17out/170

Câmara Legislativa está pronta para votar orçamento do GDF para 2018

Em reunião extraordinária realizada nesta terça-feira (17/10), a Comissão de Economia. Orçamento e finanças (Ceof) da Câmara Legislativa aprovou o parecer preliminar ao Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2018. O projeto, que foi encaminhado pelo Executivo à CLDF no dia 15 de setembro, prevê um total de 26,95 bilhões em receitas. Somados a este valor, o DF ainda conta com R$ 13,6 bilhões do Fundo Constitucional do DF, repassados pela União, e R$ 1,86 bilhão para investimentos nas estatais, alcançando um total de R$ 42,4 bilhões para o próximo ano.

O presidente da Ceof, deputado Agaciel Maia, observou que, com a publicação do parecer preliminar à PLOA 2018, inicia-se nesta quarta-feira (18) o prazo de 10 dias úteis para apresentação de emendas parlamentares ao projeto, prazo este que se encerrará no dia 1º de novembro. Agaciel lembrou também que, conforme aprovado no Colégio de Líderes da CLDF, cada deputado distrital poderá apresentar até 50 emendas à despesa, no valor total de R$ 18,8 milhões. Durante o prazo para emendas à PLOA 2018, os parlamentares poderão apresentar também emendas ao projeto de lei que trata do Plano Plurianual (PPA).

O deputado informou que no próximo dia 25 de outubro, a Ceof realizará audiência pública na Câmara Legislativa para debater o Projeto de Lei Orçamentária de 2018, com a participação da secretária de Planejamento, Orçamento e Gestão do Distrito Federal, Leany Lemos. Metropoles

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17out/170

Moraes Determina Que Voto No Senado Sobre Afastamento De Aécio Seja Aberto

O ministro do STF Alexandre de Moraes durante sessão da Primeira Turma (Foto: André Dusek/Estadão Conteúdo)

Ministro do STF acolheu pedido de liminar apresentado pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP). Plenário do Senado deve analisar nesta terça (17) situação de Aécio no parlamento.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que avotação prevista para esta terça-feira (17) para analisar a eventual revogação do afastamento do senador Aécio Neves (PSDB-MG) do mandato parlamentar ocorra por meio de voto aberto e nominal. O magistrado concedeu uma liminar (decisão provisória) acolhendo um mandado de segurança apresentado pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP).

Nesta terça, os senadores deverão apreciar no plenário se dão aval à decisão da Primeira Turma do STF que impôs, em 26 de setembro, o afastamento do mandato e o recolhimento domiciliar noturno do parlamentar tucano.

“Liminarmente, determino ao presidente do Senado Federal a integral aplicação do § 2º, do artigo 53 da Constituição da República Federativa do Brasil, com a realização de votação aberta, ostensiva e nominal em relação as medidas cautelares aplicadas pela 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal ao senador da República Aécio Neves”, escreveu Moraes em trecho do despacho.

A decisão da turma do Supremo abriu uma nova crise institucional entre Legislativo e Judiciário. Diante da ameaça do Senado de desobedecer a ordem judicial, o STF fez uma sessão na semana passada para analisar a constitucionalidade de medidas cautelares contra parlamentares.

Ao final de uma sessão de 12 horas, os magistrados determinaram, por maioria, que eventuais restrições a deputados e senadores devem ser submetidas à análise da Câmara e do Senado.

Com aval da Suprema Corte, os senadores devem votar nesta terça em plenário se avalizam o afastamento de Aécio do mandato parlamentar e também o recolhimento noturno determinado pela Primeira Turma.

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17out/170

Da base, Sim!

Estava a postos para ser filmado e fotografado ao lado do governador Rodrigo Rollemberg, durante a assinatura dos decretos que regulamenta feiras, quiosques e trailers do DF, o deputado distrital Cristiano Araújo (PSD).

 

 

Fonte: Do Alto da Torre

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16out/170

STF dá prazo a Izalci se manifestar sobre omissão em conta eleitoral

STF dá prazo a Izalci se manifestar sobre omissão em conta eleitoral

Deputado é investigado em ação penal por não declarar R$ 300 mil em doação recebida nas eleições de 2006

Por Ian FerrazI-Agência PT/Metrópoles

O Supremo Tribunal Federal (STF) deu prazo de cinco dias para a defesa do deputado federal Izalci Lucas (PSDB) se manifestar acerca da proposta de suspensão de ação penal que ele responde na mais alta Corte do país. O processo trata de uma possível omissão de valores doados durante campanha para a Câmara Federal em 2006.

