22set/170

Esporte: Pernas de pau movimentam o futebol no Society do Maury

Quero CompartilharShare on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on LinkedIn
22set/170

Moro dá 15 dias a Lula para provar que valores bloqueados são de Marisa

O juiz federal Sérgio Moro deu prazo de 15 dias para que a defesa do ex-presidente Lula prove que metade dos R$ 606 mil de contas bancárias ligadas ao petista tem como origem a parte da ex-primeira-dama Marisa Letícia no patrimônio do casal. Ela morreu em fevereiro.  Ao condenar o ex-presidente a 9 anos e 6 meses de prisão por lavagem de dinheiro e corrupção passiva, Moro também mandou confiscar R$ 16 milhões supostamente oriundos de uma conta de propinas que a OAS teria com Lula e seu partido.

O magistrado entendeu que o petista é culpado por receber, como vantagem indevida, o triplex no condomínio Solaris, no Guarujá (SP), e suas respectivas reformas, custeados com R$ 2,2 milhões da empreiteira. O Banco Central bloqueou R$ 7,1 milhões de um plano de previdência empresarial em nome do presidente, R$ 1,8 milhão de aposentadoria privada e R$ 606 mil de contas bancárias

A defesa havia pedido que R$ 303 mil fossem desbloqueados pelo magistrado sob o argumento de que eram parte da meação da ex-primeira-dama Marisa Letícia.

“Relativamente ao pedido de resguardo da meação dos ativos financeiros, deve igualmente a defesa realizar a demonstração necessária, juntando os extratos, a documentação e esclarecendo a origem dos recursos bloqueados, inclusive nos planos de previdência privada, a fim de que se possa verificar se trata-se de verbas de natureza comunicável ou não ao cônjuge”, anota Moro

O magistrado ainda explica que “o Bacenjud (o sistema eletrônico de comunicação entre o Poder Judiciário e as instituições financeiras, por intermédio do Banco Central), bloqueia o saldo do dia, não impedindo a movimentação da conta posteriormente ou o recebimento nela de novos créditos”. (AE)

Quero CompartilharShare on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on LinkedIn
22set/170

Golpe com moeda virtual atinge 40 mil investidores

Golpe com moeda virtual atinge 40 mil investidores

A sede da empresa fica em Vicente Pires: 11 prisões e cumprimento de mandados de busca e apreensão

Por DEBORAH FORTUNA e HELENA MADER/Correio Brazililiense 

 

Investigação do Ministério Público e da Polícia Civil aponta grupo responsável por lucrar mais de R$ 250 milhões com a negociação da moeda eletrônica Kriptacoin. Há suspeita de vítimas no Distrito Federal, em Goiás e em Pernambuco

Com a promessa de lucros exorbitantes e de negociação de moedas virtuais, um grupo de supostos estelionatários atraiu cerca de 40 mil investidores e lucrou mais de R$ 250 milhões. Mas, segundo a Polícia Civil e o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), o negócio anunciado pelos acusados é uma fraude, baseada em um esquema de pirâmide financeira prestes a ruir. A Operação Patrick, deflagrada na manhã de ontem, prendeu 11 suspeitos de envolvimento no esquema, que girava em torno de uma moeda eletrônica chamada Kriptacoin. Dois acusados continuam foragidos.

Agentes da Coordenadoria de Repressão aos Crimes contra o Consumidor, a Ordem Tributária e a Fraudes (Corf) cumpriram mandados de busca e apreensão em Brasília, Águas Lindas e Goiânia. A Justiça determinou o bloqueio de bens dos acusados, como oito carros de luxo. Boa parte do patrimônio dos suspeitos estava em nome de laranjas. Com os veículos, a Justiça, o MPDFT e a polícia pretendem garantir o ressarcimento de pelo menos parte das perdas das vítimas.

De acordo com as investigações, o grupo usava nomes e documentos falsos e empresas em nome de terceiros para atrair investidores. A promessa era de lucro de até 1% ao dia. O capital era movimentado em várias contas para ocultar o que se ganhava com os golpes. Segundo a polícia, a negociação da moeda virtual Kriptacoin representa um crime contra a economia popular e estelionato. O alerta do MPDFT e da PCDF acendeu quando surgiram denúncias de pessoas que colocaram recursos no esquema e, ao tentar sacar o valor investido em moeda digital, não conseguiram reaver o dinheiro. Há relatos de ameaças contra investidores que tentaram recuperar o capital destinado à empresa.

