29jul/150

Politica: Juarezão de olho em tudo

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O depuado distrital Juarezão decidiu que o recesso parlamentar será nas ruas e fiscalizando pessoalmente a prestação de serviços a comunidade de Brazlândia.

O parlamentar decidiu acordar cedo e acompanhar de perto as atividades de trabalhadores da Novacap dentro da região;" É bom que o deputado acompanhe mesmo. Isso mostra o compromisso dele em ver as coisas acontecerem", declarou Amilton Santos, morador do setor sul da cidade.

fonte: gbu

29jul/150

Contra roubo em ônibus, DF decide monitorar luz e mato em paradas

Foram registrados 1.082 casos de roubos em coletivos até junho.Ações foram anunciadas por Rollemberg e integram Viva Brasília

O governador Rodrigo Rollemberg durante anúncio de medidas sobre segurança pública no DF (Foto: Gabriel Luiz/G1)

O governador Rodrigo Rollemberg durante anúncio de medidas sobre segurança pública no DF (Foto: Gabriel Luiz/G1)

Gabriel LuizDo G1 DF

O governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, anunciou nesta quarta-feira (29) uma série de medidas para evitar assaltos a passageiros de ônibus, incluindo o monitoramento da iluminação e de mato alto nas paradas de ônibus, além da determinação para que as empresas de transporte coletivo forneçam obrigatoriamente imagens internas dos veículos na ocorrência de crimes.

As estratégias fazem parte do programa VivaBrasília, que visa a reduzir a criminalidade do DF. De acordo com o governo, as administrações regionais deverão acompanhar os estados dos equipamentos públicos e avisar a CEB e a Terracap sobre os problemas.

Rollemberg afirmou que serão levantadas as paradas de ônibus com maior registro de assaltos. As regiões de Ceilândia, Samambaia, Santa Maria e Recanto das Emas tiveram o equivalente a 62% dos registros do crime neste ano.

"Neste momento, a prioridade é de buscar entender como acontecem roubos em coletivos para que possamos ter ações integradas das forças de segurança no DF, percebendo quais são as cidades onde os crimes são mais comuns e tendo acesso da polícia ao local", declarou.

O programa Viva Brasília, antes chamado de Pacto Pela Vida, foi lançado na última terça-feira. O objetivo do governo é reduzir as taxas de homicídios e crimes contra o patrimônio, reforçar a prevenção de crimes e melhorar os serviços de repressão a violência oferecidos no DF.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, foram registradas 1.082 ocorrências de roubos em transporte coletivo na primeira metade do ano. O número é 14,7% menor em comparação ao mesmo período de 2014. Abril foi o mês com maior índice de ocorrências: foram 251 casos

29jul/150

MORO AVISA: CORRUPÇÃO NA ELETRONUCLEAR É DE SUA COMPETÊNCIA

JUIZ DA LAVA JATO VÊ ‘CONEXÃO E CONTINÊNCIA’ COM O PETROLÃO

PARA MORO, DISPERSAR OS CASOS E PROVAS EM TODO O PAÍS “PREJUDICARÁ AS INVESTIGAÇÕES E A COMPREENSÃO DO TODO’ (FOTO: DIDA SAMPAIO/ESTADÃO CONTEÚDO)

No despacho em que mandou prender o almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva, presidente licenciado da Eletronuclear, o juiz federal Sérgio Moro avisou que essa nova etapa da Operação Lava Jato é mesmo de sua alçada. Ele argumenta ‘conexão e continência’ com as outras fases da investigação que desmontaram esquema de propinas que vigorou na Petrobrás entre 2004 e 2014. O juiz também destaca que em especial os crimes de cartel e de ajuste de licitação, com distribuição de obras em todo o País entre as mesmas empreiteiras, têm que ser tratados em conjunto, ‘por um único Juízo, sob pena de prejudicar a unidade da prova e com risco de decisões contraditórias’.