Em seu primeiro mandato como deputado federal, Izalci teria recebido R$ 450 mil da Sapiens Tecnologia da Informação Ltda. Ele, no entanto, declarou ter auferido apenas R$ 150 mil, uma omissão de R$ 300 mil.

O valor de R$ 150 mil consta nos autos da prestação de contas entregue em 31 de outubro de 2006 ao Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF). No entanto, por meio de mandados de busca e apreensão, os investigadores do Ministério Público Federal (MPF) encontraram em planilhas contábeis da empresa o montante de R$ 450 mil. Os documentos da Sapiens Tecnologia indicaram a emissão de oito cheques, sendo quatro de R$ 25 mil e outros quatro de R$ 50 mil.

O crime está tipificado no artigo nº 350 do Código Eleitoral e prevê reclusão de até cinco anos, além de pagamento de dias-multa. A Procuradoria-Geral da República (PGR) sugeriu a suspensão condicional do processo desde que o réu se submeta a condições previstas no artigo 89 da lei 9.099/95. Algumas dessas situações preveem a reparação do dano, proibição de frequentar determinados lugares e proibição de ausentar-se da comarca onde reside sem autorização prévia.

O despacho do relator ministro Alexandre de Moraes foi elaborado em 10 de outubro e publicado na sexta-feira (13). De acordo com o deputado federal Izalci Lucas, o processo tem muitos anos e está prescrito. Não provocaria, por exemplo, danos eleitorais a ele. No entanto, o parlamentar afirma fazer questão de que o julgamento aconteça. “O Ministério Público não apresentou provas. Já solicitei uma audiência com o ministro para pedir que seja julgado”, disse.

À época da denúncia, ex-ministro Teori Zavascki, morto em acidente após um acidente de avião no Rio de Janeiro, afirmou haver indícios suficientes de que Izalci teria assinado a demonstração de recursos arrecadados, “o que, em tese, demonstraria seu conhecimento quanto às irregularidades”.

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16out/170

Rodrigo Rollemberg Monta Estratégia De Reeleição Para 2018

 A política brasiliense começa a movimentar as peças e a alinhar discursos de olho, principalmente na corrida para o Palácio do Buriti

Ana Viriato

Em uma partida de xadrez, as peças são movidas, estrategicamente, apenas após a análise de todas as opções viáveis dispostas no tabuleiro: um movimento errado pode significar a vitória do oponente. De forma parecida, mobilizam-se os políticos do DF, com olhares atentos às eleições de 2018. Apesar de ainda no início, o jogo ficou, oficialmente, mais acirrado na última semana — ao deixar a base aliada ao governador Rodrigo Rollemberg (PSB), o PDT isolou o socialista e evidenciou que deve entrar na concorrência pelo Palácio do Buriti. A um ano das votações, costuras como essa se multiplicarão. Em jogo, estão o tempo de televisão, em uma campanha com prazo reduzido pela metade, e doações de empresas vetadas.

O certo até agora é que o chefe do Executivo local enfrentará artilharia pesada de diversas frentes. Entre os grandes partidos que o apoiaram em 2014, apenas a Rede permanece ao seu lado. A sigla do pré-candidato ao Senado Chico Leite, inclusive, discutirá a manutenção da aliança para as próximas eleições em congresso regional, previsto para novembro. “Há diversos itens a serem analisados. O primeiro deles é a discussão programática: até que ponto a proposta que ajudamos a construir foi cumprida? Outro item importante é a configuração das alianças nacionais”, destaca o porta-voz da Rede em Brasília, Pedro Ivo. A legenda ainda avaliará parcerias com PDT e PV.

 

Integrante da coligação original, o PSD, do deputado federal Rogério Rosso (PSD-DF) e do vice-governador Renato Santana, sinalizou que terá candidatos próprios a postos majoritários no próximo ano. “Vamos reunir o diretório para tomarmos uma decisão. De qualquer forma, entendemos que há uma diferença grande de sintonia entre o que o PSD deseja para a cidade e o que é feito por Rollemberg”, pontua Rosso.

 

 

O discurso dos adversários terá enfoque nos embates de Rollemberg com o funcionalismo e com a Polícia Civil. Ainda assim, o governador aposta as fichas no incremento de caixa, garantido com a aprovação da reforma da Previdência. Ao deixar de aportar dinheiro do Tesouro para honrar os compromissos com servidores e aposentados, o chefe do Executivo local terá mais tranquilidade para negociar o futuro político. Alianças nacionais também podem interferir na disputa.

