5dez/190

Brazlândia: Administração emite nota sobre derrubadas no Capãozinho lll

Jesiel Costa e Marcelo Gonçalves

NOTA DE ESCLARECIMENTO

A Administração Regional de Brazlândia vem a público ESCLARECER que as recentes ações demolitórias promovidas pelo DF Legal, fazem parte das responsabilidades legais da Secretaria de Estado de Proteção da Ordem Urbanística do Distrito Federal – DF Legal, que age em conformidade com o decreto nº 39.272, de 02 de agosto de 2018 e a lei nº 6.138, de 26/04/2018, que regulamenta a atuação do referido órgão.

Esta Administração subordina-se a estrutura do Governo do Distrito Federal (GDF) e segue a política governamental de “NÃO COMPACTUAR” com invasões e/ou parcelamentos irregulares do solo, dentro da sua região administrativa, principalmente, quanto se trata de Área de Proteção Ambiental (APA); Bacia do Descoberto, Proteção de Mananciais; PDOT – Macrozona Rural; Área de Contenção de Adensamento Humano; Áreas Públicas da Terracap e parcelamentos irregulares.

Compreendemos a necessidade de avançarmos em uma política habitacional responsável e bem planejada que atendam o crescimento da nossa população e ao mesmo tempo proteja o meio ambiente. Nesse sentido, a RA-IV-Brazlândia, tem promovido reuniões com os órgãos do governo (SEDUH, CODHAB, TERRACAP), para viabilizar políticas que atendam as necessidades dos habitantes desta região administrativa.

Por fim, lamentamos os prejuízos sofridos e nos solidarizamos com as famílias que tiveram suas construções demolidas, no entanto, a ação realizada por meio do DF Legal, na semana passada, amparada por decisão judicial, na região denominada Capãozinho III, área rural de Brazlândia, acende um alerta para todos aqueles que inadvertidamente, compram terrenos/lotes em áreas protegidas pelo decreto acima citado, ou promovem construções sem a devida autorização dos órgãos competentes, pois poderão sofrer ações demolitórias, por parte da Secretária de Estado de Proteção da Ordem Urbanística do Distrito Federal – DF Legal, e ainda sofrerem ações judiciais e multas por danos ambientais e práticas de crimes contra a ordem pública.

Antes de comprar terrenos/lotes ou construir, consulte a Diretoria de Aprovação e Licenciamento (DIALIC) da Administração de Brazlândia pelo telefone: 61 3479-8035/8013

Nos colocamos a disposição para outros esclarecimentos.

Atenciosamente,

JESIEL COSTA ROSA

Administrador Regional de Brazlândia/RA-IV

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4dez/190

Santa Maria: Administrador vai pedir exoneração e Jaqueline já procura substituto

A situação está insustentável e a única decisão era mesmo pedir para sair. O futuro ex-administrador de Santa Maria já fez a sua carta de despedida e deverá entregar a madrinha da cidade, distrital Jaqueline Silva ainda essa semana.

Pelas as próximas horas deverá ocorrer um tsuname de denúncias contra o gestor de Santa Maria e a distrital Jaqueline Silva já começa a "sangrar politicamente" por não ter tomado uma decisão até esse momento.

Na próxima semana a cidade de Santa Maria vai pegar fogo com mensagens nas redes sociais de fanfarras realizadas no período eleitoral dentro da região. E novos personagens devem surgir nessa loucura que virou a nossa querida Santa Maria.

 

Redação

 

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4dez/190

FIM DA CARREIRA?

José Gomes é condenado a 4 anos de prisão por corrupção eleitoral

Decisão da 10ª Zona Eleitoral considerou atos continuados do deputado distrital durante campanha de 2018

HUGO BARRETO/METRÓPOLES

O deputado distrital José Gomes Ferreira Filho (PSB) foi condenado pela 10ª Zona Regional Eleitoral a quatro anos, cinco meses e 16 dias de cadeia em regime fechado por corrupção eleitoral, além do pagamento de 45 dias-multa. A decisão foi publicada, em 29 de novembro, no Diário do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-DF).

O parlamentar e o primo Douglas Ferreira Laet são acusados de obrigar funcionários da empresa Real JG Serviços Gerais a votarem nele, no pleito de 2018, sob ameaça de demissão. Em abril, o TRE-DF já havia cassado o mandato de Gomes, mas a defesa recorreu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e agora aguarda a análise do processo.