Com essas anotações, o juiz da Lava Jato busca neutralizar uma estratégia comum de defensores de alvos da investigação que questionam sua competência para julgar o caso – réus por corrupção no âmbito da Petrobrás tentaram sucessivas vezes tirar os processos de suas mão alegando que a estatal petrolífera fica sediada no Rio e que ele é titular da 13.ª Vara Federal de Curitiba (PR).

Mas a tese não vingou porque a Lava Jato foi inaugurada em Londrina, também no Paraná, e tinha a meta de desativar um grupo de doleiros envolvidos em operações ilícitas de câmbio e lavagem de dinheiro – a 13.ª Vara é especializada em processos dessa natureza.

Embora o Supremo Tribunal Federal tenha cravado a atribuição de Moro para as ações da Lava Jato contra os que não desfrutam de foro privilegiado, a mesma estratégia deverá ser usada pelas defesas dos investigados da Operação Radioatividade – 14.º capítulo da Lava Jato que sai do universo da Petrobrás e mira exclusivamente contratos da Eletronuclear.

Deflagrada nesta terça-feira, 28, a Radioatividade prendeu o executivo Flávio David Barra, presidente Global da Andrade Gutierrez Energia, e o almirante Othon Luiz, presidente da estatal que teria recebido cerca de R$ 30 milhões de propinas em contratos da Usina Angra3, localizada no Rio.

“Esclareça-se, por oportuno, que a competência, em princípio, é deste Juízo, em decorrência da conexão e continência com os demais casos da Operação Lavajato e da prevenção, já que a primeira operação de lavagem tendo por origem os crimes praticados pelo cartel consumou-se em Londrina/PR e foi descoberta em processo inicialmente distribuído a este Juízo, tornando-o prevento para as subsequentes”, despachou Moro no documento em que decreta a prisão dos alvos da Radioatividade.

O juiz assinala, ainda. “A descoberta do cartel e sua atuação primeiro em contratos da Petrobrás, depois em outros contratos da administração pública, foi decorrência de investigações conduzidas em processos em trâmite perante todo este Juízo.”

Para Moro, dispersar os casos e provas em todo o País “prejudicará as investigações e a compreensão do todo’. O magistrado lembra que tanto no escândalo Petrobrás, como no da Eletronuclear, as empreiteiras praticamente são as mesmas. O uso de propinas para assegurar a vitória nas licitações das duas estatais foi denunciado inclusive pelo ex-presidente de uma das empreiteiras, Dalton dos Santos Avancini, da Camargo Corrêa – ela própria figura como alvo nos processos relativos a desvios na estatal petrolífera e na elétrica.

“Assim, tratando-se de crime praticado pelo mesmo cartel formado para fraudar as licitações da Petrobrás, há conexão e continência entre os crimes ora em apuração e aqueles praticados no âmbito daquela empresa estatal”, observou Sérgio Moro. “Com efeito, as mesmas empresas, com o mesmo cartel e práticas, teriam também obtido mediante ajuste e propina os contratos da Eletronucelar.”

O juiz federal destacou, ainda, que, entre os diversos contratos suspeitos de terem sido afetados pelo cartel e pela corrupção, encontram-se os relativos à Refinaria Presidente Getúlio Vargas (REPAR), na região metropolitana de Curitiba.

Moro observou, ainda, que embora a Eletronuclear seja uma sociedade de economia mista, no âmbito da Operação Lava Jato, há diversos crimes federais, como a corrupção e a lavagem, com depósitos no exterior, de caráter transnacional, que se iniciaram no Brasil e consumaram-se no exterior.

O juiz adverte que o Brasil assumiu o compromisso de prevenir ou reprimir os crimes de corrupção e de lavagem transnacional, conforme Convenção das Nações Unidas contra a Corrupção de 2003 e que foi promulgada no País pelo Decreto 5687/2006.

“Havendo previsão em tratado e sendo o crime de lavagem transnacional, incide o artigo 109, V, da Constituição Federal, que estabelece o foro federal como competente”, registra o juiz.