 

A maior das vertentes de oposição, caracterizada por uma proposta de centro-direita, conta com a composição preliminar de 10 partidos: PR, PSDC, PSDB, PRP, PMDB, DEM, PTB, PSL, PTdoB e PMB. Entre os nomes envolvidos estão os dos deputados federais Izalci Lucas (PSDB-DF) e Alberto Fraga (DEM-DF); do ex-deputado distrital Alírio Neto (PTB); e do ex-secretário de Saúde Jofran Frejat (PR). Entre eles o acordo é de que o candidato com melhores projeções disputará o Buriti.

 

Nos bastidores, também integrante do grupo, Tadeu Filippelli (PMDB) assume que não terá condições de integrar a concorrência. O ex-vice-governador era cotado para concorrer ao Executivo local, mas o indiciamento na Operação Panatenaico, que investiga o superfaturamento do Estádio Nacional Mané Garrincha, o fragilizou. Mesmo assim, o peemedebista participa das costuras para garantir aliados na disputa por cargos majoritários. Entre eles, o distrital Wellington Luiz (PMDB).

 

Os rumos da coalizão serão definidos nessa semana, quando os potenciais candidatos devem se encontrar para definir as datas de afunilamento da disputa interna, além dos critérios de classificação. Ao longo dos próximos meses, devem ser observados itens como projeto de governo, colocação em pesquisas, capacidade de votos e, principalmente, viabilidade jurídica. Neste grupo, o candidato que mais se esforça na construção da própria campanha é Izalci Lucas, mas Jofran Frejat detém o maior apoio do eleitorado.

 

Independência

 

Ao colocar os cargos preenchidos por indicações políticas e adotar um posicionamento independente, o PDT abriu as portas para as negociações políticas de 2018. A resposta veio de pronto: o governador Rollemberg exonerou, na última sexta-feira, dezenas de comissionados pedetistas. É que, para o comandante do GDF, a única justificativa ao rompimento é o projeto político da legenda para o próximo pleito.

 

Mas a movimentação para a conquista dos cargos majoritários começou antes da ruptura. O partido chegou a cogitar a candidatura de Jofran Frejat ao Executivo local, desde que o ex-secretário de Saúde se filiasse à sigla. Pela configuração da aliança proposta, o presidente da Câmara Legislativa, Joe Valle (PDT), e o senador Cristovam Buarque (PPS) disputariam lado a lado as duas vagas do Senado. Mas Frejat não deve aceitar: “Não tenho nenhuma razão para sair do PR, porque é um partido que sempre me prestigiou. Ainda assim, fico lisonjeado com o convite. É sinal de que meu nome é de respeito e assimilável”, diz.

 

Também na mira do grupo de Joe e Cristovam está o ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no DF, Ibaneis Rocha. Interessado na chefia do Buriti e à procura de uma sigla para se filiar, ele transferiu o título eleitoral do Piauí para o Distrito Federal e tem até abril de 2018 para escolher um partido. O PDT, inclusive, não é a única opção. Ibaneis mantém conversas com o PMDB, de Tadeu Filippelli.

“Novos projetos”

 

As articulações da esquerda seguem embrionárias. O PT dará largada, amanhã, ao projeto “O DF e o Brasil que o povo quer”, por meio do qual serão definidas propostas, alianças e nomes para  2018. O partido reúne opções para o lançamento ao Palácio do Buriti, como a ex-distrital Arlete Sampaio e a deputada federal e presidente regional da legenda, Erika Kokay. “O governo Rollemberg foi o mais autoritário dos últimos tempos, por não aceitar críticas ou sugestões. Então, o DF precisa mergulhar em uma radicalidade democrática. Queremos fazer um diagnóstico; saber quais as prioridades de Brasília e os nomes validados pela população”, destaca Erika.

 

O PSol conta com pré-candidatos ao Executivo local, como o presidente do Sindicato dos Servidores da Assistência Social e Cultural, Clayton Avelar, e a auditora da Controladoria-Geral da União (CGU) Anjuli Tostes. Os próximos passos da legenda quanto às eleições de 2018, entretanto, devem ser decididos apenas após 22 de outubro, quando a sigla dará posse ao novo diretório da Executiva Regional. “O nosso partido pretende renovar a cena do DF e não deixar a disputa entre as velhas forças. A ideia é interagir e articular em torno de um programa transformador”, explica o candidato eleito, nas plenárias, à presidência do PSol, Fábio Félix.