PARA A JUÍZA ANDRÉIA LEMOS GONÇALVES DE OLIVEIRA, AS INVESTIDAS CONTRA OS FUNCIONÁRIOS DA EMPRESA REAL JG TIVERAM CARÁTER CONTINUADO. NA DECISÃO, ELA NÃO ENCONTROU MOTIVOS PARA REDUZIR A PENA DOS RÉUS, MAS APONTOU PELO MENOS SETE CRIMES DO PARLAMENTAR.

De acordo com a decisão, o distrital usou e se deixou ser usado por Douglas para se beneficiar dos atos do primo. A juíza destacou a forma como Douglas se dirigia aos funcionários da empresa: “Quem coloca comida na mesa de vocês?”.

Segundo a juíza, a pena foi agravada porque o empresário era patrão das pessoas e, em pelo menos três oportunidades, teria participado das ações. Por serem réus primários, tanto o distrital quando o primo poderão recorrer em liberdade até o trânsito em julgado.

EM NOTA, O DEPUTADO DISSE QUE “NÃO COMETEU NENHUM ATO ILÍCITO, E SE ENCONTRA JULGADO POR SUPOSTAS ATITUDES QUE, SE COMETIDAS, O FORAM POR TERCEIROS E JAMAIS SOB SEU COMANDO”. ALÉM DISSO, ALEGOU QUE A SENTENÇA CONTÉM “VÍCIOS QUE SERÃO SUPLANTADOS PELO TRE. OS ADVOGADOS JÁ TRABALHAM COM A TESE RECURSAL”.

O caso

Conforme revelado pelo Metrópoles, José Gomes foi acusado de abuso de poder econômico e coação de funcionários da empresa Real JG Serviços Gerais durante a campanha de 2018. O socialista teria ameaçado de demissão aqueles que não o apoiassem à Câmara Legislativa. Pelo menos 12 empregados da Real JG teriam sido desligados da empresa por esse motivo. O parlamentar nega todas as acusações.

Para o Ministério Público Eleitoral (MPE), “há comprovação robusta e contundente da concretização de ações que denotam emprego nocivo de recursos patrimoniais geridos ou controlados por agente com a finalidade de afetar a legitimidade e a normalidade do pleito em benefício do candidato”. No entendimento do órgão, a atitude comprometeu a lisura do processo eleitoral.

Fonte: Metrópoles

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4dez/190

TSE aprova assinatura eletrônica para apoiar a criação de novos partidos

O relator e a presidente do tribunal votaram contra, mas foram votos vencidos

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu na noite desta terça-feira (3) (3) reconhecer assinaturas eletrônicas no processo de criação de partidos políticos, abrindo caminho para a formalização do Aliança para o Brasil, partido que está sendo criado pela família do presidente Jair Bolsonaro.

A Justiça Eleitoral terá ainda que regulamentar a medida, mas não há prazo para a criação de aplicativos e programas de computador para efetivar a decisão. Segundo a presidente do TSE, ministra Rosa Weber, as soluções não estarão prontas para as eleições municipais de 2020.

O julgamento foi motivado por consulta apresentada há um ano pelo deputado Jerônimo Goergen (PP-RS), com a seguinte pergunta: “Seria aceita a assinatura eletrônica legalmente válida dos eleitores que apoiem dessa forma a criação de partidos políticos nas listas e/ou fichas expedidas pela Justiça Eleitoral?”

Novos partidos

Para a criação de partidos políticos, um dos requisitos exigidos é a apresentação de fichas de apoiamento de eleitores, cuja autenticidade das assinaturas em papel é feita pela Justiça Eleitoral.

Por 4 votos a 3, o tribunal seguiu voto do ministro Luís Felipe Salomão. Segundo o ministro, o setor técnico do tribunal informou que há viabilidade técnica para desenvolver os aplicativos necessários para implementar a medida. Salomão também afirmou que o uso da assinatura digital trará mais segurança na conferência, que é feita manualmente pela Justiça Eleitoral. O voto foi acompanhado pelos ministros Tarcísio Vieira, Sergio Banhos e Luís Roberto Barroso.