No DF, os criminosos usavam contas de uma academia de ginástica e de lanchonetes para fazer a lavagem do dinheiro. Além do DF e de Goiás, há a suspeita de que a instituição tenha feito vítimas em Pernambuco. Segundo o promotor de Justiça de Defesa do Consumidor Paulo Roberto Binicheski, há informações de pessoas que chegaram a vender a casa própria para aplicar na suposta empresa.

Até o início da manhã de ontem, havia 14 ocorrências. Mas a expectativa é que mais vítimas denunciem o grupo nos próximos dias. “Alguns elementos tinham quatro ou cinco identidades falsas. Temos provas seguras e cabais contra todos os presos”, garantiu o promotor. As investigações começaram quando houve um relato sobre um esquema supostamente parecido com o modelo de sucesso Bitcoin, que funciona como moeda virtual. “Mas o modelo apresentado era diferente. Na Kriptacoin, havia uma plataforma centralizada e os próprios operadores da moeda é que davam a cotação diária do produto. Só prometiam rendimento após um ano, garantiam lucro de 1% ao dia e mais renda se trouxessem outros investidores. O que claramente configura pirâmide”, explicou Paulo Roberto.

Segundo as apurações, Weverton Viana Marinho seria o cabeça do esquema. Em redes sociais, ele divulgava a marca Kriptacoin e ostentava um estilo de vida de luxo, dirigindo carros como Ferrari e Porsche, mostrando relógios caros e roupas de marca. O irmão dele, Welbert Richard Viana Marinho, seria o vice-presidente da empresa e “mentor intelectual do crime”, de acordo com a polícia. Assim como Uélio Alves de Souza, também preso ontem, os irmãos Marinho têm outra condenação com trânsito em julgado por associação criminosa por terem aplicados outros golpes.

“Dinheiro fácil”

O empresário Fernando Ewerton César da Silva seria sócio da Kriptacoin em Goiânia. Em uma conversa interceptada com autorização judicial, ele foi flagrado falando com o pai sobre os riscos da moeda e sobre uma movimentação de R$ 2 milhões em suas contas. Também manifestou interesse em vender sua cota no esquema, apurar o lucro e “nunca mais lidar com esses caras” — em referência aos irmãos Marinho. Nessas conversas flagradas, Fernando acrescentou que o esquema era rentável porque “brasileiro gosta de ganhar dinheiro fácil”.

Hildegarde Melo, responsável pelo marketing da moeda virtual, também teve diálogos telefônicos interceptados em que diz não saber “se a empresa Kriptacoin vai durar muito tempo pelo risco financeiro”. E que, “se estourar uma bomba, todos caem com ele”. Em outra conversa, Hildegarde afirma ainda não ter colocado dinheiro do pai no negócio porque não investiria recursos da família “em algo que ele sabe que vai explodir em uma semana”. O grupo é acusado de uso de documento falso, estelionato, crime contra a economia popular, lavagem de dinheiro e associação criminosa. Todos os suspeitos citados na reportagem estão presos preventivamente.

Ponto a ponto

Indícios apontados pelos investigadores de que o esquema da Kriptacoin era um golpe

» Há uma empresa liderando a gestão dos recursos e investindo nos supostos ativos: no caso investigado, a Wall Street Corporate estava por trás da Kriptacoin

» A empresa vendia sua própria moeda digital. A Kriptacoin é livremente comercializada no site por meio da Kriptacash

» Há pessoas ativamente buscando investidores para a moeda. Segundo as investigações, milhares de consumidores eram atraídos com o uso de marketing multinível agressivo, por meio de vídeos, propaganda na televisão e no rádio, promoção de festas, palestras e outdoors

» Os retornos apresentados são estratosféricos. No caso da Kriptacoin, havia promessa de lucro de até 1% ao dia do capital investido

» Os investidores eram incentivados e recebiam comissão para atrair novos clientes. Na Kriptacoin, havia promessa de ganhos para quem conquistasse adeptos

» Venda de pacotes de mineração da moeda. No site da Kriptacoin, há um programa chamado KriptaMining, que vende pacotes de mineração com valor variável entre US$ 2 mil e US$ 8 mil

» O investidor não pode ter a custódia da criptomoeda. Na Kriptacoin, ao contrário das legítimas moedas digitais, a custódia da moeda era centralizada pela empresa Wall Street Corporate.