 

Hélio José vai para o Pros

O senador Hélio José trocou o PMDB pelo Pros na última quarta-feira — a quarta mudança de sigla do parlamentar, que tem passagens por PT, PSD e PMB. A assessoria do senador não confirmou se a saída do partido do presidente Michel Temer ocorreu por divergências por causa do voto contrário de Hélio à reforma trabalhista. Em julho, no programa CB. Poder, o político chegou a anunciar que tentaria se candidatar ao Senado ou a outro cargo pelo PMDB, mas também afirmou que “mudar de partido é um processo natural”.

 

Doações restritas

Devido à minirreforma eleitoral, as campanhas, que antes começavam após 5 de julho, tiveram o início adiado para 15 de agosto, o que reduziu o período de 90 para 45 dias. Além disso, doações de empresas estão vetadas. Apenas pessoas físicas poderão destinar verbas aos candidatos.

 

 O movimento das peças políticas

 

Pela reeleição

O governador Rodrigo Rollemberg (PSB) corre contra o relógio para reestruturar a base aliada após uma série de rompimentos. A sigla, que perdeu o apoio de PDT e PSD, manteve, entre os grandes partidos, apenas a Rede ao seu lado. Com folga nos caixas em decorrência da aprovação da reforma da Previdência, o chefe do Palácio do Buriti terá mais tranquilidade na busca por novas coligações e para enfrentar a árdua missão de melhorar a imagem ante o funcionalismo e a Polícia Civil.   

 

Última aliada

A Rede, do pré-candidato ao Senado Chico Leite, discutirá em um congresso regional, previsto para novembro, a possibilidade da manutenção da aliança com o PSB para 2018. A sigla ainda mantém conversas com PDT e PV. A decisão depende das costuras nacionais.

 

Agora concorrente

Ao colocar os cargos à disposição do governador Rodrigo Rollemberg (PSB) e adotar um posicionamento independente, o PDT sinalizou o desejo de emplacar um candidato próprio ao Palácio do Buriti. O nome do presidente da Câmara Legislativa, Joe Valle, é o mais cotado para a disputa. Mas o partido também discute alianças com o ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil no DF (OAB-DF), Ibaneis Rocha, e a ele interessa apenas a chefia do Executivo local.

 

O PPS participa das negociações. Cacique da política brasiliense, o senador Cristovam Buarque (PPS) deve integrar a chapa de centro-esquerda e disputar a reeleição. O parlamentar do PPS, contudo, não esconde o desejo de ser presidente da República. Como em 2006, postula o apoio do partido para tentar concorrer ao principal cargo do país.

 

Maior coalizão

Pelo menos dez partidos de centro-direita uniram-se pela disputa de cargos majoritários. Entre eles, o acerto é de que os candidatos com maiores chances, segundo as projeções, abocanharão os postos de governador, vice-governador e senador. Confira alguns dos participantes:

 

Fortalecido

Líder nas pesquisas eleitorais, Jofran Frejat ocupou cinco vezes o posto de deputado federal e quatro o de secretário de Saúde do DF. Com um histórico livre de escândalos de corrupção, é considerado, nos bastidores, a opção mais forte ao Palácio do Buriti.

 

Articulações

Izalci Lucas (PSDB) busca acordos nacionais para se tornar candidato à chefia do Executivo local. Entre os integrantes da coalizão de postulantes a cargos majoritários, é o que mais tem articulado, seja com a construção de alianças, seja com a divulgação do trabalho em cidades do DF.

 

Pela coalizão

Delegado aposentado e deputado distrital por três vezes, o presidente da Executiva Regional do PTB, Alírio Neto, é um dos principais articuladores da coalizão. Ao petebista interessam apenas os cargos de chefe do Palácio do Buriti ou vice-governador.

 

De olho no Senado

Integrante da bancada da bala na Câmara dos Deputados, Alberto Fraga (DEM) afirma, publicamente, que será candidato a governador. Na prática, trabalha para ir ao Senado. Conquistou o quarto mandato com 10,66% dos votos — maior percentual entre os concorrentes.

 

Correndo por fora

O PSD sinalizou que não estará ao lado de Rodrigo Rollemberg nas eleições de 2018. Mas, para não cair no ostracismo após a apagada gestão do vice-governador Renato Santana, a sigla terá de buscar sólidas alianças. Uma opção para abocanhar cargos majoritários é investir na candidatura do deputado federal e presidente regional do partido, Rogério Rosso. A sigla ainda considera apostar em um outsider devido ao desgaste do cenário político.