“No cenário jurídico inexiste óbice à certificação digital de assinaturas. A adoção dessa sistemática é viável”, disse Salomão.

Barroso também votou a favor das assinaturas eletrônicas, mas ponderou que a efetivação da medida depende de regulamentação pelo TSE e do desenvolvimento dos aplicativos e sites, que ainda não tem prazo para ocorrer.

“Vai que a gente não consegue desenvolver essa ferramenta? disse Barroso.

O relator do caso, ministro Og Fernandes, ficou vencido por entender que o apoio por meio eletrônico não pode ser aceito por não estar previsto em lei ou nas regras do TSE. Edson Fachin e a presidente, Rosa Weber, acompanharam o relator.

Rosa Weber disse que o tribunal não tem recursos para verificar a autenticidade das assinaturas que serão entregues pelos partidos.

 

Diariodopoder

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4dez/190

Santa Maria: Distrital e GDF esperam que administrador peça para sair

A confusão gerada por denúncias de assedio moral por parte do administrador regional de Santa Maria a uma servidora, deverá trazer futuras dores de cabeça a distrital da região.

Depois de divulgado o fato, a distrital Jaqueline Silva assim como o próprio governo espera que o administrador evite negar as acusações e se afaste do cargo como uma demonstração de que precisa de um tempo para mostrar a sua inocência.

Nos corredores do Palácio do Buriti já se dar como certa a queda do administrador da cidade na futura mini -reforma que o governador Ibaneis Rocha fará na maquina pública no final desse mês. Mas entre os aliados do governador o comentário é que o próprio administrador solicite a sua exoneração para evitar um desgaste maior.

Redação

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4dez/190

Ibaneis Rocha prepara mudanças no primeiro escalão do GDF

Governador do DF afirmou, contudo, que descarta uma grande reforma administrativa e que quer ajustar equipe para o 2º ano de gestão

Rafaela Felicciano/Metrópoles

RAFAELA FELICCIANO/METRÓPOLES

De acordo com o titular do Palácio do Buriti, as mudanças serão “pontuais” já para preparar a equipe, que parte para o segundo ano de gestão.

“Vou trocar algumas peças pontuais, a qualquer hora, mas não se trata de reforma”, disse à coluna.

As alterações podem ocorrer desde as secretarias, passando por administrações e chegando até mesmo a estatais que não estejam bem avaliadas internamente.

Os ajustes também servirão para reorganizar a base de apoio do governo na Câmara Legislativa (CLDF). Metropoles

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4dez/190

Bloco de maioria evangélica perde posto para o “centrão” da CLDF

Iolando (PSC) abandonou o DF Acima de Tudo para se aliar ao grupo do setor produtivo: Brasília em Evolução, que se tornou o maior da Casa

JP Rodrigues/Metrópoles

JP RODRIGUES/METRÓPOLES

Agora, o grupo considerado como o “centrão” da CLDF passa a contar com Reginaldo Sardinha (Avante), Rossevelt Vilela (PSB), Daniel Donizet (PSDB), Eduardo Pedrosa (PTC), João Cardoso (Avante), José Gomes (PSB) e Iolando (foto em destaque). A principal pauta deles é a bandeira do setor produtivo, principalmente na área de tecnologia.

O DF Acima de Tudo também apoia as pautas do setor empresarial. No entanto, ao longo do ano, ele tem priorizado os interesses do eleitorado evangélico. O grupo permanecerá com Martins Machado e Rodrigo Delmasso (ambos do Republicanos), Valdelino Barcelos (PP), Jorge Vianna (Podemos) e Fernando Fernandes (Pros).

Os blocos parlamentares são importantes na correlação de forças na casa legislativa, uma vez que fecham entendimentos para as votações e participam em maior número das divisões de comissões e cargos. Quanto maior um grupo, mais poder ele tem na hora de aprovar suas pautas. Metropoles

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4dez/190

Assassino de Bernardo também foi preso por assassinar a mãe

A mulher foi morta em 1992, quando chegava de uma caminhada no Parque da Cidade. Paulo chegou a ser internado na ala psiquiátrica da Papuda

Reprodução

Acusado de tirar a vida do próprio filho Bernardo, de 1 ano e 11 meses, Paulo Roberto de Caldas Osório, 45, foi preso e internado na ala psiquiátrica da Papuda suspeito de assassinar a mãe. O crime ocorreu em 12 de março de 1992, na 712 Sul. Na ocasião, Paulo tinha 18 anos e atacou Neuza, assim que ela chegava de uma caminhada no Parque da Cidade.