Atenção

Cuidados ao investir em moedas digitais

» Desconfie de dinheiro fácil. Embora existam no mercado moedas digitais que assegurem bons retornos, todas estão suscetíveis a volatilidades.

Por isso, não há garantias sustentáveis de lucro.

» Muita atenção a quem promete ganhos com uma moeda própria, a exemplo da Kriptacoin. Sobretudo rendimentos na ordem de 1% ao dia. Existem no mercado mais de 800 moedas. Mas nem todas asseguram rendimentos voluptuosos, como o prometido pelos estelionatários.

» Nenhuma empresa idônea cobra taxas iniciais para investir em moedas digitais. Desconfie também de quem promete comissão por trazer um novo investidor nesse mercado.

Desconfiança sobre lucro fácil

Especialistas alertam para promessas de retorno expressivo do dinheiro investido, como as da Kriptacoin

Por RODOLFO COSTA

A Kriptacoin oferecia lucro de 1% ao dia, ou seja, 34% ao mês: exorbitante

A promessa de dinheiro fácil deve ser encarada com desconfiança em qualquer investimento. No mercado de moedas digitais, essa máxima deve ser preservada sob pretexto de o investidor cair em um golpe, como o da Kriptacoin. Em um nicho em que há mais de 1 mil criptomoedas — as moedas virtuais —, é importante pesquisar antes de aportar parte do salário. O esquema desbaratado ontem pelo Ministério Público do DF e Territórios (MPDDFT) e pela Polícia Civil havia levantado a desconfiança do investidor em criptomoedas Márcio Simas. “Invisto há mais de um ano em moedas digitais e nunca havia visto nada como a promessa da Kriptacoin. Não existem garantias de retornos expressivos e rápidos, como o prometido pelos suspeitos”, destacou.

Entre as centenas de moedas digitais no mercado, oito delas têm se destacado: Bitcoin, Ethereum, Litecoin, Monero, Rippie, Zcash, Dash e Neo. A Bitcoin, que apresenta a maior valorização, registrou uma apreciação média de 12% ao mês nos últimos três meses. A promessa dos estelionatários de ganhos de 1% ao dia implicaria que a Kriptacoin tivesse uma valorização de 34,8% ao mês, quase o triplo da principal criptomoeda. “É surreal e impossível”, avaliou Márcio.

Para evitar correr riscos nesse mercado, é importante que o investidor desconfie sempre. Sobretudo de criptomoedas com blockchain próprio — sistema de registros que assegura a segurança das operações feitas pelas criptomoedas, bem como um sistema próprio de mineração — processo de validar as transações e gerar novas moedas. “Ainda mais se estiver fora do mercado mundial das grandes tradings”, reforçou o investidor.

O interessado também deve ter cautela com quem promete comissões em troca de trazer clientes para o negócio, assim como a exigência de aplicação de valores fixos para iniciar o investimento. Todas essas características foram apresentadas no esquema desbaratado ontem, como destaca o advogado Henrique Arake, sócio especialista em fraudes corporativas do escritório Gico, Hadmann & Dutra Advogados. “A pessoa tinha de ser convidada, entrar com um valor e ser escolhida. Tinha toda a cara de pirâmide. Para investir em uma criptomoeda bem consolidada no mercado, como o Bitcoin, não há essa necessidade”, ressaltou Arake. Outra suspeita era a dificuldade em sacar o dinheiro.

Diferentemente de mineradoras e tradings desse mercado — empresas que fazem a intermediação da compra e venda de criptomoedas —, que possibilitam o saque do dinheiro em carteiras virtuais, poucos conseguiam resgatar os valores aplicados na Kriptacoin. Embora ajuizar uma ação contra os suspeitos seja possível, Arake vê com pessimismo a capacidade real de indenização às vítimas. “A chance de ter patrimônio para conseguir recuperar alguma coisa, no entanto, é baixíssima. Mas, por ora, como não pediram falência, basicamente, os primeiros a entrarem com processo talvez consigam pegar algum dinheiro”, disse.