Ele destacou, ainda, que o Supremo Tribunal Federal, ao realizar o desmembramento processual dos processos decorrentes do acordo de colaboração premiada do ex-diretor da Petrobrás Paulo Roberto Costa (Abastecimento) e do acordo do doleiro Alberto Youssef, remeteu à 13.ª Vara Federal de Curitiba os processos e as provas relativas aos investigados sem foro privilegiado. (AE)

29jul/150

CUNHA PAUTA ANÁLISE DE CONTAS DE ITAMAR, FHC E LULA

PEDALADAS DE DILMA ROUSSEFF INCENTIVARAM PAUTA NA CÂMARA

TAMBÉM ENTRAM NA PAUTA A REFORMA POLÍTICA E A PEC DA REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL (FOTO: FÁBIO RODRIGUES POZZEBOM/ABR)

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), já preparou a pauta de votações da próxima semana e incluiu na programação a apreciação das contas governamentais referentes a quatro anos e que ainda não foram votadas pelo Congresso.

No retorno do recesso, os deputados analisarão as contas do período de 29 de setembro a 31 de dezembro de 1992 (primeiros meses do governo Itamar Franco após o impeachment de Fernando Collor), os balanços do governo nos exercícios de 2002 (último ano do governo Fernando Henrique Cardoso), 2006 e 2008 (governo Luiz Inácio Lula da Silva). As contas já foram aprovadas pela Comissão Mista de Orçamento e estão prontas para análise do plenário da Câmara.

Às vésperas de o Tribunal de Contas da União (TCU) avaliar as contas do governo Dilma Rousseff de 2014, Cunha avisou que pretende limpar a pauta e votar todas as contas do governo pendentes de análise em agosto. A última conta apreciada foi em 2002, referente ao exercício de 2001 do governo FHC.

Desde que o Tribunal de Contas da União (TCU) começou a discutir as pedaladas fiscais de 2014 do governo Dilma, Cunha tem defendido que o Congresso volte a apreciar as contas do governo.

Além das contas governamentais, Cunha incluiu na pauta a conclusão da votação em segundo turno da Reforma Política e da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da redução da maioridade penal de 18 para 16 anos. Os primeiros itens são os projetos que dispõem sobre organizações terroristas, o que cria no processo civil brasileiro a ação para bloqueio de bens para casos de financiamento do terrorismo e lavagem de dinheiro, a proposta que trata da correção do FGTS e a PEC sobre a remuneração de advogados públicos. (AE)

29jul/150

UTC ATUOU NO TCU PARA EXCLUIR CONCORRENTES E GANHAR OBRAS DE ANGRA 3

TCU MANDOU A ELETRONUCLEAR CONTINUAR LICITAÇÃO SOB SUSPEITA

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Auditores do Unidade Técnica do Tribunal de Contas de União chegaram a recomendar a suspensão do edital de pré-qualificação, em 2011, lançado pela Eletronuclear para as obras da Usina Nuclear Angra 3, mas os ministros do TCU mandaram continuar a licitação, agora alvo da Operação Lava Jato. A investigação culminou com a prisão do presidente da estatal, almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva.

Em depoimento sob acordo de delação premiada, o empreiteiro Ricardo Pessoa, da UTC Engenharia, chefe do clube vip das empreiteiras que se apossaram de contratos bilionários da Petrobrás, afirmou que pagava R$ 50 mil por mês ao advogado Tiago Cedraz, filho do presidente do tribunal, Aroldo Cedraz, para ter acesso a informações privilegiadas sobre assuntos do seu interesse. A UTC e outras empresas enroladas na Lava Jato integravam o Consórcio Una 3, interessado no contrato.

Pessoa também afirma haver contratado Tiago Cedraz para atuar em um caso sobre a Usina de Angra 3, que discutia licitação para obras de R$ 2 bilhões, e disse que repassou ao escritório dele R$ 1 milhão para supostamemte serem entregues ao ministro Raimundo Carreiro, relator do processo em que a área técnica do TCU recomendava a suspensão do edital.  O relatório de Carreiro recomendou a continuidade da licitação pública, que na prática excluiu os concorrentes da UTC.