Ele pensou se tratar de um ladrão e a matou a facadas, mesmo ela dizendo: “Filho, não faz isso. Eu sou sua mãe”. Logo depois, Paulinho, como era tratado na ocasião, usou uma corda para enforcar a vítima e colocou fogo no corpo da mãe. Tentou apagar, mas já era tarde demais.

Depois, Paulo saiu de casa e quem encontrou o corpo de Neuza foi o marido da vítima, também chamado Paulo. O acusado pelo crime é funcionário concursado do Metrô e está afastado por problemas psicológicos. A Companhia do Metropolitano disse que encaminhará uma nota sobre o servidor. Metropoles

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4dez/190

Pai diz que Bernardo morreu ao ser dopado com remédio controlado

Em depoimento à PCDF, Paulo Roberto contou que queria viajar com o filho. Ele deu medicamento misturado ao suco de uva para a criança

Reprodução/Redes sociais

REPRODUÇÃO/REDES SOCIAIS

Paulo Roberto de Caldas Osório, 45 anos, confessou ter matado o próprio filho Bernardo, de apenas 1 anos e 11 meses. Em depoimento à Polícia Civil do DF, o funcionário do Metrô disse que a ideia inicial era “dar um susto” na ex-mulher, Tatiana da Silva, e na mãe dela. Segundo ele, as duas dificultavam o acesso ao menino. O plano era fazer uma viagem com o garoto. Para isso, teria dissolvido comprimidos de medicamento controlado que tomava e misturado ao suco do da criança. A bebida foi dada ao filho após a saída da escola, na sexta-feira (29/11/2019). O objetivo era que ele dormisse durante o trajeto até Minas Gerais. A criança, porém, teria passado mal, vomitado e, depois, morrido.

O pai afirmou à polícia que diluiu três comprimidos do sonífero hemitartarato de zolpidem, que tomava diariamente, e misturou ao suco do menino, servido em um copo infantil. Assim que buscou o filho no colégio, por volta das 16h45, pediu que ele desse pelo menos dois goles. A bebida foi consumida mais algumas vezes.

O depoimento foi prestado nessa terça-feira (03/12/2019). Osório disse que em um primeiro momento, após tomar algumas goladas do suco, Bernardo não teria adormecido. Então, ele teria desistido da viagem e retornado para casa, na 712 Sul, e dado banho no menino. A intenção, contou, seria devolver a criança à mãe. Entretanto, o menino teria vomitado e ficado sonolento. Com a criança dormindo, ele retornou ao plano original de viajar.

De acordo com o agente de estação do Metrô-DF, que estava afastado do trabalho para tratamento psicológico, após uma parada para abastecer o carro, entre os estados de Goiás e da Bahia, notou que Bernardo estava muito quieto na cadeirinha e em uma posição desconfortável. Disse que estacionou o carro às margens da rodovia, foi para o banco de trás e ao tentar colocá-lo em uma posição melhor, notou que o menino estava “molenguinho”. Ao procurar os sinais vitais, percebeu que ele havia morrido. Metropoles

 

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4dez/190

Servidora denuncia administrador de Santa Maria: “Vai gozar gostoso”

Frase teria sido enviada à funcionária por WhatsApp pelo administrador Miro Gomes. Polícia investiga o caso

Reprodução/Redes sociais

REPRODUÇÃO/REDES SOCIAIS

A funcionária Camila Pereira dos Santos registrou boletim de ocorrência na Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) em 27/11/2019.

Além do relato, ela apresentou prints das mensagens de teor sexual que teria recebido do administrador Miro Gomes, como é conhecido em Santa Maria.

“Vc me deixou muitoooo a fim rs rs rs, excitado (…) garanto que você vai gozar gostosooo (e vai se deliciar)”

As mensagens teriam sido enviadas entre os dias 23 e 24 de abril de 2019.

Veja prints entregues à Deam:

Além do assédio sexual, a funcionária fez outra denúncia contra Miro Gomes: disse que foi acusada, junto a colegas, de ter vazado informações estratégicas do órgão para a imprensa.

