24ago/190

Promoção!: Barbearia Brazlândia lança promoção: A primeira Heineken é por nossa conta”

A Barbearia Brazlândia lançou a mais nova campanha "A primeira Heineken  épor nossa conta". Os clientes estão entusiasmados com a proposta;"Estarei lá na Barbearia Brazlândia pra dar um trato no visual e tomar minha Hakener", declarou Thiago Silva.

A promoção da Barbearia Brazlândia chamou a atenção dos clientes e segundo os proprietários novas promoções virão.

Veja o endereço da Barbearia:

Promoção: " A primeira Heineken é por nossa conta"

Qd 36 Conj I Lote 01 loja 03  Vila São José Brazlândia

 

Redação

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24ago/190

DF tem novo Secretário na pasta social

Ricardo Guterres, assume a Secretaria de Desenvolvimento Social no DF. Foto: Reprodução

Por Delmo Menezes

Foi publicado no Diário Oficial do DF, edição-extra desta sexta-feira (23/08), a exoneração do secretário de Desenvolvimento Social, Eduardo Zaratz Vieira da Cunha, que foi nomeado Secretário Executivo de Normatização, na Secretaria de Estado de Justiça e Cidadania do Distrito Federal.

De acordo com informações, a saída de Eduardo Zaratz foi por motivos familiares. Em seu lugar assume a pasta Luís Ricardo Guterres Sousa.

Luiz Ricardo Guterres Sousa é o novo secretário de Desenvolvimento Social do DF. Foto: Agenda Capital

Ricardo Guterres , 51 anos, é graduado em letras e pós-graduado em políticas públicas, planejamento e gestão. Comandou a Secretaria de Minas e Energia no governo de Roseana Sarney no Maranhão. Também foi assessor especial do Ministério de Minas e Energia no governo Temer e conselheiro de Política Energética da Presidência da República. Está em Brasília desde 2014.

De acordo com informações que o Agenda Capital teve acesso, Ricardo Guterres, é uma das apostas de Ibaneis para alavancar a Secretaria de Desenvolvimento Social.

Da Redação do Agenda Capital

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23ago/190

Brasil| Deputado Luís Miranda precisou entregar passaporte à Justiça para não ser preso

A situação do deputado federal, que se elegeu por Brasília com 65.107 votos na última eleição, usando apenas as redes sociais, não é nada confortável.

Luís Miranda que morava nos Estados Unidos e que foi eleito virtualmente (sua campanha política foi feita em sua maioria através da internet), com mais de 65 mil votos dos eleitores do DF, está proibido de sair do Brasil. Ele entregou nesta quinta-feira (22/09), o passaporte a Justiça do DF. Miranda é acusado de vários processos que podem levá-lo a perder o mandato.

O deputado youtuber do Democratas (DEM), Luís Miranda não teve outra opção: entregou nos últimos minutos do prazo, estabelecido pela justiça, o documento que lhe dava o direito de sair do país.

Diferente de uma tornozeleira eletrônica, o confisco do passaporte não deixa de ser uma corda no pescoço que impede o acusado de se movimentar livremente fora do território nacional.

Antes ele havia anunciado que não iria entregar o documento e chegou a classificar a decisão do desembargador Josaphá Francisco dos Santos, da justiça de Brasília, como um “ erro grotesco e estranho”, além de “absurdo e descabido”.

A situação do deputado federal, que se elegeu por Brasília com 65.107 votos na última eleição, usando apenas as redes sociais, não é nada confortável.

Em 2011 Miranda era dono de uma clínica em Brasília e foi condenado a pagar indenizações por danos morais a uma paciente que teve queimaduras no corpo, após sessão de depilação a laser.

A retenção do passaporte, conforme o desembargador, é uma medida para obrigar Luís Miranda a pagar a indenização calculada em R$90 mil.

Na sentença o desembargador escreveu que o deputado “vem se esquivando de cumprir a sentença” e “não mostra disposição em pagar o débito”.

Segundo um especialista consultado pelo Radar, o deputado youtuber pode perder o mandato pelos processos que responde a quatro processos  na Justiça Eleitoral sob a acusação de comprar votos na eleição passada, diosse um advogado que acompanha o  assunto.