Também em delação premiada, o ex-presidente da Camargo Corrêa Dalton Avancini afirmou que o edital de pré-qualificação de Angra 3 continha cláusulas "propositalmente restritivas à concorrência com o intuito de restringir a competição às empreiteiras mancomunadas com o Othon Luiz, as quais prometeram o pagamento de vantagens indevidas ao gestor público".

O Ministério Público Federal estima que os pagamentos de propina podem ter chegado a R$ 30 milhões, valor corresponde a 1% dos contratos de cerca de R$ 3 bilhões, firmados pela Eletronuclear com empresas consorciadas, entre as quais a UTC e a Andrade Gutierrez.

fonte: diáriodopoder

29jul/150

ACUSADO DE FAZER ESCUTAS NO BURITI É EXONERADO DA CASA CIVIL

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 O delegado Miguel Lucena, diretor de Análise e Projetos da Casa Civil do Governo do Distrito Federal foi exonerado, nesta terça-feira 28, pelo governador Rodrigo Rollemberg em atendimento aos pedidos de um grupo de deputados distritais. O motivo decorre sobre o vazamento de um áudio nas redes sociais onde eles apareciam pedindo o loteamento do governo. Lucena era o braço forte do ex-secretário da Casa Civil, Helio Doyle, que também deixou o governo diante das pressões recebidas em tono do mesmo caso.

Além de Miguel Lucena, aparecem na mesma folha do Diário Oficial de ontem como exonerados outros dois servidores da Casa Civil: o delegado de policia Alexandre Traback e o agente Cidiney Santana Sousa.

Nos últimos 20 dias, o governador Rodrigo Rollemberg caiu em si de que ninguém chega ao poder sozinho e que é humanamente impossível governar sem o apoio do legislativo, principalmente no momento de crise financeira e da falta de gestão que passa o GDF.

Ele resolveu aproveitar esse período do recesso parlamentar para estreitar as relações e afinar a viola com os 24 deputados da Câmara Legislativa do Distrito Federal.

O fosso entre o legislativo e o Buriti foi aberto desde o dia em que áudios gravados durante uma reunião de deputados distritais com o governador no Buriti e divulgados na internet mostravam parlamentares fazendo suposta cobranças de cargos na administração pública. Nas gravações, os deputados falam em “repartir o bolo por igual” e questionam a inexistência de “secretários deputados”.

Entre o grupo de distritais estava à deputada e presidente da CLDF, Celina LEAO (PDT). Os distritais chegaram a protocolar o pedido para instalação da CPI, em um requerimento com 22 assinaturas. Eles se irritaram com a divulgação, por um perfil falso no Facebook, de áudios gravados na reunião. O caso levou Celina Leão romper com o governo e pedir a cabeça do ex-secretário da Casa Civil, Helio Doyle por causa da arapongagem.

Doyle saiu, mas ficaram os anéis, segundo a concepção dos deputados sobre os operadores do esquema de escuta dentro de uma sala da Casa Civil, dividida apenas por uma parede com o gabinete do governador no Palácio do Buriti.

Miguel Lucena sempre negou que tenha feito os áudios da reunião entre Rollemberg e os deputados ou que a sua função na Casa Civil imposta por Helio Doyle era a de monitorar a imprensa, em especial os blogs que gozam de mais liberdade de expressão e que incomodam bastante o Governo.

Lucena é pós-graduado em Inteligência Estratégica, e diz que sua função é diferente de fazer espionagem: “Inteligência Estratégica trabalha produzindo conhecimento a partir de informações disponíveis para tomada de melhor decisão, enquanto espionagem é a busca de dados negados, protegidos ou escondidos” concluiu. No governo de Agnelo Queiroz, Lucena ocupou vários cargos de relevo como a presidência da Codeplan.

Fonte: Radar Condomínios

29jul/150

Congresso: conselhos de ética ignoram apuração da Lava Jato

A presença de treze senadores e 22 deputados na lista de investigados pela Procuradoria-Geral da República na Operação Lava Jato e as buscas da Polícia Federal nas casas de quatro desses congressistas, entre eles o ex-presidente Fernando Collor (PTB-AL), não foram suficientes para tirar da letargia os conselhos de ética da Câmara e do Senado. Os colegiados, responsáveis por fiscalizar o decoro parlamentar e recomendar penas disciplinares, não fizeram nenhuma reunião nesta legislatura e não têm nenhum processo em seus escaninhos.