No Brasil

A emissão de uma moeda digital pelo Banco Central pode estar próximo de se tornar realidade. O diretor de Relacionamento Institucional e Cidadania do BC, Isaac Sidney, afirmou que o tema está em estágio embrionário, mas é debatido por autoridades monetárias de diversos países. “Há vários aspectos que precisamos avaliar, inclusive os impactos sobre a condução da política monetária”, disse.

Coações e ameaças

Um dos investidores lesados tentou sacar R$ 176,1 mil e foi informado da necessidade de aguardar 72 horas para o crédito dos valores. Depois desse prazo, ao tentar acessar a plataforma de negociação do site, o sistema estava fora do ar, com a informação de que passava por uma auditoria interna. Ao visitar pessoalmente a sede da empresa, em Vicente Pires, o investidor disse ter sido intimidado por seguranças. Ainda segundo o relato da vítima, Weverton teria chegado ao local em sua Ferrari, em alta velocidade, e, ao ser abordado, teria dito que o cliente era golpista e não receberia de volta o dinheiro.

A orientação da polícia é para que as pessoas lesadas contratem advogados para reaver o dinheiro perdido. Elas também devem procurar a delegacia mais próxima para registrar ocorrência. Segundo o titular da Corf, Wisllei Salomão, o sistema estava ruindo, pois não havia mais clientes. Sem esses novos investimentos, os clientes antigos não conseguiam fazer saques. No início, os consumidores podiam retirar até R$ 600 por dia. Depois, foram bloqueados por conta de um suposto ataque cibernético. “As pessoas que tentaram resgatar valores altos de aplicação eram coagidas e ameaçadas”, contou o delegado.

Para atrair compradores, os criminosos utilizavam o marketing das redes sociais para ostentar produtos que, supostamente, teriam comprado após investirem na moeda. Assim, eles tentavam provar a possibilidade de obter dinheiro fácil. Os líderes da suposta quadrilha chegaram a dizer que alguns artistas também estavam apostando na moeda virtual. “As pessoas são atraídas porque imaginam que podem ganhar dinheiro de forma fácil e são ludibriadas”, disse Wisllei.

Para João Paulo Todde, advogado que representa a Wall Street Corporate, empresa controladora da Kriptacoin, as prisões preventivas foram “abusivas e descabidas”. Ele nega as suspeitas de pirâmide financeira e aponta que não teve acesso ao inquérito. “A investigação está em fase inicial. Infelizmente, tem havido muita insegurança no Brasil com essas prisões-relâmpagos com suposta justificativa de evitar qualquer tipo de prejuízo da investigação. Era desnecessário”, alegou.

“A operação de moeda eletrônica é muito livre no mercado. Então, é importante entender que os criadores não têm nenhum tipo de acesso ou controle sobre elas”, reforçou. Ele acrescentou que as informações sobre pessoas que tentaram retirar o dinheiro investido e não conseguiram retirar são apenas “meras especulações” e que não há processo de indenização. “A Kriptacoin não pode ser considerada pirâmide financeira, porque, nesse sistema, você não tem uma entrega de produto”, argumentou.

Quero CompartilharShare on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on LinkedIn
22set/170

GILMAR MENDES E RODRIGO JANOT VIAJAM NO MESMO VOO PARA EUROPA

MINISTRO DO STF E EX-PROCURADOR-GERAL NÃO SE CUMPRIMENTARAM

Quero CompartilharShare on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on LinkedIn
22set/170

JUSTIÇA CONDENA SÉRGIO CABRAL A 45 ANOS DE PRISÃO NA OPERAÇÃO CALICUTE

PENA POR CORRUPÇÃO, LAVAGEM E MAIS CRIMES É A MAIOR DA LAVA JATO

JUSTIÇA FEDERAL DO RIO CONDENA SÉRGIO CABRAL A 45 ANOS DE PRISÃO NA OPERAÇÃO CALICUTE. FOTO: RODRIGO FELIX

Quero CompartilharShare on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on LinkedIn
19set/170

Donald Trump ameaça “destruir totalmente a Coreia do Norte”

O presidente dos EUA, Donald Trump, fez seu primeiro discurso na Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU) nesta terça-feira, 19 de setembro, com o habitual tom de crítica contra seus adversários. Logo no início de sua fala na 72ª reunião da ONU, clamou contra a Coreia do Norte, o Irã, Venezuela e contra Cuba: “Vivemos tempos de imensas promessas e grandes perigos”, afirmou. E voltou a falar sobre a crise norte-coreana e o “homem do foguete”, apelido que deu ao líder norte-coreano Kim Jong-un: “Não teremos outra opção que não seja destruir completamente a Coreia do Norte“.