“Ele tem mais de 50 processos nas costas como os que correm na área civil, trabalhista, tributária e eleitoral”, disse o advogado ao Radar-DF.

Na  próxima segunda-feira (26), de acordo com informações chega ao Radar, uma ação popular será protocolada na justiça para que Luiz Miranda devolva R$ 10 mil reais da verba indenizatória da Câmara dos Deputados, dos quais ele usou para pagar honorários de seus advogados.

O Fantástico da Rede Globo que será levado ao ar no dia 25 deste mês deverá exibir uma matéria sobre o deputado federal Luís Miranda.

Um repórter teria sido enviado a Flórida nos Estados Unidos, para fazer levantamento de supostos processos judiciais contra Miranda, movidos por brasileiros que vivem naquele país.

O Radar-DF não conseguiu contato com o deputado federal para falar sobre o assunto. No entanto, o espaço está à disposição do parlamentar para qualquer manifestação sobre o caso.

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23ago/190

Brazlândia: Osvaldo Mutamba, grande sucesso nas ondas da Mais FM

A cidade de Brazlândia tem durante todo sábado a tarde virado notícia nas ondas da rádio Mais FM. O programa Sabadão da Mais, traz na sua grade; música, interação com os ouvinte e muita informação.

O comunicador e popular Osvaldo Mutamba caiu nas graças da galera e divide com o Elkeson Barbosa o maior sucesso de audiência da emissora na região.

Vale lembrar que Osvaldo Mutamba é reconhecido no meio político pela a desenvoltura e a experiência. E agora amplia seus conhecimentos e atuação na comunicação da cidade.

O blogdogbu parabeniza o popular Mutamba pelo o sucesso nas ondas do rádio.

Redação

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23ago/190

Brazlândia: “Arte na Parada”une empresários e poder público na cidade

Parceria entre a administração da cidade e o comércio local irar trazer as riquezas da cidade em pinturas nas paradas de ônibus da região

 

A administração de Brazlândia lançou nessa semana o projeto "Arte na Parada". A parceria do poder público e da classe empresarial da cidade já começou a mostrar resultados.

A proposta tem por objetivo  revitalizar as paradas de ônibus com nova roupagem e a arte passa a ser algo presente no dia a dia da comunidade. Dentro da parceria consta que os abrigos terão pinturas das riquezas regionais da cidade como; poço azul, Lago Veredinhas, Igreja Menino Jesus dentre outras.

Ofício da administração de Brazlândia comunicando ao GDF do projeto Arte na parada

Os empresários através de entendimento com a Associação que os representa receberam o convite por parte da administração regional para adotarem os abrigos de ônibus e transformarem em verdadeiros paineis de arte ao ar livre.

Vale lembrar que a o próprio empresário negocia a forma de revitalizar o espaço público com o profissional e assim evita questionamento;" Essa atitude da administração em deixar que o empresário defina a melhor forma de realizar a arte na parada, mostra transparência no projeto. O fato  de não pegar em dinheiro ou indicar onde comprar o material a ser utilizado na revitalização sacramenta a seriedade da parceria  ", declarou Jorge Dias, morador da cidade.

 

Redação

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22ago/190

Ministra Damares recebe Iolando Almeida e debatem projetos para o DF

DEPUTADO IOLANDO SE REÚNE COM MINISTRA DAMARES

Por: Laezia Bezerra

O deputado distrital Iolando (PSC), visitou nesta quinta-feira (22), o gabinete da ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves. Durante o encontro, o distrital discutiu com a ministra sobre a criação da Secretaria da Pessoa com Deficiência do Distrito Federal e pediu o apoio de Damares, para a implantação de projetos que ele pretende desenvolver e executar na secretaria.

A ministra se colocou totalmente a disposição do deputado e enfatizou que pretende desenvolver vários projetos estaduais e nacionais voltados para as causas das pessoas com deficiência.

Além disso, Damares Alves parabenizou o deputado Iolando, pela sua indicação para assumir a nova pasta no GDF e ressaltou ainda, que Brasília conta com um número expressivo de pessoas com deficiência, cerca de 650 mil e a criação da secretaria é realmente muito importante para o segmento.