 

Conversas embrionárias

O PT pretende debater com a população as necessidades prioritárias do DF e validar os nomes assimiláveis para a disputa antes de firmar alianças para as eleições de 2018. O partido detém nomes tradicionais para a disputa pelo Palácio do Buriti, como a deputada federal Erika Kokay e a ex-deputada distrital Arlete Sampaio. O nome da Wasny de Roure, por outro lado, é cotado para o Senado. A legenda considera conversar com partidos alinhados como PCdoB, PDT e PSol.

 

Novas apostas

Conhecidos nomes do PSol, Toninho e Maninha devem ficar de fora da corrida pelo Palácio do Buriti para concorrer, respectivamente, a cargos no Legislativo local e na Câmara dos Deputados. A despeito disso, o partido conta com novos pré-candidatos ao Buriti. As regras do jogo, que envolvem os critérios para a escolha da aposta oficial da sigla e da costura de alianças, serão definidas após o congresso regional, previsto para 22 de outubro. Segundo bastidores, o PSol não deve firmar parceria com o PT para o próximo pleito.

Fonte: Correio Braziliense

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16out/170

Quatro esposas e kit grilagem. Conheça o líder de milícia preso em Ceilândia

Inspirada nas milícias cariocas, que dominam as favelas impondo uma espécie de poder paralelo, a organização criminosa instalada na região do Pôr do Sol, em Ceilândia, sob a batuta do líder comunitário Alisson Borges, faturava alto explorando serviços de TV a cabo, gás de cozinha, transporte alternativo e grilagem. Preso na Operação Confraria, em 28 de setembro, o homem seduzia a população carente com promessa de moradia e chegava a distribuir dinheiro vivo em filas quilométricas para ganhar a simpatia da comunidade. Outra peculiaridade é que ele tinha quatro “esposas” e construiu casa para todas.

Uma testemunha-chave que auxilia a Polícia Civil na investigação conversou com a reportagem do Metrópoles e traçou, com detalhes, toda a trajetória de Alisson Borges, desde os tempos em que se preparava em cursos para pleitear uma vaga de vigilante até galgar o posto de “Rei da favela”, como gostava de ser chamado pelos moradores da comunidade carente de Ceilândia Sul.

De acordo com a testemunha, a vida de Alisson deu uma guinada após ele perceber que poderia  lucrar com a grilagem nas quadras 702 e 703, hoje consolidadas. “O dinheiro veio rápido. Logo ele estava com carrões, lanchas, jet ski, viajando para lugares chiques e frequentando festas badaladas”, contou a fonte. Ele ostentava nas redes sociais, com fotos que o mostram até em voo panorâmico de helicóptero no Rio de Janeiro. Metropóles.

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15out/170

BRASIL TEM 30 NOVOS SANTOS: PAPA CANONIZA MÁRTIRES DE CUNHAÚ E URUAÇU

ELES FORAM VÍTIMAS DE UM MASSACRE EM 1645, NO INÍCIO DA OCUPAÇÃO HOLANDESA NO NORDESTE

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14out/170

Politica: Agaciel Maia ensaia voo para federal

Agaciel Maia vem sendo orientado a buscar uma posição politica á nível nacional em 2018 e não será surpresa se o parlamentar atender o pedido da sociedade do DF

Distrital Agaciel Maia - Divulgação

O processo politico se aproxima e junto a ele a disposição de algumas figuras publicas na busca de voo bem mais altos que na eleição anterior. A bola da vez no meio politico de Brasilia vem sendo a possível candidatura do competente distrital Agacial Maia para deputado federal.

O parlamentar é amplo conhecedor dos bastidores políticos da capital da republica e anda com desenvoltura em ambientes como a Câmara Federal e o Senado da Republica. Procurado pelo o blogdogbu para confirmar o que os bastidores dar como certo, o distrital prefere adotar um discurso mais cauteloso;"Estamos avaliando a melhor decisão. Vamos priorizar o atual mandato em defesa de Brasilia e deixar as decisões politicas para o momento certo", salientou Agaciel.

 

fonte: Redação

 

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13out/170

PSB-DF elege, por aclamação, Tiago Coelho como novo presidente

O PSB elegeu, na noite desta quarta-feira (11/10), sua nova executiva no Distrito Federal. Tiago Coelho foi escolhido por aclamação e vai presidir a legenda pelos próximos três anos.