Protagonista do escândalo do mensalão em 2005, quando foram feitas 22 representações e quatro deputados foram cassados, o conselho da Câmara está paralisado. O mesmo ocorre no Senado, onde o órgão é dominado por aliados do presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), um dos investigados no esquema de corrupção da Petrobras.

A posição dos colegiados é estratégica em tempos de crise política aguda, pois são os conselhos que decidem pela abertura de processos de investigação e, posteriormente, dão parecer pela perda ou a manutenção dos mandatos de deputados e senadores, julgada em plenário. 

Na Câmara, nenhum pedido de investigação foi feito ao Conselho de Ética por ora. Catorze dos 21 integrantes do colegiado receberam recursos para campanhas eleitorais de empreiteiras envolvidas na Lava Jato.

Uma regra estabelecida em 2011 criou uma barreira burocrática para as investigações: a cláusula da admissibilidade. Antes dela, os pedidos dos partidos para que fossem julgados os deputados por quebra de decoro iam direto para avaliação de mérito dos membros do colegiado e, em seguida, para o plenário. Com a mudança, os deputados criaram um filtro: primeiro, um relator é designado pelos pares e tem o poder de avaliar, individualmente, se a denúncia tem pertinência e pode seguir para os demais.

“O espírito de corpo cresceu entre 2005, no mensalão, e hoje, no caso da Lava Jato. O exame prévio de admissibilidade mata tudo na raiz. Blindaram o conselho”, protesta o deputado Chico Alencar (PSOL-RJ). “Isso esvaziou a comissão. O processo é empurrado com a barriga”, admite o próprio presidente do conselho, deputado José Carlos Araújo (PSD-BA). Em março, ele venceu uma disputa apertada pelo comando do colegiado contra o deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), que foi indicado pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Araújo apresentou à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) um projeto para tentar reavivar o conselho, extinguindo a cláusula de admissibilidade. A expectativa é de que a mudança seja votada logo depois do recesso. “Mas isso não será o suficiente se os deputados não tomarem iniciativa. Se eles não provocam [investigações], não posso fazer nada.”

Outra opção dos deputados seria apelar para a Corregedoria da Câmara, responsável pela abertura de sindicâncias e inquéritos para apurar faltas de integrantes da Casa. Nesse caso, o caminho é mais longo. Aliado de Cunha, o corregedor, deputado Carlos Manatto (SD-ES), tem o poder de decidir se aceita ou não os pedidos que ali chegam.

Caso decida dar prosseguimento, o processo é encaminhado para a Mesa Diretora da Câmara, só depois, cai no Conselho de Ética. A mesa diretora guarda na gaveta, sem decisão, um requerimento para abertura de investigação contra 22 parlamentares. O autor foi o PSOL, que protocolou um pedido de sindicância para apurar o suposto envolvimento de Cunha e demais citados no esquema revelado pela Lava Jato. Outros sete processos parados na corregedoria são relacionados a bate-boca entre colegas.

Senado - No caso do Senado, o conselho é presidido pelo senador José Alberto de Souza (PMDB-MA), aliado do ex-presidente e ex-senador José Sarney (PMDB-AP) e ligado a Renan. “Até agora não recebi nada”, justifica, quando questionado sobre a inércia diante das denúncias da Lava Jato. “Mas não vale recorte de jornal e revista. [O pedido] tem que ser robusto para ser levado aos senadores.”

O colegiado tem dezesseis senadores, a maioria de partidos citados na Lava Jato. “Os integrantes do conselho são escolhidos para que ele não funcione. Esse era um momento para ele estar funcionando. Trabalho, tem muito”, reclama o senador Cristovam Buarque (PDT-DF).

