo o ex-deputado distrital, Washington Mesquita)

A Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF) ganhou uma nova estrutura já publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF). Com ela, foi criada a Subsecretaria de Políticas para Idoso. Assumiu o cargo o ex-deputado distrital, Washington Mesquita.

Segundo o subsecretário, os idosos do DF ficaram um bom tempo sem amparo legal, sem um setor que pudesse se dedicar à construção de políticas públicas para a área. Lembrou que a população idosa vem crescendo de forma significativa e que o governador Ibaneis Rocha reconhece a importância da estrutura para apoio a estas pessoas.

 

Blogdogleisson

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14maio/190

Administradora Vânia Gurgel é exonerada da administração do Guará

Ex-administradora teria contrariado o deputado ao pedir a exoneração de pessoas ligadas a ele e ao governador Ibaneis

Durou apenas quatro meses a gestão de Vânia Gurgel na Administração Regional do Guará. Ela foi exonerada nesta terça-feira, 14 de maio, após contrariar o deputado distrital Rodrigo Delmasso e o próprio governador Ibaneis Rocha ao pedir – e conseguir – a exoneração de assessores ligados a eles. Ela será substituída por Luciane Gomes Quintana, assessora de Delmasso, que assim volta a apadrinhar a Administração do Guará. Moradora do edifício Dueto, na orla do Guará II, Luciana é formada em Ciências Biológicas e atuava como interlocutora de Delmasso junto ao governo na execução das emendas parlamentares do deputado.

A queda de Vânia vinha sendo especulada há alguns dias, mas foi definida nesta quarta-feira depois que o Diário Oficial do DF publicou a exoneração de três assessores ligados a Delmasso, um deles o Diretor de Obras, responsável pela execução e supervisão de emendas parlamentares do próprio deputado.  Mas a queda da agora ex-administradora foi desenhada com cores mais fortes após a sessão promovida pela Câmara Legislativa, de iniciativa de Delmasso, na Escola Técnica, na sexta-feira passada, para homenagear os 50 anos do Guará. Durante seu discurso, a ex-administradora criticou a situação do Hospital Regional do Guará, que, segundo ela, estaria em péssimas condições e não estaria prestando o serviço que os moradores da cidade precisam. A fala foi entendida como uma crítica ao próprio governo, a quem ela servia, e teria chegado aos ouvidos do governador Ibaneis Rocha.

O estopim da demissão aconteceu com a exoneração dos cinco assessores, a pedido dela, chancelada pela Casa Civil do Governo sem o conhecimento do governador Ibaneis. Entre essas demissões, estava a do genro do líder comunitário Jânio Ribeiro, amigo pessoal do governador.  Vânia teria contrariado também uma assessora da Caesb amiga do governador Ibaneis, por ter pedido a exoneração do irmão dela embora tenha mantido o filho nos quadros da Administração, o que configuraria nepotismo.

Sem padrinho

Surpreendida com a exoneração, Vânia Gurgel diz que não se arrepende do fez. “Não tinha como continuar trabalhando com quem não queria trabalhar no mesmo ritmo e nem obedecer às minhas ordens. A execução de projetos e obras estava caminhando num ritmo mais lento do que eu pretendia. Vim da iniciativa privada e não tolero esse tipo de coisa”.  A agora ex-administradora diz que deu o seu sangue pela cidade, “porque moro e amo o Guará, mais do que nunca”. Vânia diz qu, a partir de agora, vai trabalhar “pela política do bem”, numa crítica ao deputado Delmasso.Vânia ficou parcialmente enfraquecida politicamente depois que o deputado Rodrigo Delmasso anunciou publicamente que estava deixando o “apadrinhamento” da Administração do Guará no início de abril. Sem o apoio direto de Delmasso, Vânia se aproximou do secretário de Cidades, Gustavo Aires, e do próprio governador Ibaneis Rocha, que demonstravam que estavam gostando do jeito dinâmico dela administrar a cidade.  Mas, mesmo oficialmente fora do apadrinhamento à cidade, o deputado Rodrigo Delmasso continua tendo forte influência no governo por ser o vice-presidente da Câmara Legislativa e ser aliado de Ibaneis desde a campanha política.