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21ago/190

Política: Lista fake de exonerações no hospital de Brazlândia

Na "lista fake" tinha aliados de Iolando Almeida para exonerações. Diretor ameaçou entregar o cargo se a lista fosse verdadeira

O superintendente regional de saúde da região oeste, que compreende as regiões de Ceilândia e Brazlândia, ficou numa saia justa ao despachar com o diretor do hospital de Brazlândia, Coronel Cordeiro.

O superintendente trouxe uma lista de possíveis exonerações para definir com o diretor do hospital regional quem iria entrar e sair nos cargos do hospital da cidade.

O que o superintendente não sabia é que nem mesmo o diretor Coronel Cordeiro tinha conhecimento das mudanças que constavam na lista.

O diretor recebeu a informação que o pedido tinha sido acordado com uma autoridade da cidade. Ao checarem a informação ficou claro que se tratava de uma "lista fake" e que a autoridade desconhecia as trocas no hospital da cidade.

Só lembrando que na "lista fake" constavam pelo menos três aliados do deputado da cidade.

 

Redação

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21ago/190

Brazlândia: Almoço descontraido

As movimentações políticas em Brazlândia continua a todo vapor. Na tarde dessa terça-feira (20), um trio de aliados estiveram almoçando no Plano Piloto para atualizar as conversas.

O jovem e respeitado empresário Branco Pirenópolis, Marcelo Gonçalves (chefe de gabinete da administração regional de Brazlândia) e o distrital Iolando Almeida tomaram água mineral e antes de almoçarem debateram pelo menos três assuntos na roda de conversa.

O blogdogbu irar detalhar durante essa semana os assuntos políticos e administrativos que girou na mesa dos três mosqueteiros.

 

Redação

 

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21ago/190

POLÊMICA » Diálogo para contornar a crise na educação

"Se eles tiverem uma opção que tire os alunos da situação em que estão, eu topo. Quero que as crianças do Gisno tenham um futuro como o dos meus filhos" Ibaneis Rocha,

*Por Ana Viriato

Diálogo para contornar a crise na educação. Encontro hoje entre governador, novo secretário de Educação e representantes do Sinpro discutirá uma solução para o Gisno, na Asa Norte, que resiste à gestão compartilhada. Inicialmente, colégio está fora da preparação para o modelo

O governador Ibaneis Rocha quer que sejam apresentadas alternativas à gestão compartilhada no Gisno, que tem altas taxas de reprovação e evasão escolar

Antes garantido na lista de escolas que serão administradas sob a gestão compartilhada com a Polícia Militar mesmo após a rejeição ao modelo, o Centro Educacional Gisno, na Asa Norte, está com o futuro incerto. O governador Ibaneis Rocha (MDB), o novo secretário de Educação, João Pedro Ferraz, e o Sindicato dos Professores do DF (Sinpro) reúnem-se hoje, no Palácio do Buriti, para colocar opções à mesa. Por enquanto, o colégio fica de fora da lista das cinco instituições que iniciaram a preparação para receber os militares nesse semestre.

A abertura do diálogo ocorre em meio a uma crise na educação. Primeiro chefe da pasta na gestão Ibaneis, Rafael Parente foi demitido na noite de segunda-feira após se posicionar contra a decisão do governador de ignorar os resultados de consultas públicas a professores, pais e alunos desfavoráveis à militarização. Com a baixa, o Palácio do Buriti escalou Ferraz, que, por ora, acumula os cargos de secretário de Educação e de Trabalho.

Apesar das tratativas, Ibaneis assegura que deixará a militarização do Gisno de lado apenas se o Sinpro e João Pedro Ferraz encontrarem uma solução plausível para o cenário “preocupante” da escola. O governo classifica como “muito baixo” o Índice de Educação Básica (Ideb) da instituição e como “muito alta” a reprovação média e a taxa de abandono escolar. “Se eles tiverem uma opção que tire os alunos da situação em que estão, eu topo. Quero que as crianças do Gisno tenham um futuro como o dos meus filhos”, afirmou o governador.