O histórico do conselho no Senado é mais modesto. Criado em 1995, o órgão cassou dois senadores: Luiz Estevão, em 1999, por envolvimento no desvio de recursos da obra do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo (TRT-SP); e Demóstenes Torres, em 2012, acusado de favorecer o bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. O saldo do conselho tem ainda três censuras verbais ou escritas contra Antonio Carlos Magalhães, Roberto Saturnino e Ney Suassuna.

(Com Estadão Conteúdo)

29jul/150

PSDB recebe parecer contra impeachment de Dilma

O senador Aécio Neves (MG), presidente nacional do PSDB, recebeu nesta quarta-feira do ex-ministro da Justiça, Miguel Reale Junior, um parecer recomendando que a legenda desista de pedir no Congresso Nacional a abertura de processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. A estratégia apresentada pelo jurista, que foi ministro da Justiça do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, é entrar com um pedido de ação penal contra a presidente no Ministério Público Federal pelas pedaladas fiscais, manobra que consiste em atrasar repasses do Tesouro Nacional aos bancos federais para o pagamento de benefícios sociais.

O parecer tentará demonstrar que a manobra contaminou a atual gestão. O documento foi debatido nesta quarta em uma reunião em Brasília com os senadores Aloysio Nunes Ferreira (SP), Cássio Cunha Lima (PB), líder do PSDB no Senado, e os deputados Carlos Sampaio (SP), líder do PSDB na Câmara, e Bruno Araújo (PE), líder da minoria.

O PSDB submeterá o parecer aos presidentes do partidos de oposição em uma reunião na manhã desta quinta-feira no gabinete de Aécio no Senado. A opção escolhida pelo PSDB frustra parte da bancada do partido na Câmara, que pressionava a legenda por um pedido direto no Congresso. Essa tese perdeu força depois que o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), sinalizou que arquivaria o pedido. Informações Veja/Estadão

27jul/150

DIRETO AO ASSUNTO

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"Já está na hora dessa turma que tá no poder em Brazlândia entender que essa cidade não é mais uma fazenda e que o povo não é gado pra usar cabresto"

Damião Miguel - membro do GBU

27jul/150

Entorno: Jantar sem sabor

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O empresário Marcos Suel da Vendinha,faz duras críticas ao prefeito de Padre Bernardo e seus secretariados,em jantar promovido pela prefeitura aos comerciantes local,o motivo segundo o empresário é o descaso imposto ao povo da região.

O prefeito Claudiênio Teixeira promoveu no último dia 17 do mes de julho,um jantar com os comerciantes da região de Vendinha,para dar explicações sobre sua administração na região,o prefeito fez suas exclamações,falou de seus feitos no município no decorrer dos seus dois anos e meio de governo e criticou a maneira de como agem a oposição ao seu governo,chamando-a de oposição raivosa.

A maioria dos comerciantes ficaram desconfiados das explicações do atual gestor municipal,o empresário Marcos Suel chamou a atenção com um discurso muito duro aos secretários da administração bernardence,chamando-os  de incapazes e incompetentes,e afirmou que muitos estão no cargo por pura politicagem e que nada fazem em prol do município,e aplica a este fato a inércia administrativa da prefeitura em produzir de fato um trabalho gestacional produtivo ao município.

fonte: gbu
27jul/150

Operação Sucata no Guará

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A Administração Regional do Guará e o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) realizam nesta terça-feira (28), a partir das 8h horas, operação de retirada de veículos abandonados e carcaças depositadas irregularmente em áreas públicas da cidade. A concentração dos agentes acontece no estacionamento do Ginásio do Cave, ao lado da Administração do Guará. 

A ação vai tirar das ruas aproximadamente 20 veículos em estado de abandono e que apresentam risco à saúde pública. Além de estarem em locais proibidos, as carcaças podem ser focos de doenças, ou servir de abrigo para moradores de rua ou usuários de drogas.

​A última Operação Sucata na região administrativa ocorreu no mês de maio. Durante a ação, foram removidos das ruas doze veículos. Também ​participarão da ​o​peração a Polícia Militar e a Vigilância Ambiental.  Os veículos recolhidos ficarão sob guarda e depósito da Administração Regional do Guará. 

