7maio/190

Política: Distrital Iolando fala sobre avaliações de seu início de mandato

Distrital ler o blogdogbu impresso e observa atentamente as avaliações sobre seu início de mandato

O distrital Iolando Almeida avaliou como positivas as avaliações feitas ao seu início de mandato na Câmara Legislativa, por lideranças da cidade de Brazlândia.

O parlamentar foi avaliado por inúmeras lideranças de sua base política e divulgado pelo o blogdogbu em matéria publicada nessa segunda-feira (6).

Procurado pelo o blogdogbu, o distrital declarou que os trabalhos continuam;" Fiquei feliz que as lideranças reconhecem nossos esforços por Brasília. Vamos continuar trabalhando e fazer valer a força do mandato", salientou Iolando.

 

Redação

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7maio/190

Brazlândia: Cursos gratuitos na cidade

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7maio/190

Botijão de gás tem aumento, menos em Brazlândia

O empresário no ramo de gás na cidade de Brazlândia, Zé Carlos do Gás, decidiu ir na contra mão dos aumentos em sua área.

A pacata cidade tem preços acessíveis em momento de crise. Veja abaixo;

Redação

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7maio/190

Financeiras do DF podem ficar proibidas de fechar contrato por telefone

O Projeto de Lei nº 227/2019, que tramita na Câmara Legislativa, proíbe as instituições financeiras, no âmbito do Distrito Federal, de ofertar e celebrar contrato de empréstimo financeiro e cartão de crédito consignado com idosos, aposentados e pensionistas por meio de ligação telefônica.  A proposta, de autoria do deputado distrital, Robério Negreiros (PSD), tem a finalidade de ampliar as medidas de proteção ao consumidor idoso, aposentado e pensionista.

De acordo com o parlamentar, atualmente, há no mercado uma infinidade de produtos e serviços oferecidos especialmente para os consumidores idosos. E, nem sempre estes consumidores recebem as orientações completas e suficientes para que possam comprar ou utilizar um serviço. “O tipo de contratação de empréstimo ou cartão consignado por meio telefônico fere os princípios dispostos no Código de Defesa do Consumidor”, lembrou.

Robério Negreiros ressaltou ainda que, o empréstimo consignado não pode ser concedido por telefone, sem o comparecimento do interessado ao banco ou financeira, sendo obrigatório que o contrato seja assinado pelo próprio contratante. “Constantemente, há casos de contratação de empréstimo financeiro equivocada de um aposentado ou pensionista com uma instituição financeira, que contratam sem a plena capacidade de conhecimento dos termos e juros celebrados, causando, além de endividamentos, prejuízos financeiros, estresse e aborrecimentos”, frisou.

Na prática, os contratos de empréstimos realizados por meio de contato telefônico são verdadeiros contratos de adesão, restando ao contratante tão somente a opção pela quantia pretendida e o número de parcelas (normalmente valores pré-aprovados). Entretanto, nas contratações de empréstimos e cartões de créditos consignados realizados por meio de telefone não é possível que a instituição financeira cumpra com todos os requisitos dispostos no Código de Defesa do Consumidor, gerando desvantagem em desfavor do consumidor hipossuficiente, no caso, os idosos, aposentados e pensionistas.

Segundo o deputado Robério, se no caso de o negócio jurídico ser firmado por pessoa analfabeta deve ser realizado sob a forma pública ou por procurador constituído. “Se for comprovado que o consumidor é analfabeto e idoso, não tendo sido observadas as formalidades mínimas necessárias à validade do negócio, e inexistindo provas de que foi prestada qualquer assistência a ele pelos funcionários da empresa, o contrato deve ser considerado nulo”, declarou.

 

ASCOM Distrital Robério Negreiros

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7maio/190

Trickster: Justiça aceita denúncia contra mais 3 pessoas por corrupção

 Ex-coordenador do DFTrans e dois dirigentes se tornaram réus

Rafaela Felicciano/Metrópoles
Rafaela Felicciano/Metrópoles

Metrópoles

A Justiça do Distrito Federal aceitou denúncia oferecida pela Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público e Social (Prodep) contra mais três pessoas investigadas na Operação Trickster. Viraram réus, pelo crime de corrupção, o ex-coordenador da Unidade de Bilhetagem Automática do DFTrans Harumy Tomonori Honda Júnior e dois dirigentes da Cooperativa de Transportes Cooperbras: Ronaldo de Oliveira e Soraya Gomes da Cunha.
De acordo com a denúncia do Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT), no período de janeiro de 2017 a março de 2018, Harumy Tomonori recebeu propina regularmente. Os valores variavam de de R$ 5 mil a R$ 20 mil, num total aproximado de R$ 210 mil, para deixar de supervisionar a Cooperbras, operadora do Serviço de Transporte Público Coletivo Rural do DF.
Como coordenador da Unidade de Bilhetagem Automática do DFTrans, Harumy tinha como dever monitorar a atuação dos permissionários para garantir o correto funcionamento do sistema.

No período, os dirigentes da cooperativa executaram fraudes no Sistema de Bilhetagem Automática, a partir da geração de créditos financeiros fraudulentos. O crime era cometido mediante o descarregamento sucessivo de cartões de vale-transporte de pessoas com deficiência e do Passe Livre estudantil, sem o correspondente suporte monetário.

Computadores

Em um dos computadores apreendidos na Cooperbras, os investigadores tiveram acesso a uma planilha eletrônica com todos os pagamentos efetuados para “RA”, referência, segundo o MPDFT, ao som da primeira sílaba do nome de Harumy.

Mensagens instantâneas de celular trocadas pelos réus e imagens da câmera de segurança da cooperativa também comprovam os repasses. Todo esse material está na denúncia. Além do crime de corrupção ativa, Harumy também vai responder por estelionato contra a administração pública e lavagem de ativos. Ronaldo e Soraya, por corrupção passiva.

Além da condenação dos três denunciados, o Ministério Público pede a perda dos valores adquiridos por meio do crime de corrupção (R$ 210 mil), além da reparação mínima pelos danos causados ao erário (R$ 303 mil). A denúncia foi recebida em 1º de abril.

Estelionato e lavagem de ativos

Durante todo o período em que recebeu pagamentos ilícitos, Harumy comparecia à sede da Cooperbras para fazer parte da retirada dos valores em espécie.

Para que pudesse continuar as atividades criminosas sem levantar suspeitas no local onde trabalhava e pudesse transportar os valores sem qualquer risco, ele induziu seus superiores hierárquicos ao erro. Harumy afirmou, falsamente, que estaria sendo alvo de ameaças de morte em virtude de sua atividade profissional.

Por isso, foi acompanhado de escolta policial armada fornecida pela Casa Militar do DF durante todo esse período, o que resultou num gasto de cerca de R$ 303 mil.

As investigações também comprovaram que, para converter parte dos valores recebidos em ativo lícito, o ex-coordenador do DFTrans adquiriu um automóvel, que foi colocado no nome de sua mãe, que nem sequer carteira de habilitação possui e jamais foi proprietária de qualquer veículo.

Os acusados negam as irregularidades. (Com informações do MPDFT)

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