Ibaneis acrescentou que o problema do Sinpro é “criticar, mas não mostrar saídas”. “Parece que querem a bagunça para continuar no poder. Estamos há 20 anos sem solução”, ressaltou. Ainda assim, o chefe do Buriti disse ter confiança no novo secretário para resolver o impasse. “Ele atuou como procurador-geral do Ministério Público do Trabalho (MPT), ou seja, lidou com todos os problemas do mundo”, declarou.

Novato na área de gestão de educação pública, Ferraz diz ter “certeza absoluta” de que governo, sindicato e comunidade escolar encontrarão um denominador comum. “Isso porque o nosso interesse também é comum, que é uma boa educação e uma escola de qualidade com segurança para professores, alunos e pais”, declarou Ferraz (leia entrevista na página 18). No colégio da Asa Norte, o placar final registrou 58,49% dos votos válidos contra a gestão compartilhada.

Rosilene Corrêa, diretora do Sinpro, afirmou que a entidade não quer permanecer em um cabo de guerra com o GDF, mas destacou ter legitimidade de opinião. “Queremos uma ação de decisões mais coletivas. O governador faz questão de colocar como se fosse uma disputa com ele. Mas o Sinpro atua na defesa do que for melhor para a educação”, argumentou.

Em meio às discussões, o governador ainda não sabe quem substituirá Ferraz em uma das pastas e cogita a possibilidade de fundi-las. “Poderíamos transformá-la em Secretaria de Educação e Emprego, porque as duas coisas estão juntas. Mas isso está em análise. Não tenho pressa”, disse, após agenda pública no Conselho de Desenvolvimento Econômico.

Uma coisa, porém, está clara para Ibaneis: a necessidade de acelerar o processo de militarização em outras instituições. A ideia é criar unidades com 100% dos profissionais militares a partir de 2020. “Vamos pegar as escolas que se cadastraram no programa. Estou assinando um decreto hoje (ontem) e levando para a Secretaria de Segurança”, adiantou.

Conciliação: Além de abrir o diálogo sobre a militarização do Gisno, o governador tentou apaziguar os ânimos com distritais. Ele havia se envolvido em um bate-boca com o distrital Fábio Félix (PSol) na tarde de segunda-feira, quando visitou a Câmara Legislativa para entregar o projeto de lei que cria a Secretaria Extraordinária da Pessoa com Deficiência. O emedebista se exaltou após ter a postura criticada e ouvir um pedido de recuo: “Eu não vou discutir com você. A Câmara fique à vontade com seus esquerdistas”, disparou.

Em carta aberta divulgada ontem, Ibaneis classificou o episódio como “pequeno incidente”. “Por considerar que a ocasião era imprópria para a discussão do tema, e após diversas declarações públicas sobre a matéria, reafirmei o meu posicionamento de forma, possivelmente, inadequada, destacando que eventuais alterações na condução do assunto deveriam ser explicitadas em legislação precisa e clara”, afirmou.

O tom, entretanto, não convenceu parte dos parlamentares. “A carta, em si, é insuficiente, porque não vem acompanhada da decisão de respeitar a escolha da comunidade escolar no que diz respeito à militarização”, pontuou Fábio Félix, em plenário.

Contratação: O Palácio do Buriti nomeou, ontem, 200 professores de educação básica. Entre as áreas de atuação dos docentes estão: artes, biologia, ciências naturais, filosofia, física, geografia, história, espanhol, inglês, língua portuguesa, matemática, química, sociologia, ciências naturais. Os professores terão a carga horária de 40 horas.

Militarização em duas semanas: A presença de policiais fardados nas cinco novas escolas militarizadas ocorrerá em até duas semanas. Essa é a expectativa do Governo do Distrito Federal (GDF) com base no que ocorreu no primeiro semestre, quando quatro colégios adotaram a gestão compartilhada entre as secretarias de Educação e Segurança Pública. A partir de agora, começam as tratativas para a implementação do modelo. A mudança ocorre de forma gradativa e envolve pelo menos três etapas. Primeiro, há o alinhamento interno entre os dois órgãos envolvidos. Nessa fase, os representantes discutem os procedimentos a serem adotados. Em um segundo momento, há a adaptação com professores e servidores, como maior rigidez no horário de entrada. Por último, começa o envolvimento com os alunos com o modelo militarizado. As escolas que se somam as outras quatro com gestão compartilhada são: Centro Educacional 1 do Itapoã (CED 1), Centro de Ensino Fundamental 19 de Taguatinga (CEF 19), CEF 407 de Samambaia, CEF 1 do Núcleo Bandeirante e Centro Educacional Condomínio Estância III, em Planaltina.