Este foi o primeiro discurso de Trump desde que foi eleito presidente dos Estados Unidos. Em sua fala, o republicano também exaltou suas supostas conquistas como governante: “Os Estados Unidos vão muito bem desde que ganhamos as eleições”, afirmou, defendendo sua bandeira de Governo. “Na América quem manda é o povo. ‘We, the people’, as primeiras três palavras da Constituição, são as mais importantes. Como presidente, sempre colocarei a América primeiro”, completou.

A maior parte de seu discurso, porém, foi dedicada a mandar vários recados a seus desafetos pessoais. “As grandes exportações do Irã são violência, sangue e caos”, afirmou para justificar que o acordo nuclear com o país do Oriente Médio é “uma vergonha para os Estados Unidos“.

Mencionou ainda sobre a “inaceitável” situação na Venezuela. “Não podemos ficar quietos”, afirmou Trump em tom de ameaça ao regime de Nicolás Maduro. “[Maduro] roubou o poder dos seus parlamentares para preservar a sua autoridade”. Ele agradeceu aos líderes da América Latina que estão alinhados no compromisso de combate ao Governo Venezuelano. Na véspera da reunião, Trump participou de um jantar com alguns líderes latinos, dentre eles, Michel Temer.

Antes de Trump, falaram  o secretário geral da ONU, António Guterres, seguido do presidente do Brasil, Michel Temer, que fez o discurso de abertura da Assembleia. Na véspera, o presidente norte-americano criticou a ineficiência da ONU, para quem a entidade não produz resultados compatíveis com recursos que recebe. Também falam nesta terça-feira os líderes da França, Turquia, Israel e Colômbia. Informações do El País.

Quero CompartilharShare on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on LinkedIn
19set/170

LIDERANÇA DE LULA EM PESQUISA DESAMIMA E DERRUBA BOLSA DE VALORES

PETISTA TERIA HOJE 20,2% DAS INTENÇÕES DE VOTO PARA PRESIDENTE

Quero CompartilharShare on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on LinkedIn
19set/170

Distritais retiram nova previdência do GDF da pauta desta terça (19/9)

Os deputados distritais decidiram nesta terça-feira (19/9) não colocar em votação esta semana o projeto de lei complementar — e seus substitutivos — que muda a previdência dos servidores do GDF. A medida foi tomada após encontro com integrantes dos sindicatos que representam o funcionalismo público local e acolhida pelo presidente da Câmara Legislativa, Joe Valle (PDT). Nesta quarta (20), os parlamentares transformarão a sessão plenária em comissão geral para debater a proposta e suas alterações.

Agora, o PLC deve retornar à pauta na semana que vem, ainda sem data definida. Segundo o Palácio do Buriti, se o projeto não for aprovado até o dia 27, os salários referentes ao mês de setembro serão parcelados: 70% no quinto dia útil de outubro e os 30% restantes, no dia 15. A ordem do governador Rodrigo Rollemberg (PSB) é para que, nesse caso, sejam geradas duas folhas de pagamento.

“Falamos de conversar artigo por artigo. Os deputados querem votar só quando o tema estiver confortável”, explicou Ibrahim Yusef, presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Civis da Administração Direta (Sindireta), que participou da reunião nesta manhã.

A votação estava prevista para a tarde desta terça. Porém, ocorreria apenas com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que precisa se posicionar sobre um mandado de segurança deferido pelo Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT). “Estamos aguardando essa liminar cair para votarmos o projeto. Discute-se a forma como ele será aprovado, por que a sua necessidade está clara. Acredito que haverá entendimento entre os setores”, aposta Agaciel Maia (PR).