Mais informações

Administração Regional do Guará

Assessora de Comunicação: Daniele Sobreira

Telefone: (61) 3383-7213/ 3383-7248

27jul/150

Cidades: Festa do Divino Espirito Santo foi sucesso em Brazlândia

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A cidade de Brazlãndia celebrou por mais um ano a Festa do Divino Espirito Santo. A comunidade que participou do evento viu o encontro de amor e fé como a oportunidade do encontro das famílias e a renovação na fé cristã.

O evento contou com a participação da comunidade e com a popular folia da roça, tradição respeitada e preservada há muitos anos; " Foi excelente a nossa festa. Esperamos que a cada ano esse encontro se traduza na união das famílias e no reencontro dos amigos", declarou um dos foliões.

O Pároco Givaldo Dantas agradeceu o apoio que teve das autoridades e da participação dos foliões, assim como de toda a comunidade.

fonte: gbu

27jul/150

Politica: Rede convidou cinco e levará no máximo três

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A rede sustentabilidade deverá tomar forma oficial no mês de agosto em todo o Brasil e no DF a tendencia seja que o partido de Marina Silva venha com força total e contará com filiações de Secretários de estado, deputados distritais e lideranças comunitárias.

Os bastidores dão conta que a base de Rollemberg terá pelo menos três deputados distritais ligados a rede. Embora o convite para participar da legenda tenha sido feito a pelo menos cinco nomes do parlamento do DF.

fonte: gbu

 

27jul/150

DILMA PROMETE REFORMA MINISTERIAL APÓS O AJUSTE FISCAL

DILMA INSINUOU AO PMDB TROCA DE MINISTROS APÓS VOTAR O AJUSTE

MICHEL TEMER OUVE RENAN CALHEIROS: DILMA ACENA COM MINIRREFORMA MINISTERIAL PARA O PMDB. (FOTO: ANTONIO CRUZ/ABR)

A presidente Dilma insinuou ao PMDB uma possível reforma ministerial tão logo o ajuste fiscal seja aprovado. A reforma pode incluir a redução de ministérios, como prega o PMDB, que para ela era tabu. E também admite “abrir mão” de ministros como José Eduardo Cardozo (Justiça), que ficaria radiante com isso, e Aloizio Mercadante (Casa Civil), cuja saída é reivindicada por aclamação, entre aliados e o ex-chefe Lula.

Outro ministro que será trocado em razão da inutilidade da sua atuação é Manoel Dias (Trabalho). O PDT perderá a boquinha para o PMDB.Há menos de cem dias no cargo, o ministro do Turismo deixará o cargo  com um novo apelido: “Henrique Alves, o Breve”.

O ministro Henrique Alves e criticado por nada fazer e por não haver se demitido após seu padrinho Eduardo Cunha haver rompido com Dilma.Segundo amigos, após deixar o cargo, José Eduardo Cardozo planeja uma temporada na Espanha, dedicando-se a concluir um doutorado.

fonte: diariodopoder
27jul/150

JÁ SÃO 255 DEPUTADOS PRÓ-IMPEACHMENT DE DILMA

ESTIMAM-SE QUE 255 DEPUTADOS FEDERAIS JÁ APOIAM O IMPEACHMENT

A AVALIAÇÃO DE DILMA É A MAIS BAIXA DESDE QUE TOMOU POSSE, EM 2011. FOTO: ABR

O Planalto e o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), concordam pelo menos uma coisa: ambos estimam que 255 dos 513 deputados federais já se manifestam abertamente pela admissibilidade da proposta de impeachment da presidente Dilma. Neste momento, doze propostas estão tramitando. O governo espera ainda reverter a posição de deputados do PTB e do PP; eles somam 64 deputados.

Oposição acha que o impeachment ganhará fôlego após o TCU julgar as “pedaladas fiscais” e as manifestações do dia 16.

São exigidos no mínimo 342 votos para que os parlamentares promovam o impeachment da presidente Dilma.

Dilma liberou R$ 300 milhões em emendas parlamentares ainda de 2014, na expectativa de “acalmar” deputados e senadores.

fonte: diariodopoder