9 - Total de escolas militarizadas no Distrito Federal

Ana Viriato – Fotos: Sarah Peres/CB/D.A.Press – Correio Braziliense

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21ago/190

CLDF aprova hora extra e mudança na carreira de agentes penitenciários

Projeto também muda o nome da categoria, que passa a se chamar agente de execução penal

Divulgação

Metropoles

A Câmara Legislativa aprovou, nesta terça-feira (20/08/2019), em dois turnos, a adoção do serviço voluntário para os agentes de atividades penitenciárias e a reestruturação da carreira dos servidores, que passa a se chamar agente de execução penal. Além disso, eles poderão fazer horas extras como forma de complementar os salários e compensar a falta de pessoal nas unidades prisionais.

Conforme antecipado pelo Metrópoles, o serviço voluntário para os agentes de execução penal será de R$ 50 por hora trabalhada, além do expediente normal. A carga de trabalho também mudará para sete horas corridas para o serviço administrativo, podendo ser ampliada em mais cinco horas.

Os servidores que fazem o traslado de presos continuam com escala de 12 horas de trabalho por 72 de descanso. Ao todo, apenas neste ano, está previsto o impacto de mais de R$ 19 milhões. Para 2020, R$ 26 milhões e, para 2021, R$ 27 milhões.

Mesmo votando a favor, o deputado Reginaldo Veras (PDT) criticou mais uma proposta de ampliação de carga horária. “Estamos virando uma repartição do governo. Toda vez que precisar, em vez de cumprir a Constituição e convocar os aprovados em concurso público, vamos dando um jeitinho e aumentando o trabalho dos servidores. Isso está virando um remendo”, disparou o pedetista.

Principal articulador do projeto, o deputado distrital Reginaldo Sardinha (Avante) defendeu as mudanças nas regras para os agentes e anunciou que, ainda esta semana, receberá proposta semelhantes para os agentes socioeducativos.

A sessão desta terça contou ainda com a derrubada de vetos, como ao projeto que obriga o ensino da Lei Maria da Penha nas escolas públicas do Distrito Federal. E, ainda, o que prevê o fim do uso de sirenes as escolas. A iniciativa foi um pedido de famílias com parentes com autismo. Os portadores da síndrome se sentem incomodados com o som dos equipamentos.

Armas

De autoria do presidente da Câmara Legislativa, Rafael Prudente (MDB), os deputados aprovaram, em primeiro turno, a doação das armas utilizadas pelos servidores da segurança – polícias Militar, Civil e Corpo de Bombeiros – no momento em que eles se aposentarem. A ideia é que eles fiquem com os equipamentos em vez de devolvê-los ao Estado.

O projeto teve resistência da oposição, que, no segundo turno, após a aprovação do projeto dos agentes penitenciários, deixou o plenário. Percebendo o que classificou de “manobra”, o presidente Rafael Prudente resolveu colocar seu projeto em seguida para tentar trazer de volta os parlamentares contrários. Sem sucesso, o plenário deixou de votar outras matérias em segundo turno.

Entre elas, estava a triagem neonatal estendida, confirmada em primeiro turno, mas não no segundo. A autora da matéria, deputada distrital Júlia Lucy (Novo), deixou a sessão para não votar a proposta do presidente, derrubando o quórum

Antes de encerrar a sessão, sob protestos das galerias, Prudente disse: “Não temos quórum suficiente para a votação, pois a própria autora do projeto deixou a sessão”. A deputada chegou a voltar, mas com apenas 12 distritais, os trabalhos foram encerrados.