Ela conta que, em 22 de novembro, o administrador reuniu todos os servidores comissionados e os teria obrigado a entregar seus aparelhos de celular desbloqueados. Tentava, segundo a denunciante, descobrir quem havia passado as mensagens citando informações da administração.

Camila disse à polícia não ter mais as mensagens citadas, apenas prints das conversas.

“Estou bem abalada, porque tudo isso é muito constrangedor. Fui proibida de trabalhar, afastada da administração antes mesmo de ser exonerada”, disse a mulher à coluna.

Em nota, o administrador nega todas as acusações, diz que se antecipou e prestou depoimento na delegacia.

Veja a nota na íntegra de Miro Gomes:

Diante do boletim de ocorrência registrado pela sra. Camila Pereira dos Santos, venho a público explicar os fatos:

1- Confio na investigação em curso pela Delegacia Especial de Atendimento à Mulher da Polícia Civil do DF e informo que me antecipei e já prestei depoimento apontando que não há assédio sexual, conforme alegado;

2- A sra. Camila segue como servidora nomeada da Administração Regional de Santa Maria até a presente data e os alegados fatos se desenvolveram em abril de 2019, o que evidencia que não houve assédio ou pressão como busca fazer crer a servidora;

3- O boletim de ocorrência dá conta que não há registro das mensagens originais por parte da sra. Camila, sendo apresentados somente prints de telas de celular, que alteram substancialmente o cenário estabelecido na troca de mensagens, com exclusão de respostas e conversas;

4- Importante ressaltar que a sra. Camila registrou boletim de ocorrência de fato ocorrido há sete meses em retaliação à apuração interna na Administração Regional sobre vazamento de informações administrativas acerca de obras a serem iniciadas e em andamento na cidade.

Diante dos fatos apresentados, minha inocência será provada em breve.

METROPOLES

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3dez/190

José Gomes é condenado a 4 anos de prisão por corrupção eleitoral

HUGO BARRETO/METRÓPOLES

O deputado distrital José Gomes Ferreira Filho (PSB) foi condenado pela 10ª Zona Regional Eleitoral a quatro anos, cinco meses e 16 dias de cadeia em regime fechado por corrupção eleitoral, além do pagamento de 45 dias-multa. A decisão foi publicada, em 29 de novembro, no Diário do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-DF).

O parlamentar e o primo Douglas Ferreira Laet são acusados de obrigar funcionários da empresa Real JG Serviços Gerais a votarem nele, no pleito de 2018, sob ameaça de demissão. Em abril, o TRE-DF já havia cassado o mandato de Gomes, mas a defesa recorreu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e agora aguarda a análise do processo.

Para a juíza Andréia Lemos Gonçalves de Oliveira, as investidas contra os funcionários da empresa Real JG teve caráter continuado. Na decisão, ela não encontrou motivos para reduzir a pena dos réus, mas apontou pelo menos sete crimes do parlamentar.

De acordo com a decisão, o distrital usou e se deixou ser usado por Douglas para se beneficiar dos atos do primo. A juíza destacou a forma como Douglas se dirigia aos funcionários da empresa: “Quem coloca comida na mesa de vocês?”.

Segundo a juíza, a pena foi agravada porque o empresário era patrão das pessoas e, em pelo menos três oportunidades, teria participado das ações. Por serem réus primários, tanto o distrital quando o primo poderão recorrer em liberdade até o trânsito em julgado.

Em nota, o deputado disse que “não cometeu nenhum ato ilícito, e se encontra julgado por supostas atitudes que, se cometidas, o foram por terceiros e jamais sob seu comando”. Além disso, alegou que a sentença contém “vícios que serão suplantados pelo TRE. Os advogados já trabalham com a tese recursal”.

O caso

Conforme revelado pelo Metrópoles, José Gomes foi acusado de abuso de poder econômico e coação de funcionários da empresa Real JG Serviços Gerais durante a campanha de 2018. O socialista teria ameaçado de demissão aqueles que não o apoiassem à Câmara Legislativa. Pelo menos 12 empregados da Real JG teriam sido desligados da empresa por esse motivo. O parlamentar nega todas as acusações.