O Judiciário local atendeu ao pedido dos distritais Wasny de Roure (PT) e Ricardo Vale (PT) e proibiu a análise, em plenário, do PLC 122/2017. Os deputados alegaram que a tramitação não respeitou o devido processo legislativo, pois não houve tempo para apresentar emendas. O Palácio do Buriti, então, recorreu ao Supremo.

Os colegas estão apreensivos. Querem adentrar na questão dos números, discutir a previdência complementar e alternativas de receitas. Temos que enfrentar a questão antes que a situação de crise se aprofunde"

Wasny de Roure, deputado do Partido dos Trabalhadores (PT)

A principal polêmica da proposta do GDF é unificar os dois fundos do Instituto de Previdência do funcionalismo local (Iprev-DF): o Financeiro (FF), que atende os servidores que entraram antes de 2007 e é deficitário; e o Capitalizado (FC), para quem ingressou nos quadros do governo após 2007 — este tem superávit. Os dois substitutivos apresentados excluem a fusão das duas reservas.Diariodopoder.

Quero CompartilharShare on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on LinkedIn
19set/170

Justiça libera votação da reforma da previdência no DF

A votação da reforma previdenciária do DF está liberada. Na tarde desta terça-feira (19/9), o desembargador do Tribunal de Justiça do DF e dos Territórios (TJDFT) Waldir Leôncio derrubou o mandado de segurança que mantinha suspensa a votação da reforma.

Na visão do desembargador, “os parlamentares do Legislativo local, bem como a sociedade e o poder Executivo, já tiveram oportunidade de debater e refletir sobre os rumos da previdência”.

Aguarde mais informações

 

Diariodopoder

Quero CompartilharShare on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on LinkedIn
18set/170

RAQUEL DODGE ASSUME PGR COM DISCURSO DE COMBATE À CORRUPÇÃO

RAQUEL DODGE REAFIRMA COMPROMISSO DE COMBATE À CORRUPÇÃO

Quero CompartilharShare on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on LinkedIn
18set/170

Rodoviários e empresas de ônibus não chegam a acordo. Greve à vista

Na reunião desta segunda — a quinta realizada como tentativa de resolver o impasse —, o Sindicato dos Rodoviários do DF (Sittrater-DF) e a Associação das Empresas de Transporte público e coletivo do DF (Transit) debateram a última proposta apresentada pela desembargadora Maria Regina Machado Guimarães. O acordo prevê 4,75% de reajuste salarial, 5% de aumento no tíquete-alimentação, 5,5% na cesta básica, 13,55% no plano de saúde e 13,55% no plano odontológico.

A proposta foi apresentada em audiência na sexta (15). Os trabalhadores reivindicam reajuste com ganho real sobre a inflação, além de aumento no valor de tíquete-alimentação, cesta básica, plano de saúde e plano odontológico. As empresas, no entanto, alegam não ter condições de arcar com aumento superior ao percentual de reposição da inflação, já concedido à categoria em julho.

A desembargadora abriu prazo de 48 horas para que o sindicato dos rodoviários apresente sua defesa nos processos referentes às empresas — Consórcio HP-Ita, Auto Viação Marechal, Viação Pioneira, Viação Piracicabana e Expresso São José.

Em comunicado divulgado após a audiência de sexta (17), o Sindicato dos Rodoviários do DF sinalizou que não está satisfeito com a proposta apresentada pela Justiça:“O impasse está criado. Não há novas negociações previstas.  A direção do sindicato vai se reunir e decidir os próximos passos a ser dado (sic). A categoria deve permanecer mobilizada e atenta aos comandos do sindicato”, afirma o comunicado.

Já os empregadores devem se manifestar, também em 48 horas, sobre pedido feito pelos trabalhadores de reconsideração da liminar concedida pela desembargadora em 28 de agosto, que determinava os percentuais de circulação de veículos durante a paralisação ocorrida naquele dia.

A partir de agora, o Ministério Público do Trabalho deve emitir parecer. Em seguida, um novo desembargador relator passará a conduzir o processo até julgamento pela 1ª Seção Especializada do tribunal. Isso não impede que, durante a tramitação do processo, as partes mantenham as negociações. Porém, sem mediação do TRT10.

Metrópoles tenta contato com o sindicato dos rodoviários. Metropoles.