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21ago/190

TCDF determina que Delmasso e mais cinco pessoas paguem R$ 2 milhões

Deputado e outros ex-gestores da Secretaria do Trabalho são acusados de irregularidades em contrato de informática

Michael Melo/Metrópoles

O plenário do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) determinou, por unanimidade, que cinco antigos gestores da Secretaria do Trabalho devolvam R$ 2 milhões aos cofres públicos. Entre eles está o deputado distrital Rodrigo Delmasso(Republicanos), vice-presidente da Casa, que em 2009 chefiava a Unidade de Administração Geral (UAG) da pasta.

O grupo é acusado de irregularidades no Contrato nº 59/2009, que obteve o Sistema de Planejamento de Transferência (Sisplat) da Secretaria do Trabalho. A plataforma digital foi adquirida para disponibilizar e divulgar, na internet e por meio de serviços telefônicos, ações da pasta à população.

Conforme publicado no Diário Oficial do Distrito Federal dessa terça-feira (20/08/2019), todos têm que, “no prazo de 30 dias, apresentar alegações de defesa ou efetuar e comprovar o recolhimento, em solidariedade, do débito total, no valor de R$ 2.003.541,46”.

Além de Delmasso, a tomada de contas especial (TCE) determina que o valor seja ressarcido, solidariamente, entre: Marcelo de Oliveira Montini e Vilmar Ângelo Rodrigues, ambos ex-gerentes de suporte de TI e executores do contrato; Luciano Ferreira de Araújo, que atestou a execução dos serviços; e a empresa Ibrowse Consultoria e Informática Ltda.

Quem não apresentar defesa no prazo será julgado à revelia. Nesse caso, é realizada notificação para, em novo prazo de 30 dias, recolher-se o débito. O mesmo ocorre se a defesa for julgada improcedente. Se não houver pagamento, o Ministério Público é informado para a devida cobrança judicial, a não ser que se trate de servidor público – nessa situação, o órgão é notificado para o desconto em folha.

O relatório de inspeção realizado acerca do contrato aponta que a aquisição do Sisplat era incompatível com a estrutura da pasta à época. Além disso, de acordo com o processo, não houve comprovação de que o sistema foi efetivamente usado, embora tenha sido pago com dinheiro público.

“A carência dos mencionados requisitos tecnológicos e o fato de o gestor informar não ter qualquer informação ou documentação sobre o Sisplat são fortes indícios de que o Contrato nº 59/2009 não foi executado”, diz documentação apreciada pelo TCDF a partir de representação do Ministério Público de Contas local (MPC-DF).

Quem era quem

Rodrigo Delmasso era chefe da UAG e responsável pela contratação e assinatura do contrato por meio da adesão da ata de registro de preço do Pregão Eletrônico nº 63/2008, do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região. Para o TCDF, o processo foi desprovido de estudos técnicos que demonstrassem a necessidade e a compatibilidade dos serviços contratados com a infraestrutura tecnológica da Secretaria do Trabalho.

Antônio Irapuan Bezerra Melo, também chefe da UAG, foi quem autorizou o pagamento de todas as notas fiscais e encaminhamento para liquidação da despesa. Segundo o processo, ele fez isso “sem averiguar a existência de documentos e elementos mínimos que atestassem a regular execução dos serviços”.

Marcelo Montini e Vilmar Ângelo Rodrigues eram gerentes de suporte de tecnologia da informação (TI) e responsáveis pela elaboração do projeto básico, que estaria, de acordo com o MPC-DF, “desprovido de estudos técnicos” e “sem elaboração de relatórios de execução contratual”. Ambos teriam atestado que os serviços eram prestados regularmente, mas sem nenhuma prova nos autos.

Luciano Ferreira de Araújo assinou a execução dos serviços, e a empresa Ibrowse Consultoria e Informática foi beneficiária dos pagamentos.

Outro lado

Procurado pela reportagem, Rodrigo Delmasso afirmou que apresentará a defesa e será absolvido. “O caso foi analisado sem as minhas alegações. Assim que eu apresentar os documentos, os técnicos do TCDF vão perceber que não houve dano ao erário, mas sim economia”, afirmou.