Segundo o agora ex-presidente regional do PSB Marcos Dantas, a decisão por aclamação ocorreu após acordo feito pelos votantes. “O Tiago é uma pessoa que transita bem em todas as alas. Por isso, optamos por ele”, afirmou Dantas, escolhido 3º vice-presidente regional do PSB.

O favorito para vencer as eleições era Daniel Cunha. Entretanto, em pelo menos duas oportunidades, no momento em que ele tinha mais votos na contagem dos aliados, a escolha era esvaziada ou adiadas. Na semana passada, o pedido de adiamento foi do próprio governador Rodrigo Rollemberg. Ele propôs mais tempo para o debate, o que não foi bem recebido pela oposição.

“Ele queria era ganhar tempo para convencer os membros que votavam no Daniel. Formaram uma comissão e impuseram o candidato que era de escolha do Marcos Dantas e do governador”, protestou um membro votante, que pediu para não ser identificado.

Marcos Dantas negou a existência de manobras para eleger seus aliados. De acordo com o 3º vice-presidente eleito, o tempo pedido serviu para que o partido formasse consenso e saísse fortalecido. Ele negou ainda a interferência do governador Rodrigo Rollemberg, eleito secretário-geral.

O derrotado Daniel Cunha, escolhido 1º vice-presidente, amenizou as polêmicas. “Saímos fortalecidos. Eu sentia que havia um clima para que eu vencesse, mas, por aclamação, escolhemos o melhor para o partido. Muitos cargos da executiva foram renovados e é devagar que essas coisas acontecem”.

Currículo
Tiago Araújo Coelho de Souza, 40 anos, é professor de ensino superior. Foi candidato a deputado distrital em 2014, quando teve 1.557 votos e ficou na 194º colocação. Atuou como subsecretário de Vigilância à Saúde no início do governo de Rodrigo Rollemberg (PSB) e, em março deste ano, foi nomeado como secretário-adjunto da Secretaria das Cidades. Souza tem doutorado em saúde pública e é professor adjunto do Departamento de Odontologia da Universidade de Brasília (UnB).

Composição da executiva

Presidente – Tiago Coelho

1º vice-presidente – Daniel Cunha

2º vice-presidente – Roosevelt Villela

3º vice-presidente – Marcos Dantas

Secretário-geral – Rodrigo Rollemberg

1º secretário – Maurílio Freitas

1º secretário de finanças – Manoel Alexandre

2º secretário de finanças – Mariana Sales

 

 

fonte: Metropóles

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13out/170

Menina de 12 anos morre ao cair da cachoeira Poço Azul

Uma criança de 12 anos morreu, no início da tarde desta sexta-feira (13/10), após cair de uma cachoeira. De acordo com o Corpo de Bombeiros, Ketlen Isabel de Souza Santos estava no Poço Azul, DF-001, próximo à Chapada Imperial, em Brazlândia, quando se desequilibrou.

Ketlen sofreu um corte profundo no lado direito da cabeça, traumatismo cranioencefálico, ferimentos nas costas e nos braços e havia suspeita de hemorragia interna. Ela estava inconsciente e foi retirada da água por banhistas.Testemunhas disseram aos militares que a menina estava no poço principal e tentou ver outro, localizado abaixo. A vítima caiu de uma altura de cerca de 12m. A mãe e um tio acompanhavam a garota.

Os bombeiros foram acionados às 14h33 para socorrer a vítima, mas encontraram a menina com respiração e pulso fracos, e com baixa saturação. De imediato, foram realizados todos os procedimentos necessários para conter as hemorragias e imobilizar a vítima. Mas Ketlen sofreu uma parada cardiorrespiratória e, apesar de todas as manobras dos militares, morreu no local. Os bombeiros tentaram reanimá-la por 60 minutos, sem sucesso.

A perícia da Polícia Civil foi solicitada. Metropóles.

 

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12out/170

AGORA PRESO, CARLOS ARTHUR NUZMAN RENUNCIA À PRESIDÊNCIA NO COB

CARLOS ARTHUR NUZMAN RENUNCIA À PRESIDÊNCIA DO COMITÊ OLÍMPICO

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12out/170

FACHIN REJEITA AÇÃO DE LULA QUE PEDIA ANULAÇÃO DE GRAMPOS AUTORIZADOS POR MORO

MINISTRO AFIRMOU QUE INVESTIGAÇÃO “NÃO ESTÁ DIRECIONADA A AGENTES DETENTORES DE PRERROGATIVA DE FORO”

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