 

Quero CompartilharShare on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on LinkedIn
14set/170

Projeto da previdência do GDF provoca debates acalorados na Câmara

O debate sobre o projeto de lei complementar nº 122/2017, do Executivo, que trata da reforma no regime previdenciário dos servidores públicos, voltou a ser o assunto principal dos deputados distritais, na sessão ordinária da Câmara Legislativa do Distrito Federal desta terça-feira (12). O assunto continuou rendendo discussões acaloradas, mas só deve entrar na pauta de votação na próxima semana, segundo decisão do colégio de líderes.

O deputado Chico Vigilante falou em nome da liderança do PT e chegou a chamar o governador Rodrigo Rollemberg de “doido”, ao comentar os últimos movimentos do governante para pressionar pela aprovação do projeto. Para ele, os ataques do governador ao movimento sindical e à Câmara são um absurdo.

Vigilante também criticou os gastos do GDF em publicidade nos últimos dias, segundo ele, para garantir posicionamentos favoráveis ao projeto na mídia. “Se este projeto for aprovado, daqui a três anos, o DF estará numa situação pior do que o Rio de Janeiro, com atraso de salários e de aposentadorias”, afirmou.

O líder do governo, deputado Agaciel Maia (PR), voltou a defender a proposta como uma solução para manter em dia os pagamentos de salários do funcionalismo e também das empresas e trabalhadores terceirizados. Ele lembrou que na semana passada ele e outros distritais acompanharam empresas terceirizadas em negociação por empréstimos junto ao BRB, já que o GDF não tem recursos para pagar os contratados.

Na opinião de Agaciel, a situação é grave e o projeto representa um alívio para as contas do governo. “O abismo está ali na frente, nós vamos querer cair nele?”, ponderou.

O deputado Cláudio Abrantes (sem partido) lamentou a postura do governador. Segundo ele, Rollemberg foi eleito com o discurso de fazer uma nova política, mas continua praticando o velho “toma lá, dá cá”. Abrantes repudiou as retaliações do governador contra os deputados que tem algum tipo de divergência com ele. O caso mais recente seria a exoneração de nomeados pelo PDT por conta da disposição dos deputados do partido votarem contra o projeto.

Para o distrital, a atitude do governador é mais uma comprovação de prática da velha política. Abrantes também assinalou que o “terrorismo” promovido pelo GDF está causando estragos na economia do DF.

Outros deputados rechaçaram as retaliações do governador contra o PDT, como os deputados Wasny de Roure (PT) e Raimundo Ribeiro. O deputado Wellington Luiz (PMDB) disse que o governador Rollemberg tem muita dificuldade para dialogar. Segundo ele, sempre que há divergências, o governador parte para o ataque a sindicalistas e parlamentares, principalmente pela mídia. “Acreditar neste governo é acreditar em Papai Noel vestido de bailarina. Não é assim que se faz política, não é assim que se avança”, completou.

Sinpro – O líder do governo, Agaciel Maia, considerou que as críticas contra as exonerações são justas. Mas ponderou que os parlamentares também devem condenar a ação dos sindicalistas contra os deputados.

Alguns parlamentares criticaram campanha veiculada pelo Sindicato dos Professores (Sinpro) em pontos de ônibus e outros locais públicos pressionando os distritais a votar contra o projeto da previdência. Para Agaciel, a campanha é uma “grave agressão”. A deputada Telma Rufino (PROS), também criticou a ação e lamentou que não tivesse sido procurada pelos sindicalistas. “Eles não vieram falar com a gente e já foram logo difamando todos”, condenou.

O deputado Chico Vigilante discordou da estratégia do Sinpro. “Sou sindicalista, mas não concordo com estes métodos. O sindicato tem que conquistar os votos, não atacar deputados. Na mesma linha, o deputado Wasny de Roure disse que não pactua com este tipo de conduta.

Wasny, no entanto, destacou que o governador também usa deste tipo de estratégia de atacar parlamentares e sindicalistas. O deputado lembrou que no domingo o governador declarou que ele teria agido de má fé ao acionar a Justiça para impedir a votação do projeto. “O governador deveria ter equilíbrio e sensatez. Perdeu meu respeito com este tipo de comportamento”, afirmou.

Luís Cláudio Alves – Coordenadoria de Comunicação Social
Quero CompartilharShare on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on LinkedIn