Ainda segundo o deputado, o sistema contratado em 2009 teve todos os estudos técnicos realizados. Ele alega que os equipamentos das agências do trabalhador e da administração central da Secretaria do Trabalho foram adaptados para recepcionar o sistema. “Tudo o que funciona hoje foi fruto dessa contratação que estão questionando. Se o cidadão pode ter conhecimento das vagas de emprego pelo número telefônico 156, é porque esse projeto foi implantado há 10 anos”, disse.

Os outros citados não haviam sido encontrados pelo Metrópoles até a última atualização desta reportagem. O espaço continua aberto

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20ago/190

Wilson Witzel comemora desfecho com morte do sequestrador no Rio de Janeiro

Witzel chegou de helicóptero à ponte Rio-Niterói às 9h45 e desceu da aeronave fazendo gestos de comemoração, vibrando os pulsos cerrados


O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel elogiou o trabalho “muito técnico” feito pela Polícia Militar no caso do sequestro do ônibus, no início da manhã desta terça-feira (20/8), na Ponte Rio-Niterói, que terminou com o sequestrador abatido por atiradores de elite.
“O ideal é que todos saíssem com vida, mas nós tivemos que tomar uma decisão de salvar os reféns. O que nós assistimos foi um trabalho muito técnico da Polícia Militar. Todo tempo eu fiquei monitorando para fazer o meu trabalho como governador e a Polícia Militar, usando os atiradores de elite, escolheu a melhor oportunidade para salvar os reféns. A técnica é da Polícia Militar. Nós nos mobilizamos rapidamente e tentamos evitar o transtorno para a sociedade”, disse ele no local.
Witzel chegou de helicóptero à ponte Rio-Niterói às 9h45 e desceu da aeronave fazendo gestos de comemoração, vibrando os pulsos cerrados. Ele confirmou que o homem foi morto e identificado e que não é policial. A identidade dele não foi revelada e o corpo já foi removido para a perícia.
Pouco antes das 6h de hoje, um homem armado sequestrou um ônibus e fez 37 reféns, obrigando o motorista a parar o veículo na altura do vão central da ponte, no sentido Rio. Ele foi morto por atiradores de elite por volta de 9h. Segundo o governador, a Secretaria de Vitimização prestará assistência aos reféns e à família do sequestrador.
“Conversei com familiares dele, um me pediu desculpa. Ele pediu desculpa a toda a sociedade, aos reféns. Disse que alguma coisa falhou na criação, a mãe está muito abalada. Nós vamos também cuidar da família dele, vamos entender esse problema para que não ocorram outras vezes”.

Atiradores serão condecorados 

Segundo Witzel, a Polícia Civil já está no local para iniciar o trabalho de perícia. Ele agradeceu às corporações envolvidas e disse que os atiradores que participaram da ação serão condecorados e promovidos por bravura e pelo “trabalho de excelência” realizado.
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“Muitas vezes algumas pessoas não entendem o trabalho da polícia que às vezes tem que ser dessa forma. Se não tivesse abatido esse criminoso, muitas vidas não seriam poupadas. Isso está acontecendo nas comunidades, eles estão de fuzil aterrorizando as comunidades. Se a polícia puder fazer o trabalho dela de abater quem estiver de fuzil, tantas outras vítimas serão poupadas”.
O governador disse também que as primeiras informações indicam que o sequestrador sofria de algum transtorno mental. A PM informou que a arma usada por ele era um simulacro.
O ônibus sequestrado é da Empresa Galo Branco, linha 2520, que faz o trajeto Jardim Alcântara, em São Gonçalo, até o Estácio, no Centro do Rio. O sequestrador disse ter gasolina e ameaçou incendiar o coletivo.
O tráfego foi interrompido nos dois sentidos e liberado no sentido Niterói pouco depois das 10h. Antes de ser atingido, o sequestrador havia liberado seis reféns. As primeiras negociações com o sequestrado foram feitas pela Polícia Rodoviária Federal e depois conduzidas pelo Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar.
O governador, o secretário de Estado de Polícia Militar, Rogério Figueredo, e o comandante do Bope, tenente-coronel Maurílio Nunes, concederão entrevista coletiva sobre o assunto ainda na manhã de hoje, no Palácio Guanabara.
Correio Braziliense
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