Para o Ministério Público Eleitoral (MPE), “há comprovação robusta e contundente da concretização de ações que denotam emprego nocivo de recursos patrimoniais geridos ou controlados por agente com a finalidade de afetar a legitimidade e a normalidade do pleito em benefício do candidato”. No entendimento do órgão, a atitude comprometeu a lisura do processo eleitoral.

“Odioso processo de assédio”
De acordo com o procurador regional eleitoral do DF, José Jairo Gomes, a campanha de José Gomes resultou em “odioso processo de assédio e coação”.

“Os empregados da empresa Real JG Serviços Gerais, desde o instante em que o réu lançou-se pré-candidato ao cargo de deputado distrital, foram submetidos a odioso processo de assédio e coação para manifestarem seu apoio político em favor daquela candidatura e trabalharem por sua eleição, sob pena de virem a sofrer prejuízos em suas relações de emprego”, afirmou o procurador.

A acusação aponta que José Gomes pedia para os funcionários da empresa “vestirem a camisa”. As comunicações eram enviadas pelo empresário por meio de mensagens de texto aos trabalhadores. Para o MPE, elas eram claramente direcionadas para fins eleitorais.

O processo também ressalta a participação do diretor operacional Douglas Ferreira Laet, primo de José Gomes, no processo de coação dos funcionários. Em um dos momentos descritos na peça, Douglas teria iniciado um recadastramento com o pretexto de ser uma exigência do governo.

Áudios

Durante uma reunião, Douglas Laet teria dito que os trabalhadores deveriam “demonstrar gratidão pelo emprego, pelo salário, e lealdade por seu empregador, empenhando-se em sua candidatura, nos mesmos moldes da missiva disparada pelo próprio réu”. E acrescentou que “a retribuição pelo trabalho seria aferida pelo número de votos obtidos pelo réu na seção de votação dos funcionários de sua empresa”, ainda de acordo com documento do MPE.

Áudios de Douglas em reunião com funcionários, divulgados em primeira mão pelo Metrópoles, foram destacados pela acusação. O aparelho que fez a gravação não pode ser periciado, pois a origem não foi revelada, mas o MPE afirma que as provas são claras, pois demonstram o interesse dos réus em coagir os trabalhadores.

Ouça os áudios:

Na inicial do processo, Douglas chegou a negar que seria sua voz, mas aos promotores a versão foi mudada. O primo de José Gomes admitiu ser o autor, mas negou a intenção de coagir os empregados da Real JG.

Funcionários foram ouvidos pelo MPE e relataram ter sido pressionados a fazer campanha para José Gomes. Além da pressão exercida por Douglas, outras pessoas lotadas em postos estratégicos e em cargos de chefia também pediam para os trabalhadores aderirem à campanha de José Gomes.

Os atos de campanha em favor da candidatura de José Gomes eram realizados em diversos ambientes. De acordo com as acusações, os trabalhadores cediam suas casas para reuniões políticas. O mesmo ocorria em locais onde a empresa mantinha funcionários, mas durante o expediente realizava as conversas.

O MPE demonstrou estranheza quanto ao expressivo número de votos obtidos pelo deputado distrital José Gomes. A representação questiona como um novato na política, sem exposição nos meios de comunicação, teria condições de alcançar a marca de 16.537 votos em sua primeira tentativa. Para o Ministério Público, o fato seria decorrente de sua força sobre os mais de 10 mil empregados que Gomes mantém em sua empresa.

No pedido de condenação, o MPE afirma que não há diferença se José Gomes teria feito ou não os atos pessoalmente. Para o Ministério Público, devido ao uso de suas empresas e ao abuso de poder econômico, o distrital deve ser condenado.

Metropoles

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3dez/190

Política: Distrital Iolando Almeida recebeu a Medalha Mérito Buriti

O distrital Iolando Almeida recebeu na manhã dessa terça-feira (3) a Medalha do Mérito Buriti, concedida pelo governador Ibaneis Rocha.

A condecoração ao parlamentar do PSC é o reconhecimento por parte do GDF pela a atuação de Iolando Almeida no parlamento do DF e em defesa da comunidade em 2019.

O distrital garantiu ao blogdogbu que continuará firme na Câmara Legislativa;" Continuarei  trabalhando em defesa da família, da pessoa com deficiência, da cidade de Brazlândia e toda população!", Salientou Iolando Almeida.

 

Redação

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