O deputado Rodrigo Delmasso por sua vez elogia o desempenho de Vânia à frente da Administração do Guará, a quem considera “trabalhadora e bem-intencionada”, mas que ela “não teria entendido o funcionamento da máquina pública como um todo”.

Quem é a nova administradora regional

Luciane Gomes Quintana é paulista e está em Brasília há 12 anos, dos quais há dois anos no Guará. Pastora da igreja Sara Nossa Terra, a mesma de Delmasso, é formada em Ciências Biológicas e atuava no gabinete na área social e no acompanhamento das emendas parlamentares do deputado. É casada e tem uma filha.

Fonte

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14maio/190

Entorno: Falta de apoio da prefeitura, faz crescer pré-candidatura de Júnior Barreto

Com os olhos vendados da prefeitura para distritos como; Vendinha e Monte Alto, a comunidade tende a eleger oposicionistas no ano que vem

Líder atuante Júnior Barreto, ao lado de Cristovam Buarque

As brigas políticas na região do entorno já começaram, mas tem aqueles que preferem trabalhar na defesa da comunidade em vez de adotar a "velha política".

Com a possível candidatura de Thiago da Farmácia ao principal cargo político da região, surge dentro de Monte Alto e Vendinha o que a comunidade encara como seu sucessor no jogo pesado eleitoral do ano que vem.

 Júnior Barreto é o nome mais falado no momento dentro dos distritos de Monte Alto/Vendinha, resta saber se ele vai topar o desafio das urnas.

Envolvido nos debates da cidade, Júnior Barreto, acredita que o Município precisa respirar a renovação;" Decidi que vou colocar meu nome a disposição da vontade popular. Quero contribuir com minha cidade e buscar trazer projetos importantes para nossa região. Mas antes de tudo precisamos pensar na infraestrutura que tanto precisamos", declarou ao blogdogbu, Júnior Barreto.

 

Redação

 

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14maio/190

Projeto de lei aprovado pela CLDF é tema da delação de Constantino

Daniel Ferreira/Metrópoles

Delação de Henrique Constantino, um dos donos da Gol, trata de propina em troca de PL que reduziu o ICMS do querosene da aviação no DF

 O anexo IV da delação do empresário Henrique Constantino, um dos acionistas da Gol Linhas Aéreas, promete jogar uma bomba em território distrital. O adendo trata de “benefício financeiro a Lúcio Funaro e Eduardo Cunha em contrapartida a medida legislativa junto à Câmara Legislativa do Distrito Federal”. Exatamente nesses termos foi identificado o trecho que diz respeito ao DF.
O conteúdo está sob segredo de Justiça. Mas a coluna apurou que a denúncia versa sobre um projeto de lei (PL) de autoria do Poder Executivo aprovado pela Câmara Legislativa (CLDF), reduzindo o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) aplicado ao querosene de aviões no Aeroporto Internacional de Brasília. Em 2013, houve encolhimento dessa alíquota de 25% para 12%.
Na época, o governador era o petista Agnelo Queiroz, e seu vice, Tadeu Filippelli, que até semana passada presidiu o MDB local. A renúncia tributária estimada naquele período era de R$ 131 milhões.

A movimentação legislativa que reduziu o ICMS do querosene de avião teria ocorrido mediante pagamento de propina. O caso, inclusive, foi tema do anexo 17 da delação do operador financeiro Lúcio Funaro. Em 2018, ele admitiu ter recebido propina na operação e ainda entregou os nomes de Eduardo Cunha, Henrique Eduardo Alves e Tadeu Filippelli.

Alguns dos anexos da delação de Henrique Constantino foram mantidos em sigilo porque não fazem parte da ação penal referente à Cui Bono, que investiga liberação de recursos da Caixa Econômica Federal em troca de pagamento de propina.

A delação foi homologada pelo juiz Vallisney de Oliveira, da 10ª Vara Federal do Distrito Federal, e traz acusações contra o ex-presidente Michel Temer, o ex-ministro Geddel Vieira Lima e o ex-deputado Eduardo Cunha, todos do MDB.

No depoimento, o empresário contou sobre seu relacionamento com os emedebistas e afirmou ter participado de uma reunião em 2012 com o então vice-presidente da República, Michel Temer, durante a qual houve o pedido de R$ 10 milhões em troca da atuação dos parlamentares em favor da liberação dos financiamentos pleiteados pela Gol junto à Caixa.

Metrópoles

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